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1194 exame(s) encontrado(s)
1
- Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
O Desoxicortisol é um esteroíde de origem adrenal, precursor do cortisol, pela ação enzimática da 11-beta-hidroxilase. Níveis séricos elevados de 11-desoxicortisol podem indicar defeito na enzima 11-beta-hidroxilase, servindo como marcador para o diagnóstico. Os sintomas associados à esta condição são hipertensão arterial, secreção aumentada de andrógenos e consequentemente virilização do organismo.
- Jejum desejável: mínimo de 8 horas ou à critério médico. Para lactentes, intervalo máximo entre as mamadas.
Comentários
A 17-OH-Progesterona é um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra-renais, sendo precursor da síntese do cortisol.
É o principal marcador da deficiência da 21-hidroxilase, causa da forma mais comum de hiperplasia congênita da supra-renal.
Ao nascimento, os valores encontram-se elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida.
Tem-se valorizado muito a dosagem da 17-OH-Progesterona (17OHP) na avaliação de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de inicio tardio. A 17OHP encontra-se elevada também na deficiência da 11-beta-hidroxilase, porém em menor intensidade.
Orientações para o seu exame:
Jejum: Você precisa estar em jejum por pelo menos 8 horas. Para lactentes, intervalo máximo entre as mamadas.
Agendamento: Este exame precisa ser agendado com antecedência. Por favor, confirme o horário conosco.
Sobre a Medicação: O estímulo (medicamento) necessário para o teste deve ser providenciado por você.
Local da Coleta: O exame é feito no hospital. Nós do laboratório realizamos a coleta do sangue, mas a parte da medicação e a estrutura hospitalar ficam sob responsabilidade do paciente.
Jejum: Intervalo máximo entre as mamadas.
Orientações:
A triagem neonatal deve ser coletada preferencialmente entre o 3° a 5° dia de vida, podendo ser realizada entre zero e 28 dias de vida.
Recém-nascidos que receberam transfusão sanguínea antes da coleta da amostra para triagem neonatal devem repetir a coleta: 10 dias após a transfusão para os testes de TSH, Fenilalanina (PKU), Tripsina imunoreativa, Biotinidase, 17 OH Progesterona, e para triagem com dosagem de aminoácidos e acilcarnitinas por espectrometria de massas em tandem; 20 dias após a transfusão para análise de hemoglobinas.
Jejum não necessário
Material: Urina de 24 horas
Não utilizar recipiente de vidro para coletar ou acondicionar a amostra.
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar desde o início da coleta.
Orientações:
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Para coleta domiciliar: O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas unidades.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas unidades.
Comentários
São derivados dos andrógenos, sendo os catabólitos urinários do DHEA, SDHEA, androstenediona, androstenediol, androsterona, mas não da testosterona.
No homem, cerca de 75% dos 17-KS provém da adrenal, tendo o restante origem testicular.
Nas mulheres, se originam principalmente na adrenal. Pode ser realizado após supressão com dexametasona, a critério médico.
2
Material: Urina
-Coletar urina de final da jornada de trabalho, em caso de exposição a N-hexano, ou ao final do último dia de jornada da semana, em caso de exposição a Metil butil cetona.
-O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
-Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
-Para coleta domiciliar: o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas unidades ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas unidades.
3
Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Comentários
O 3-alfa-androstanediol glicuronídeo é um metabólito do dihidrotestosterona produzido nos tecidos responsivos aos androgênios.
É um marcador da formação e ação androgênica periférica. Encontra-se aumentado nas mulheres com hirsutismo idiopático e nas portadoras de Síndrome dos Ovários Policísticos.
Encontra-se reduzido no sexo masculino na deficiência da 5-alfa- redutase. A mais importante aplicação desse ensaio é nos estados de hirsutismo. É também considerado um marcador para o tratamento desses estados e da hiperplasia adrenal congênita.
5
Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Comentários
A dosagem desta enzima é usada no diagnóstico de doenças hepatobiliares.
Encontra-se elevada (4 a 6 vezes) na obstrução biliar, colestase intra-hepática e cirrose biliar.
Aumentos discretos ou níveis normais são encontrados nas doenças parenquimatosas hepáticas.
Níveis elevados podem ser observados durante o uso de anticonvulsivantes. Relação GGT/5-nucleotidase menor que 1,9 tem sensibilidade de 40% e especificamente de 100% para o diagnóstico de colestase intra-hepática.
A
- Jejum não obrigatório, mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Existem 3 tipos de exames para a detecção dos anticorpos anti receptor da acetilcolina: Ligador, Bloqueador ou Modulador. Recomendamos que esta indicação esteja no pedido médico.
Segue abaixo uma orientação quanto à indicação do uso dos anticorpos dos receptores de acetilcolina (ligador, bloqueador e receptor):
- Screening inicial: anticorpo ligador;
- Confirmação de diagnóstico: anticorpo ligador ou anticorpo modulador (caso o ligador for negativo);
- Monitorização da resposta terapêutica e progressão da doença: anticorpo bloqueador;
- Início recente da MG (menor que 1 ano): anticorpo modulador;
- Apenas fraqueza moderada do músculo: anticorpo modulador;
- Apenas fraqueza do músculo ocular: anticorpo modulador.
- Jejum não obrigatório, mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Existem 3 tipos de exames para a detecção dos anticorpos anti receptor da acetilcolina: Ligador, Bloqueador ou Modulador. Recomendamos que esta indicação esteja no pedido médico.
Segue abaixo uma orientação quanto à indicação do uso dos anticorpos dos receptores de acetilcolina (ligador, bloqueador e receptor):
- Screening inicial: anticorpo ligador;
- Confirmação de diagnóstico: anticorpo ligador ou anticorpo modulador (caso o ligador for negativo);
- Monitorização da resposta terapêutica e progressão da doença: anticorpo bloqueador;
- Início recente da MG (menor que 1 ano): anticorpo modulador;
- Apenas fraqueza moderada do músculo: anticorpo modulador;
- Apenas fraqueza do músculo ocular: anticorpo modulador.
- Jejum não obrigatório, mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Existem 3 tipos de exames para a detecção dos anticorpos anti receptor da acetilcolina: Ligador, Bloqueador ou Modulador. Recomendamos que esta indicação esteja no pedido médico.
Segue abaixo uma orientação quanto à indicação do uso dos anticorpos dos receptores de acetilcolina (ligador, bloqueador e receptor):
- Screening inicial: anticorpo ligador;
- Confirmação de diagnóstico: anticorpo ligador ou anticorpo modulador (caso o ligador for negativo);
- Monitorização da resposta terapêutica e progressão da doença: anticorpo bloqueador;
- Início recente da MG (menor que 1 ano): anticorpo modulador;
- Apenas fraqueza moderada do músculo: anticorpo modulador;
- Apenas fraqueza do músculo ocular: anticorpo modulador.
Instruções de preparo:
A amostra pode ser coletada em qualquer dia e horário, desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo nas últimas 4 (quatro) semanas sem afastamento maior que 4 (quatro) dias.
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
Também conhecido como colinesterase verdadeira. Sua dosagem é utilizada para controle biológico de exposição à organofosforados e carbamatos onde se encontram diminuídas. Outras condições podem cursar com diminuição da colinesterase eritrocitária: hemoglobinúria paroxística noturna e anemia megaloblástica. O aumento da colinesterase é encontrado em Talassemia, esferocitose, hemoglobina SS e anemias hemolíticas adquiridas.
IMPORTANTE:
Colinesterase (Acetilcolinesterase) Plasmática x Colinesterase (Acetilcolinesterase) Eritrocitária
Prezados clientes e médicos solicitantes,
Recomendamos atenção especial ao momento da solicitação e conferência dos exames de Colinesterase, pois, embora possuam nomes semelhantes, eles apresentam utilidades clínicas e prazos de liberação distintos.
Nosso objetivo é garantir que o paciente receba o resultado no tempo adequado à sua necessidade médica. Por isso, destacamos as principais diferenças:
- Colinesterase Plasmática (Sérica)
Finalidade: Indicada para situações que exigem agilidade, como suspeitas de intoxicação aguda (imediata) ou avaliações pré-anestésicas.
Prazo: Possui liberação mais rápida.
Dica: É o marcador que reage primeiro a exposições recentes.
Acetilcolinesterase Eritrocitária (Verdadeira)
Finalidade: Voltada para o monitoramento ocupacional e acompanhamento de longo prazo (exposição crônica). Reflete o impacto nas células nervosas de forma mais estável.
Prazo: Devido à complexidade da análise (realizada diretamente nas hemácias), possui um prazo de liberação mais extenso.
Material: Urina
Coletar urina de pré jornada de trabalho em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo.
Após a coleta, manter o frasco bem fechado e encaminhar imediatamente ao laboratório.
Interpretação do exame
A acetona visa detectar intoxicação, já que é utilizada como solvente de esmalte e colas para plásticos. Na intoxicação pode haver congestão pulmonar, dispnéia, torpor e edema.
Indicação: Avaliação de exposição à acetona no trabalho
Interpretação clínica: Valores acima dos Limites biológicos de exposição (BEI) sugerem intoxicação por cetona ou isopropanol. Diabéticos descompensados podem apresentar cetonúria e mascarar os resultados. Os níveis variam também na dependência de faixa etária, gravidez, lactação, exercício físico, dieta, trauma físico e ingestão de álcool.
Sugestão de leitura complementar:
Lees FP, Butterworth-Heinemann. Loss Prevention in the Process Industries, vol 3, 2ª Ed 1996
Material: sangue
- Jejum desejável: mínimo de 4 horas ou à critério médico.
- Não ingerir medicamentos com folato imediatamente antes da coleta.
- ATENÇÃO: Prezados clientes e médicos solicitantes,
Recomendamos atenção especial ao momento da solicitação e conferência dos exames de Ácido Fólico Sérico e Ácido Fólico Eritrocitário (nas Hemácias), pois, embora avaliem o mesmo nutriente (Vitamina B9), eles possuem utilidades clínicas e prazos de liberação distintos.
INTERPRETAÇÃO
O folato é uma vitamina essencial, vital para o crescimento normal das células e a síntese do ADN. Ele está presente em uma grande variedade de alimentos, tais como hortaliças de folhas escuras, frutas cítricas, levedura, feijão, ovos e leite e é absorvido pelo intestino delgado e armazenado no fígado. A deficiência de folato pode ser causada por um consumo alimentar insuficiente, má absorção ou uma utilização excessiva de folato, que ocorre com muita frequência durante a gravidez, podendo ocasionar anemia megaloblástica e até mesmo graves problemas neurológicos. O alcoolismo, a hepatite e outras doenças hepáticas também podem causar um consumo excessivo de folato. Para avaliar o estado do folato, utilizam-se os níveis de folato no soro e nos glóbulos vermelhos. Os níveis de folato no soro indicam a ingestão recente de ácido fólico.
INSTRUÇÕES DE PREPARO
Dieta: Evitar limão, abacaxi, morango, gelatina, acerola, laranja, espinafre, tomate, leite e derivados.
Jejum: Evitar qualquer alimento ou medicamento que contenha Vitamina C 48 horas antes e durante a coleta.
***Medicamentos prescritos só devem ser suspensos a critério do médico assistente.***
Outros: Não realizar esforço físico durante a coleta. Não colher durante o período de cólica renal.
INSTRUÇÕES DE COLETA
Coletar preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 04 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina (porção inicial da urina) no vaso sanitário e, sem interromper a micção, coletar o segundo jato de urina (jato médio, não encostando o frasco na região genital).
INTERPRETAÇÃO
Em condições normais, o oxalato urinário (ácido oxálico) é derivado da dieta, do metabolismo do ácido ascórbico e da glicina. A administração de doses elevadas de ácido ascórbico (vitamina C) pode causar elevação nos níveis urinários de oxalato. Na hiperoxalúria primária, os valores estão geralmente entre 100 e 600 mg/24h. A hiperoxalúria secundária é devida a doenças inflamatórias intestinais, enterocolite, redução do intestino delgado etc. Nestes casos, em geral a excreção é entre 60 e 100 mg/24h. O teste é útil na avaliação do paciente com nefrolitíase. Hiperoxalúria primária e secundária podem ser causas de formação de cálculos urinários. Níveis elevados são encontrados na intoxicação por polietilenoglicol e ingestão insuficiente de cálcio.
Material: urina recente
Colher, preferencialmente no laboratório, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 04 horas após a última micção.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
PARA COLETA DOMICILIAR o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas unidades ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas unidades.
Comentários
O ácido úrico é o produto final do metabolismo das purinas. Cerca de 70% é eliminado pelos rins. São causas de diminuição da sua excreção urinária: diabetes insipidus nefrogênico, acidose metabólica ou respiratória, uso de álcool, intoxicação por chumbo, uso de diuréticos e outros medicamentos, como salicilatos em baixas doses, pirazinamida e etambutol. Dieta rica em purinas e doenças como leucemias e policitemia vera são causas de elevação do ácido úrico urinário. Sua excreção também aumenta em situações em que há redução do volume urinário com expansão do volume extracelular, como na secreção Inapropriada de ADH (SIADH), e em decorrência do uso de agentes uricosúricos, como probenecida, losartan, salicilatos e ácido ascórbico em altas doses, manitol e meios de contraste.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- A coleta deve ser feita preferencialmente até duas horas após o horário habitual de o cliente acordar;
- Jejum não necessário;
INTERPRETAÇÃO
O hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) é produzido na hipófise e atua como estimulante na produção de esteroides pelo córtex adrenal. A secreção de ACTH, por sua vez, é controlada pelo fator de liberação de hormônio corticotrófico no hipotálamo (CRF) e por feedback negativo da hidrocortisona. As determinações de ACTH são importantes no diagnóstico diferencial de insuficiência adrenal e hipersecreção. Na doençade Addison (insuficiência adrenal primária), níveis elevados são típicos, enquanto níveis reduzidos são a regra quando a insuficiência adrenal é secundária à deficiência da hipófise. As determinações de ACTH também podem auxiliar a identificar a causa de hipersecreção de hidrocortisona na síndrome de Cushing. Os níveis de ACTH são tipicamente reduzidos quando esta condição é causada por lesões ou hiperplasia do córtex adrenal, e elevados quando a causa é a produção ectópica de ACTH ou hipersecreção de ACTH pela hipófise. Os níveis plasmáticos de ACTH exibem uma variação diurna significativa. Portanto, é importante uniformizar a hora da coleta. Os valores de referência foram estabelecidos para as 9 horas da manhã, aproximadamente.
Não realizamos a coleta do material líquido ascítico, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
O volume necessário para realização do exame é de no mínimo 0,5 mL. A amostra deve ser enviada o mais breve possível ao laboratório (prazo máximo de 2h em temperatura ambiente) e possui estabilidade de até 2 dias refrigerada entre 2 e 8°C.
Não realizamos a coleta do material líquido pleural, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
O volume necessário para realização do exame é de no mínimo 0,5 mL. A amostra deve ser enviada o mais breve possível ao laboratório (prazo máximo de 2h em temperatura ambiente) e possui estabilidade de até 2 dias refrigerada entre 2 e 8°C.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Comentários
ADA é uma enzima que catalisa a conversão da adenosina e inosina, participando do processo de diferenciação e proliferação de linfócitos. Níveis elevados da ADA são indicadores indiretos de tuberculose meníngea, pericárdica e peritoneal.
No líquido pleural tem sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose;
No líquor tem sensibilidade de 90% e especificidade de 94%;
No líquido pericárdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de 83%;
No líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%;
A dosagem da ADA no soro não tem valor diagnóstico. Resultados falso-negativos podem ocorrer em pacientes com SIDA. Níveis elevados também podem ser encontrados em infecções bacterianas, criptocócicas e neoplasias. Esta dosagem não substitui a biópsia no diagnóstico de tuberculose.
Jejum não necessário
Interpretação do exame
Em indivíduos imunocompetentes os adenovírus estão associados a doenças autolimitadas. Em crianças são responsaveis por 7% das infecções respiratorias baixas. Em imunossuprimidos podem evoluir com quadro grave de infecção pulmonar, cistite hemorrágica, diarreia e meningite.Indicação: Suspeita de infecção por adenovirus em imunossuprimidos ou recém-nascidos. O exame óde ser realizado em urina, escarro, lavado broncoalveolar, secreçãoo confuntival, secreção orofaringea, secreção traqueal, líquido pleural, pericardico e sinovial, e líquor.
Interpretação clínica: A detecção do genoma do adenovírus indica a presença deste agente no espécime clínico investigado. Entretanto o resultado do teste deve ser usado em conjunto com dados clínicos e outros marcadores laboratoriais como um indicador prognóstico da doença e para seguimento de terapia.
OBS: O resultado Não Detectado indica que a carga viral está abaixo do limite de detecção do teste e não exclui a possibilidade de infecção pelo adenovírus.
Sugestão de leitura complementar:
Janani MK, Malathi J, Madhavan HN. Isolation of a variant human adenovirus identified based on phylogenetic analysis during an outbreak of acute keratoconjunctivitis in Chennai. Indian J Med Res. 2012 Aug; 136(2): 260-4.
Rocholl C, Gerber K, Daly J, Pavia AT, Byington CL. Adenoviral Infections in Children: The Impact of Rapid Diagnosis. Pediatrics. 2004;113:51-6.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Comentários
Os adenovírus são uma importante causa de doenças febris em crianças pequenas, mais frequentemente associados a síndromes do trato respiratório superior, como faringite ou coriza, mas também podem causar pneumonia e menos comumente doenças gastrointestinais, oftalmológicas, geniturinárias, neurológicas e disseminadas. Várias abordagens diferentes estão disponíveis para o diagnóstico específico de infecção por adenovírus.
Os ensaios de antígenos virais específicos para adenovírus e os ensaios de reação em cadeia da polimerase (PCR) são usados com mais frequência. No diagnóstico sorológico, a detecção de anticorpo IgM específico para adenovírus sugere infecção aguda. Um aumento de quatro vezes ou mais nos anticorpos IgG específicos para adenovírus em amostras pareadas (intervalo de 2 a 4 semanas entre elas) confirma a infecção recente.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Comentários
Os adenovírus são uma importante causa de doenças febris em crianças pequenas, mais frequentemente associados a síndromes do trato respiratório superior, como faringite ou coriza, mas também podem causar pneumonia e menos comumente doenças gastrointestinais, oftalmológicas, geniturinárias, neurológicas e disseminadas. Várias abordagens diferentes estão disponíveis para o diagnóstico específico de infecção por adenovírus.
Os ensaios de antígenos virais específicos para adenovírus e os ensaios de reação em cadeia da polimerase (PCR) são usados com mais frequência. No diagnóstico sorológico, a detecção de anticorpo IgM específico para adenovírus sugere infecção aguda. Um aumento de quatro vezes ou mais nos anticorpos IgG específicos para adenovírus em amostras pareadas (intervalo de 2 a 4 semanas entre elas) confirma a infecção recente.
Material: Fezes recentes
Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
Evitar o uso de antiácidos, laxantes e de contraste oral (utilizado em exames radiológicos) no mínimo 3 dias antes da coleta das fezes ou conforme orientação médica.
Defecar em vasilhame limpo e seco.
Retirar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal (início, meio e fim) e colocar em frasco fornecido pelo laboratório ou adquirido em farmácia, sem liquido conservante, de modo que complete pelo menos meio frasco.
Enviar ao laboratório em até 2 horas.
Comentários
Os adenovírus são uma importante causa de doenças febris em crianças pequenas, mais frequentemente associados a síndromes do trato respiratório superior, como faringite ou coriza, mas também podem causar pneumonia e menos comumente doenças gastrointestinais, oftalmológicas, geniturinárias, neurológicas e disseminadas. Várias abordagens diferentes estão disponíveis para o diagnóstico específico de infecção por adenovírus.
Os ensaios de antígenos virais específicos para adenovírus e os ensaios de reação em cadeia da polimerase (PCR) são usados com mais frequência.
Os ensaios de antígenos são o teste de escolha para a detecção do adenovírus fastidioso tipos 40 e 41 em amostras de fezes. Esses adenovírus entéricos são geralmente "não cultiváveis" e uma importante causa de diarreia em lactentes.
Jejum mínimo de 8 horas.
Comentários
A adiponectina é um hormônio peptídico, produzido pelos adipócitos, que tem importância nos processos de controle da glicemia e da secreção de insulina. Seus níveis séricos são inversamente proporcionais ao Índice de Massa Corporal, estando diminuídos em obesos e aumentados com a perda de peso. O fato é que os valores parecem relacionados com o desenvolvimento de diabetes tipo 2 e com a aterosclerose.
- Jejum não obrigatório.
Comentários
Para investigação da auto-imunidade da glândula adrenal existem duas possibilidades metodológicas. A primeira é a imunofluorescência indireta, realizada em lâminas de tecido adrenal. A segunda é realizada através de radioprecipitação com a enzima 21-hidroxilase marcada, tendo em vista a descoberta de que a 21-hidroxilase é o maior auto-antígeno reconhecido pela imunofluorescência. Ambos os testes podem receber a denominação genérica de anticorpo anti-adrenal, o ideal é o médico especificar qual o método para realização. No Hermes Pardini realizamos apenas por imunofluorescência indireta.
Os exames apresentam diferenças de desempenho clínico e custo.
Jejum não é necessário.
Comentários
A albumina é a proteína mais abundante do plasma, representando cerca de dois terços das proteínas totais.
Sintetizada pelas células do parênquima hepático, tem meia vida de 15 a 19 dias, sendo a hipoalbuminemia achado frequente nas doenças crônicas do fígado.
Em processos inflamatórios agudos, sua concentração sérica também está reduzida, sendo considerada uma proteína de fase aguda negativa.
Também são causas de diminuição da síntese de albumina: desnutrição proteica, má-absorção intestinal e neoplasias.
Hipoalbuminemia por aumento da perda ocorre em nefropatias (síndrome nefrótica), enteropatias, queimaduras e doenças dermato-exsudativas.
Aumento da volemia (hiperidratação), aumento do catabolismo (pós-operatório, traumatismos), etilismo e uso de fármacos hepatotóxicos também são causas de hipoalbuminemia.
Níveis elevados podem ser decorrentes de desidratação ou iatrogenia (reposição endovenosa excessiva).
Não realizamos a coleta dos materiais líquido ascítico e líquido peritoneal, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
Não realizamos a coleta dos materiais líquido ascítico e líquido peritoneal, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Comentários
Essa enzima é utilizada na avaliação dos quadros de fraqueza muscular. Níveis elevados são encontrados nas fases iniciais das doenças musculares como distrofia muscular e dermato polimiosite.
Níveis elevados também podem ser encontrados em doenças hepáticas, na pancreatite, no infarto do miocárdio e em neoplasias. Valores baixos podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias.
Instruções
Dieta conforme orientação médica.
Repouso de 5 a 15 minutos sentado antes da coleta ou conforme orientação médica.
Medicamentos: a critério médico, devem ser suspensos, pelo menos duas semanas antes da realização do exame os anti-inflamatórios não esteroides, anti-hipertensivos (beta bloqueadores, inibidores da enzima de conversão, agentes bloqueadores da ação da angiotensina II, diuréticos tiazídicos, poupadores de potássio e de alça, bloqueadores do canal de cálcio. A espironolactona deve ser suspensa 6 semanas antes da coleta.
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
A aldosterona é um hormônio esteróide segregado pelo córtex supra-renal. A função da aldosterona no metabolismo é controlar o sódio e o potássio, regulando o volume de fluidos. A aldosterona atua para diminuir a excreção de sódio e aumentar a excreção de potássio no rim, glândulas sudoríparas e glândulas salivares. A aldosterona também conserva o sódio no cólon. Em cada um destes tecidos, a aldosterona atua ligando-se aos receptores mineralocorticóides e, principalmente, aos ductos colectores corticais do rim. A regulação do equilíbrio de sódio e potássio é conseguida através de um conjunto complexo de hormônios que atuam em vários ciclos de realimentação. Os sistemas renina-angiotensina (RAS) constituem o ciclo de realimentação negativa mais importante para a regulação do volume. O RAS funciona através de um ciclo de realimentação longo (envolvendo alterações no volume do fluido) e de um ciclo de realimentação curto (com inibição directa da secreção da renina pela angiotensina II). O outro ciclo de realimentação que atua em simultâneo é o controle do potássio sérico. Estes ciclos de realimentação de interação atuam em harmonia para definir as concentrações de aldosterona de modo a manter a homeostase para o volume, pressão sanguínea e potássio em resposta a estímulos externos. A aldosterona atua no ducto colector cortical para aumentar a absorção de sódio e diminuir a absorção de potássio. O aumento resultante no volume de fluido e na pressão sanguínea é detectado nas células justaglomerulares secretoras de renina, que diminuem a produção de renina. Com menos renina, é formada menos angiotensina I, pelo que os níveis de angiotensina II baixam. Níveis mais baixos dos estimuladores agudos da secreção de aldosterona conduzem a uma redução na síntese e secreção da aldosterona. A função da aldosterona na regulação da homeostase do potássio é também regulada principalmente pelo ciclo de realimentação negativa. O aumento dos níveis de potássio estimula a produção de aldosterona (a aldosterona diminui a reabsorção do potássio, aumentando a perda de potássio). A subsequente diminuição dos níveis de potássio no plasma resulta em menos estimulação do potássio das células glomerulosas supra-renais e baixa a síntese e secreção da aldosterona. As medições de renina e aldosterona são utilizadas na investigação de doentes com suspeita de: Hiperaldosteronismo primário (AP, síndrome de Conn) e Hipoaldosteronismo.
Instruções
Coletar em frasco limpo e seco (frasco coletor universal). - Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material. Em casos de crianças o coletor pode ser utilizado.
Evitar o uso de antiácidos, laxantes, supositório e contraste oral (utilizado em exames radiológicos) no mínimo 3 dias antes da coleta das fezes ou conforme orientação médica.
Retirar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal (início, meio e fim), de modo que complete pelo menos meio frasco.
Conservação e prazo para envio: após a coleta transportar ao laboratório o mais rápido possível. Prazo máximo de 12 horas refrigeradas. - PARA COLETA DOMICILIAR o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias. O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Comentários
A Alfa-1-anti-tripsina (AAT) é uma proteína de fase aguda, sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. É o principal componente da alfa-1-globulina, aumentando de forma rápida, mas inespecífica em processos inflamatórios. Encontra-se elevada em infecções, artrites, vasculites, gravidez, terapia com estrógenos ou corticoides, neoplasias e pós-operatórios. Deficiência genética de AAT pode estar associada com enfisema pulmonar, doença crônica, cirrose hepática e carcinoma hepatocelular.
Jejum não necessário.
Se grávida, informar tempo de gestação.
Clientes que irão realizar amniocentese devem ter a coleta de sangue realizada antes desse procedimento.
Caso a amniocentese já tenha sido realizada, sugere-se, à critério médico, o adiamento deste teste para pelo menos duas semanas após o procedimento.
Jejum desejável: mínimo de 4 horas ou à critério médico.
- Jejum não obrigatório.
Aos sábados a coleta deste exame é realizada até as 9 horas e nos feriados até as 8 horas.
Em caso de pacientes que fazem hemodiálise: a coleta deve ser realizada antes da sessão de diálise, antes da heparinização do paciente, ao final do maior período interdialítico ou conforme orientação médica.
Jejum não necessário
Informar se é exposto ocupacionalmente.
Informar se faz uso de algum medicamento que contenha alumínio em sua composição.
Informar se o paciente faz hemodiálise.
Instruções:
- Lavar as mãos antes de colher.
- Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
- Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina,
coletar o jato médio em frasco próprio.
- Não colher em local de trabalho.
- Retirar o uniforme de trabalho antes da coleta.
- Entregar a urina no laboratório até 2 horas após a coleta.
- Especificar tipo de urina colhida, se início ou final de jornada.
- Recomenda-se coletar amostra de final de jornada.
Instruções de preparo:
Medicação: Medicamentos que apresentem alumínio em sua composição devem ser evitados.
Enviar amostra única para a realização deste exame.
Coletar em frasco apropriado a urina do final do último dia da jornada de trabalho, ou após o período de exposição. Manter amostra refrigerada desde o momento da coleta. Manipular o mínimo possível a amostra. Caso sejam solicitados outros exames para o mesmo paciente coletar um frasco específico para alumínio e outros tubos para os demais exames.
Exame indisponível para compartilhamento de amostras.
INTERPRETAÇÃO
O alumínio é o metal mais abundante e o terceiro elemento mais abundante depois do oxigênio e do silício. É um metal leve, prateado, empregado na produção de ligas de cobre, zinco, na purificação de água e açúcar, em cosméticos, em refratários, vidros, abrasivos, tintas, fundição, barcos, fiação elétrica, entre outros. Os mecanismos que protegem contra o acúmulo de alumínio (excreção renal e barreira gastrointestinal) estão ausentes nos pacientes submetidos à diálise ou são altamente exigidos pela ingestão de doses farmacológicas de sais de alumínio com a finalidade de quelar o fósforo enteral. As consequências clínicas da intoxicação por alumínio nos pacientes submetidos à diálise incluem síndrome neurológica, doença óssea induzida por alumínio, miopatia e anemia. Acompanhar regularmente os níveis séricos de alumínio são recomendações que limitam a ocorrência da toxicidade pelo alumínio nos pacientes submetidos à diálise.
Instruções de preparo:
Medicação: Medicamentos que apresentem alumínio em sua composição devem ser evitados.
Enviar amostra única para a realização deste exame.
Intrução de coleta: Coletar em frasco apropriado a amostra no início do primeiro dia da semana da jornada de trabalho, ou antes do período de exposição. Manter a amostra refrigerada desde o momento da coleta.
INTERPRETAÇÃO
O alumínio é o metal mais abundante e o terceiro elemento mais abundante depois do oxigênio e do silício. É um metal leve, prateado, empregado na produção de ligas de cobre, zinco, na purificação de água e açúcar, em cosméticos, em refratários, vidros, abrasivos, tintas, fundição, barcos, fiação elétrica, entre outros. Os mecanismos que protegem contra o acúmulo de alumínio (excreção renal e barreira gastrointestinal) estão ausentes nos pacientes submetidos à diálise ou são altamente exigidos pela ingestão de doses farmacológicas de sais de alumínio com a finalidade de quelar o fósforo enteral. As consequências clínicas da intoxicação por alumínio nos pacientes submetidos à diálise incluem síndrome neurológica, doença óssea induzida por alumínio, miopatia e anemia. Acompanhar regularmente os níveis séricos de alumínio são recomendações que limitam a ocorrência da toxicidade pelo alumínio nos pacientes submetidos à diálise.
Jejum não é necessário.
Não realizamos a coleta do material líquido pleural, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
Instruções para a coleta:
- Desprezar a primeira urina da manhã e marcar a hora (ex: 7 h);
- Iniciar a coleta do material a partir desse horário, coletando todas as micções durante um período de 24 horas (ex: das 7h às 19 h, inclusive);
- Não perder micção alguma;
- Colher todo o volume da micção em frasco limpo, fornecido pelo laboratório.
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar desde o início da coleta.
Orientações para coleta:
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (não armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária. Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas unidades
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas unidades
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO:
A androstenediona e um hormônio esteróide androgenico produzido pelo córtex adrenal e gônadas. É um corticosteróide e um intermediário no metabolismo dos andrógenos e estrógenos. A Androstenediona e produzida a partir da 17-hidroxiprogesterona e Dehidroepiandrosterona.
Material: Urina recente colhida sob supervisão.
Detecção após exposição: de 3 horas até 2 dias.
A coleta de urina para os exames de drogas de abuso deve ser obrigatoriamente assistida e pode ser realizada em todas as unidades, desde que seja confirmada previamente a disponibilidade de colhedor masculino para casos de cliente do sexo masculino.
Para realização deste exame é necessário apresentar um documento com foto e assinatura.
No caso de paciente menor de 18 anos, é necessário a assinatura do menor e do responsável.
Quando for solicitação judicial não é necessário pedido médico. Deve-se apresentar a ordem judicial que será arquivada como pedido médico.
Se o exame é destinado a concurso público, o pedido médico não é obrigatório. Nestes casos, em substituição ao pedido médico, é obrigatório a apresentação de cópia do comprovante de inscrição do candidato e de cópia do edital do concurso descrevendo a exigência do exame toxicológico.
O preenchimento da cadeia de custódia é indispensável e deve ser devidamente assinado pelo cliente.
A identificação do cliente deve ser feita por meio do nome completo, não sendo possível uso de siglas ou números.
Jejum não necessário.
Jejum não obrigatório
Jejum mínimo de 12 horas.
- Jejum desejável: mínimo de 4 horas ou à critério médico.
- INTERFERENTES:
Antibióticos, anticoagulante orais, heparina, epinefrina, contraceptivos orais, estreptoquinase.
A suspensão de qualquer medicação deve ter a anuência do seu médico.
Anotar os medicamentos em uso;
- Jejum não obrigatório
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
A enzima 21-hidroxilase é o principal autoantígeno da glândula adrenal. O anti 21 -Hidroxilase é o autoanticorpo mais específico para doença adrenal autoimune (Doença de Addison)
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
Detecção semi-quantitativa de anticorpos IgG para o componente actina do músculo liso no soro humano. Os autoanticorpos anti-actina são os principais componentes do que foi denominado de anticorpos anti-músculo liso (ASMA). Se trata de um exame auxiliar no diagnóstico de doenças hepáticas autoimunes, como a hepatite autoimune (AIH) e a cirrose biliar primária (PBC). Os anticorpos anti-actina encontram-se em 52-85% dos pacientes com AIH ou hepatite crônica ativa (CAH) e em 22% dos pacientes com PBC. Estão presentes também em 3-18% da população saudável normal, normalmente em dosagens baixas. Estudos recentes sugeriram que são os anticorpos anti-actina os melhores marcadores para a hepatites autoimunes devido a sua especificidade.
- Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório
Tempo de coleta na fase aguda:
Dentro dos primeiros oito dias de doença.
Fase convalescente: entre 10 a 14 dias após a coleta da amostra em fase aguda.
- Jejum não obrigatório.
Tempo de coleta na fase aguda:
Dentro dos primeiros oito dias de doença.
Fase convalescente: entre 10 a 14 dias após a coleta da amostra em fase aguda.
Jejum
Não é necessário.
- Jejum não necessário.
Jejum: não é necessario.
Interpretação:
O vírus Epstein Barr (EBV) pertence à família Herspesviridae, infectando células epiteliais da nasofaringe e linfócitos B que espalham o vírus pelo organismo. A infecção pelo vírus Epstein-Barr é extremamente comum.
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
- Jejum mínimo de 8 horas.
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
A filariose é uma doença parasitaria crônica causada pelo verme nematoide Wuchereria bancrofti, sendo também conhecida como bancroftose. Sua transmissão se da pela picada da fêmea do mosquito Culex quinquefasciatus, infectado com larvas do parasito.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- Jejum mínimo de 8 horas.
- Jejum mínimo de 8 horas.
Jejum
Mínimo de 8 horas.
Intervalo entre mamadas para lactentes.
Instruções
Os testes sorológicos não se aplicam aos casos suspeitos de Leishmaniose tegumentar ou cutânea.
Este teste tem como objetivo a pesquisa de Leishmaniose visceral.
Tempo de Jejum: não necessário
Jejum: mínimo de 8 horas.
Intervalo entre mamadas para lactentes.
- Jejum não necessário.
Material: Liquor
Interpretação
O anticorpo contra o receptor do N-metil-D-aspartato (NMDAR) é um biomarcador de encefatile autoimune. A detecção de anticorpos anti-NMDA é mais sensível em LCR.Os anticorpos antineuronais foram descritos em pacientes com Lúpus eritematoso sistêmico.
Jejum não obrigatório.
Instruções
Informar se a amostra biológica colhida é pré ou pós vacina.
Exame destinado à avaliação humoral antes e após a administração de vacinas pneumocócicas.
Jejum não necessário
- Jejum não obrigatório.
Jejum mínimo de 8 horas.
Jejum mínimo de 8 horas.
Jejum obrigatório de 8 horas.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- Jejum não obrigatório.
INTERPRETAÇÃO
Anticorpos dirigidos a alvos antigênicos localizados na superfície da célula neuronal, associados a encefalites autoimunes. Indicação clínica: Anticorpos anti-NMDAR; anti-canais de potássio (anti-LGI1 e anti-CASPR2); anti-AMPAR; anti-GABABR (GABA Receptor B1); anti-GABAAR (GABA Receptor A1); anti-mGluR1; anti-mGluR5; anti-DPPX; anti-IgLON5; anti-Neurexina.
Não realizamos a coleta do material líquor, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
O volume necessário para realização do exame é de no mínimo 1,0 mL. A amostra deve ser enviada o mais breve possível ao laboratório.
Jejum não obrigatório
- Jejum mínimo desejável de 4 horas
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições. Intervalo entre mamadas para os bebês.
- Este teste destina-se à determinação da resposta imunitária às vacinas de pneumococos que incorporam 23 polissacáridos isolados de Streptococcus pneumoniae
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Jejum
Desejável de 4 horas.
Jejum obrigatório de 8 horas.
- Jejum mínimo desejável de 4 horas
Jejum não necessario.
INTERPRETAÇÃO
Toxocara canis é uma espécie de verme nematoide, causador da toxocaríase. O cão é o principal hospedeiro, que pode infectar-se através da ingestão de ovos e larvas em fezes, no solo ou por migração transplacentária.
A defecação do cão em locais públicos expõem humanos ao risco, principalmente crianças pequenas que brincam no chão e podem acabar ingerindo terra ou areia contaminadas, por exemplo.
- Jejum não obrigatório
- Jejum não necessário
Este exame é indicado no acompanhamento pós-vacinação com VLP (partículas virus-like, semelhante ao vírus) do tipo 6, 11, 16 e 18 do Papilomavírus. Não deve ser utilizado para fins de diagnóstico.
Jejum não necessário.
Jejum não necessário.
Interpretação do exame
Anticorpos que parecem estar associados à ocorrência de trombose venosa ou arterial e que são descritos em casos de síndrome anti-fosfolípide. O IgG anti-protrombina de pacientes com anticorpos anti-fosfolípides inibem a inativação do fator V pela proteína C ativada parecendo ter potencial trombogênico. No lupus eritematoso sistêmico, a presença de IgG anti-protrombina é mais elevada em pacientes com trombose.
Indicação: Pacientes com clínica compatível com síndrome anti-fosfolípide, nos quais os exames habituais resultem negativos. Assim, o anticorpo anti-protrombina é um outro potencial marcador da síndrome antifosfolípide. A detecção deste anticorpo é ainda mais freqüente em pacientes com história de vários episódios de trombose venosa profunda, representando, assim, risco de tromboembolismo recorrente.
Interpretação clínica: Podendo o anti protrombina ser positivo em quase metade de pacientes com outros exames de pesquisa de síndrome anti-fosfolípide negativos. Parece haver associação entre antecedentes de abortamentos em pacientes com diagnóstico de síndrome anti-fosfolípide e a presença de IgG anti-protrombina.
Jejum
Máximo intervalo entre as mamadas.
Jejum: Não necessário
Anti-Hu, Yo, Ri, Fifisina, CV2, Ma2, MGT-30, AGNA, Recoverina
Mínimo 4 horas para todas as idades.
- Jejum desejável: mínimo de 4 horas ou à critério médico.
Jejum não necessário.
Material: fezes recentes
- Coletar em frasco estéril (sem líquido conservante) fornecido pelo laboratório ou adquirido em farmácias.
- Não manipular a amostra.
- Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material. Em casos de crianças o coletor pode ser utilizado.
- Evitar o uso de antiácidos, laxantes, supositório e contraste oral (utilizado em exames radiológicos) no mínimo 3 dias antes da coleta das fezes ou conforme orientação médica.
- Retirar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal (início, meio e fim), de modo que complete pelo menos meio frasco.
- Conservação e prazo para envio: após a coleta transportar ao laboratório o mais rápido possível. Prazo máximo de 2 horas a temperatura ambiente.
Jejum não necessário
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Jejum não necessário.
Jejum não necessário.
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
A proteína epididimal humana 4 (HE4) pertence à família das proteínas do soro de leite com um núcleo ácido de quatro dissulfetos. Esta proteína é um marcador de câncer epitelial ovariano. Os sintomas do câncer de ovário estão associados à presença de massas pélvicas e são frequentemente vagos e inespecíficos. O objetivo principal da avaliação diagnóstica de uma massa pélvica é determinar se o risco de câncer de ovário ao qual o paciente está exposto é alto, a fim de garantir um tratamento adequado. A expressão de HE4 foi encontrada em vários tecidos normais, incluindo epitélios de tecidos respiratórios e reprodutivos e também em tecido ovariano canceroso. Além de sua expressão nas células, a HE4 foi detectada em altas concentrações no soro de pacientes com câncer de ovário. Em um estudo de caso-controle comparando pacientes com câncer de ovário e pessoas saudáveis ??com condições benignas, Hellstrom et al. observaram que HE4 detectou câncer de ovário com uma sensibilidade de 67% a um nível de especificidade de 96%. Em um estudo subsequente no qual vários marcadores biológicos conhecidos para câncer de ovário foram avaliados, HE4 mostrou a mais alta sensibilidade de todos os marcadores. Neste estudo, a combinação de HE4 e CA 125 proporcionou um prognóstico de câncer mais preciso do que qualquer um dos marcadores isoladamente, com uma sensibilidade de 76% e uma especificidade de 95%. A determinação de HE4 não deve ser usada como um teste de triagem para o câncer de ovário, uma vez que certos tipos de câncer de ovário não expressam essa proteína. O aumento percentual nos valores de HE4 tem sido usado como um auxiliar no monitoramento da doença recorrente ou progressiva em pacientes com câncer epitelial de ovário invasivo.
- Jejum não obrigatório.
Jejum não necessário.
Instruções
O pedido médico deverá conter o motivo da investigação, dados clínicos e fenotípicos do paciente.
A interpretação do exame é direcionada pelo quadro clinico e desta forma, é essencial uma informação clinica detalhada.
É obrigatório apresentar pedido médico.
É obrigatório apresentar o questionário preenchido.
Jejum não necessário.
Jejum não necessário.
OBRIGATÓRIO o pedido médico
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum desejável de 4 horas.
- Jejum não obrigatório
- Dieta: durante 3 dias que antecedem a coleta da amostra, recomenda-se não ingerir frutos do mar.
Dieta: durante os 3 dias que antecedem a coleta da amostra, recomenda-se não ingerir peixes ou frutos do mar.
Recomenda-se colher o material no início ou final de jornada semanal de trabalho (após 4 ou 5 jornadas de trabalho consecutivas).
Não colher em local de trabalho.
Retirar o uniforme, lavar as mãos e a genitália antes de colher.
Não utilizar recipiente de vidro.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio. - Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas unidades ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas unidades.
Jejum não necessário.
Jejum não necessário.
Jejum não obrigatório
Jejum: Jejum obrigatório de 8 horas.
Preparo do paciente:
- Jejum de 4 horas.
A triagem neonatal deve ser coletada preferencialmente entre o 3° a 5° dia de vida, podendo ser realizada entre zero e 28 dias de vida.
Recém-nascidos que receberam transfusão sanguínea antes da coleta da amostra para triagem neonatal devem repetir a coleta: => 10 dias após a transfusão para os testes de TSH, Fenilalanina (PKU), Tripsina imunoreativa, Biotinidase, 17 OH Progesterona, e para triagem com dosagem de aminoácidos e acilcarnitinas por espectrometria de massas em tandem; => 20 dias após a transfusão para análise de hemoglobinas.
É utilizado para triagem da deficiência de atividade da biotinidase no Teste do Pezinho.
Instruções
A triagem neonatal deve ser coletada preferencialmente entre o 3° a 5° dia de vida, podendo ser realizada entre zero e 28 dias de vida.
Recém-nascidos que receberam transfusão sanguínea antes da coleta da amostra para triagem neonatal devem repetir a coleta: => 10 dias após a transfusão para os testes de TSH, Fenilalanina (PKU), Tripsina imunoreativa, Biotinidase, 17 OH Progesterona, e para triagem com dosagem de aminoácidos e acilcarnitinas por espectrometria de massas em tandem; => 20 dias após a transfusão para análise de hemoglobinas.
Jejum: intervalo máximo entre as mamadas.
Cuidados relacionados ao paciente:
1- A coleta das amostras devem ser feitas pela manhã;
2- O paciente deve estar em repouso por ao menos 30 minutos
3- Paciente com ingestão adequada de sal;
4- Se possível, sem o uso das medicações abaixo 1 por no mínimo 2 semanas:
***A SUSPENSÃO DE QUALQUER MEDICAÇÃO DEVE SER AUTORIZADA PELO SEU MÉDICO***
Medicações que interferem nos níveis de Aldosterna e Atividade de Renina:
- Anti - inflamatórios não hormonais (Aspirina, ibuprofeno, indometacina);
- Beta bloqueadores;
- Diuréticos poupadores de potássio (amilorida, espironolactona);
- Inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA) (captopril, enalapril entre outros);
- Diuréticos tiazídicos (clortalidona, hidroclorotiazida);
- Diuréticos de alça (Furosemida);
- Bloqueadores de canal de cálcio (nifidipina, felodipina);
- Laxantes (a maioria quando em uso excessivo);
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Jejum não obrigatório
B
Colher, preferencialmente pela
manhã ao se levantar, antes da
higiene oral e do desjejum.
Lavar várias vezes a boca com
água pura, gargarejando e
bochechando abundantemente.
Fazer várias inspirações profundas
e tossir várias vezes procurando
obter o material do fundo do peito.
Recolher este material no frasco
fornecido pelo laboratório,
fechando-o logo após a coleta.
.
É muito importante que o escarro
não seja confundido com saliva.
RECOMENDAÇÕES:
Enviar o material ao laboratório o mais
rápido possível em frasco esterilizado
(fornecido pelo laboratório).
Escarro expectorado:
Colher preferencialmente em sala aberta e bem ventilada. Colher preferencialmente pela manhã, ao se levantar e antes do desjejum.
Lavar várias vezes a boca com água pura, gargarejando e bochechando abundantemente.
Qualquer secreção nasal ou saliva, deve ser eliminada. Fazer várias inspirações profundas e tossir várias vezes, procurando obter o material do fundo do peito.
Assim que coletar, encaminhar o material ao laboratório no mesmo dia da coleta, preferencialmente em até 2 horas.
A coleta de escarro deve ser feita em casa (não é colhida nas dependências do laboratório).
Escarro expectorado:
Colher preferencialmente em sala aberta e bem ventilada. Colher preferencialmente pela manhã, ao se levantar e antes do desjejum.
Lavar várias vezes a boca com água pura, gargarejando e bochechando abundantemente.
Qualquer secreção nasal ou saliva, deve ser eliminada. Fazer várias inspirações profundas e tossir várias vezes, procurando obter o material do fundo do peito. Assim que coletar, encaminhar o material ao laboratório no mesmo dia da coleta, preferencialmente em até 2 horas.
A coleta de escarro deve ser feita em casa (não é colhida nas dependências do laboratório).
A coleta de escarro deve ser feita em casa (não é colhida nas dependências do laboratório).
Escarro expectorado:
Colher preferencialmente em sala aberta e bem ventilada. Colher preferencialmente pela manhã, ao se levantar e antes do desjejum.
Lavar várias vezes a boca com água pura, gargarejando e bochechando abundantemente.
Qualquer secreção nasal ou saliva, deve ser eliminada. Fazer várias inspirações profundas e tossir várias vezes, procurando obter o material do fundo do peito.
- Assim que coletar, encaminhar o material ao laboratório no mesmo dia da coleta, preferencialmente em até 2 horas.
Não coletamos o material líquido pleural, pois trata-se de um procedimento médico. Recebemos o material já colhido. Logo após a coleta, enviar rapidamente ao laboratório.
Não coletamos o material líquor, pois trata-se de um procedimento médico. Recebemos o material já colhido. Logo após a coleta, enviar rapidamente ao laboratório.
Este exame destina-se exclusivamente aos casos em que há a pesquisa de BAAR referente à Hanseníase.
Coleta de linfa de:
Lóbulo de orelhas
Dobra de cotovelos
Lesões ativas de pele ou áreas dormentes indicadas pelo médico, caso haja.
Jejum não obrigatório
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
A Leucemia Mielóide Crônica (LMC) é uma desordem hematológica mieloproliferativa clonal causada por uma mutação em uma célula-tronco pluripotente, resultando na proliferação e acúmulo de células mielóides e seus progenitores. O cromossomo Philadelphia é o resultado de uma translocação balanceada entre os genes ABL (Abelson Murine Leukemia) no cromossomo 9, e o BCR (Breakpoint Cluster Region) no cromossomo 22, resultando na formação do gene quimérico BCR-ABL. Esta fusão é denominada translocação BCR/ABL ou translocação t(9;22). Este estudo é indicado para o diagnóstico de Leucemia Mielóide Crônica e Leucemia Linfóide Aguda (Ph+). Mais de 95% dos pacientes com Leucemia Mielóide Crônica (LMC) possuem gene BCR-ABL, assim como 30% dos casos de Leucemia Linfóide Aguda (LLA) em adultos e 2 a 10% dos casos de Leucemia Linfóide Aguda Infantil.
Material: sangue
Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
Dados: Enviar documentos obrigatórios como pedido médico e formulário (fornecido pelo laboratório) a serem preenchidos (obrigatório)
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Jejum não obrigatório.
Urina recente:
Colher, preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 04 horas após a última micção.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas unidades ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas unidades.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Para menores de 18 anos, o exame poderá ser realizado somente com o pedido médico, ou a presença dos pais ou representantes legais.
Caso o teste seja realizado quando há suspeita de gravidez, o ideal é realizar o exame após 2 dias de atraso menstrual.
Para realização do exame é obrigatório apresentar um documento oficial com foto e assinatura.
Jejum não obrigatório.
Para menores de 18 anos, o exame poderá ser realizado somente com o pedido médico, ou a presença dos pais ou representantes legais.
Caso o teste seja realizado quando há suspeita de gravidez, o ideal é realizar o exame após 2 dias de atraso menstrual.
Para realização do exame é obrigatório apresentar um documento oficial com foto e assinatura.
Jejum não obrigatório.
- IMPORTANTE: este exame não tem por objetivo estimar a idade gestacional. Para esta finalidade, o exame indicado é a ultrassonografia.
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
Jejum não necessário.
Este exame não necessita de jejum.
Informar o nome da vitamina ou suplemento vitamínico ingerido nas 24 horas que antecedem a coleta.
- Jejum desejável: mínimo de 4 horas ou à critério médico.
- Não realizamos a coleta do material. Já o recebemos colhido.
Solicitar cópia do laudo endoscópico para que seja enviado ao setor
- Maiores informações, gentileza contatar o laboratório: 6533260066 - Whatsapp
Jejum: Aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
Este ensaio está indicado como auxiliar no diagnóstico e avaliação da gravidade da insuficiência cardíaca. Nos doentes com síndromes coronárias agudas (ACS), este teste, em conjunto com outros fatores de risco conhecidos, também pode ser utilizado para prever a sobrevivência, bem como a probabilidade de uma futura insuficiência cardíaca.
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório
Tempo de Jejum
Jejum necessário de no mínimo 2 horas
Instruções
O jejum de duas horas é necessário para evitar a ocorrência de vômito durante a coleta da amostra.
Jejum não necessario.
INTERPRETAÇÃO
A doença de Lyme é uma enfermidade infecciosa causada por espiroquetas, mais especificamente pertencente à espécie Borrelia burgdorferi, que são transmitidos para os animais e/ou homens, através da picada do carrapato, sendo a principal zoonose deste gênero.
As manifestações clínicas podem ser divididas em três estágios. A principal e primeira manifestação é o eritema migratório, que aparece no local da picada. Para auxiliar no diagnóstico da doença. Este teste permite a detecção de DNA de Borrelia burgdorferi pela técnica de PCR em tempo real.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Jejum: Não necessário
Comentários
Os autoanticorpos da classe IgG BP-180 são direcionados contra o contra o domínio NC16A do antígeno de 180 kDa do penfigoide bolhoso (colágeno tipo XVII). Trata-se de um ensaio imunológico, por ELISA, com alta sensibilidade (~98%) e especificidade (~90%), sendo muito confiável.
Níveis elevados de IgG anti-BP180 são característicos do penfigoide bolhoso, mas devem ser avaliados com o contexto clínico, pois cerca de 7% da população normal pode ter anticorpos detectáveis.
O teste é útil no diagnóstico de alta especificidade e na avaliação da gravidade/monitoramento do curso clínico e resposta ao tratamento.
Jejum: Não necessário
Comentários
Os autoanticorpos da classe IgG BP-180 são direcionados contra o contra o domínio NC16A do antígeno de 180 kDa do penfigoide bolhoso (colágeno tipo XVII). Trata-se de um ensaio imunológico, por ELISA, com alta sensibilidade (~98%) e especificidade (~90%), sendo muito confiável.
Níveis elevados de IgG anti-BP180 são característicos do penfigoide bolhoso, mas devem ser avaliados com o contexto clínico, pois cerca de 7% da população normal pode ter anticorpos detectáveis.
O teste é útil no diagnóstico de alta especificidade e na avaliação da gravidade/monitoramento do curso clínico e resposta ao tratamento.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Jejum não obrigatório
C
Instruções
Colher preferencialmente no período da manhã.
Jejum: mínimo de 8 horas.
Jejum não é necessário.
Instruções
A fluoresceína interfere nos resultados deste teste. Pacientes submetidos a angiografia de retina com fluoresceína podem retê-la por até 72 horas após o tratamento. Em pacientes com doença renal, o período de retenção pode ser mais longo. Avaliar com o médico o período de realização.
Jejum não necessário.
Jejum não necessário
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Urina de 24 horas:
Desprezar a primeira micção da manhã, anotar o horário de início, a partir da próxima micção, armazenar em frasco apropriado toda a urina até o mesmo horário em que foi deprezada a primeira urina, no dia seguinte, este será o horário do término da coleta. A amostra deverá ser armazenada tampada e refrigerada durante todo o intervalo da coleta.
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h. - Refrigerar desde o início da coleta.
1. Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (não armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
2. A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
3. Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
4. Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
Colher, preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 04 horas após a última micção.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
1. Preparação
" Você receberá um frasco especial para a coleta.
" Mantenha o frasco em um local fresco ou na geladeira
durante todo o período da coleta.
2. Início da Coleta
" Escolha um horário para começar a coleta, por
exemplo, às 07:30h.
" Nesse horário, você deve esvaziar a bexiga
completamente no vaso sanitário. Esta primeira urina
NÃO deve ser coletada.
" A partir de agora, todas as vezes que urinar, a urina
deve ser coletada no frasco.
3. Durante as 24 Horas
" Colete toda a urina produzida em todas as micções
(idos ao banheiro) ao longo do dia e da noite, sem pular
nenhuma.
4. Fim da Coleta
" A coleta termina no mesmo horário em que começou,
24 horas depois. No nosso exemplo, seria às 07:30h da
manhã do dia seguinte.
" No horário exato do término, você deve esvaziar a
bexiga pela última vez e coletar essa urina no frasco.
Mesmo que não sinta vontade, tente fazer essa última
micção.
" É crucial que essa urina final seja coletada para que o
resultado do exame seja preciso.
5. Entrega
" Após a última coleta, feche bem o frasco.
" Leve o frasco imediatamente ao laboratório.
Resumo do exemplo:
" Dia 1, 07:30h da manhã: Urine no vaso sanitário.
" Das 07:30h do Dia 1 até 07:30h do Dia 2: Colete toda a
urina
" Dia 2, 07:30h da manhã: Urine no frasco e encerre a
coleta.
Lembre-se: a coleta correta garante um resultado
confiável para o seu médico. Se tiver dúvidas, não hesite
em perguntar
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Essas instruções significam o seguinte:
1-Antes de evacuar, urine no vaso sanitário, se necessário, para que a urina não misture com as fezes.
2-Evacue de forma que as fezes não caiam na água do vaso. Você pode usar um coletor próprio ou outro recipiente limpo e seco. No caso de crianças, pode ser utilizado o coletor infantil.
3-Não use antiácidos, laxantes, supositórios ou contraste oral (de exames radiológicos) nos 3 dias anteriores à coleta, a menos que o médico tenha orientado de outra forma.
4-Coloque as fezes em um frasco limpo e seco, sem líquido conservante, fornecido pelo laboratório ou comprado em uma farmácia.
5-Com a pazinha do frasco, retire pequenas porções de diferentes partes das fezes (do começo, do meio e do fim) até preencher pelo menos metade do frasco.
6-Feche bem o recipiente.
7-Coloque o frasco na geladeira imediatamente após a coleta.
8-Leve a amostra ao laboratório o mais rápido possível, mantendo-a refrigerada. A amostra pode ficar na geladeira por no máximo 24 horas antes da entrega.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Coletou as fezes trazer
Detecção após exposição aguda: 01 a 03 dias.
Detecção após exposição crônica: até 60 dias, com excreção variável devido à retenção tecidual.
A coleta de urina para os exames de drogas de abuso deve ser obrigatoriamente assistida e pode ser realizada em todas as unidades, desde que seja confirmada previamente a disponibilidade de colhedor masculino para casos de cliente do sexo masculino.
Para realização deste exame é necessário apresentar um documento com foto e assinatura.
Quando for solicitação judicial não é necessário pedido médico. Deve-se apresentar a ordem judicial que será arquivada como pedido médico.
Se o exame é destinado a concurso público, o pedido médico não é obrigatório. Nestes casos, em substituição ao pedido médico, é obrigatório a apresentação de cópia do comprovante de inscrição do candidato e de cópia do edital do concurso descrevendo a exigência do exame toxicológico.
O preenchimento da cadeia de custódia é indispensável e deve ser devidamente assinado pelo cliente.
A identificação do cliente deve ser feita por meio do nome completo, não sendo possível uso de siglas ou números.
Jejum não necessário.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Materiais indicados pelo seu médico:
Abcessos
Escarro
Fezes
Líquidos corporais (pleural, ascítico ou peritoneal, sinovial, pericárdico, amniótico, biliar), exceto líquor (mnemônico específico para este tipo de material).
Punção de linfonodos
Secreção de orofaringe
Secreção uretral
Secreção vaginal
Secreções de feridas
Urina 1º jato
Urina jato médio
Instruções (material indicado pelo médico):
Escarro:
Colher preferencialmente em sala aberta e bem ventilada. Colher preferencialmente pela manhã, ao se levantar e antes do desjejum.
Lavar várias vezes a boca com água pura, gargarejando e bochechando abundantemente.
Qualquer secreção nasal ou saliva, deve ser eliminada.
Fazer várias inspirações profundas e tossir várias vezes, procurando obter o material do fundo do peito.
Secreções de feridas:
Não usar desinfectantes ou medicações tópicas (caso esteja em uso, aguardar 48 horas após o término).
Coleta uretral:
Vir para a coleta preferencialmente pela manhã sem urinar ou estar sem urinar há pelo menos 4 horas.
Coleta vulvar:
Vir para a coleta preferencialmente pela manhã sem urinar ou estar sem urinar há pelo menos 4 horas;
Não usar desinfetantes ou medicações tópicas (caso esteja em uso, aguardar 48 horas após o término);
Não realizar higiene/banho no dia da coleta;
Não ter relação sexual nas últimas 24 horas anteriores ao exame.
Coleta em vagina, fundo de saco vaginal, colo uterino e canal endocervical:
A paciente não deverá ter feito ducha vaginal nas 24 horas anteriores ao exame;
Não deve ter feito exame ginecológico com o uso de iodo ou ácido acético nas últimas 24 horas;
Não estar menstruada (caso estiver, aguardar 48 horas após o término da menstruação).
Informar se o paciente está ou esteve recentemente em uso de antimicóticos.
No caso de amostras de líquidos corpóreos, não realizamos a coleta do material pois trata-se de um procedimento médico.
Jejum
Adultos: Mínimo obrigatório de 8 horas.
Crianças: Mínimo obrigatório de 4 horas ou conforme orientação médica
Colher preferencialmente pela manhã.
Raspado de lesões:
Raspado de região considerada suspeita: Colo uterino, vagina, vulva, região perineal, perianal, anal, uretral, pênis, glande, prepúcio, bolsa escrotal, cavidade oral, pele, biópsia (colo uterino, vulva, pênis, ânus, etc.).
Instruções
Apresentar pedido médico.
Se coleta oral, não se alimentar, usar enxaguante bucal ou escovar os dentes por menos 4 horas antes da coleta.
Se coleta uretral, permanecer 4 horas sem urinar.
Se coleta peniana, anal ou genitália externa feminina, permanecer no mínimo 8 horas sem higiene local.
Não estar menstruada. Aguardar 48 horas após o término da menstruação para realizar a coleta.
Nas 72 horas que antecedem a coleta:
Não fazer exame digital (toque) ou assepsia endovaginal.
Manter abstinência sexual.
Não usar creme/óvulo vaginal, ducha ou realizar lavagem interna (endovaginal);
Não fazer ultrassom transvaginal ou colposcopia;
Não fazer peniscopia.
É recomendável aguardar 3 meses após cauterização ou tratamento para testar a eficácia do tratamento.Verificar sempre a orientação médica quanto ao tempo de espera e seguir essa orientação.
Caso não haja orientação, passar nossa recomendação e solicitar que se confirme com o médico assistente.
Não realizamos a coleta do material de biópsia, pois trata-se de um procedimento médico.
Este exame não necessita de jejum.
é aconselhável a coleta de sangue antes da próxima administração do medicamento ou de acordo com a orientação do medico assistente.
Informar se trocou de medicamento recentemente.
Após a abertura da ficha de atendimento, não ingerir qualquer alimento ou bebida (exceto agua) ate o momento da coleta.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher preferencialmente a 1ª urina da manhã ou com intervalo de 4 horas entre as micções.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar: O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas unidades ou adquirido em farmácias. O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Instruções
Recomenda-se coletar material ao final de jornada de trabalho.
Evitar a primeira jornada de trabalho da semana.
Jejum não obrigatório.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Jejum aconselhável de 4 horas.
COLHER DE SEGUNDA A QUINTA FEIRA
FORMULARIO PREENCHIDO E PEDIDO MÉDICO OBRIGATÓRIO
Medicação: Alguns medicamentos como anti-inflamatórios e antibióticos podem interferir no crescimento celular, gerando baixo índice mitótico em culturas. Cabe ao médico a decisão de suspender ou não o uso do medicamento.
IMPORTANTE: Este exame necessita das informações dos documentos para iniciar processamento técnico, o envio tardio dos documentos pode resultar em perda de estabilidade das amostras.
Em caso de exames anteriores enviar cópia dos laudos obtidos.
Outros: Enviar amostra única para a realização deste exame.
Transfusão Sanguínea:
Quando realizada transfusão de concentrado de hemácias lavadas, não há restrições.
Para outros tipos de transfusões, aguardar 60 dias para realização do exame.
Jejum não obrigatório
COLHER DE SEGUNDA A QUINTA FEIRA
FORMULARIO PREENCHIDO E PEDIDO MÉDICO OBRIGATÓRIO
Medicação: Alguns medicamentos como anti-inflamatórios e antibióticos podem interferir no crescimento celular, gerando baixo índice mitótico em culturas. Cabe ao médico a decisão de suspender ou não o uso do medicamento.
IMPORTANTE: Este exame necessita das informações dos documentos para iniciar processamento técnico, o envio tardio dos documentos pode resultar em perda de estabilidade das amostras.
Em caso de exames anteriores enviar cópia dos laudos obtidos.
Outros: Enviar amostra única para a realização deste exame.
Transfusão Sanguínea:
Quando realizada transfusão de concentrado de hemácias lavadas, não há restrições.
Para outros tipos de transfusões, aguardar 60 dias para realização do exame.
Jejum não obrigatório
COLHER DE SEGUNDA A QUINTA FEIRA
FORMULARIO PREENCHIDO E PEDIDO MÉDICO OBRIGATÓRIO
Medicação: Alguns medicamentos como anti-inflamatórios e antibióticos podem interferir no crescimento celular, gerando baixo índice mitótico em culturas. Cabe ao médico a decisão de suspender ou não o uso do medicamento.
IMPORTANTE: Este exame necessita das informações dos documentos para iniciar processamento técnico, o envio tardio dos documentos pode resultar em perda de estabilidade das amostras.
Em caso de exames anteriores enviar cópia dos laudos obtidos.
Outros: Enviar amostra única para a realização deste exame.
Transfusão Sanguínea:
Quando realizada transfusão de concentrado de hemácias lavadas, não há restrições.
Para outros tipos de transfusões, aguardar 60 dias para realização do exame.
Jejum não obrigatório
Coleta de segunda a quinta-feira;
*Não realizar coletas as sextas feiras, finais de semana e feriados;
*Não é necessário jejum.
COLETA NÃO REALIZADA PELO LABORATÓRIO. REALIZAMOS O EXAME NO MATERIAL JÁ COLETADO PELO MÉDICO.
*Para coleta do líquido amniótico (14 a 23 semanas de idade gestacional): seringa estéril 20 mL.
*Necessário utilizar seringa sem toxicidade para células de líquido amniótico (BD ou seringa sem a borracha no embolo).
*O uso de seringa com borracha que não seja da marca BD poderá implicar em nova coleta, pois a toxicidade das borrachas pode inibir o crescimento celular.
*Volume mínimo 20 mL;
*Material nobre de baixa estabilidade;
*Manter e transportar a amostra sob REFRIGERAÇÃO;
**IMPORTANTE**
*Entregar as amostras o mais rapido possivel para evitar interferencias nos resultados;
*Nao enviar em contato direto com o gelo;
*Nunca centrifugar;
*Nao congelar.
Método: Cultivo de Fibroblastos - Bandamento GTG
**Atenção** É imprescindível o envio dos documentos solicitados para a análise do exame. "
ATENDIMENTO
.Coleta realizada somente de segunda à quinta até 09hrs
*Não realizar coletas aos sábados, domingos e feriados;
**Documentos necessários:
*REQ01220 - Citogenética - Questionário para o Exame de Cariótipo; (fornecido pelo laboratório)
*REQ07424 - Termo de Consentimento Informado - Cariótipo Fetal; (fornecido pelo laboratório)
*REQ04361 - Termo de Consentimento Material Nobre Entregue sob Restrição (caso necessário. Fornecido pelo laboratório);
*Cópia do pedido médico;
*Obrigatório relatório médico/história clínica ou justificativa para realização do exame.
COLETA
*ATÉ 15 SEMANAS: enviar todo o material coletado por eliminação espontânea ou por procedimento em ambiente hospitalar (curetagem, AMIU).
*DE 16 A 19 SEMANAS: enviar todo o material coletado por eliminação espontânea ou por procedimento em ambiente hospitalar (curetagem, AMIU), porém será processado para análise apenas uma biópsia de tecido que será feita por médico patologista especializado.
*Enviar a amostra conservada em frasco estéril contendo soro fisiológico estéril (NaCl 0,9%).
*Sugestão de localização: pele região axilar ou dorsal.
*Manter e transportar a amostra sob REFRIGERAÇÃO;
*Estabilidade pós coleta: 12 horas
*Setor técnico recebe sob restrição até 48 horas pós coleta. Neste caso encaminhar junto com a amostra o seguinte documento devidamente preenchido: REQ04361 - Termo de Consentimento Material Nobre Entregue sob Restrição. (fornecido pelo laboratório)
CRITÉRIOS DE REJEIÇÃO E RESTRIÇÃO DA AMOSTRA
**NÃO ENVIAR O FETO:
*Com duração igual ou superior a 20 semanas;
*Quando feto tem peso igual ou superior a 500 gramas;
*Estatura for igual ou superior a 25 cm.
*Nesses casos serão aceitos fuso de pele de no mínimo 6mm x 4mm com profundidade de no mínimo 3mm preferencialmente incluindo derme profunda / tecido adiposo, em região sem pelos. Caso o médico/parceiro/cliente deseje uma análise genética específica, é recomendável o envio de uma biópsia de tecido ou fragmento de placenta.
IMPORTANTE
*Enviar TODOS OS TIPOS DE AMOSTRAS conservadas em frasco estéril contendo soro fisiológico estéril (NaCl 0,9%);
*Material nobre de baixa estabilidade (24 horas);
Método: Cultivo de Fibroblastos - Bandamento GTG
**Atenção** É imprescindível o envio dos documentos solicitados para a análise do exame.
ATENDIMENTO
**Documentos necessários:
*REQ01220 - Citogenética - Questionário para o Exame de Cariótipo; (fornecido pelo laboratório)
*Cópia do pedido médico;
*Obrigatório relatório médico/história clínica ou justificativa para realização do exame.
COLETA
*Não realizar coletas às sextas, sábados, domingos e feriados;
Método: Cultivo de Celulas - Bandamento GTG
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
O paciente deve repousar por 30 minutos antes da coleta e o escalpe deve ser colocado na veia antes do repouso.
1. Jejum não necessário.
2. Três (3) dias antes do início da coleta e no terceiro dia, quando a coleta será realizada, o paciente não deverá ingerir os alimentos abaixo relacionados: Café, Chá, Chocolates, Refrigerantes, Sorvetes, Baunilha, Alimentos aromatizados com vanilina, Sucos (naturais e artificiais), Frutas (especialmente manga, banana e abacate).
3. Algumas medicações podem alterar o resultado do exame. Suspender por 24 horas o uso de L-dopa, propranolol, aldomet, efortil, inderal, atenol, atensina ,amplictil, descongestionantes nasais e outros. No entanto, esses medicamentos só devem ser suspensos a critério do médico assistente. NÃO INTERROMPA O USO SEM A AUTORIZAÇÃO DO SEU MÉDICO.
A quantidade de sangue coletado, deve respeitar a proporção de anticoagulante exigida por cada fabricante/tubo.
O volume mínimo apresentado na etiqueta do exame, reflete ao volume mínimo de plasma para executar os exames listados.
Instruções:
O paciente deverá permanecer 24 horas antes e durante a coleta sem ingerir alimentos como: café, refrigerantes com cola e fumo, umas vez que estes interferem no resultado.
Caso faça uso contínuo de algum dos medicamentos abaixo, entrar em contato com o médico assistente para avaliar a suspensão do mesmo. A suspensão, assim como o seu período, fica exclusivamente a critério do médico. NÃO INTERROMPA O USO SEM A AUTORIZAÇÃO DO SEU MÉDICO:
Alfa- bloqueadores (fentolamina, fenoxibenzamina e prazosin);
Antidepressivos (amitriptilina, amoxapina, desipramina, imipramina e nortriptilina);
Antihistamínicos (difenilhidramina, clorfeniramina e prometazina);
Antipsicóticos (clorpromazina, clozapina, ferfenazina);
Beta- bloqueadores (atenolol, labetolol, metoprolol, nadolol, findolol, propranolol,timolol);
Antagonistas dos canais de cálcio (fenodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil);
Drogas catecolamina-like (L-dopa, epinefrina, norepinefrina, dopamina, metildopa); - Diuréticos (hidrocloroatiazida, furosemida);
Inibidores da monoaminoxidase (fenelzine);
Estimulantes (cafeína, nicotina, aminofilina, teofilina);
Simpaticomiméticos (albuterol, anfetaminas, efedrina, isoproterenol, metaproterenol, pseudoefedrina e terbulina);
Vasodilatadores (diazóxido, hidralazina, isossorbida, minoxidil, nitroglicerina e outros nitratos e nitritos);
Outros (cocaína, insulina, levodopa, metilfenidato, metoclopramida, morfina, naloxona, fentazocina, proclorperazina e TRH).
Anti-hipertensivos (captopril, clonidina, guanabenz, guanetidina, guanfacina, reserpina);
Antipsicóticos (haloperidol);
Agonista dopaminérgico (bromocriptina);
Outros (dissulfiram, metirosina, octreotida).
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco com conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
A amostra deve ser acidificada e refrigerada desde o início da coleta.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
O conservante a ser utilizado é o HCL.
Orientações para coleta:
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório
Coletas realizadas de segunda a quinta-feira. Coletas não realizadas às sextas, aos sábados e nas vésperas de feriados.
Jejum não obrigatório
Coletas realizadas de segunda a quinta-feira. Coletas não realizadas às sextas, aos sábados e nas vésperas de feriados.
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório
Jejum aconselhável de 4 horas.
- Jejum não obrigatório.
Comentários
A Doença de Chagas (DC) é uma doença infecciosa causada pelo Trypanossa cruzi. Cursa com fase aguda (sintomática ou não) e fase crônica que pode se manifestar nas formas indeterminada, cardíaca e digestiva. Na fase aguda, os métodos parasitológicos diretos são os indicados para confirmação diagnóstica. Nos casos com história epidemiológica e clinica compatíveis com DC aguda e exames parasitológicos persistentemente negativos, a pesquisa de IgM pelo método de Imunofluorescencia indireta (IFI) pode auxiliar no diagnóstico e deve ser solicitada após 15 dias do início dos sintomas. IgM falso-positivo pode ocorrer em diversas doenças febris, sendo sua solicitação recomendada apenas nos casos com alta suspeição clínica e epidemiológica. Na fase crônica o diagnóstico de DC é essencialmente sorológico. A confirmação laboratorial de um caso de doença de Chagas na fase crônica ocorre quando há positividade em dois testes sorológicos de princípios distintos ou com diferentes preparações antigênicas.
Refêrencias:
Brasil. Guia de Vigilância em Sáude- 5. ed. 2021.
OPAS. Guidelines for the Diagnosis and Treatment of Chagas Disease -2019.
Jejum não necessário.
Comentários
A Doença de Chagas (DC) é uma doença infecciosa causada pelo Trypanossa cruzi. Cursa com fase aguda (sintomática ou não) e fase crônica que pode se manifestar nas formas indeterminada, cardíaca e digestiva. Na fase aguda, os métodos parasitológicos diretos são os indicados para confirmação diagnóstica. Nos casos com história epidemiológica e clinica compatíveis com DC aguda e exames parasitológicos persistentemente negativos, a pesquisa de IgM pelo método de Imunofluorescencia indireta (IFI) pode auxiliar no diagnóstico e deve ser solicitada após 15 dias do início dos sintomas. IgM falso-positivo pode ocorrer em diversas doenças febris, sendo sua solicitação recomendada apenas nos casos com alta suspeição clínica e epidemiológica. Na fase crônica o diagnóstico de DC é essencialmente sorológico. A confirmação laboratorial de um caso de doença de Chagas na fase crônica ocorre quando há positividade em dois testes sorológicos de princípios distintos ou com diferentes preparações antigênicas.
Refêrencias:
Brasil. Guia de Vigilância em Sáude- 5. ed. 2021.
OPAS. Guidelines for the Diagnosis and Treatment of Chagas Disease -2019.
Painel de Avaliação Metabólica e Rotina
Conjunto de exames de sangue e urina indicado para o acompanhamento de rotina e a verificação dos principais parâmetros do metabolismo.
Exames integrantes:
Hemograma Completo, Glicemia de Jejum, Perfil Lipídico (Colesterol Total, HDL, LDL, VLDL e Triglicerídeos), Ureia, Creatinina, TGO, TGP e Urina Tipo I (EAS).
Orientações para o exame:
Necessário jejum de 8 a 12 horas.
Não consumir bebidas alcoólicas nas 72 horas que antecedem a coleta.
A amostra de urina deve ser a primeira da manhã ou obtida após retenção urinária mínima de 2 horas.
Aviso de Responsabilidade e Cuidado Integral:
Este painel laboratorial foi desenvolvido para proporcionar a você mais autonomia no acompanhamento preventivo das suas taxas e no controle da sua rotina de saúde. Os exames de check-up servem como uma ferramenta inicial de monitoramento e não têm como objetivo fechar diagnósticos isoladamente, nem substituir a consulta médica. Resultados dentro dos padrões de referência não excluem a necessidade de avaliação profissional caso existam sintomas ou queixas clínicas; da mesma forma, eventuais alterações identificadas devem ser investigadas pelo seu médico de confiança. O acompanhamento médico e a realização de exames laboratoriais são medidas complementares de cuidado. Incentive sua saúde: consulte regularmente o seu médico.
Painel de Acompanhamento da Saúde Feminina
Conjunto de exames de sangue e urina indicado para o monitoramento de rotina da saúde da mulher, focado na verificação de parâmetros hormonais, vitamínicos e metabólitos.
Exames integrantes:
Hemograma Completo, Glicemia de Jejum, Perfil Lipídico (Colesterol Total, HDL, LDL, VLDL e Triglicerídeos), Ureia, Creatinina, TGO, TGP, Urina Tipo I (EAS), TSH, T4 Livre, Ferritina, Vitamina D, Vitamina B12 e Magnésio.
Orientações para o exame:
Necessário jejum de 8 a 12 horas.
Não consumir bebidas alcoólicas nas 72 horas que antecedem a coleta.
A amostra de urina deve ser preferencialmente a primeira da manhã ou obtida após retenção urinária mínima de 2 horas.
Aviso de Responsabilidade e Cuidado Integral:
Este painel laboratorial foi desenvolvido para proporcionar a você mais autonomia no acompanhamento preventivo das suas taxas e no controle da sua rotina de saúde. Os exames de check-up servem como uma ferramenta inicial de monitoramento e não têm como objetivo fechar diagnósticos isoladamente, nem substituir a consulta médica. Resultados dentro dos padrões de referência não excluem a necessidade de avaliação profissional caso existam sintomas ou queixas clínicas; da mesma forma, eventuais alterações identificadas devem ser investigadas pelo seu médico de confiança. O acompanhamento médico e a realização de exames laboratoriais são medidas complementares de cuidado. Incentive sua saúde: consulte regularmente o seu médico.
Conjunto de exames de sangue e urina indicado para o acompanhamento de praticantes de atividades físicas, focado na verificação de parâmetros nutricionais, marcadores do metabolismo, resposta ao treino e saúde do sistema imune.
Exames integrantes:
Hemograma Completo, Perfil Lipídico (Colesterol Total, HDL, LDL, VLDL e Triglicerídeos), Glicemia de Jejum, Hemoglobina Glicada, Ferritina, Vitamina D, Vitamina B12, Zinco, PCR Ultrassensível, CPK (Creatinofosfocinase), Sódio, Potássio e Cálcio.
Orientações para o exame:Necessário jejum de 8 a 12 horas.Não consumir bebidas alcoólicas nas 72 horas que antecedem a coleta.Importante: Evitar treinos extenuantes ou exercícios de alta intensidade nas 24 a 48 horas anteriores à coleta (o esforço muscular excessivo pode alterar temporariamente marcadores como CPK e PCR).Informar ao laboratório o uso de suplementos alimentares, vitamínicos ou creatina no momento do atendimento.
Aviso de Responsabilidade e Cuidado Integral:
Este painel laboratorial foi desenvolvido para proporcionar a você mais autonomia no acompanhamento preventivo das suas taxas e no controle da sua rotina de saúde. Os exames de check-up servem como uma ferramenta inicial de monitoramento e não têm como objetivo fechar diagnósticos isoladamente, nem substituir a consulta médica. Resultados dentro dos padrões de referência não excluem a necessidade de avaliação profissional caso existam sintomas ou queixas clínicas; da mesma forma, eventuais alterações identificadas devem ser investigadas pelo seu médico de confiança. O acompanhamento médico e a realização de exames laboratoriais são medidas complementares de cuidado. Incentive sua saúde: consulte regularmente o seu médico.
Painel Molecular e Sorológico de Rastreio Infeccioso
Conjunto de exames laboratoriais de sangue e urina de alta tecnologia, indicado para a detecção segura de marcadores virais e bacterianos associados a infecções de transmissão sexual.
Exames integrantes: Painel Molecular em Urina (PCR em Tempo Real): Detecção direta de DNA de Chlamydia trachomatis, Neisseria gonorrhoeae, Mycoplasma genitalium, Trichomonas vaginalis, Mycoplasma hominis, Ureaplasma urealyticum e Ureaplasma parvum. Rastreio Sorológico em Sangue: HIV I e II (4ª Geração), Sífilis (VDRL + Teste Treponêmico), Hepatite B (HBsAg) e Hepatite C (Anti-HCV).
Orientações para o exame: Não é necessário jejum rígido (recomendado jejum leve de 3 a 4 horas).
Preparo obrigatório para a urina molecular:Estar sem urinar há no mínimo 2 horas antes da coleta. Colher estritamente o primeiro jato da urina (início da micção) no frasco estéril. Não realizar higiene íntima imediatamente antes da coleta. Para mulheres: Não estar fazendo uso de cremes/óvulos vaginais e evitar a coleta durante o período menstrual.
Aviso de Responsabilidade e Cuidado Integral:Este painel laboratorial foi desenvolvido para proporcionar a você mais autonomia no acompanhamento preventivo das suas taxas e no controle da sua rotina de saúde. Os exames de check-up servem como uma ferramenta inicial de monitoramento e não têm como objetivo fechar diagnósticos isoladamente, nem substituir a consulta médica. Resultados dentro dos padrões de referência não excluem a necessidade de avaliação profissional caso existam sintomas ou queixas clínicas; da mesma forma, eventuais alterações identificadas devem ser investigadas pelo seu médico de confiança. O acompanhamento médico e a realização de exames laboratoriais são medidas complementares de cuidado. Incentive sua saúde: consulte regularmente o seu médico.
Painel de Acompanhamento da Saúde Masculina Jovem Adulto
Conjunto de exames de sangue e urina indicado para o acompanhamento de rotina de homens entre 20 e 45 anos, focado na verificação de parâmetros hormonais, perfil lipídico e indicadores metabólicos.
Exames integrantes:
Hemograma Completo, Glicemia de Jejum, Perfil Lipídico (Colesterol Total, HDL, LDL, VLDL e Triglicerídeos), Ureia, Creatinina, TGO, TGP, Urina Tipo I (EAS), Ácido Úrico, Testosterona Livre, TSH e PCR Ultrassensível.
Orientações para o exame:Necessário jejum de 8 a 12 horas.Não consumir bebidas alcoólicas nas 72 horas que antecedem a coleta.Evitar a prática de exercícios físicos intensos nas 24 horas anteriores à coleta de sangue.A amostra de urina deve ser a primeira da manhã ou obtida após retenção urinária mínima de 2 horas.
Aviso de Responsabilidade e Cuidado Integral:Este painel laboratorial foi desenvolvido para proporcionar a você mais autonomia no acompanhamento preventivo das suas taxas e no controle da sua rotina de saúde. Os exames de check-up servem como uma ferramenta inicial de monitoramento e não têm como objetivo fechar diagnósticos isoladamente, nem substituir a consulta médica. Resultados dentro dos padrões de referência não excluem a necessidade de avaliação profissional caso existam sintomas ou queixas clínicas; da mesma forma, eventuais alterações identificadas devem ser investigadas pelo seu médico de confiança. O acompanhamento médico e a realização de exames laboratoriais são medidas complementares de cuidado. Incentive sua saúde: consulte regularmente o seu médico.
Painel de Acompanhamento da Saúde Masculina
Conjunto de exames de sangue e urina indicado para o acompanhamento de rotina de homens acima de 45/50 anos, focado no monitoramento metabólico e na verificação de marcadores da saúde prostática.
Exames integrantes:
Hemograma Completo, Glicemia de Jejum, Perfil Lipídico (Colesterol Total, HDL, LDL, VLDL e Triglicerídeos), Ureia, Creatinina, TGO, TGP, Urina Tipo I (EAS), Ácido Úrico, Testosterona Livre, TSH, PCR Ultrassensível, PSA Total e PSA Livre.
Orientações para o exame: Necessário jejum de 8 a 12 horas. Não consumir bebidas alcoólicas nas 72 horas que antecedem a coleta. Preparo específico para o PSA:Não ter andado de bicicleta, motocicleta ou praticado equitação nos últimos 2 dias. Não ter tido relações sexuais ou ejaculação nos últimos 2 dias. Não ter realizado exame de toque retal ou ultrassom transretal nos últimos 3 dias (ou biópsia de próstata nos últimos 30 dias).
A amostra de urina deve ser a primeira da manhã ou obtida após retenção urinária mínima de 2 horas.
Painel de Acompanhamento Metabólico e Longevidade
Conjunto de exames de sangue e urina indicado para o acompanhamento de rotina da pessoa idosa, focado na verificação de marcadores vitais, parâmetros nutricionais, metabolismo ósseo e controle glicêmico.
Exames integrantes:
Hemograma Completo, Glicemia de Jejum, Perfil Lipídico (Colesterol Total, HDL, LDL, VLDL e Triglicerídeos), Ureia, Creatinina, TGO, TGP, Urina Tipo I (EAS), Vitamina B12, Ácido Fólico, Cálcio Iônico, Fósforo, Hemoglobina Glicada e TSH.
Orientações para o exame:Necessário jejum de 8 a 12 horas.Não consumir bebidas alcoólicas nas 72 horas que antecedem a coleta.Manter a hidratação oral habitual (água é permitida com moderação durante o jejum).A amostra de urina deve ser a primeira da manhã ou obtida após retenção urinária mínima de 2 horas.
Aviso de Responsabilidade e Cuidado Integral: Este painel laboratorial foi desenvolvido para proporcionar a você mais autonomia no acompanhamento preventivo das suas taxas e no controle da sua rotina de saúde. Os exames de check-up servem como uma ferramenta inicial de monitoramento e não têm como objetivo fechar diagnósticos isoladamente, nem substituir a consulta médica. Resultados dentro dos padrões de referência não excluem a necessidade de avaliação profissional caso existam sintomas ou queixas clínicas; da mesma forma, eventuais alterações identificadas devem ser investigadas pelo seu médico de confiança. O acompanhamento médico e a realização de exames laboratoriais são medidas complementares de cuidado. Incentive sua saúde: consulte regularmente o seu médico.
- Jejum não obrigatório.
- Preferencialmente, coletar a partir do 5º ao 7º dia do início dos sintomas ou conforme orientação médica. No entanto, a produção de IgM atinge seu nível mais alto, maior probabilidade de detecção, de três a cinco semanas após o início dos sintomas e podem persistir por aproximadamente dois meses. O surgimento de IgM pode variar entre indivíduos. Portanto, a detecção de IgM a partir do 5º ao 7º dia do início dos sintomas é um período médio. Significa que alguns indivíduos podem apresentar um resultado negativo no período indicado, mesmo na presença da doença. Igualmente, outros indivíduos podem apresentar positividade para IgM antes do 5º ao 7º dia do início dos sintomas.
- Este é um teste qualitativo. O resultado apresentado será dado como "Reagente" ou "Não reagente", sem indicar um valor numérico para a concentração ou títulos de anticorpos.
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório.
Jejum não é obrigatório. No entanto, é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições para adultos e antes da próxima mamada para bebês e crianças menores.
O material a ser coletado deve ser indicado pelo seu médico. Os materiais validados são:
Urina de 1º jato ou jato médio, sendo que o de 1º jato apresenta maior sensibilidade.
Secreção uretral.
Secreção endocervical.
Secreção conjuntival.
Raspado de região perianal.
Raspado de região anal.
Secreção vaginal.
Raspado colo uterino.
Raspado de orofaringe.
Instruções
O material colhido em urina primeiro jato apresenta melhor sensibilidade do que a urina jato médio, porem pode ser realizado em urina jato médio se especificado pelo médico.
Urina 1º jato:
Colher preferencialmente no laboratório a primeira urina da manhã. Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, e coletar o 1º jato de urina em frasco estéril adquirido no laboratório.
Urina jato médio:
Colher preferencialmente no laboratório a 1ª urina da manhã ou com intervalo de 4 horas entre as micções.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina e coletar o jato do meio em frasco estéril.
Coleta uretral:
Colher preferencialmente pela manhã sem urinar, ou com retenção urinária de 4 horas.
Coleta de secreção endocervical:
A paciente não deverá ter feito ducha vaginal nas 24 horas anteriores ao exame;
Não fazer uso de desinfetantes ou medicações tópicas (caso estiver, aguardar 48 horas após o término);
Não manter relação sexual nas últimas 24 horas anteriores ao exame;
Não deve ter feito exame ginecológico com o uso de iodo ou ácido acético nas últimas 24 horas;
Não estar menstruada (caso estiver, aguardar 48 horas após o término da menstruação).
Não realizamos coletas endocervicais em grávidas, virgens e crianças.
Secreção conjuntival:
Vir ao laboratório preferencialmente pela manhã, sem lavar os olhos e sem utilizar medicação tópica.
Região anal e perianal:
Vir ao laboratório preferencialmente pela manhã sem defecar.
Instruções de preparo: Jejum não obrigatório. Medicação: Agentes quelantes podem interferir no resultado.
Instruções
Não colher em local de trabalho.
Retirar o uniforme antes da coleta.
Não utilizar recipiente de vidro.
Não utilizar frasco de tampa colorida.
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar desde o início da coleta.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Orientações para coleta:
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (não armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Instruções
Colher antes da próxima dose do medicamento ou conforme orientação médica.
Informar se está tomando medicamentos de nome Sandimun, Sigmasporim ou outros medicamentos que contenha Ciclosporina em sua formula.
Informar qual a dosagem diária total e em qual horário tomou o último comprimido.
Tempo de Jejum: jejum não necessário.
Jejum: aconselhável jejum de pelo menos 4 horas após as principais refeições para adultos. Para bebês e crianças menores, coletar antes da próxima mamada.
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina coletada no período de 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar desde o início da coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Orientações para coleta:
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta, apesar da urina ter sido desprezada.
A partir desse momento, coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
As 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma. Não perder nenhum volume de urina durante a coleta. Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
- Não utilize medicamentos tópicos nasais (como sprays ou pomadas) nas 24 horas que antecedem a coleta do material, a menos que haja orientação médica diferente. A suspensão de qualquer medicamento requer a autorização do seu médico.
- Não realizar higiene nasal no dia da coleta.
- Não é necessário jejum.
Jejum não obrigatório
Jejum: Aconselhável de 4 horas.
Jejum: Aconselhável de 4 horas.
Jejum
Mínimo de 8 horas.
Intervalo entre mamadas para lactentes.
Jejum
Mínimo de 8 horas.
Intervalo entre mamadas para lactentes.
Material: Líquor.
Urina recente.
Lavado brônquico alveolar.
Aspirado de nasofaringe.
Líquido amniótico.
- Jejum não necessário.
- Exame não pode ser realizado em crianças com menos de 1 ano de idade.
- Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento médico. Recebemos o material já colhido.
- Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento médico. Recebemos o material já colhido.
- Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento médico. Recebemos o material já colhido.
Jejum não obrigatório
Material: Sangue e Urina de 24 horas
Instruções
***Informar peso e altura atualizados no momento do atendimento.***
O exame é realizado na amostra de urina 24h e no sangue.
Utilizar frasco fornecido pelo laboratório e refrigerar desde o início da coleta.
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma e efetuar a coleta de amostra de sangue.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Manter o frasco com a amostra refrigerada até o termino da coleta.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Jejum não obrigatório.
Material: Sangue + urina de 24 horas
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
A amostra deve ser refrigerada desde o início da coleta.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Orientações para coleta:
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma. Não perder nenhum volume de urina durante a coleta. Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Material: Sangue + urina de 24 horas.
Instruções
***Informar peso e altura atualizados no momento do atendimento.***
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar a amostra desde o início da coleta.
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora a urina (não armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma e efetuar a coleta de amostra de sangue.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Jejum não obrigatório
Material: SANGUE + URINA
Instruções
- O exame é realizado na amostra de urina 24h e no sangue.
- Utilizar o frasco com conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
- O conservante a ser utilizado é o Bicarbonato.
1. Ao iniciar a coleta esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
2. A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
3. Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
4. Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma e efetuar a coleta de amostra de sangue.
- Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
- Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, entregue o frasco no laboratório, explique o ocorrido e pegue outro frasco com o conservante.
- Não fazer esforço físico durante a coleta.
- Manter sua rotina diária.
- Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
- Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Material: Sangue e Urina de 24 horas
Instruções
***Informar peso e altura atualizados no momento do atendimento.***
O exame é realizado na amostra de urina 24h e no sangue.
Utilizar frasco fornecido pelo laboratório e refrigerar desde o início da coleta.
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma e efetuar a coleta de amostra de sangue.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Manter o frasco com a amostra refrigerada até o termino da coleta.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Jejum não obrigatório.
Instruções
A coleta ideal deve ser realizada imediatamente antes da administração da próxima dose do medicamento ou conforme orientação do médica.
Caso o medicamento seja tomado apenas uma vez ao dia, a coleta deve ser feita pelo menos 12 horas após a medicação.
Comentários
Clobazan (Frisium, Urbanil) é um benzodiazepínico usado como hipnótico, ansiolítico e miorelaxante. Também utilizado como anticonvulsivante complementar ao tratamento. Sua meia vida é de 10 a 30 horas. Pode elevar o nível sérico da carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e ácido valpróico.
A coleta ideal deve ser realizada imediatamente antes da administração da proxima dose.
Jejum não obrigatório.
Instruções de coleta
Amostra isolada: Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
INTERPRETAÇÃO
Utilizado na identificação de alcaloses cloro-responsivas, o cloreto urinário avalia o metabolismo hidro-salino e a atividade de medicamentos diuréticos.
O uso de salicilato, brometo, iodo, fluoreto, citrato podem interferir na dosagem do exame. Sugerimos confirmar com o médico a suspensão.
Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Instruções
Não fazer uso de pasta de óxido de zinco e creme Vagisil® nas 24 horas que antecedem a coleta.
Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
Em casos de crianças o coletor pode ser utilizado.
Evitar o uso de antiácidos, laxantes, supositório e contraste oral (utilizado em exames radiológicos) no mínimo 3 dias antes da coleta das fezes ou conforme orientação médica.
Coletar em frasco limpo e seco (sem líquido conservante) fornecido pelo laboratório ou adquirido em farmácias (frasco coletor universal).
Retirar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal (início, meio e fim), de modo que complete pelo menos meio frasco.
Conservação e prazo para envio: encaminhar a amostra ao laboratório em no máximo 2 horas após coleta em temperatura ambiente ou 1 dia refrigerado.
Fezes recentes.
Instruções:
Recomenda-se realizar o exame em amostras de fezes diarreicas ou com consistência amolecida (semi-formada).
Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material. Em casos de crianças utilizar coletor, se necessário.
Defecar em vasilhame limpo e seco.
Manter as fezes refrigeradas em casa e transportar ao laboratório o mais rápido possível..
Informar se está em uso de antibiótico. - Informar se o cliente está internado.
Jejum não necessário
- Jejum desejável: mínimo de 4 horas ou à critério médico.
- Jejum não necessário
Instruções
Colher ao final do último dia de jornada da semana
Não colher em local de trabalho.
Retirar o uniforme antes da coleta.
Informar se está exposto ocupacionalmente.
Colher em frasco plástico e evitar contaminação externa (mãos, roupas, locais contaminados).
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar desde o início da coleta.
Não colher em local de trabalho.
Retirar a roupa ou uniforme contaminado antes da coleta.
Não utilizar recipiente de vidro para coletar ou acondicionar amostras.
1. Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário.
Este é o horário de início da coleta.
2. A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
3. Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
4. Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
Instruções:
Detecção após exposição: de 4 horas até 4 dias.
A coleta de urina para os exames de drogas de abuso deve ser obrigatoriamente assistida e pode ser realizada em todas as lojas, desde que seja confirmado previamente, em casos de paciente do sexo masculino, se a coleta pode ser acompanhada por uma profissional do sexo feminino, na ausência de um colhedor do sexo masculino na loja.
Não ingerir bebida alcoólica nas últimas 24 horas.
- Jejum mínimo de 8 horas.
Jejum mínimo de 4 horas.
É recomendável a abstinência de álcool 72 horas antes da coleta.
Jejum não necessário.
É recomendável a abstinência de álcool 72 horas antes da coleta.
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório
A amostra pode ser coletada em qualquer dia e horário, desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo nas últimas 4 (quatro) semanas sem afastamento maior que 4 (quatro) dias.
Jejum não necessário.
É recomendado a suspenção de qualquer medicamento que possa alterar o resultado
durante as 12 - 24 horas que antecedem a coleta.
Entre os farmacos que podem diminuir os níveis incluem, atropina, cafeína, codeína,
estrogenos, sulfato de morfina, neostigmina, anticonceptivos orais, fenotiacinas,
teofilina, quinidina e vitamina K.
MEIO(S) DE COLETA:
Urina, swab retal, swab uretral, swab endocervical e swab orofaríngeo : Frasco estéril
Citologia líquida: Digene, Thinprep, Surepath, CellPreserv e Gynoprep.
Urina: 2 mL; Demais: Não aplicável
Este painel realiza a detectção dos seguintes patógenos: Chlamydia trachomatis, Haemophilus ducreyi, Herpes simplex2 (HSV1/HSV2), Mycoplasma genitalium, Mycoplasma hominis, Neisseria gonorrhoeae, Treponema pallidum, Trichomonas vaginalis e Ureaplasma(urealyticum/parvum).
Preparo do paciente:
- Jejum de 4 horas.
IMPORTANTE:
- Informar se há histórico de transfusão, sangramento ou trombose.
- Informar uso de medicamentos, principalmente anticoagulantes.
Jejum não obrigatório
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
O sistema do complemento é parte integrante da defesa imunitária antígeno-inespecífica e pode ser ativado por duas vias reacionais: a via clássica, desencadeada, sobretudo por imunocomplexos ligados às células, e pela via alternativa, ativada, sobretudo por corpos estranhos, tais como os micro-organismos.Esse sistema é composto por uma série de proteínas em circulação no sangue que servem como mediadoras da reação inflamatória. O C3 inclui cerca de 70% das proteínas totais do sistema de complementos,e é central para a ativação tanto da via clássica quanto da via alternativa. As medições dessa proteína ajudam no diagnóstico de distúrbios imunológicos, especialmente aqueles associados com deficiências de componentes de complementos.
- Jejum não necessário
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
O sistema do complemento é parte integrante da defesa imunitária antígeno-inespecífica e pode ser ativado por duas vias reacionais: a via clássica, desencadeada, sobretudo por imunocomplexos ligados às células, e pela via alternativa, ativada, sobretudo por corpos estranhos, tais como os micro-organismos. O componente complementar C4 é exclusiva da via clássica. A quantificação de C4 é utilizada para avaliação de indivíduos com suspeita de deficiência congênita deste fator e de patologias que evoluam com a ativação da via clássica do complemento. Componentes do complemento reage como proteína da fase aguda, podendo por isso apresentar concentrações aumentadas nas doenças inflamatórias.
Jejum não obrigatório
Jejum não necessário.
- Jejum não obrigatório.
- Jejum não obrigatório.
Evacuar diretamente no frasco
coletor ou em um pinico;
As fezes não devem estar
contaminadas com urina nem com
água;
Em caso de crianças que usam
fraldas, com auxílio da espátula
retirar o material fecal da fralda,
sem encostar a borda da espátula
na fralda. Orientar o responsável
pela criança para retirar de
preferência o material contendo
pús, muco ou sangue;
Encaminhar ao laboratório o mais
rápido possível (no máximo 1 hora
sem refrigeração).
Evacuar diretamente no frasco
coletor ou em um pinico;
As fezes não devem estar
contaminadas com urina nem com
água;
Em caso de crianças que usam
fraldas, com auxílio da espátula
retirar o material fecal da fralda,
sem encostar a borda da espátula
na fralda. Orientar o responsável
pela criança para retirar de
preferência o material contendo
pús, muco ou sangue;
Encaminhar ao laboratório o mais
rápido possível (no máximo 1 hora
sem refrigeração).
Evacuar diretamente no frasco
coletor ou em um pinico;
As fezes não devem estar
contaminadas com urina nem com
água;
Em caso de crianças que usam
fraldas, com auxílio da espátula
retirar o material fecal da fralda,
sem encostar a borda da espátula
na fralda. Orientar o responsável
pela criança para retirar de
preferência o material contendo
pús, muco ou sangue;
Encaminhar ao laboratório o mais
rápido possível (no máximo 1 hora
sem refrigeração).
Evacuar diretamente no frasco
coletor ou em um pinico;
As fezes não devem estar
contaminadas com urina nem com
água;
Em caso de crianças que usam
fraldas, com auxílio da espátula
retirar o material fecal da fralda,
sem encostar a borda da espátula
na fralda. Orientar o responsável
pela criança para retirar de
preferência o material contendo
pús, muco ou sangue;
Encaminhar ao laboratório o mais
rápido possível (no máximo 1 hora
sem refrigeração).
Orientações para coleta de fezes
Antes da coleta
-Não use laxantes ou supositórios nos 3 dias antes da coleta e também durante a coleta, a menos que seu médico tenha orientado o contrário.
-Evite consumir bebidas alcoólicas e bebidas com gás (como refrigerantes e água com gás) nos 3 dias anteriores à coleta.
-Mantenha sua alimentação normal, salvo se houver outra orientação médica.
-Alimentos como carnes, batata, feijão, leite e manteiga não interferem no resultado do exame.
-Informe sua idade ao realizar o exame.
Como realizar a coleta
-Colete as fezes em um recipiente limpo, evitando contato com papel higiênico, água do vaso sanitário, urina ou qualquer outro material.
Use a pazinha do frasco para colocar as fezes no recipiente, preenchendo aproximadamente metade do frasco.
Conservação e entrega
Após a coleta, mantenha o frasco refrigerado até levá-lo ao laboratório.
Entregue a amostra ao laboratório em até 24 horas após a coleta.
Fezes:Coletar bolo fecal inteiro.
Coletor: Retirar no laboratório.
Manter o material refrigerado até a entrega no laboratório.
Entregar o material preferencialmente em até 24 horas após a coleta.
COMENTARIOS:
O teste analisa: cor, cheiro, consistência, aspecto, forma, corpos estranhos, batata/cenoura, fragmentos de carne, restos alimentares, muco, sangue, pH, mucina, proteínas complexas, bilirrubina, estercobilina, substâncias redutoras, gorduras fecais, dosagem de ácidos orgânicos, dosagem ácidos aminados e amoníaco, fibras vegetais, areias intestinais, tecido conjuntivo, detritos vegetais, fibras musculares digeridas, fibras musculares mal digeridas, amido cru, amido amorfo, ácidos graxos, gorduras neutras, sabões, muco, pesquisa de leucócitos, cristais, helmintos, protozoários, calprotectina, hemoglobina fecal.
Material: fezes recentes protegidas da luz
Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
Em casos de crianças utilizar coletor de urina, se necessário.
Evitar o uso de talco, laxantes, antiácido, contraste oral (utilizado em exames radiológicos) e supositório nos 3 dias que antecedem ao exame e no dia da coleta.
Defecar em vasilhame limpo e seco.
Colher em frasco âmbar.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 2 (duas) horas a temperatura ambiente.
Instruções:
Utilizar frasco limpo e próprio para coleta de urina, protegido da luz (frasco âmbar).
Colher preferencialmente no laboratório a 1ª urina da manhã ou com intervalo de 4 horas entre as micções.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio (frasco âmbar).
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma. Não perder nenhum volume de urina durante a coleta
COLETOR : PROTEGIDO DA LUZ (AMBAR , MARROM)
CONSERVANTE : BICARBONATO
COLHER DE SEGUNDA A QUINTA
Jejum não obrigatório.
Instruções
- O cortisol basal pode ser coletado entre 7 e 9h (idealmente às 8h).
- Se o médico especificar o horário da coleta, seguir a orientação médica.
- Se o médico não especificar o horário da coleta, a mesma será realizada entre 7 e 9h (idealmente às 8 horas).
- Entre 9h e 10h não é preciso assinar termo essa uma hora é o limite que o paciente tem para coletar.
- Após as 10:00 horas, consultar o médico ou assinar o termo de ciência
Interferentes: Cetoconazol inibe a cortex adrenal inibindo cortisol e elevando ACTH. A suspensão de medicamentos para este procedimento só deve ser feita sob orientação médica.
Instruções
Coleta de cortisol deve ser realizada entre 7 e 9 horas (idealmente às 8h) da manhã, na manhã seguinte ao uso da dexametasona. A aquisição e os custos da medicação são de responsabilidade do cliente.
Jejum não necessário
Jejum
Mínimo de 4 horas ou conforme orientação médica.
É obrigatória a presença de acompanhante para a realização do teste.
Realizado somente em ambiente hospitalar. Os trâmites e custos relacionados com a internação são de responsabilidade do cliente.
O exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
É necessário chegar ao laboratório 30 minutos antes para fazer a ficha.
O agendamento de provas funcionais de pacientes hospitalizados ou agudamente enfermos só poderá ser realizado após liberação pelo médico responsável pelo setor.
1. Estímulo com insulina:
Não realizamos o teste para crianças menores de 2 anos ou com peso menor que 10 Kg e adultos acima de 65 anos de idade.
O exame é contraindicado em pacientes com epilepsia, passado de crises convulsivas, com doença cardíaca
infarto agudo do miocárdio (IAM) ou angina, com história de acidente vascular cerebral (AVC) e em indivíduos portadores de diabetes mellitus.
2. Estímulo com Cortrosina:
É contraindicado para gestantes.
Não fornecemos a ampola de cortrosina. Os custos e a aquisição da medicação são de responsabilidade do cliente
Jejum:
Para estímulo com insulina: mínimo de 8 ou conforme orientação médica.
Para estímulo com cortrosina: mínimo de 4 horas ou conforme orientação médica.
Para estímulo com glucagon: mínimo de 4 horas ou conforme orientação médica.
Questionário
Esta em uso de medicamentos, incluindo pomadas e cremes?
Qual foi o dia e horário da última medicação?
Se a cliente for do sexo feminino, informar se faz uso de anticoncepcional.
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar desde o início da coleta.
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma. Não perder nenhum volume de urina durante a coleta. Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Por um período de 30 minutos antes da coleta não será permitido qualquer tipo de alimentação ou bebida (com exceção de água).
A coleta não é recomendável em caso de lesões orais com sangramento ativo ou potencial.
Evitar escovar os dentes pelo menos duas horas antes da coleta para evitar sangramento gengival.
Como Coletar:
- Remova a tampa superior do tubo.
- Coloque o algodão, presente no recipiente suspenso, debaixo da língua e aguarde um período médio de 3 minutos de forma a encharcar o algodão. Se preferir, pode mastigar levemente o algodão, mantendo-o o máximo possível embebido com saliva. Durante esse período de coleta não é permitido ingestão de água, alimento ou qualquer tipo de líquido.
- A amostra em quantidade satisfatória deve encharcar o algodão com saliva.
- Retorne o algodão para o interior do recipiente suspenso, fechando com a tampa logo a seguir
Jejum mínimo necessário de 3 horas.
Urina recente.
A nicotina é o maior constituinte das folhas do tabaco e seu principal metabólito é a cotinina. A meia-vida da cotinina é de até 20 horas, enquanto a da nicotina é de cerca de 2 horas. Por ser o metabólito mais abundante da nicotina, apresentar meia-vida mais longa e maior estabilidade, a cotinina é considerada o biomarcador mais adequado para avaliar a exposição ao tabaco.
Outros biomarcadores propostos para estimar a exposição à fumaça do cigarro, como carboxi-hemoglobina e tiocianato, podem ser influenciados por outras fontes ambientais de exposição, enquanto a cotinina é considerada um marcador específico.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório
Comentários: Os testes sorológicos para COVID-19 são testes para detecção de anticorpos das classes IgA, IgM, e IgG produzidos pelo organismo após a infecção pelo Coronavírus 19. São exames que podem ser utilizados para auxílio diagnóstico da infecção pelo SARS-CoV-2, desde que suas restrições sejam conhecidas e os resultados interpretados corretamente.
Principais restrições: Possibilidade de falso negativos, devido a janela imunológica de cerca de 7 a 10 dias após o início dos sintomas, podendo se estender até mais que 20 dias;
Possibilidade de falso positivos, devido a interferência por anticorpos heterofilos e reações cruzadas, em caso de infecção por outros vírus;
A performance do teste é variável de acordo com o teste utilizado, uma vez que não há padronização entre fabricantes em relação ao antígeno e à metodologia empregados. De uma forma geral, os testes ELISA, quimioluminescência e eletroquimioluminescência apresentam desempenho superior aos testes imunocromatográficos (rápidos).
Avaliação de imunidade: ainda não há comprovação de que o surgimento de anticorpos IgG está associado com imunidade contra o SARS-CoV-2.
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário.
Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
A CK-MB está presente em diversos graus no miocárdio e também, mas em menor quantidade, na musculatura esquelética. A atividade da CK aumenta após danos no miocárdio, com um aumento significativo nas frações CK-MM e CK-MB.
Jejum não necessário
Amostra isolada: Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h. Este não é o exame de clearance ou depuração de creatinina.
Utilizar frasco fornecido pelo laboratório e refrigerar desde o início da coleta.
Ao iniciar a coleta esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (Não armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma. Não perder nenhum volume de urina durante a coleta. Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento. Manter o frasco com a amostra refrigerada até o termino da coleta.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
Jejum não obrigatório
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h. Este não é o exame de clearance ou depuração de creatinina.
Utilizar frasco fornecido pelo laboratório e refrigerar desde o início da coleta.
Ao iniciar a coleta esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (Não armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma. Não perder nenhum volume de urina durante a coleta. Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento. Manter o frasco com a amostra refrigerada até o termino da coleta.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
Jejum não obrigatório
Instruções: evitar exercícios físicos intensos por 07 dias antes da coleta.
Jejum não obrigatório
Jejum no minimo de 4hrs
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Outros: Lactantes: coletar no intervalo entre as mamadas. Enviar amostra única para a realização deste exame.
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Outros: Lactantes: coletar no intervalo entre as mamadas. Enviar amostra única para a realização deste exame.
Jejum sugerido:
Lactantes: colher imediatamente antes do horário da próxima amamentação (2 a 3h)
Adultos: jejum superior 4 horas
Pacientes em NPT: suspender por 3h
Crianças: aceitável sem jejum
Jejum desejavel 4hrs.
Urina Isolada: Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a micção, coletar o jato médio.
Urina neonatal: A coleta ideal é a realizada no laboratório com o coletor infantil. O saco coletor deve ser colocado após a adequada higienização, e se não ocorrer a micção em um prazo de 60 minutos, o saco coletor deverá ser trocado, até que ocorra espontânea micção.
Urina : Coletar mínimo de 30,0 mL e máximo de 50 mL, congelar e enviar em frasco estéril.
Instruções
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Minimo 20 ml
Máximo 30 ml
- Jejum não necessário
URINA 24HRS: SEM CONSERVANTE
Instruções
Não colher em local de trabalho.
Não utilizar recipiente de vidro para coletar ou acondicionar as amostras.
Retirar a roupa ou uniforme contaminado antes da coleta.
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar desde o início da coleta.
1. Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (Não armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
2. A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
3. Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina. 4. Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Instruções:
Não colher em local de trabalho. - Retirar o uniforme de trabalho antes da coleta.
Informar se faz uso de algum medicamento. - Informar se está exposto ocupacionalmente.
Colher a urina no final do último dia de jornada da semana ou no início e final da jornada para avaliar o aumento durante a jornada.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas. - Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio. - Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar: O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias. O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Jejum não necessário.
Jejum não obrigatório
Jejum
Mínimo de 8 horas.
Criptococose é uma doença fúngica invasiva causada por Cryptococcus neoformans ou Cryptococcus gattii.
A doença criptococose atinge primariamente os pacientes com imunodeficiência das células T, em especial, portadores de AIDS e neoplasias. O Cryptococcus é uma levedura encapsulada.
Instruções
É recomendável que o teste no líquor seja realizado em paralelo com o soro, devido à possibilidade de contaminação do material durante a punção.
Não realizamos a coleta do material líquor, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
O volume necessário para realização do exame é de no mínimo 0,5 mL. A amostra deve ser enviada imediatamente ao laboratório.
Jejum não obrigatório.
Material: Fezes recentes
Instruções:
A permanência dos oocistos nas fezes é descontinua e corresponde ao período de diarreia. Portanto a coleta deve ser feita apenas na vigência de diarreia.
Idealmente as fezes deverão ser coletadas a cada 3 dias . Sugere-se a coleta de 3 amostras ou conforme orientação médica.
Para coleta domiciliar, o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias. O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
SECREÇÕES, ASPIRADO DE GÂNGLIOS
Em cavidades abertas e secreções de lesões cutâneas:
1. Coletar com swab, mantendo distância das bordas da lesão e coletando sempre a maior quantidade possível de secreção.
2. Imergir a ponta do swab com a amostra em 2-3 mL de solução fisiológica ou água destilada estéreis, fazendo uma suspensão do material.
3. Acondicionar em frasco ou tubo estéril e encaminhar ao laboratório. Nunca utilizar meios de transporte em gel.
Para cultura de urina ou urocultura, vide cultura de urina - urocultura. Para cultura de esperma ou sêmen, vide espermocultura. Para cultura de fezes, vide coprocultura
Instruções:
Informar se o paciente está ou esteve recentemente em uso de antimicrobianos.
É aconselhável que se aguarde 07 dias após a utilização de antibióticos para a realização do exame ou conforme orientação do médico.
Lentes de Contato:
Nos casos de cultura de lente de contato a mesma não será devolvida após o processamento.
Importante: Não serão realizadas culturas em amostras de soro fisiológico ou em produtos utilizados para limpeza e armazenamento de lentes de contato. Remova as lentes e coloque em recipiente estéril. Entregue no laboratório imediatamente.
Escarro:
A coleta de escarro deve ser feita em casa.
Colher preferencialmente de manhã ao se levantar, antes da higiene oral e do desjejum.
Lavar várias vezes a boca com água pura, gargarejando e bochechando abundantemente.
Fazer várias vezes inspirações profundas e tossir várias vezes procurando obter o material do fundo do peito.
Recolher este material no frasco fornecido pelo laboratório, fechando-o logo após a coleta.
É muito importante que o escarro não seja confundido e misturado com saliva ou com secreções do nariz.
Enviar o mais rápido possível.
Coletas de secreção genital feminina interna (vagina, fundo de saco vaginal, colo uterino):
Pode-se urinar e tomar banho.
No período anterior à coleta, atenção para os critérios abaixo:
Não fazer uso de antissépticos ou medicações tópicas (aguardar 48 horas após o término)
Não manter relação sexual nas últimas 24 horas.
Não estar menstruada (aguardar 48 horas após o término).
Não usar ducha ginecológica ou iodo (em exames citológicos ou ginecológicos) no local (aguardar 24 horas).
Não realizamos coleta endocervical em grávidas e virgens.
As coletas endocervicais em gestantes só podem ser colhidas no consultório pelo médico.
Não tomar banho e não urinar quando a coleta for em genitália externa (secreção vulvar por exemplo) ou em caso de crianças.
Coletas uretrais:
Vir para a coleta preferencialmente pela manhã sem urinar, ou estar sem urinar há pelo menos 4 horas.
Coleta de secreção oral:
Não escovar os dentes preferencialmente (aguardar pelo menos 1 hora antes da coleta)
Não usar antisséptico bucal no dia da coleta
Jejum alimentar desejável de pelo menos duas horas (para se evitar vômito).
Secreção em ouvido:
Coleta deve ser realizada pelo médico. Enviar o material ao laboratório imediatamente.
Raspado de lesões de pele, unha, couro cabeludo:
Não utilizar pomadas e cremes comuns (aguardar 24 horas após o término).
Não utilizar esmalte (aguardar 3 dias após o término).
Não proceder a limpeza das unhas em manicure ou pedicure (aguardar 3 dias).
Não tomar banho no dia da coleta.
Não lavar o couro cabeludo e região da barba no dia da coleta.
Para região dos pés, orientar o paciente a lavar e secar os pés no dia anterior a coleta e ir ao laboratório com calçado fechado.
Sempre que possível, informar a suspeita médica para direcionar melhor a pesquisa.
Aspirado dos seios da face, traqueal e lavado brônquico:
Coleta realizada através de procedimento médico.
O aspirado traqueal obtido através da sonda de aspiração deve ser enviado a fresco.
Coletar em frasco estéril de preferência com sistema de sucção acoplado ao frasco e enviar o mais rápido possível.
Não enviar a amostra em stuart ou em cânulas.
Lesões de abscessos fechados ou nódulos:
Proceder à antissepsia com soro fisiológico estéril e puncionar a lesão com agulha e seringa (os abscessos devem ser coletados por médicos. Não são coletados no laboratório). Se não for obtido material suficiente, deve-se coletar o material após perfuração utilizando swab.
Lesões por queimadura: Coleta realizada por médicos ou equipe de enfermagem, deve-se realizar a coleta da biópsia de tecido profundo. A coleta não é realizada pelo laboratório. A coleta deve ser realizada após desbridamento e descontaminação com soro fisiológico estéril.
Fragmento ósseo:
Coleta realizada através de procedimento médico.
Enviar o fragmento em frasco estéril, refrigerado entre 2 e 8 ºC, o mais rápido possível.
Para evitar ressecamento, o médico pode adicionar uma pequena quantidade de solução salina (soro fisiológico) estéril logo após a coleta, para recobrir o osso.
Não colocar fragmentos dentro do Swab com Stuart ou Amies.
Fragmento de tecido (biópsias):
Coleta realizada através de procedimento médico.
Não utilizar conservante (formol)
Enviar em frasco estéril em temperatura ambiente. Para evitar ressecamento, o médico pode adicionar pequena quantidade de solução salina (soro fisiológico) estéril logo após a coleta.
Não colocar fragmentos de tecidos dentro do Swab com Stuart ou Amies.
Ponta de cateter:
Deve ser coletado segundo a padronização de Maki (5 cm da inserção no paciente) e enviado em frasco estéril.
O laboratório não realiza a coleta de líquidos corporais (pleural, ascítico/peritoneal, sinovial, pericárdico, amniótico, biliar e líquor), pois são obtidos por meio de procedimentos médicos. Estes materiais são recebidos já coletados para a execução dos exames. Após coletados, enviar imediatamente ao laboratório.
Paciente em uso de antibiótico ou período mestrual aguardar 5 dias após para coletar urina.
Primeira urina da manhã ou uma retenção de 2hrs
Feminino: 1 lave as mãos. 2 Afaste os grandes lábios. 3 lave a região vaginal ou limpe com gase. 4 Enxugue de frente para trás com papel toalha. 5 Comece a uirina no vaso urinário. 6 Sem interromper a micção pegue o copo descartável e colete aproximandamente dois dedos de urina. 7 Despreze o restante de urina no vaso sanitário. 8 Coloque no tubo até a marca indicada e leve até o laboratório. ( Coletou tem até uma hora para trazer ao laboratório sem refrigerar)
Maculino: 1 lave as mãos. 2 Exponha a glande(cabeça) e mantenha o precúpio (pele) retraído. 3 lave o penis com água e sabão e enxague em abumdância. 4 Enxugue de frente para trás com papel toalha. 5 Comece a uirina no vaso urinário. 6 Sem interromper a micção pegue o copo descartável e colete aproximandamente dois dedos de urina. 7 Despreze o restante de urina no vaso sanitário. 8 Coloque no tubo até a marca indicada e leve até o laboratório. ( Coletou tem até uma hora para trazer ao laboratório sem refrigerar)
Infantil:
1.Lave a área genital da criança ou bebê com água e sabão neutro.
Meninas: limpar da frente para trás.
Meninos: limpar o pênis (sem forçar o prepúcio).
Enxágue Abundantemente: Certifique-se de que não sobrou nenhum resíduo de sabão.
Seque a área com uma toalha limpa ou gaze estéril. A pele precisa estar completamente seca para o adesivo fixar.
Deixar secar por alguns minutos ao ar antes de colocar o coletor
2.Retirar o adesivo do coletor.
3.Posicionamento (Meninas): Afaste os grandes lábios e fixe a abertura do coletor sobre a vulva, de modo que o
canal da urina (uretra) fique bem centralizado dentro da abertura do saco. Pressione o adesivo suavemente na pele
para garantir a vedação.
4.Posicionamento (Meninos): Coloque o pênis (e, se possível, parte do saco escrotal) para dentro da abertura do
coletor e fixe o adesivo na pele ao redor da genitália.
Ajuste: Coloque a parte excedente do saco para trás, em contato com o bumbum ou a coxa da criança, evitando que
ele dobre ou amasse.
Tempo Limite: Não deixe o coletor por mais de 30 minutos a 1 hora. O adesivo pode irritar a pele e a urina parada
contamina a amostra.
Se Não Urinar: Se a criança não urinar no tempo limite (30 minutos a 1 hora), remova o coletor, descarte-o, faça
novamente toda a higiene íntima e aplique um novo coletor estéril.
5.Remoção e Envio
Retire o Coletor: Assim que a criança urinar, retire o coletor cuidadosamente da pele para evitar vazamentos.
Não transfira a urina do saco para o frasco.
Coloque o saco dentro do frasco coletor.
Certifique-se de que o frasco esteja bem tampado.
Leve a amostra ao laboratório o mais rápido possível (o ideal é em até 30 minutos a 1 hora) e não a refrigere.
Material: Escarro
Instruções
Colher em frasco estéril fornecido pelo laboratório.
Colher preferencialmente em sala aberta e bem ventilada.
Colher preferencialmente pela manhã, ao se levantar e antes do desjejum.
Lavar várias vezes a boca com água pura, gargarejando e bochechando abundantemente.
Qualquer secreção nasal ou salivar, deve ser eliminada.
Fazer várias inspirações profundas e tossir várias vezes, procurando obter o material do fundo do peito.
É recomendado pote estéril descartável de plástico transparente
A amostra deverá ser acondicionada em 2ºC e 8°C até seu envio para o laboratório.
Jejum: Não é necessário.
Condições
Aspirado traqueal
Biópsia de lesões
Escarro
Humor vítreo.
Lavado brônquico
Líquidos corporais (pleural, ascítico ou peritoneal, sinovial, pericárdico, amniótico, biliar), exceto líquor (mnemônico específico para este tipo de material).
Punção de linfonodos.
Raspado de lesões de pele.
Raspado lesões de unhas.
Raspado de pelos
Secreções de abcessos
Secreções de feridas
Obs.: Descrever o local anatômico referente a coleta de raspados, secreções e biópsias, ex: secreção de abscesso da face raspado de unha do pé esquerdo, biópsia de lesão de pele do pescoço.
Não realizamos a coleta dos materiais, lavado brônquico, líquidos corporais (pleural, peritoneal ou ascítico, sinovial, pericárdico, amniótico, biliar), lavado, aspirado e biópsia., punção de linfonodos e biópsia, pois trata-se de um procedimento médico.
A coleta de secreção em ouvido, deve ser realizada pelo médico.
Lentes de Contato:
Informar ao cliente que nos casos de cultura de lente de contato a mesma não será devolvida.
Importante: Não serão realizadas culturas em amostras de soro fisiológico ou em produtos utilizados para limpeza e armazenamento de lentes de contato.
Escarro:
A coleta de escarro deve ser feita em casa (não é colhida nas dependências do laboratório)
Colher preferencialmente em sala aberta e bem ventilada. Colher preferencialmente pela manhã, ao se levantar e antes do desjejum.
Lavar várias vezes a boca com água pura, gargarejando e bochechando abundantemente.
Qualquer secreção nasal ou saliva, deve ser eliminada.
Fazer várias inspirações profundas e tossir várias vezes, procurando obter o material do fundo do peito.
Colher preferencialmente de manhã ao se levantar, antes da higiene oral e do desjejum.
Recolher este material no frasco fornecido pelo laboratório, fechando-o logo após a coleta.
É muito importante que o escarro não seja confundido e misturado com saliva ou com secreções do nariz.
Enviar o mais rápido possível.
Pele, pelos e unhas:
O paciente não deve estar em uso de antifúngicos de uso tópico ou oral no momento da coleta.
Após o uso destes medicamentos , deve aguardar, no mínimo, 15 dias para se realize a coleta ou conforme orientação do médico.
Pomadas e cremes comuns (lavar e realizar a coleta no dia seguinte).
Esmalte (retirar e voltar após 3 dias para a coleta).
Unha com limpeza em manicure e pedicure (aguardar 15 dias).
Não tomar banho no dia da coleta.
Não lavar o couro cabeludo e região da barba no dia da coleta.
Sempre que possível, informar a suspeita médica para direcionar melhor a pesquisa.
Informar se o paciente está ou esteve recentemente em uso de antimicrobianos.
É aconselhável que se aguarde 07 dias após a utilização de antibióticos para a realização do exame ou conforme orientação do médico.
Esperma:
Realização da Coleta: Em casa ou nas dependências do laboratório.
Não necessita de abstenção / abstinência de ejaculação.
A forma de coleta do material é por masturbação, sem que haja perda do material, diretamente no frasco estéril, não utilizar preservativos ou coito interrompido, lavar mãos e genitália antes da coleta.
Não utilizar qualquer tipo de lubrificante, nem mesmo saliva ou preservativos.
Coletas de secreção genital feminina interna (vagina, fundo de saco vaginal, colo uterino):
Pode-se urinar e tomar banho.
No período anterior à coleta, atenção para os critérios abaixo:
Não fazer uso de antissépticos ou medicações tópicas (aguardar 48 horas após o término).
Não manter relação sexual nas últimas 24 horas. Não estar menstruada (aguardar 48 horas após o término).
Não usar ducha ginecológica ou iodo (em exames citológicos ou ginecológicos) no local (aguardar 24 horas).
Não realizamos coleta endocervical em grávidas e virgens. As coletas endocervicais em gestantes só podem ser colhidas no consultório médico.
Não tomar banho e não urinar quando a coleta for em genitália externa (secreção vulvar por exemplo) ou em caso de crianças.
Coletas uretrais:
Vir para a coleta preferencialmente pela manhã sem urinar, ou estar sem urinar há pelo menos 4 horas.
Coleta de secreção oral:
Não escovar os dentes preferencialmente (aguardar pelo menos 1 hora antes da coleta).
Não usar antisséptico bucal no dia da coleta.
Jejum alimentar desejável de pelo menos duas horas (para se evitar vômito).
Jejum não necessário (exceto para coleta de secreção oral)
Condições
Aspirado traqueal
Biópsia de lesões
Escarro
Humor vítreo.
Lavado brônquico
Líquidos corporais (pleural, ascítico ou peritoneal, sinovial, pericárdico, amniótico, biliar), exceto líquor (mnemônico específico para este tipo de material).
Punção de linfonodos.
Raspado de lesões de pele.
Raspado lesões de unhas.
Raspado de pelos
Secreções de abcessos
Secreções de feridas
Obs.: Descrever o local anatômico referente a coleta de raspados, secreções e biópsias, ex: secreção de abscesso da face raspado de unha do pé esquerdo, biópsia de lesão de pele do pescoço.
Não realizamos a coleta dos materiais, lavado brônquico, líquidos corporais (pleural, peritoneal ou ascítico, sinovial, pericárdico, amniótico, biliar), lavado, aspirado e biópsia., punção de linfonodos e biópsia, pois trata-se de um procedimento médico.
A coleta de secreção em ouvido, deve ser realizada pelo médico.
Lentes de Contato:
Informar ao cliente que nos casos de cultura de lente de contato a mesma não será devolvida.
Importante: Não serão realizadas culturas em amostras de soro fisiológico ou em produtos utilizados para limpeza e armazenamento de lentes de contato.
Escarro:
A coleta de escarro deve ser feita em casa (não é colhida nas dependências do laboratório)
Colher preferencialmente em sala aberta e bem ventilada. Colher preferencialmente pela manhã, ao se levantar e antes do desjejum.
Lavar várias vezes a boca com água pura, gargarejando e bochechando abundantemente.
Qualquer secreção nasal ou saliva, deve ser eliminada.
Fazer várias inspirações profundas e tossir várias vezes, procurando obter o material do fundo do peito.
Colher preferencialmente de manhã ao se levantar, antes da higiene oral e do desjejum.
Recolher este material no frasco fornecido pelo laboratório, fechando-o logo após a coleta.
É muito importante que o escarro não seja confundido e misturado com saliva ou com secreções do nariz.
Enviar o mais rápido possível.
Pele, pelos e unhas:
O paciente não deve estar em uso de antifúngicos de uso tópico ou oral no momento da coleta.
Após o uso destes medicamentos , deve aguardar, no mínimo, 15 dias para se realize a coleta ou conforme orientação do médico.
Pomadas e cremes comuns (lavar e realizar a coleta no dia seguinte).
Esmalte (retirar e voltar após 3 dias para a coleta).
Unha com limpeza em manicure e pedicure (aguardar 15 dias).
Não tomar banho no dia da coleta.
Não lavar o couro cabeludo e região da barba no dia da coleta.
Sempre que possível, informar a suspeita médica para direcionar melhor a pesquisa.
Informar se o paciente está ou esteve recentemente em uso de antimicrobianos.
É aconselhável que se aguarde 07 dias após a utilização de antibióticos para a realização do exame ou conforme orientação do médico.
Esperma:
Realização da Coleta: Em casa ou nas dependências do laboratório.
Não necessita de abstenção / abstinência de ejaculação.
A forma de coleta do material é por masturbação, sem que haja perda do material, diretamente no frasco estéril, não utilizar preservativos ou coito interrompido, lavar mãos e genitália antes da coleta.
Não utilizar qualquer tipo de lubrificante, nem mesmo saliva ou preservativos.
Coletas de secreção genital feminina interna (vagina, fundo de saco vaginal, colo uterino):
Pode-se urinar e tomar banho.
No período anterior à coleta, atenção para os critérios abaixo:
Não fazer uso de antissépticos ou medicações tópicas (aguardar 48 horas após o término).
Não manter relação sexual nas últimas 24 horas. Não estar menstruada (aguardar 48 horas após o término).
Não usar ducha ginecológica ou iodo (em exames citológicos ou ginecológicos) no local (aguardar 24 horas).
Não realizamos coleta endocervical em grávidas e virgens. As coletas endocervicais em gestantes só podem ser colhidas no consultório médico.
Não tomar banho e não urinar quando a coleta for em genitália externa (secreção vulvar por exemplo) ou em caso de crianças.
Coletas uretrais:
Vir para a coleta preferencialmente pela manhã sem urinar, ou estar sem urinar há pelo menos 4 horas.
Coleta de secreção oral:
Não escovar os dentes preferencialmente (aguardar pelo menos 1 hora antes da coleta).
Não usar antisséptico bucal no dia da coleta.
Jejum alimentar desejável de pelo menos duas horas (para se evitar vômito).
Jejum não necessário (exceto para coleta de secreção oral)
Urina:
Coleta:
- Realizar a higiene com água e sabão;
- Coletar em um único coletor de 24h (Frasco de 1L ou 2L), TODO o volume da primeira urina da manhã.
* A critério médico, é recomendável a coleta de três amostras em dias consecutivos ou alternados.
Obs.: As coletas seriadas (em dias consecutivos) não devem ser colocadas no mesmo frasco.
Transporte:
- Encaminhar ao laboratório em até 24 horas se mantida refrigerada de 2 à 8ºC.
Fezes - Coletar as fezes de qualquer evacuação no pote do laboratório ou coletor tipo universal e transferir para o meio de transporte Cary blair.
Líquidos Nobres - Enviar de 5,0 a 10,0 mL, preferencialmente em tubo Falcon para evitar derramamento durante o transporte.
Tecidos e Biópsias - Enviar todo o volume coletado em frasco estéril em solução salina.
Aspirado gástrico e secreção gástrica - Enviar de 5,0 a 10,0 mL, em frasco estéril.
Materiais de trato respiratório (escarro, secreção traqueal, secreção brônquica, lavado brônquico): Enviar de 5,0 a 10,0 mL, em frasco estéril.
Medula Óssea: Enviar no meio de cultura BACTEC Myco/F.
Enviar de 5,0 a 10,0 mL, preferencialmente em tubo Falcon para evitar derramamento durante o transporte. Envie a amostra para o laboratório imediatamente após a coleta.
Não coletamos líquido pleural por se tratar de um procedimento médico. Realizamos o exame com o material já coletado.
Jejum necessário de no mínimo 8 horas.
A administração da medicação e as coletas de sangue são realizadas em ambiente hospitalar. A aquisição da medicação, os custos hospitalares e o agendamento com o hospital são de responsabilidade do cliente.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
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Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
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Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
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Em caso de crianças, seguir orientação médica.
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Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
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Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
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Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
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Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
Instruções
Para pacientes que realizaram cirurgia gástrica o exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
O teste deve ser realizado somente pela manhã.
O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
Durante o exame é necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
IMPORTANTE: Para realização deste exame, se faz necessário permanecer no laboratório até a finalização da curva.
É obrigatório pedido médico.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 a 12 horas ou conforme orientação médica.
Em caso de crianças, seguir orientação médica.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Jejum não obrigatório. Colher na primeira hora da manhã antes do horário de trabalho.
URINA: SEM CONSERVANTE
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar desde o início da coleta.
Não colher em local de trabalho.
Retirar o uniforme antes da coleta.
1. Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta).
Anotar o horário.
Este é o horário de início da coleta.
2. A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
3. Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
4. Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual
Instruções:
Colher a urina no início ou fim da jornada de trabalho. Informar se colheu no início ou fim da jornada.
O horário de coleta não e crítico, desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo nas últimas 4 semanas sem afastamento maior que 4 dias.
Não colher em local de trabalho.
Retirar o uniforme de trabalho antes da coleta.
Não utilizar recipiente de vidro.
Não utilizar frasco de tampa colorida.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar: o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Jejum: Não é necessário.
Jejum não obrigatório
Instruções:
Colher, preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 04 horas após a última micção.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Material colhido através de procedimento cirúrgico ou expelido naturalmente;
-Enviar amostra seca, sem formol ou meios líquidos;
-Peso mínimo preconizado para execução do teste é de 3mg.
-Manter e transportar material em temperatura ambiente.
Jejum mínimo de 8 horas.
Material: Exsudato das lesões.
Instruções
O paciente não deve estar em uso de medicamentos tópicos.
A sensibilidade do exame é muito baixa quando a coleta é feita em lesões após a eclosão das vesículas.
Jejum não obrigatório
Devido à estabilidade do material, realizamos este exame de segunda à quinta-feira. Também não realizamos em vésperas de feriados.
Jejum não obrigatório.
D
Jejum não necessário
Instruções:
Não colher logo após alimentação.
Por um período de 30 minutos antes da coleta não será permitido qualquer tipo de alimentação ou bebida.
Recomenda-se enxaguar a boca com água fria 5 minutos antes da coleta da amostra.
O uso de 1 ou 2 gotas de limão estimula a salivação, facilitando a obtenção da amostra.
A coleta não é recomendável em caso de lesões orais com sangramento ativo ou potencial.
Evitar escovar os dentes pelo menos duas horas antes da coleta para evitar sangramento gengival.
Saliva in natura: colher 1,5 mL de saliva por aspiração, usando uma seringa descartável (sem agulha) nos casos de crianças ou pacientes incapacitados, ou simplesmente deixar a boca acumular saliva, eliminando-a no frasco de coleta.
NÃO COLETAR EM TUBO SALIVETE
- Jejum não obrigatório.
- A pesquisa de anticorpos IgM apresenta maior sensibilidade a partir do sexto dia de sintomas.
- Resposta de IgM é menos frequente nos casos de infecção secundária.
- Resultados negativos para anticorpos IgM não afastam a possibilidade de dengue.
- Jejum não obrigatório.
- Coletar, preferencialmente, do 1º ao 4º do início dos sintomas.
Jejum não necessario.
Jejum não obrigatório
LAVADO BRONCO ALVEOLAR: Amostra coletada através de procedimento médico. Encaminhar o material em frasco estéril e imediatamente após a coleta.
REGIÃO VAGINAL:
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia prévia;
A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o resultado.
REGIÃO ENDOCERVICAL:
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque) ou colposcopia. Caso pretenda realizar colposcopia, fazer a coleta da citologia líquida antes da aplicação do ácido acético ou iodo;
A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o resultado.
Região vaginal ou endocervical (região indicada pelo médico):
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia prévia;
A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o resultado.
Jejum não obrigatório
Jejum desejável de 4hrs.
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Medicação: Informar o uso de medicamentos, principalmente corticosteróide.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Urina recente. Jejum não necessário
Instruções
Coletar urina do final da jornada de trabalho, ou após o período de exposição (recomenda-se evitar a primeira jornada da semana).
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Manter amostra refrigerada desde o momento da coleta.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar: o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
A coleta ideal deve ser realizada imediatamente antes da administração da próxima dose do medicamento ou conforme orientação médica.
Caso o medicamento seja tomado apenas uma vez ao dia, a coleta deve ser feita pelo menos 12 horas após a medicação ou conforme orientação médica.
Jejum: Desejável de 4 horas ou conforme orientação médica.
Coletar antes da próxima dose do medicamento, observando o mínimo de seis horas após a última dose ou conforme orientação médica.
Informar medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da última dose.
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
SEGUNDA URINA DA MANHÃ: Fazer higiene local com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato e coletar o jato médio da 2ª urina da manhã (com retenção urinária de 2 a 4 horas).
Manter dieta hídrica habitual.
Para Mulheres: não colher durante o período menstrual.
Quando no pedido for solicitado urina rotina e dismorfismo eritrocitário o ideal que seja realizado no mesmo dia. Evitar a coleta em dias distintos.
Utilizar frasco limpo e próprio para coleta de urina.
Para mais informações, entre em contato pelo telefone ou WhatsApp: 65 3326-0066.
Para mais informações, entre em contato pelo telefone ou WhatsApp: 65 3326-0066.
Jejum não necessário
Jejum
Necessário jejum de 4 horas.
Instruções
Indique a data da primeira dosagem do fármaco, a dose, frequência indicada pelo médico e data da última dose.
A coleta deve realizada antes da próxima dosagem do fármaco. Indique a data da primeira dosagem do fármaco, a dose, frequência indicada pelo médico e data da última dose.
Comentários
Infliximabe é um medicamento usado para tratar pacientes adultos e pediátricos com algumas doenças auto-imunes, tais como Artrite Reumatóide, Espondilite Anquilosante, Psoríase, Doenças Inflamatórias Intestinais (Colite Ulcerativa e Doença de Crohn), Doença de Behçe. Nessas doenças, o corpo produz uma quantidade maior de uma substância chamada Fator de Necrose Tumoral alfa (TNF-alfa). Essa quantidade maior de substância faz com que o sistema imunológico do seu corpo ataque o tecido saudável causando uma inflamação. Bloquear o TNF-alfa com Infliximab pode reduzir a inflamação, mas pode também diminuir a capacidade do sistema imunológico em combater infecções, pois o fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa) é um mediador da inflamação e modula a resposta imunitária celular.
Jejum: Para este exame, a coleta deve ser feita imediatamente antes da próxima mamada.
Jejum desejável de 4 horas
Preparo:
- O cliente deve estar com a dosagem estável da medicação há pelo menos dois dias, mantendo o horário regular de tomada do medicamento.
- Caso o medicamento seja usado apenas uma vez ao dia, a coleta deve ser feita de 12 a 24 horas após a tomada.
- Caso o medicamento seja usado duas ou mais vezes ao dia, a coleta deve ser feita dentro do período de uma hora antes da hora habitual.
- Em caso de suspeita de intoxicação, pode ser colhida a qualquer momento (anotar o horário da tomada).
E
Jejum não necessário
Fezes
Instruções:
Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material. Em casos de crianças utilizar coletor, se necessário.
Não usar, laxantes ou supositório.
Defecar em vasilhame limpo e seco.
Retirar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal (inicio, meio e fim) e colocar em frasco fornecido pelo laboratório ou adquirido em farmácia, sem liquido conservante, de modo que complete pelo menos 1/4 do frasco.
Jejum não necessário
Jejum mínimo de 12 horas
Jejum necessário de no mínimo 8 horas
Urina de 24 horas
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar desde o início da coleta.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Orientações para coleta:
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
Urina recente:
Instruções
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar: o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias. O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em uso de biotina. Recomenda-se a suspensão do uso por, no mínimo, 48 horas antes da coleta da amostra. A suspensão das medcações deve ser autorizada pelo seu médico.
Fezes recente a fresco.
Instruções
Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material. Em casos de crianças utilizar coletor de urina, se necessário.
Evitar o uso de laxantes ou supositórios no mínimo 3 dias antes e no dia da coleta das fezes ou conforme orientação médica.
Defecar em vasilhame limpo e seco.
Retirar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal (início, meio e fim) e colocar em frasco fornecido pelo laboratório ou adquirido em farmácia, sem líquido conservante, de modo que complete pelo menos meio frasco.
Sempre que houver muco (catarro), pus ou sangue, colher esta porção para que seja analisada, informando a presença dessas substâncias ao entregar o material.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 2 (duas) horas a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Tempo de Jejum: Jejum não necessário
Material colhido na região anal (fita gomada + swab retal em salina).
Instruções
Não usar nenhum medicamento no local.
Vir ao laboratório pela manhã antes de defecar ou tomar banho (não fazer higiene).
Jejum: Não é necessário.
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
O gene ACE está presente no cromossomo 17 e codifica a enzima conversora da angiotensina (ECA). Essa enzima faz parte do sistema renina-angiotensia, e auxilia na regulação da pressão sanguínea e do balanço eletrolítico através da hidrolização da angiotensina I em angiotensina II, um potente vasoconstritor e estimulador da aldosterona.
O gene ACE possui um polimorfismo de dois alelos, denominados "inserção" (I) e "deleção" (D) na posição 287, que têm sido associado com uma predisposição aumentada a diversas doenças.
Como cada indivíduo possui duas cópias do mesmo gene, os genótipos encontrados podem ser II, ID ou DD. O genótipo DD está associado a níveis mais altos da enzima, o genótipo II a niveis mais baixos, e genótipo ID a niveis intermediários.
Indivíduos com o genótipo DD possuem aproximadamente um nível sérico de ECA duas vezes maior quando comparado ao genótipo I/I e apresentam um risco aumentado para doenças coronárias, acidentes vasculares encefálicos e complicações da diabetes.
Jejum necessário de no mínimo 8 horas
Material: Escarro
Instruções para a coleta do material (a coleta deve ser realizada em ambiente aberto):
Para que o resultado do seu exame seja correto, precisamos analisar a secreção que vem dos seus pulmões (catarro) e não a saliva da boca. Por favor, siga rigorosamente os passos abaixo.
Material necessário para a coleta:
Frasco estéril de boca larga (fornecido pelo laboratório ou adquirido na farmácia).
Preparação (Dia anterior):
Não havendo qualquer contraindicação, beba bastante água no dia anterior à coleta. A hidratação ajuda a fluidificar o muco e facilita a saída do escarro.
No dia da coleta (Ao acordar):
A coleta deve ser feita, preferencialmente, logo ao acordar, antes de ingerir qualquer alimento.
Higiene Oral: Faça vários bochechos e gargarejos apenas com água pura para limpar a boca e remover resíduos de alimentos ou células soltas.
Atenção: Não use pasta de dente ou enxaguantes bucais (como Listerine), pois eles podem alterar as células da amostra.
Obtenção do Material:
Inspire (puxe o ar) profundamente pelo nariz e prenda a respiração por alguns segundos.
Force uma tosse profunda (vinda do peito) para soltar a secreção.
Cuspa o material obtido diretamente dentro do frasco estéril.
Repita o processo até obter uma quantidade razoável de material (idealmente entre 3 a 5 ml ou o volume de uma colher de chá cheia).
Evite Saliva: Tente ao máximo não colocar saliva (aquela espuminha branca e líquida) no pote. Precisamos da parte mais densa, espessa e colorida (amarelada, esverdeada ou esbranquiçada).
Entregue o material no laboratório logo após a coleta.
Fezes recentes
Jejum não obrigatório
INTERPRETAÇÃO
O Epstein Barr (EBV) é um herpesvírus, considerado um agente infeccioso comum, encontrado em aproximadamente 95% da população mundial. Ele é transmitido principalmente por via oral, através da saliva contaminada, e replica-se no epitélio orofaríngeo e nasofaríngeo, causando a patologia denominada Mononucleose infecciosa.
Não é necessário jejum
INTERPRETAÇÃO
A mononucleose infecciosa é causada por um herpesvírus ubíquo, o vírus Epstein-Barr (EBV). Como crianças e até adolescentes não produzem anticorpos heterófilos, o teste mais indicado para auxiliar o clínico no diagnóstico é a pesquisa de anticorpos específicos contra o antígeno do capsídeo do vírus (VCA).
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário.
O exame deve ser colhido preferencialmente entre 7:30h e 12:00h. Caso o paciente não queira colher dentro desse horário assinar o termo de ciência.
Jejum não necessário
Urina Isolada: Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a micção, coletar o jato médio.
Urina neonatal: A coleta ideal é a realizada no laboratório com o coletor infantil. O saco coletor deve ser colocado após a adequada higienização, e se não ocorrer a micção em um prazo de 60 minutos, o saco coletor deverá ser trocado, até que ocorra espontânea micção.
Coleta de sangue: Jejum não obrigatório
Para cultura, não é necessário fazer
abstinência sexual.
A coleta deve ser preferencialmente,
no laboratório em frasco estéril,
obedecendo ás seguintes
observações:
Antes da coleta, urinar e proceder a
higiene das mãos e do pênis usando
água e sabão, distendendo todo
prepúcio.
Enxaguar abundantemente, secar as
mãos e o pênis cuidadosamente
com gaze estéril ou toalha limpa.
É proibido o uso de qualquer tipo de
lubrificante, inclusive saliva.
Abstenção de ejaculação
(relação sexual, masturbação
e ejaculação noturna) de 2 a 7
dias ou conforme orientação
médica.
Se for controle de vasectomia
não é necessária a abstenção
de ejaculação.
A forma de coleta do material
é por masturbação nas
dependências do laboratório.
Não utilizar qualquer tipo de
lubrificante.
Jejum:
Jejum obrigatório de 8 horas.
Intervalo entre mamadas para lactentes.
Detecção de anticorpos contra substrato de cercária apresenta sensibilidade máxima de 90% em pacientes com formas agudas da doença.
Entretanto, podem não ser detectados em indivíduos com infecções leves ou moderadas.
Reações falso-positivas podem ocorrer com outros parasitas intestinais (ancilostoma, ascaris). Sorologia positiva não distingue infecção aguda de exposição prévia.
A pesquisa de ovos pode positivar-se antes da sorologia. A Sorologia para esquistossomose pode permanecer positiva, mesmo após cura da doença.
Instruções
Não colher logo após alimentação.
Recomenda-se enxaguar a boca com água fria 5 minutos antes da coleta da amostra.
O uso de 1 ou 2 gotas de limão estimula a salivação, facilitando a obtenção da amostra.
Por um período de 30 minutos antes da coleta não será permitido qualquer tipo de alimentação ou bebida.
A coleta não é recomendável em caso de lesões orais com sangramento ativo ou potencial.
Evitar escovar os dentes pelo menos duas horas antes da coleta para evitar sangramento gengival.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Medicação: Suplementação exógena de Estradiol pode elevar os níveis séricos de Estrona e Estrona-3-Sulfato, e ocasionar interferência na dosagem do Estradiol.
Jejum não obrigatório
Jejum aconselhável de 4 horas.
Jejum não obrigatório
MATERIAL
SANGUE TOTAL OU SWAB BUCAL
SANGUE TOTAL : EDTA (ROXO) - Jejum não necessário
SWAB BUCAL: Jejum: 30 minutos antes da coleta, não beber, comer, fumar, mascar chicletes, escovar os dentes ou inserir qualquer objeto na boca.
Dados: É obrigatório o envio da cópia do pedido médico, relatório clínico e formulário (disponível no Laboratório) preenchido corretamente.
Kit próprio(verificar disponibilidade no laboratório)
Formulário obrigatório, fornecido pelo laboratório.
INTERPRETAÇÃO
O termo Exoma refere-se ao conjunto de éxons presentes no genoma de grande parte dos seres vivos, composto por cerca de 180.000 éxons nos humanos. O genoma humano, em sua totalidade, apresenta cerca de três bilhões de pares de bases (A-T, C-G) e é constituído por regiões gênicas e intergênicas. Estima-se que na espécie humana existam cerca de 22.000 regiões gênicas ou genes propriamente ditos, que são a base formadora das proteínas. 85% das mutações causadoras de cerca de 6.000 doenças genéticas com padrão de herança mendeliano, conhecidas até o momento, ocorrem nos éxons, região analisada neste exame. Portanto, este é um exame laboratorial eficiente para identificar causas genéticas de doenças ou deficiências. Ao invés de investigar genes individuais ou pequenos grupos de genes, todos os éxons ou regiões codificadoras de milhares de genes são analisados simultaneamente utilizando-se a tecnologia de sequenciamento massivo paralelo. O teste é baseado no sequenciamento de cada nucleotídeo do exoma humano de um indivíduo, com uma cobertura que gera uma sequência consenso de alta acurácia. Esta sequência consenso é então comparada a padrões e referências do que é considerado normal na população, e o resultado é interpretado no contexto do histórico médico do paciente.
Jejum não obrigatório.
Atrofia muscular espinhal (AME) é condição geneticamente determinada, de herança autossômica recessiva, que cursa com fraqueza muscular proximal, atrofia muscular e reflexos osteotendíneos reduzidos ou ausentes, fasciculação lingual, secundários à perda progressiva e irreversível de neurônios motores inferiores, do corno anterior da medula espinha e núcleos do tronco encefálico. A apresentação e gravidade da doença são variáveis, podendo iniciar-se desde a vida intrauterina até a idade adulta. Outras comorbidades incluem déficit pôndero- estatural, doença pulmonar restritiva, escoliose e contraturas articulares. O espectro fenotípico encontrado na AME está associado à deleção de ambas as cópias, incluindo o exon 7, do gene SMN1, em 95-98% dos pacientes. Entre 2-5% dos indivíduos assintomáticos apresenta a deleção de ao menos o exon 7 de SMN1 em heterozigose composta com uma variante pontual nesse gene. O gene SMN2, situado na mesma região do cromossomo 5q13, apresenta 99% de homologia de sequência ao SMN1 e compensa, parcialmente, a deleção de uma das cópias de SMN1. Duas formas de tratamento direcionadas ao mecanismo molecular da doença, que envolvem oligonucleotídeos antissense e terapia gênica com reposição da cópia faltante de SMN1, respectivamente, foram recentemente aprovadas para o tratamento de AME, apresentando bons resultados no controle da progressão da doença.
Jejum não necessário.
Jejum: Não é necessario jejum ou cuidados especiais.
INTERPRETAÇÃO
Os polimorfismos no gene da apolipoproteína E (apoE) são importantes fatores de risco para o desenvolvimento da doença de Alzheimer. O gene APOE humano, mapeado no braço longo do cromossomo 19, codifica uma glicoproteína com 317 aminoácidos, a qual desempenha um papel fundamental para o catabolismo de componentes ricos em triglicérides no corpo humano.
Informações de preparo e coleta:
Coletar urina de final de jornada de trabalho ou aleatória em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo. Após a coleta, manter o frasco bem fechado e enviar imediatamente a amostra refrigerada para o laboratório em tubo de transporte
O exame , quando realizado na urina, é útil para avaliar-se a exposição ao etanol, mas não possui valor forense.
Jejum não necessário.
Etanol Soro, Imunoquímica,
Coletar a amostra em tubo soro gel, centrifugar e enviar amostra refrigerada .
Instruções
Para casos em que a dosagem se destina à pesquisa de suspeita de ingestão de bebida alcoólica , a coleta deve ser realizada o mais próxima possível do momento do consumo.
Não há um prazo ideal a ser definido para que a coleta seja realizada, haja vista que os níveis de etanol variam em função de vários fatores, tais como o volume e o tipo de bebida ingerida, a frequência de consumo, presença de alimentos no trato gastrointestinal, além de fatores individuais.
Instruções
Para a realização deste teste, o cliente deve estar com a dosagem estável da medicação há pelo menos 15 dias.
O indivíduo precisa manter, obrigatoriamente, o horário usual de tomar o medicamento e fazer a coleta da amostra até uma hora antes desse momento habitual ou, então, de acordo com o pedido médico.
Caso o medicamento seja usado apenas uma vez ao dia, a coleta deve ser realizada pelo menos 12 horas após ele ter sido tomado.
Em suspeitas de intoxicação, o exame pode ser feito a qualquer momento - deve-se, porém, anotar o horário da última dose.
CONDIÇÕES
Esperma
Fezes
Secreção do colo uterino
Secreção vaginal
Secreção uretral
Urina primeiro jato
INSTRUÇÕES:
Coleta uretral:
Vir para a coleta preferencialmente pela manhã sem urinar, ou estar sem urinar há pelo menos 4 horas.
Coleta vulvar:
Vir para a coleta preferencialmente pela manhã sem urinar, ou estar sem urinar há pelo menos 4 horas;
Não usar desinfectantes ou medicações tópicas (caso esteja em uso, aguardar 48 horas após o término);
Não realizar higiene/banho no dia da coleta;
Não ter relação sexual nas últimas 24 horas anteriores ao exame.
Coleta em Vagina, fundo de saco vaginal, colo uterino e canal endocervical:
A paciente não deverá ter feito ducha vaginal nas 24 horas anteriores ao exame;
Não deve ter feito exame ginecológico com o uso de iodo ou ácido acético nas últimas 24 horas;
Não estar menstruada (caso estiver, aguardar 48 horas após o término da menstruação).
Informar se o paciente está ou esteve recentemente em uso de antimicóticos.
Esperma:
Realização da Coleta:
Nas dependências do laboratório ou em casa.
Não realizamos coleta aos domingos e feriados.
Não necessita de abstenção / abstinência de ejaculação.
A forma de coleta do material é por masturbação, sem que haja perda do material, diretamente no frasco estéril, não utilizar preservativos ou coito interrompido, lavar mãos e genitália antes da coleta.
Não utilizar qualquer tipo de lubrificante, nem mesmo saliva ou preservativos.
Preparo:
- Jejum não necessário.
F
Jejum não obrigatório
Instruções
O cliente deve informar os medicamentos utilizados nos últimos sete dias, especialmente o tipo de heparina debaixo peso molecular (Clexane, Fraxiparina ou Fragmin).
A coleta deve ser realizada de 3 horas e meia a 4 horas após a administração da heparina de baixo peso molecular.
Jejum
Para todas as idades mínimo de 4 horas.
Não é necessário jejum ou realizar jejum conforme orientação do profissional solicitante.
INTERPRETAÇÃO
O VEGF-D é uma proteína vital para a formação e manutenção dos vasos linfáticos e também desempenha um papel na angiogênese, influenciando processos fisiológicos e patológicos relacionados ao sistema vascular. Esse exame é recomendado para auxiliar no diagnóstico de LAM (Linfangioleiomiomatose), doença pulmonar rara, podendo reduzir a necessidade de biópsias pulmonares invasivas.
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
O fator de crescimento transformador beta é uma citocina com diversas funções em diferentes tipos celulares, como diferenciação celular, reparo tecidual, regulação do crescimento, na formação de ossos e cartilagens, no controle do sistema imune e na cicatrização de feridas, assim como no controle da inflamação intestinal.
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório
Jejum mínimo de 4 horas
Jejum mínimo de 4 horas.
IMPORTANTE:
- Informar se há histórico de transfusão, sangramento ou trombose.
- Informar uso de medicamentos, principalmente anticoagulantes.
Jejum não necessário
Preparo do paciente:
- Jejum mínimo de 4 horas.
IMPORTANTE:
- Informar se há histórico de transfusão, sangramento ou trombose.
- Informar uso de medicamentos, principalmente anticoagulantes.
Preparo do paciente:
- Jejum mínimo de 4 horas.
IMPORTANTE:
- Informar se há histórico de transfusão, sangramento ou trombose.
- Informar uso de medicamentos, principalmente anticoagulantes.
Preparo do paciente:
- Jejum mínimo de 4 horas.
IMPORTANTE:
- Informar se há histórico de transfusão, sangramento ou trombose.
- Informar uso de medicamentos, principalmente anticoagulantes.
Preparo do paciente:
- Jejum mínimo de 4 horas.
IMPORTANTE:
- Informar se há histórico de transfusão, sangramento ou trombose.
- Informar uso de medicamentos, principalmente anticoagulantes.
Preparo do paciente:
- Jejum mínimo de 4 horas.
IMPORTANTE:
- Informar se há histórico de transfusão, sangramento ou trombose.
- Informar uso de medicamentos, principalmente anticoagulantes.
Preparo do paciente:
- Jejum mínimo de 4 horas.
IMPORTANTE:
- Informar se há histórico de transfusão, sangramento ou trombose.
- Informar uso de medicamentos, principalmente anticoagulantes.
Preparo do paciente:
- Jejum mínimo de 4 horas.
IMPORTANTE:
- Informar se há histórico de transfusão, sangramento ou trombose.
- Informar uso de medicamentos, principalmente anticoagulantes.
Jejum não necessário.
Jejum: Aconselhável de 4 horas.
Medicação: Realizar coleta antes de uma das tomadas do medicamento (2 horas antes) ou conforme orientação médica.
Instruções
A coleta ideal deve ser realizada imediatamente antes da administração da próxima dose do medicamento ou conforme orientação médica.
Caso o medicamento seja tomado apenas uma vez ao dia, a coleta deve ser feita pelo menos 12 horas após a medicação.
Jejum:
Desejável de 4 horas ou conforme orientação do médico.
Instruções:
Recomenda-se coletar a urina ao final da jornada de trabalho após, no mínimo, dois dias de seguidos de exposição.
Especificar o tipo de urina enviada (se início ou final de jornada).
Não utilizar cremes ou óvulos vaginais nas 24 horas que antecedem a coleta.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Jejum não necessário.
**Documentos necessários:
*Cópia do pedido médico;
*Recomenda-se que o pedido médico apresente um breve relatório/história clínica sobre a suspeita diagnóstica, pois isso é essencial para a análise e interpretação do exame (não obrigatório).
Jejum não necessário
ATENDIMENTO
Documentos necessários:
REQ00874 - Formulário de Imunofenotipagem (fornecido pelo laboratório)
Cópia do pedido médico;
Obrigatório relatório médico/história clínica ou justificativa para realização do exame.
*IMPORTANTE* O envio do pedido médico, constando hipótese diagnóstica e dados clínicos do paciente é obrigatório para o processamento e recebimento da amostra.
Jejum não obrigatório
Instruções
A coleta deve ser feita preferencialmente pela manhã.
Adultos: obrigatório de 8 horas.
Bebês (0 a 1 ano): Geralmente, a coleta é feita no intervalo entre as mamadas ou antes da próxima amamentação.
Crianças pequenas (1 a 6 anos): O jejum recomendado costuma ser de 2 a 4 horas.
Crianças maiores (acima de 6 anos): Podem seguir o preparo de adultos, que é um jejum de 8 horas.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Jejum: Não é necessário.
Instruções
Não colher em local de trabalho.
Retirar o uniforme antes da coleta.
Não utilizar recipiente de vidro para coletar ou acondicionar a amostra.
Recomenda-se coletar antes da jornada com, no mínimo, 48 horas sem exposição.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Nas mulheres, lavar e secar sempre de frente para trás. Nos homens lavar retraindo o prepúcio para uma adequada limpeza do meato uretral.
Desprezar o primeiro jato e sem interromper a micção, colher o jato médio sem encostar o frasco de coleta na região genital.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar; o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Jejum:
Adultos: mínimo de 8 horas;
De 0 ate 1 ano: mínimo de 3 horas;
De 1 ate 5 anos: mínimo de 6 horas;
Acima de 5 anos: mínimo de 8 horas.
Jejum
Adulto: mínimo de 8 horas
De 0 ate 1 ano: mínimo de 3 horas;
De 1 ate 5 anos: mínimo de 6 horas;
Acima de 5 anos: mínimo de 8 horas.
Jejum não obrigatório
Jejum não necessário
Instruções
Aguardar 48 horas caso tenha realizado exame de toque retal
Aguardar 48 horas caso tenha praticado relação sexual ou ejaculação.
Em caso de dúvidas consultar o seu médico.
Jejum não necessário
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
Fosfatidilglicerol é um fosfolípide sintetizado pelos pneumócitos na composição do surfactante pulmonar. Ele é o último fosfolípide a aparecer no pulmão fetal por volta da 36ª semana e seus níveis aumentam conforme a idade gestacional até o nascimento. Sua
presença indica um estado avançado de desenvolvimento e função pulmonar fetal, por isto, a detecção é considerada um indicador muito forte de que não ocorrerá a Síndrome do Desconforto Respiratório (SDR).
O fosfatidil glicerol também está relacionado com a síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAF ou SAAF), uma doença autoimune na qual o organismo produz autoanticorpos contra as proteínas ligadas aos fosfolipídios.
Instruções:
Interromper 48 horas antes da coleta ou conforme orientação médica: Antiácidos, vitamina D, heparina, tetraciclina, meticilina, insulina e eter Anestésico.
Jejum:
Mínimo de 12 horas ou conforme orientação médica.
Preparo ESPER:
Outros: A abstinência sexual deve ser de 2 a 7 dias antes da coleta.
Coleta ESPER:
Antes de iniciar, o paciente deve higienizar as mãos e área genital.
A coleta é feita através de masturbação. O paciente deverá ejacular dentro do frasco estéril, coletando o volume total (especialmente o início da ejaculação, onde está presente a maior concentração de espermatozóides).
Jejum não necessário
- Antes da coleta, urinar e higienizar as mãos e o pênis usando água e sabão, distendendo todo o prepúcio.
- Enxaguar abundantemente com água e secar o pênis cuidadosamente com toalha limpa.
- Não colher em preservativos, não usar lubrificantes (inclusive saliva) e não colher através de coito interrompido (relação sexual interrompida).
- A forma de coleta do material é por masturbação, sem que haja perda do material.
- Colher o material diretamente no frasco estéril.
- Não precisa fazer abstinência sexual.
Jejum não necessário
Instruções
Teste realizado somente com agendamento prévio (6533260066).
Necessário a apresentação da receita médica para a aplicação da ampola no setor de Provas Funcionais.
O paciente e seu acompanhante deverão permanecer por todo o período do teste no laboratório.
O exame poderá ser cancelado no dia do teste, dependendo do parecer médico antes de sua realização, apesar do agendamento prévio.
A ampola GnRH ou LHRH não está disponível no laboratório. É de responsabilidade do cliente a aquisição da ampola.
O teste é contra-indicado para gestantes e mães que estejam amamentando.
Sugere-se levar um acompanhante (um familiar ou amigo).
Jejum desejável de 4 horas.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Jejum não necessário
Comentários
A sífilis é uma infecção de caráter sistêmico causada pela bactéria Treponema pallidum (T. pallidum) e transmitida predominantemente por via sexual e vertical. Ao longo da evolução natural da doença, ocorrem períodos de atividade, com características clínicas, imunológicas e histopatológicas distintas, intercalados com períodos de latência, durante os quais não se observa a presença de sinais ou sintomas.
Para a definição do diagnóstico de sífilis, é necessário correlacionar os dados clínicos, os resultados de testes diagnósticos, o histórico de infecções passadas e a investigação de exposição recente. Os testes imunológicos detectam anticorpos e são os mais utilizados na prática clínica para auxiliar na investigação da sífilis. Existem dois tipos de testes, os treponêmicos e os não treponêmicos.
O Ministério da Saúde, por meio da portaria Portaria nº 2.012 de 19 de outubro de 2016, preconiza que a confirmação do diagnóstico de sífilis deva ser realizada utilizando-se os testes treponêmicos e não treponêmicos combinados em fluxograma para aumentar o valor preditivo positivo.
O VDRL (do inglês Venereal Disease Research Laboratory) é um teste não treponêmico que detecta anticorpos IgM e IgG anticardiolipina não específicos para T. pallidum utilizando a metodologia de floculação. Apresenta resultados semiquantitativos, pois, nos casos de resultados reagentes, realiza-se a diluição da amostra para titulação desses anticorpos e emissão do resultado. É utilizado para auxiliar no diagnóstico, para o monitoramento da resposta ao tratamento e para o controle de cura. Essa variação também pode ocorrer em função da subjetividade da leitura do teste, que dependem do olhar do profissional que realiza Reações de falso-positivo para VDRL podem acontecer em situações de estímulo imunológico como em infecções (HIV, hepatites virais, varicela, malária, hanseníase), vacinações, gravidez, doenças autoimunes, uso de drogas injetáveis e idade avançada. Uma amostra testada utilizando testes de fabricantes ou plataformas distintas poderá apresentar variação de título em mais ou menos uma diluição no resultado final, sem que isso signifique erro.
Os testes treponêmicos detectam anticorpos específicos contra componentes celulares do treponema, utilizando metodologias como a quimioluminescência e a imunofluorescência indireta (conhecido como FTA-ABs). Para o diagnóstico de sífilis, somente é recomendado o uso de testes treponêmicos que detectam anticorpos totais (IgG e IgM), pois a utilização de testes que detectam isoladamente anticorpos IgM (ex.: FTA-Abs IgM) não é útil como marcador de infecção recente, visto que podem ser detectados tanto em estágios recentes quanto tardios da doença. Os testes treponêmicos são os primeiros a apresentarem resultado reagente após a infecção, em média a partir de dez dias do aparecimento da lesão primária da sífilis (cancro duro). Por serem os primeiros testes imunológicos a se tornarem reagentes, os testes treponêmicos são os mais indicados para iniciar a investigação de sífilis. Apesar de úteis para o diagnóstico, eles não devem ser utilizados no monitoramento do tratamento nem diagnóstico de reinfecção, visto que em 85% dos casos permaneceram positivos durante toda a vida (cicatriz sorológica), independente de tratamento.
Referência bibliográfica:
Brasil. Ministério da Saúde. Manual técnico para o diagnóstico da sífilis, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sifilis/publicacoes/manual-tecnico-para-o-diagnostico-da-sifilis.pdf/view
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
As alergias alimentares constituem uma reação exagerada do sistema imunitário contra algumas proteínas dos alimentos e podem ser IgE mediadas, não-IgE mediadas ou mistas. A alergia IgE mediada resulta da produção de anticorpos de tipo IgE contra o alimento; os sintomas surgem nos primeiros 30 minutos ou até 2 horas após o contato com o alimento; pode ser muito grave e capaz de pôr a vida em risco em poucos minutos. A alergia não-IgE mediada envolve outros tipos de anticorpos ou células que reagem contra as proteínas dos alimentos; normalmente os sintomas são digestivos e geralmente é uma reação tardia, com início mais de 2 horas após a ingestão do alimento, o que torna o diagnóstico mais difícil. A alergia mista envolve IgE e outros mecanismos imunológicos, como é o caso da esofagite eosinofílica, por exemplo.
Os principais alimentos que causam alergia mais frequentemente são: na criança as proteínas do leite, o ovo, o peixe, frutos secos, soja e trigo; no adulto os mais comuns são mariscos, peixes, frutos secos e frutos frescos (muitas vezes em doentes alérgicos com rinite e/ou asma, por reatividade cruzada com componentes de alérgenos respiratórios). Não é preciso ingerir para se ter uma reação alérgica, basta o contato com a pele e/ou mucosas ou a simples inalação dos vapores de cozimento ou simplesmente passear no supermercado.
Outra verdade que pode parecer estranha é que uma pessoa pode ser alérgica a um alimento cru e não ser alérgica ao mesmo alimento quando cozido. Isso acontece porque alguns alérgenos alimentares são pouco resistentes ao calor e, por isso, são facilmente destruídos durante a cocção dos alimentos. Mas não é aplicado para todos, por isso na dúvida esclareça bem com o seu médico alergologista.
Os exames IgEs Múltiplos não identificam os alérgenos específicos do painel que são responsáveis por um resultado positivo, mas auxiliam na redução das possibilidades na pesquisa por estímulos causadores de alergias. Por isso, somente são clinicamente conclusivos os resultados NEGATIVOS. Nos casos de resultados POSITIVOS, recomenda-se repetir as determinações com IgEs Específicos para os alérgenos contidos no painel múltiplo. Nesse contexto, a valoração no sistema de classes carece de significado clínico.
Jejum não necessário
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco com conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
A amostra deve ser acidificada e refrigerada desde o início da coleta. O conservante a ser utilizado é o HCl.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Orientações para coleta:
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma. Não perder nenhum volume de urina durante a coleta. Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
CONSERVANTE HCL 50%.
Instruções de coleta
Amostra isolada: Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
INTERPRETAÇÃO
Os valores de fósforo urinário variam com a hora do dia, dieta, idade, massa muscular, função renal e nível de PTH (paratormônio). Valores baixos são encontrados na Síndrome de Fanconi, hiperparatireoidismo, hipoparatireoidismo, hipovitaminose D, raquitismo, osteomalácia, hemodiálise, doença hepática, alimentação parenteral prolongada e tratamento de cetoacidose diabética. Valores altos ocorrem na insuficiência renal, hipoparatireoidismo, pseudohipoparatireoidismo, hipervitaminose D, osteoporose, metástase óssea, hipocalcemia, leucemia mieloide crônica, mieloma múltiplo, diabetes melittus descompensado, exercícios, desidratação e hipovolemia.
G
Jejum mínimo desejável de 4 horas
Jejum desejável de 4 horas.
Jejum não necessário
Jejum: Jejum por uma noite, preferencialmente 12 horas ou mais.
Outros: Devem ser suspensos medicamentos a base de atropina e cálcio (se autorizado pelo seu médico).
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório
Preparo Região Endocervical HPVAB:
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque) ou colposcopia. Caso pretenda realizar colposcopia, fazer a coleta da citologia líquida antes da aplicação do ácido acético ou iodo;
KIT Cellpreserv
Jejum não é necessário.
INTERPRETAÇÃO
Os receptores KIRs (killer cell immunoglobulin-like receptors) são moléculas localizadas na superfície de células NK (natural killer) e em subpopulações de linfócitos T; codificadas por genes do cromossomo 19q13.4. A interação entre receptores KIR e moléculas HLA de classe I determina se células NK exercerão ou não sua função citotóxica e/ou secretora de citocinas ou se esta será inibida. Os receptores KIR maternos, de acordo com seu haplótipo, interagem com diferentes afinidades com células embrionárias de acordo com o sistema imune do embrião (herdado a 50% do pai).
Jejum não necessário
Instruções
- O teste é realizado somente pela manhã (início até às 10:00 horas)
- O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste.
- O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou debilitados.
- Não é permitida a ingestão de água, alimentos ou outros líquidos durante o exame.
- Durante o exame, e necessário que o paciente permaneça sentado e não fume.
Jejum mínimo de 8 horas.
Material: FEZES
Instruções:
Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
Em casos de crianças utilizar coletor de urina, se necessário.
Defecar em vasilhame limpo e seco.
Evitar o uso de talco, laxantes, antiácido, contraste oral (utilizado em exames radiológicos) e supositório nos 3 dias que antecedem ao exame e no dia da coleta.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 2 (duas) horas a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Jejum desejável de 4 horas
Jejum desejável de 4 horas
Jejum desejável de 4 horas
Jejum:
- Até 3 anos: No mínimo 3 horas de jejum;
- De 3 a 9 anos: No mínimo 4 horas de jejum;
- A partir de 9 anos e adultos: No mínimo 8 horas e no máximo 14 horas de jejum
Atenção: Para a coleta deste exame, recomendamos que o jejum não seja superior a 14 horas.
Ao iniciar sua refeição, marque o
horário exato. O retorno para a
coleta do exame deve ser feito
exatamente duas horas após o
início da alimentação, não do
término. Por favor, chegue ao
laboratório 15 minutos antes do
horário agendado.
Pode ingerir água neste período.
Se ingerir sobremesa, faze-lo
logo após alimentação.
A coleta deverá ser feita no
mesmo dia da glicose em jejum.
Neste intervalo de 2 horas não
poderá: chupar balas, mascar
chicletes, tomar café, chá, suco,
sorvete, etc.
O teste poderá ser colhido após
qualquer refeição, de preferência
uma refeição habitual do cliente.
Caso o médico oriente, seguir a
orientação médica.
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Evacuar diretamente no frasco
coletor ou em um pinico;
As fezes não devem estar
contaminadas com urina nem com
água;
Em caso de crianças que usam
fraldas, com auxílio da espátula
retirar o material fecal da fralda,
sem encostar a borda da espátula
na fralda. Orientar o responsável
pela criança para retirar de
preferência o material contendo
pús, muco ou sangue;
Encaminhar ao laboratório o mais
rápido possível (no máximo 1 hora
sem refrigeração).
Instruções:
Os líquidos corporais (pleural, peritoneal ou ascítico, sinovial, pericárdico, amniótico, biliar) não são colhidos no laboratório, pois são colhidos por procedimentos médicos. Realizamos o exame no material já coletado.
O médico deve especificar no pedido o tipo de material e o local da coleta.
Várias pesquisas como Gardnerella, Neisseria, Gonococos, Mobiluncus, Fungos, associação fuso-espiralar, dentre outros, podem ser solicitadas através do Gram.
Coleta uretral: .vir para a coleta, preferencialmente pela manhã sem urinar, ou estar sem urinar há pelo menos 4 horas.
Coleta vulvar: Vir para a coleta, preferencialmente pela manhã sem urinar, ou estar sem urinar há pelo menos 4 horas; . Não realizar higiene/banho no dia da coleta; . Não ter relação sexual nas últimas 24 horas anteriores ao exame.
Coleta em vagina, fundo de saco vaginal, colo uterino e canal endocervical: a paciente não deverá ter feito ducha vaginal nas 24 horas anteriores ao exame; não fazer uso de desinfetantes ou medicações tópicas (caso estiver, aguardar 48 horas após o término); não manter relação sexual nas últimas 24 horas anteriores ao exame; não ter realizado exame ginecológico com o uso de iodo ou ácido acético nas últimas 24 horas; não estar menstruada (caso estiver, aguardar 48 horas após o término da menstruação).
Esperma: . Realização da Coleta no laboratório ou em casa se o exame solicitado for somente espermocultura e/ou Gram.) . Não necessita de abstenção / abstinência de ejaculação. A forma de coleta do material é por masturbação, sem que haja perda do material, diretamente no frasco estéril. Não utilizar preservativos ou coito interrompido. Lavar as mãos e genitália antes da coleta.
Não utilizar qualquer tipo de lubrificante, nem mesmo saliva ou preservativos.
Urina Primero Jato: Fazer a higienização da genitália com água e sabão neutro, nas mulheres, lavar e secar sempre de frente para trás. nos homens lavar retraindo o prepúcio para uma adequada limpeza do meato uretral. Colher somente o jato inicial (no máximo 10 mL)
Instruções
Colher fezes recém excretadas antes da administração de antimicrobianos.
A positividade das coproculturas é maior quando a amostra é colhida nos primeiros dias da doença.
No caso de fezes coletadas em casa a amostra deve ser mantida em temperatura ambiente e a entrega no laboratório deve ocorrer em no máximo 2 horas após a coleta.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Jejum: Não é necessário.
Coleta uretral: .vir para a coleta, preferencialmente pela manhã sem urinar, ou estar sem urinar há pelo menos 4 horas.
Coleta em vagina, fundo de saco vaginal, colo uterino e canal endocervical: a paciente não deverá ter feito ducha vaginal nas 24 horas anteriores ao exame; não fazer uso de desinfetantes ou medicações tópicas (caso estiver, aguardar 48 horas após o término); não manter relação sexual nas últimas 24 horas anteriores ao exame; não ter realizado exame ginecológico com o uso de iodo ou ácido acético nas últimas 24 horas; não estar menstruada (caso estiver, aguardar 48 horas após o término da menstruação).
Condições
Urina jato médio.
Urina proveniente de coleta por sonda ou coletores
Instruções
Em caso de uso de antimicrobianos, deve-se aguardar 7 dias após o término do medicamento para realização do exame ou conforme orientação médica.
Não coletar urina após ter ingerido dextrosol.
Não passamos cateter (sonda).
Manter dieta hídrica habitual.
Colher preferencialmente no laboratório a primeira urina da manhã ou com intervalo de 4 horas entre as micções.
HOMEM: 1. Lavar as mãos com água e sabonete. 2. Lavar o pênis, com água e sabonete, distendendo todo o prepúcio. 3. Enxaguar com bastante água e secar com gaze estéril ou toalha limpa.
MULHER: 1. Lavar as mãos com água e sabonete. 2. Lavar a região genital e anal, com água e sabonete, de frente para trás 3. Enxaguar com bastante água e secar com gaze estéril ou toalha limpa, de frente para trás, sem fazer movimentos de trás para frente.
CRIANÇAS: 1. Colher sempre no laboratório com cuidados especiais 2. Não utilizar pomadas no dia da coleta. 3. Coleta com coletor de urina infantil: somente realizada nas dependências do laboratório. - Desprezar o primeiro jato de urina no vaso sanitário e, sem interromper a micção, coletar o segundo jato de urina (jato médio), não encostando o frasco na região genital. Utilizar recipiente largo, estéril, fornecido pelo laboratório.
Para coleta domiciliar: o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias. O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Observação: A presença de sangue menstrual pode interferir no resultado do exame. Não indicamos o uso de absorvente interno para coleta de urina no período menstrual.
Só abrir o frasco imediatamente antes da coleta.
Após a coleta, transferir a urina imediatamente para o tubo cônico.
Não encher o frasco até a borda.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Jejum não obrigatório
H
Instruções:
- Realizar a coleta entre o 1º e 7º dia após aparecimento dos sintomas: febre, tosse, dor
de garganta, coriza e dispnéia.
- Não realizamos a coleta do material lavado brônquico alveolar, aspirado traqueal,
aspirado e/ou lavado de nasofaringe e aspirado e/ou lavado de orofaringe, pois trata-se de
um procedimento médico.
Jejum:
- Jejum desejável de pelo menos 2 horas (evitar vômito). Se a coleta for realizada pela
manhã, vir ao laboratório antes do desjejum.
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório
Jejum não necessário.
Jejum não necessário.
Jejum não necessário.
Jejum não necessário.
Jejum não necessário.
Jejum não necessário.
Jejum: Aconselhável de 4 horas.
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório
Jejum: Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
Jejum: Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório
Preferencialmente não estar em uso de antimicrobianos.
Sempre que possível as amostras devem ser coletadas antes do início da antibioticoterapia.
Se o paciente já estiver em uso de antimicrobianos, as hemoculturas devem ser obtidas imediatamente antes de administrar a próxima dose.
Jejum não obrigatório
Preferencialmente não estar em uso de antimicrobianos.
Sempre que possível as amostras devem ser coletadas antes do início da antibioticoterapia.
Se o paciente já estiver em uso de antimicrobianos, as hemoculturas devem ser obtidas imediatamente antes de administrar a próxima dose.
Jejum não obrigatório
Preferencialmente não estar em uso de antimicrobianos.
Sempre que possível as amostras devem ser coletadas antes do início da antibioticoterapia.
Se o paciente já estiver em uso de antimicrobianos, as hemoculturas devem ser obtidas imediatamente antes de administrar a próxima dose.
Jejum não obrigatório
Preferencialmente não estar em uso de antimicrobianos.
Sempre que possível as amostras devem ser coletadas antes do início da antibioticoterapia.
Se o paciente já estiver em uso de antimicrobianos, as hemoculturas devem ser obtidas imediatamente antes de administrar a próxima dose.
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório
Coleta realizada de segunda a quinta-feira pela manhã. Não coletamos nas vésperas de feriados e finais de semana, devido à estabilidade da amostra.
Não é necessário jejum. Contudo, evite consumir alimentos gordurosos ou refeições pesadas (como o almoço) pouco antes da coleta. Mas em caso de febre ou urgência, a coleta pode ser realizada a qualquer hora do dia.
Comentário:
O hemograma completo é um exame laboratorial fundamental que avalia quantitativa e qualitativamente as três principais linhagens celulares do sangue: eritrograma (glóbulos vermelhos), leucograma (glóbulos brancos) e plaquetograma (plaquetas). Ele é essencial tanto para o diagnóstico quanto para o monitoramento de diversas condições clínicas, incluindo anemias, infecções, processos inflamatórios e doenças hematológicas.
Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Jejum não obrigatório
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais.
INTERPRETAÇÃO
A hepatite D, também chamada de Delta, é causada pelo vírus D (HDV), mas este vírus depende da presença do vírus do tipo B para infectar uma pessoa. E sua transmissão, assim como a do vírus B. A gravidade da doença depende do momento da infecção pelo vírus D. Pode ocorrer ao mesmo tempo em que a contaminação pelo vírus B ou atacar portadores de hepatite B crônica (quando a infecção persiste por mais de seis meses). Não existe vacina para a hepatite D, mas a doença pode ser prevenida em pessoas vacinadas para a hepatite B.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Preparo Região Endocervical:
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque) ou colposcopia. Caso pretenda realizar colposcopia, fazer a coleta da citologia líquida antes da aplicação do ácido acético ou iodo;
A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o resultado.
KIT Cellpreserv
Material: Sangue total EDTA
Interpretação do exame
O exame quantitativo molecular para Herpes vírus 6 é fundamental para detectar e monitorar a carga viral, auxiliando no diagnóstico preciso e no acompanhamento em pacientes imunocomprometidos.
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum aconselhável de 4 horas.
Instruções:
Este exame/procedimento requer agendamento prévio e é realizado em ambiente hospitalar. As despesas com honorários médicos, hospitalares e a insulina são de responsabilidade do cliente. Para maiores esclarecimentos, entre em contato conosco pelo telefone ou WhatsApp: (65) 3326-0066.
- É realizado somente pela manhã.
- É obrigatória a presença de acompanhante para a realização do teste.
- O exame é contraindicado em pacientes com epilepsia, passado de crises convulsivas, com doença cardíaca - infarto agudo do miocárdio (IAM) ou angina, com história de acidente vascular cerebral (AVC) e em indivíduos portadores de diabetes mellitus.
- Para indivíduos com idade entre 18 e 65 anos e obrigatória a apresentação de eletrocardiograma com laudo (cálculo do intervalo QT corrigido) realizado nos últimos 30 dias e da dosagem de potássio sérico (realizada nos últimos 7 dias) para a realização do exame.
- Não realizamos o teste para crianças menores de 2 anos ou com peso menor que 10 Kg e adultos acima de 65 anos de idade.
Jejum: obrigatório de 8 a 14 horas.
Instruções:
Este exame/procedimento requer agendamento prévio e é realizado em ambiente hospitalar. As despesas com honorários médicos, hospitalares e a insulina são de responsabilidade do cliente. Para maiores esclarecimentos, entre em contato conosco pelo telefone ou WhatsApp: (65) 3326-0066.
- É realizado somente pela manhã.
- É obrigatória a presença de acompanhante para a realização do teste.
- O exame é contraindicado em pacientes com epilepsia, passado de crises convulsivas, com doença cardíaca - infarto agudo do miocárdio (IAM) ou angina, com história de acidente vascular cerebral (AVC) e em indivíduos portadores de diabetes mellitus.
- Para indivíduos com idade entre 18 e 65 anos e obrigatória a apresentação de eletrocardiograma com laudo (cálculo do intervalo QT corrigido) realizado nos últimos 30 dias e da dosagem de potássio sérico (realizada nos últimos 7 dias) para a realização do exame.
- Não realizamos o teste para crianças menores de 2 anos ou com peso menor que 10 Kg e adultos acima de 65 anos de idade.
Jejum: obrigatório de 8 a 14 horas.
Jejum
Mínimo de 8 horas.
Instruções:
Este exame/procedimento requer agendamento prévio e é realizado em ambiente hospitalar. As despesas com honorários médicos, hospitalares e a insulina são de responsabilidade do cliente. Para maiores esclarecimentos, entre em contato conosco pelo telefone ou WhatsApp: (65) 3326-0066.
- É realizado somente pela manhã.
- É obrigatória a presença de acompanhante para a realização do teste.
- O exame é contraindicado em pacientes com epilepsia, passado de crises convulsivas, com doença cardíaca - infarto agudo do miocárdio (IAM) ou angina, com história de acidente vascular cerebral (AVC) e em indivíduos portadores de diabetes mellitus.
- Para indivíduos com idade entre 18 e 65 anos e obrigatória a apresentação de eletrocardiograma com laudo (cálculo do intervalo QT corrigido) realizado nos últimos 30 dias e da dosagem de potássio sérico (realizada nos últimos 7 dias) para a realização do exame.
- Não realizamos o teste para crianças menores de 2 anos ou com peso menor que 10 Kg e adultos acima de 65 anos de idade.
Jejum: obrigatório de 8 a 14 horas.
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
O hormônio do crescimento humano (hGH) é utilizado no diagnóstico do tratamento de várias formas de secreção inapropriada de hormônio do crescimento. As concentrações séricas de hGH apresentam uma variação considerável no decorrer de 24 horas, como consequência de surtos ou impulsos episódicos na secreção de hGH e variações importantes associadas ao ritmo circadiano e ao sono na liberação de hGH. Além disso, inúmeros fatores ambientais e metabólicos, incluindo a ingestão de nutrientes, o exercício físico, esforços físicos, depressão, traumas e idade influenciam a secreção e a depuração da hGH, influenciando a concentração existente no soro. As medições ultrassensíveis de hGH podem ser úteis na investigação do eixo somato trópico. Os testes de estimulação consistem em estimular os somatotrofos hipofisários para que secretem hGH em resposta a um estímulo farmacológico. Se não for atingido um nível máximo de liberação da hGH, significa que há uma insuficiência. O excesso de hormônio do crescimento (acromegalia) pode ser avaliado através da execução de um teste de supressão em um indivíduo com níveis elevados de hGH. As medições do hormônio humano do crescimento são usadas no diagnóstico e no tratamento de distúrbios que afetam o lobo anterior da glândula pituitária.
Jejum não obrigatório
Instruções de preparo
Preparo: Não utilizar laxantes, óleos minerais, enemas.
INTERPRETAÇÃO
A histamina está presente em concentrações relativamente altas, especialmente durante processos inflamatórios. A ação da histamina é induzir a contração das células musculares lisas, bem como dilatar os vasos sanguíneos e aumentar sua permeabilidade, causa distúrbios do ritmo cardíaco e influencia a pressão arterial, aumenta a secreção de muco, a secreção de ácido gástrico e a irritação das fibras nervosas nociceptivas.
URINA 24HRS SEM COSERVANTE
COLETA NORMAL DE 24HRS.
Jejum não necessário
Materiais:
Urina (5 mL)
Lavado broncoalveolar (2 mL)
Líquido pleural (2mL )
Líquido pericárdico (2mL)
Jejum não obrigatório.
*IMPORTANTE* - Devido à possibilidade de resultados falso-positivos para a sorologia de Anti HIV 1 e 2 em pacientes recentemente vacinados para o influenza H1N1, recomenda-se que seja adotado um intervalo mínimo de 30 dias entre a vacinação e a realização do teste (Nota técnica nº 128/2010 ULAB/D-DST-AIDS-HV/SVS/MS).
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório
Jejum não necessário
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Jejum não necessário
Jejum: Aconselhável de 4 horas.
Instruções:
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Jejum não necessário
Urina 24hrs sem conservante.
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar desde o início da coleta.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Orientações para coleta:
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Preparo para coleta:
Não usar creme e/ou óvulo vaginal;
Não utilizar ducha nem fazer lavagem interna;
Não manter relações sexuais, com ou sem uso de preservativos;
Não estar menstruada, mas pode ser realizado em vigência de sangramento não menstrual.
Condições
Raspado de lesões ou raspado de região considerada suspeita (colo uterino, vagina, vulva, perianal, anal, pênis, glande, prepúcio).
Exame realizado em meio líquido, preferencialmente em Surepath, podendo ser usado Thinprep, CellPreserv e GynoPrep .
Jejum não obrigatorio
I
Jejum
Desejável de 4 horas.
Condições
Vermes adultos, larvas ou fragmentos de vermes de origem intestinal isolados ou juntamente com as fezes.
Instruções
Colher em frasco limpo, adicionando salina ou formol a 10% para verme adulto de origem intestinal e fragmentos isolados de origem intestinal.
Não utilizar álcool, pois ele pode desidratar a amostra dificultando a realização do exame.
- Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não necessário
Interpretação
A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral. O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc).
- Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório
Jeum não obrigatório
Jejum não obrigatório
- Jejum não necessário
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório.
Jejum não necessário
- Jejum não necessário
Jeum não obrigatório
Jeum não obrigatório
Jeum não obrigatório
Jeum não obrigatório
Jeum não obrigatório
Jeum não obrigatório
Jeum não obrigatório
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
- Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
- Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não necessário.
Jejum não necessário.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum: Não é necessário
Interpretação
A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral. O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc).
Jejum não necessário
Jejum não necessário
- Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
- Jejum não necessário
Jejum: Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
- Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
Jejum não necessário
- Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório
Jejum não obrigatório.
Jejum não necessário
- Jejum não necessário
Jejum: Não é necessário jejum ou cuidados especiais
Jejum não obrigatório.
- Jejum não necessário
- Jejum não obrigatório
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
- Jejum não necessário
Jejum não necessário
- Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
Jejum não necessário
Jejum não necessário
- Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
- Jejum não necessário
- Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
- Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
- Jejum não necessário
Jejum não necessário
- Jejum não necessário
Jejum: Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário.
Jejum não necessário.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
- Jejum não necessário
- Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
Jejum não necessário
Jejum: Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
Jejum não necessário
Jejum não necessário
- Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não necessário
- Jejum não necessário.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
- Jejum não necessário.
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
- Jejum não necessário.
- Jejum não necessário
- Jejum não necessário.
Jejum não obrigatório.
Jejum não obrigatório.
Jejum: Não é necessário.
Jejum não obrigatório.
Jejum não necessário
Jejum não necessário.
EX1 = Caspa/epitélio de gato, caspa de cavalo, caspa de vaca, caspa de cão.
Jejum não necessário.
EX2 = Epitélio/caspa de gato, caspa de cão, epitélio de cobaia, proteínas séricas e urinárias de rato e camundongo.
- Jejum não necessário.
- Jejum não necessário.
- Jejum não necessário.
Jejum não obrigatório.
FX2 = Peixe (bacalhau), camarão, mexilhão azul, atum e salmão.
Jejum não obrigatório.
FX3 = Trigo, aveia, milho, gergelim e trigo negro.
Jejum não obrigatório.
FX5 = Clara de ovo, leite, peixe (bacalhau), trigo, amendoim e soja.
- Jejum não necessário.
(F25) Tomate
(F45) Levedura
(F47) Alho
(F48) Cebola
(F85) Aipo
Jejum não obrigatório.
GX1 = Pólen de gramineas(Dactylis glomerata, Festuca elatior, Lolium perenne, Phleum pratense, Poa pratensis)
Jejum não necessário.
(G2) GRAMA DAS BERMUDAS, (G5) CENTEIO PERENE, (G6) GRAMA TIMÓTEO, (G8) CAPIM DE JUNHO, (G10) GRAMA TIPO JOHNSON, (G17) GRAMA TIPO BAHIA.
Jejum não necessário.
(PG1) FENO DE CHEIRO, (G5) AZEVÉM, (PG6) CAPIM RABO DE GATO, (G12) CENTEIO, (G13) ERVA LANAR
Jejum não necessário
PAINEL: (G1) CHEIRO DE FENO, (G5) AZEVÉM, (G7) CANIÇO,(G12) CENTEIO, (G13) ERVA LANAR
- Jejum não necessário
(H1) - Pó caseiro Greer
(D1) - D. pteronyssinus
(D2) - D.farinae
(I6) - Barata
Jejum não necessário.
PAINEL: (H2) HOLLISTER-STIER LABS, (D1) DERMATOPHAGOIDES PTERONYSSINUS, (D2) DERMATOPHAGOIDES FARINAE, (I6) BLATELLA GERMANICA
Jejum não necessário.
PAINEL: (M1) PENICILLIUM NOTATUM, (M2) CLADOSPORIUM HERBARUM, (M3) ASPERGILLUS FUMIGATUS, (M6) ALTERNARIA ALTERNATA
Jejum não necessário
PAINEL: (M1) PENICILLIUM NOTATUM, (M2) CLADOSPORIUM HERBARUM, (M3) ASPERGILLUS FUMIGATUS, (M5) CANDIDA ALBICANS, (M6) ALTERNARIA ALTERNATA, (M8) HELMINTHOSPORIUM HALODES
- Jejum não necessário
Ervilha
Feijão branco
Cenoura
Batata
- Jejum não necessário
BANANA, LARANJA, MAÇÃ, PÊSSEGO
- Jejum não necessário
- Jejum não necessário
(F12) ERVILHA, (F13) AMENDOIM, (F14) SOJA
- Jejum não necessário
(F4) TRIGO, (F5) CENTEIO, (F6) CEVADA, (F9) ARROZ
- Jejum não necessário
(F3) BACALHAU, (F50) CAVALA, (F206) SARDA, (F205) ARENQUE, (F254) SOLHA
- Jejum não necessário
Jejum não necessário
O Phadiatop Infant contém alérgenos inaláveis e alimentares que, em conjunto, representam 98% dos antígenos responsáveis pelas alergias em crianças menores de 5 anos; é um teste qualitativo que fornece resposta SIM ou NÃO para atopia (Atopia é uma tendência pessoal ou familiar de produzir anticorpos IgE em resposta a baixas doses de alérgenos, normalmente proteínas e desenvolver sintomas). O Phadiatop Infant indica a presença de anticorpos IgE contra inalantes e alimentos, principais responsáveis por sintomas comuns como rinites, conjuntivites, sinusites e asma, eczemas, dermatites e gastrointestinais e é constituído por uma mistura dos principais alérgenos inalantes e alimentares existentes: Ex: Ácaros, fungos, leite, ovo. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.
Jejum não necessário
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Jejum: Mínimo de 8 horas
Material: Sangue total/EDTA
INTERPRETAÇÃO
O objetivo dessa análise é determinar o perfil imune, quantificando as subpopulações de células NK, linfócitos B e os linfócitos T totais e seus subtipos: linfócitos T auxiliares ( CD4+) e linfócitos T citotóxicos (CD8+), Essa análise é amplamente aplicada em diversas condições clínicas como diagnóstico de imunodeficiências primárias e secundárias, monitoramento em transplantes, doenças autoimunes, resposta a terapias imunomoduladoras ou biológicas, através de uma avaliação do estado e a funcionalidade do sistema imunológico.
Material: Sangue
INTERPRETAÇÃO
A imunofenotipagem de linfócitos T, B, NK e células de memória é realizada por citometria de fluxo, analisando subpopulações específicas:
linfócitos T naive e memória (CD3, CD4, CD8, CD45RA, CD27),
linfócitos B naive e memória (CD19, CD27),
células Natural Killer (CD16, CD56).
É um exame confirmatório para diagnóstico de SCID (Imunodeficiência Combinada Grave) e agamaglobulinemia, detectadas inicialmente no Teste da Imunidade do Bebê. Também auxilia na investigação de deficiências imunológicas congênitas da imunidade humoral e celular.
Jejum não obrigatório
Coletas são realizadas de segunda a quinta-feira pela manhã. Devido à baixa estabilidade da amostra, não realizamos coletas nas vésperas de fins de semana e feriados
Jejum não obrigatório
Coletas são realizadas de segunda a quinta-feira pela manhã. Devido à baixa estabilidade da amostra, não realizamos coletas nas vésperas de fins de semana e feriados
Jejum: Jejum obrigatório de 8 horas.
Jejum: Jejum obrigatório de 8 horas.
- O exame é realizado na amostra de urina 24h.
- Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
- Refrigerar desde o início da coleta.
- Não perder nenhum volume de urina durante a coleta. Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
- Não fazer esforço físico durante a coleta.
- Manter sua rotina diária.
- Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
- Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Orientações para coleta:
- Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (não armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
- A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
- Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
- Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Para coleta domiciliar:
- O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias. Não reaproveitar frascos utilizados anteriormente para outros fins.
- O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
- O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
Colher a primeira urina da manhã ou após retenção urinária de 4 horas. - Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Saliva em tubo Salivette:
Por um período de 30 minutos antes da coleta não será permitido qualquer tipo de alimentação ou bebida.
Imediatamente antes da coleta é aconselhável lavar a boca com água através de bochechos leves.
A coleta não é recomendável em caso de lesões orais com sangramento ativo ou potencial.
Evitar escovar os dentes pelo menos duas horas antes da coleta para evitar sangramento gengival.
Remova a tampa superior do tubo.
Coloque o algodão, presente no recipiente suspenso, debaixo da língua e aguarde um período médio de 2 a 3 minutos de forma a encharcar o algodão. Se preferir, pode mastigar levemente o algodão, mantendo-o o máximo possível embebido com saliva. Durante esse período de coleta não é permitido ingestão de água, alimento ou qualquer tipo de liquido.
A amostra em quantidade satisfatória deve encharcar o algodão com saliva. 8. Retorne o algodão para o interior do recipiente suspenso, fechando com a tampa logo a seguir. 9. O tubo pode ser encaminhado imediatamente ao laboratório sem refrigeração.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a micção, coletar o jato médio e fechar corretamente para não permitr a entrada de ar na amostra. Não utilizar conservantes
20ml
Detecção por PCR em tempo real de Chamydia trachomatis, Neisseria gonorrhoeae, Mycoplasma genitalium, Trichomonas vaginalis, Mycoplasma hominis, Ureaplasma urealyticum e Ureaplasma parvum.
REGIÃO ENDOCERVICAL:
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque) ou colposcopia. Caso pretenda realizar colposcopia, fazer a coleta da citologia líquida antes da aplicação do ácido acético ou iodo;
A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o resultado;
REGIÃO URETRAL:
Instruções de preparo
Sinonímia Região Uretral:
Raspado uretral, canal uretral, secreção uretral, escovado uretral, swab uretral, exsudato prepucial e glandar, secreção prepucial e glandar, secreção de pênis, secreção peniana, swab de glande, secreção glandar e glande.
Coletar após três horas da última micção;
É necessário abstinência sexual por 72 horas antes da coleta;
REGIÃO VAGINAL:
Instruções de preparo
Sinonímia Região vaginal:
Raspado vaginal, conteúdo vaginal, secreção vaginal, escovado vaginal, vagina, swab vaginal.
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia prévia;
A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o resultado;
REGIÃO VULVAR:
Instruções de preparo
Sinonímia Região Vulvar:
Secreção vulvar, escovado vulvar, vulva, raspado vulvar, swab vulvar.
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia prévia;
A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o resultado;
SÊMEN:
Instruções de preparo
Sinonímias Sêmen:
Sêmen, Esperma e Líquido seminal.
É necessário abstinência sexual por 72 horas antes da coleta.
Coleta Sêmen:
- A forma de coleta do material é por masturbação;
- Antes da coleta, urinar e higienizar as mãos e o pênis usando água e sabão, distendendo todo o prepúcio;
- Enxaguar abundantemente com água e secar o pênis cuidadosamente com toalha limpa;
- Colher o material diretamente em frasco estéril;
- Não colher em preservativos, não usar lubrificantes (inclusive saliva) e não colher através de coito interrompido (relação sexual interrompida);
- Fechar o frasco com firmeza para evitar vazamento;
TRATO GENITAL INFERIOR:
Instruções de preparo
TGI (Trato Genital Inferior)
O trato genital inferior é caracterizado pela coleta dos materiais Endocervical, Vaginal e Vulvar em um único frasco. Seguir as instruções de preparo e coleta de acordo com cada região de coleta:
Região Endocervical:
Sinonímias Região Endocervical:
Raspado endocervical, conteúdo endocervical, secreção endocervical, escovado endocervical, escovado cervical, swab endocervical, raspado cervical, secreção cervical, colo do útero, colo, secreção cérvico-vaginal, útero, trato genital inferior.
Preparo:
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque) ou colposcopia. Caso pretenda realizar colposcopia, fazer a coleta da citologia líquida antes da aplicação do ácido acético ou iodo;
A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o resultado.
Região vaginal:
Sinonímias Região vaginal:
Raspado vaginal, conteúdo vaginal, secreção vaginal, escovado vaginal, vagina, swab vaginal.
Preparo:
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia prévia;
A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o resultado.
Região Vulvar
Sinonímias Região Vulvar:
Secreção vulvar, escovado vulvar, vulva, raspado vulvar, swab vulvar.
Instrução de preparo:
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia prévia;
A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o resultado.
URINA
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, e coletar a PRIMEIRA URINA DA MANHÃ E O 1º JATO DE URINA.
VOLUME MINIMO 4 ML
VOLUME MAXIMO / RECOMENDAVEL 10/15 ML
Material: sangue ou sêmen
Jejum não necessário
Se sêmen:
Instruções
O material pode ser colhido em casa ou em qualquer uma de nossas lojas.
Não realizamos coleta aos domingos e feriados.
A forma de coleta do material é por masturbação, sem que haja perda do material.
Colher o material diretamente no frasco estéril.
Não colher em preservativos, não usar lubrificantes (inclusive saliva) e não colher através de coito interrompido (relação sexual interrompida).
Antes da coleta, urinar e higienizar as mãos e o pênis usando água e sabão, distendendo todo o prepúcio.
Enxaguar abundantemente com água e secar o pênis cuidadosamente com toalha limpa.
Jejum não necessário.
Período Ideal para Coleta
Até o 3º dia após o início dos sintomas: Este é considerado o período ideal para a coleta, especialmente para testes rápidos de antígeno. Nesses primeiros dias, a carga viral costuma ser mais alta, aumentando a chance de detecção do vírus.
Até o 7º dia após o início dos sintomas: A maioria dos laboratórios e diretrizes ainda consideram a coleta válida até o 7º dia. Embora a sensibilidade possa diminuir um pouco. Os testes de PCR (Reação em Cadeia da Polimerase), que são mais sensíveis, ainda podem detectar o vírus nesse período.
- Jejum não necessário
Jejum desejável de 4 horas
- Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
As inibinas são hormônios glicoprotéicos que circulam como dímeros e são produzidos, principalmente, pelo tecido gonadal. Apresentam-se como marcadores da integridade das funções ovariana e testicular, pois no sexo feminino refletem a atividade folicular, e no sexo masculino, na fase infantil estão associados à função das células de Sertoli, e na fase adulta à função das células germinativas. Sua dosagem elevada pode estar relacionada a tumores ovarianos, de células de Sertoly, de Células de Leydig, de supra-renais e à síndrome de resistência androgênica. E sua diminuição, pode estar associada ao climatério, obesidade, anovulação, síndromes dos ovários policísticos, e a alterações testiculares como: anorquia, orquipexia, disgenesia, entre outras.
Jejum não necessário
Jejum não necessário.
Jejum necessário de no mínimo 8 horas
Comentários
A insulina é um hormônio polipeptídico formado por duas cadeias ligadas por pontes de dissulfeto. É produzido pelas células beta das ilhotas de Langerhans do pâncreas de um precursor chamado pró-insulina. Esta molécula precursora é quebrada e produz dois fragmentos: insulina peptídeo C. Têm múltiplas ações no corpo que afetam vários órgãos e tecidos, mas as suas ações mais características se manifestam nos tecidos musculares, hepáticos e adiposos. Nos tecidos muscular e adiposo aumenta a velocidade de entrada de glicose na célula. Promove a captação de glicose pelo fígado quando a concentração de glicose no plasma é alta. Estimula a síntese de glicólise e glicogênio e inibe a gliconeogênese no fígado, portanto, seu efeito geral é hipoglicêmico. No tecido adiposo estimula a síntese de ácidos graxos que se tornam parte dos triglicérides e inibe a lipólise. Sua principal atividade está no armazenamento e síntese de carboidratos (como o glicogênio), lipídios e proteínas. A secreção de insulina depende principalmente das concentrações plasmáticas de glicose, sendo a hiperglicemia o principal estímulo para sua secreção. Altas concentrações de insulina são produzidas em pacientes com tumores pancreáticos secretando insulina que podem se tornar uma causa de hipoglicemia. Sua concentração também é aumentada no diabetes tipo II (não dependente de insulina), enquanto diminui no diabetes tipo I (dependente de insulina). Um dos principais usos de sua mensuração é no estudo das causas dos estados hipoglicêmicos.
Jejum
Adultos: Jejum obrigatório de 8 a 14 horas ou conforme orientação médica;
Crianças: Jejum obrigatório mínimo de 4 horas ou conforme orientação médica.
Instruções
Ao iniciar a alimentação, marcar o horário, aguardar 2 horas, a partir do inicio da refeição e retornar para colher o exame (chegar ao laboratório 15 minutos antes da coleta).
Pode-se ingerir água neste período.
Se ingerir sobremesa, faze-lo logo após alimentação.
A coleta deverá ser feita no mesmo dia da insulina em jejum (se houver).
Neste intervalo de 2 horas não poderá: chupar balas, mascar chicletes, tomar cafe, chá, suco, sorvete, etc.
O teste poderá ser colhido após qualquer refeição, de preferência uma refeição habitual do cliente.
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Jejum não é necessário.
Jejum não necessário
Jejum não é necessário.
Jejum não necessário
Comentários
O Iodo é elemento essencial da estrutura química dos hormônios tireodianos. Apesar da iodação do sal rotineira no Brasil determinadas situações podem requerer a determinação da iodúrioa. O iodeto na gestação é necessário para prover as necessidades da mãe, assim como para fornecer este elemento ao feto para e recém-nascido, a fim de produzir quantidades adequadas de hormônios tireoidianos. Por este motivo é recomendada a suplementação de iodo rotineira nas pré-gestantes, gestantes e na fase de amamentação. A dosagem do iodo urinário pode detectar casos de deficiência, propiciando a suplementação adequada, além de avaliar o metabolismo deste composto.
SEM CONSERVANTE
Instruções de coleta
Urina de 24 horas:
Desprezar a primeira micção da manhã, anotar o horário de início, a partir da próxima micção, armazenar em frasco apropriado toda a urina até o mesmo horário em que foi deprezada a primeira urina, no dia seguinte, este será o horário do término da coleta. A amostra deverá ser armazenada tampada e refrigerada durante todo o intervalo da coleta
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher a primeira urina da manhã ou após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Jejum não necessário
Instruções
Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
Em casos de crianças utilizar coletor de urina, se necessário.
Defecar em vasilhame limpo e seco.
Para coleta domiciliar : o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
- Jejum não necessário
- Jejum não necessário
Alcaravia, noz moscada, cardamomo e cravinho
J
Jejum
Mínimo de 8 horas.
Intervalo entre mamadas para lactentes.
L
Instruções
A coleta deve ser feita preferencialmente antes da próxima dose do medicamento.
Coletar amostra com no mínimo 12 horas depois da última dose
Em casos de suspeita de intoxicação, a coleta pode ser feita a qualquer momento.
Jejum não necessário
Instruções:
Coletar em frasco limpo e seco (frasco coletor universal).
Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
Em casos de crianças o coletor pode ser utilizado.
Evitar o uso de antiácidos, laxantes, supositório e contraste oral (utilizado em exames radiológicos) no mínimo 3 dias antes da coleta das fezes ou conforme orientação médica.
Retirar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal (início, meio e fim), de modo que complete pelo menos meio frasco.
Conservação e prazo para envio: após a coleta transportar ao laboratório o mais rápido possível. Prazo máximo de 12 horas refrigeradas.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Jejum: Não é necessário.
Exame realizado a partir dos 3 anos de idade.
O teste não é indicado para pacientes diabéticos.
Instruções:
Importante: O exma Não é indicado para indivíduos portadores de diabetes: os critérios de interpretação não se encontram definidos para esse grupo.
Não é necessário agendamento prévio, mas é importante consultar o horário de coleta das lojas aos sábados.
É recomendado realizar este exame pela manhã. - Obrigatório apresentar pedido médico.
No caso de crianças menores de 10 anos recomenda-se que o teste seja iniciado até às 10:00 horas tendo em vista a probabilidade de intercorrências técnicas durante a realização do teste.
Trazer uma mamadeira limpa e vazia de no mínimo 250,0 mL no caso de crianças que utilizam mamadeira.
Não tomar laxante na véspera do exame.
A ingestão de lactose pode, em alguns casos, desencadear cólicas e diarréia.
Não realizar o teste em caso de diarreia no dia do exame ou até dois dias anteriores a realização do exame.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Jejum
Adultos: jejum mínimo de 8 horas e máximo de 14 horas.
De 3 a 5 anos: jejum obrigatório de 4 horas.
Maiores de 5 anos: jejum obrigatório de 8 horas (igual a adulto).
Exame realizado a partir dos 3 anos de idade.
Não indicado para pacientes diabéticos
O teste padrão de tolerância à lactose inclui amostras coletadas em jejum, 30 minutos e 60 minutos após a ingestão da solução de lactose.
Instruções:
Importante: O exma Não é indicado para indivíduos portadores de diabetes: os critérios de interpretação não se encontram definidos para esse grupo.
Não é necessário agendamento prévio, mas é importante consultar o horário de coleta das lojas aos sábados.
É recomendado realizar este exame pela manhã. - Obrigatório apresentar pedido médico.
No caso de crianças menores de 10 anos recomenda-se que o teste seja iniciado até às 10:00 horas tendo em vista a probabilidade de intercorrências técnicas durante a realização do teste.
Trazer uma mamadeira limpa e vazia de no mínimo 250,0 mL no caso de crianças que utilizam mamadeira.
Não tomar laxante na véspera do exame.
A ingestão de lactose pode, em alguns casos, desencadear cólicas e diarréia.
Não realizar o teste em caso de diarreia no dia do exame ou até dois dias anteriores a realização do exame.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Jejum
Adultos: jejum mínimo de 8 horas e máximo de 14 horas.
De 3 a 5 anos: jejum obrigatório de 4 horas.
Maiores de 5 anos: jejum obrigatório de 8 horas (igual a adulto).
Exame realizado a partir dos 3 anos de idade.
O teste não é indicado para pacientes diabéticos.
Instruções:
Importante: O exma Não é indicado para indivíduos portadores de diabetes: os critérios de interpretação não se encontram definidos para esse grupo.
Não é necessário agendamento prévio, mas é importante consultar o horário de coleta das lojas aos sábados.
É recomendado realizar este exame pela manhã. - Obrigatório apresentar pedido médico.
No caso de crianças menores de 10 anos recomenda-se que o teste seja iniciado até às 10:00 horas tendo em vista a probabilidade de intercorrências técnicas durante a realização do teste.
Trazer uma mamadeira limpa e vazia de no mínimo 250,0 mL no caso de crianças que utilizam mamadeira.
Não tomar laxante na véspera do exame.
A ingestão de lactose pode, em alguns casos, desencadear cólicas e diarréia.
Não realizar o teste em caso de diarreia no dia do exame ou até dois dias anteriores a realização do exame.
O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame.
Jejum
Adultos: jejum mínimo de 8 horas e máximo de 14 horas.
De 3 a 5 anos: jejum obrigatório de 4 horas.
Maiores de 5 anos: jejum obrigatório de 8 horas (igual a adulto).
- Jejum não necessário. O material devera ser coletado de 30 a 60 minutos antes da próxima administração ou a critério médico.
Jejum não necessário
Material: Líquor
Instruções:
Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
Material: Líquido pleural.
Instruções
Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado. Após a coleta, enviar imediatamente ao laboratório.
O volume necessário para realização do exame é de no mínimo 0,8 mL.
Material: Esfregaços de raspado de bordas de úlceras.
Instruções
Não estar em uso de medicamento de uso tópico por 10 dias antes da realização do procedimento.
Informar medicamentos em uso.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Comentários
A leptospirose é uma zoonose de importância mundial, causada por leptospiras patogênicas transmitidas pelo contato com urina de animais infectados ou água e lama contaminadas pela bactéria.
É uma doença infecciosa febril de início abrupto, cujo espectro clínico pode variar desde quadros oligossintomáticos, leves e de evolução benigna a formas graves.
A Leptospira interrogans é considerada a espécie patogênica mais importante.
Os anticorpos geralmente se desenvolvem dentro de 2-12 dias após o início da doença.
A pesquisa de anticorpos da classe IgM por imunoensaio enzimático tem maior sensibilidade que o teste de soroaglutinação microscópica e podem ser utilizados inicialmente como triagem.
Se reagentes, devem ser confirmados pela soroaglutinação.
A soroaglutinação detecta anticorpos da classe IgM e IgG.
A interpretação da soroaglutinação deve seguir as determinações do ministério da saúde.
São considerados reagentes: a elevação de 4 vezes ou mais no título entre duas amostras, com 14 dias de intervalo (máximo: 60 dias); Soroconversão: título igual ou superior a 1:200, com amostra prévia não reagente; amostra isolada: título igual ou superior a 1:800, na ausência de amostra prévia. Um resultado não reagente em amostra colhida até o sétimo dia de sintomas não descarta diagnóstico.
Os anticorpos da classe IgG pesquisados isoladamente, tem papel limitado no diagnóstico de leptospirose e não são recomendados para diagnóstico.
Jejum não necessário
Comentários:
A leptospirose é uma zoonose de importância mundial, causada por leptospiras patogênicas transmitidas pelo contato com urina de animais infectados ou água e lama contaminadas pela bactéria.
É uma doença infecciosa febril de início abrupto, cujo espectro clínico pode variar desde quadros oligossintomáticos, leves e de evolução benigna a formas graves.
A Leptospira interrogans é considerada a espécie patogênica mais importante.
Os anticorpos geralmente se desenvolvem dentro de 2-12 dias após o início da doença.
A pesquisa de anticorpos da classe IgM por imunoensaio enzimático tem maior sensibilidade que o teste de soroaglutinação microscópica e podem ser utilizados inicialmente como triagem.
Se reagentes, devem ser confirmados pela soroaglutinação.
A soroaglutinação detecta anticorpos da classe IgM e IgG.
A interpretação da soroaglutinação deve seguir as determinações do Ministério da Saúde.
São considerados reagentes: a elevação de 4 vezes ou mais no título entre duas amostras, com 14 dias de intervalo (máximo: 60 dias); Soroconversão: título igual ou superior a 1:200, com amostra prévia não reagente; amostra isolada: título igual ou superior a 1:800, na ausência de amostra prévia.
Um resultado não reagente em amostra colhida até o sétimo dia de sintomas não descarta diagnóstico.
Os anticorpos da classe IgG pesquisados isoladamente, tem papel limitado no diagnóstico de leptospirose e não são recomendados para diagnóstico.
Jejum desejável de 4 horas.
Evacuar diretamente no frasco coletor ou em um pinico;
As fezes não devem estar contaminadas com urina nem com água;
Em caso de crianças que usam fraldas, com auxílio da espátula retirar o material fecal da fralda, sem encostar a borda da espátula na fralda. Orientar o responsável pela criança para retirar de preferência o material contendo pús, muco ou sangue;
Encaminhar ao laboratório o mais rápido possível (no máximo 1 hora sem refrigeração).
Evacuar diretamente no frasco coletor ou em um pinico;
As fezes não devem estar contaminadas com urina nem com água;
Em caso de crianças que usam fraldas, com auxílio da espátula retirar o material fecal da fralda, sem encostar a borda da espátula na fralda. Orientar o responsável pela criança para retirar de preferência o material contendo pús, muco ou sangue;
Encaminhar ao laboratório o mais rápido possível (no máximo 1 hora sem refrigeração).
Evacuar diretamente no frasco coletor ou em um pinico;
As fezes não devem estar contaminadas com urina nem com água;
Em caso de crianças que usam fraldas, com auxílio da espátula retirar o material fecal da fralda, sem encostar a borda da espátula na fralda. Orientar o responsável pela criança para retirar de preferência o material contendo pús, muco ou sangue;
Encaminhar ao laboratório o mais rápido possível (no máximo 1 hora sem refrigeração).
Evacuar diretamente no frasco coletor ou em um pinico;
As fezes não devem estar contaminadas com urina nem com água;
Em caso de crianças que usam fraldas, com auxílio da espátula retirar o material fecal da fralda, sem encostar a borda da espátula na fralda. Orientar o responsável pela criança para retirar de preferência o material contendo pús, muco ou sangue;
Encaminhar ao laboratório o mais rápido possível (no máximo 1 hora sem refrigeração).
Instruções:
Em um vasilhame limpo, seco e sem conservantes colocar uma fração de bolo fecal.
Se estiver presente, recolha material fecal com muco, pus ou sangue.
Encaminhe o material ao laboratório observando os seguintes prazos após a coleta:
- Até 1 hora: Se o material estiver em temperatura ambiente.
- Até 2 horas: Se o material for mantido refrigerado (entre 2 °C e 8 °C). NÃO CONGELAR.
Instruções:
Em um vasilhame limpo, seco e sem conservantes colocar uma fração de bolo fecal.
Se estiver presente, recolha material fecal com muco, pus ou sangue.
Encaminhe o material ao laboratório observando os seguintes prazos após a coleta:
- Até 1 hora: Se o material estiver em temperatura ambiente.
- Até 2 horas: Se o material for mantido refrigerado (entre 2 °C e 8 °C). NÃO CONGELAR.
Instruções:
Em um vasilhame limpo, seco e sem conservantes colocar uma fração de bolo fecal.
Se estiver presente, recolha material fecal com muco, pus ou sangue.
Encaminhe o material ao laboratório observando os seguintes prazos após a coleta:
- Até 1 hora: Se o material estiver em temperatura ambiente.
- Até 2 horas: Se o material for mantido refrigerado (entre 2 °C e 8 °C). NÃO CONGELAR.
Instruções:
Em um vasilhame limpo, seco e sem conservantes colocar uma fração de bolo fecal.
Se estiver presente, recolha material fecal com muco, pus ou sangue.
Encaminhe o material ao laboratório observando os seguintes prazos após a coleta:
- Até 1 hora: Se o material estiver em temperatura ambiente.
- Até 2 horas: Se o material for mantido refrigerado (entre 2 °C e 8 °C). NÃO CONGELAR.
Instruções
Colher antes da próxima dose da medicação ou conforme orientação médica.
Coletar a amostra com no mínimo 12 horas depois da última dose
Jejum não necessário.
1. Informações Essenciais e Preparação
Agendamento Obrigatório: A realização do exame está condicionada a um agendamento prévio e obrigatório.
Receita Médica: É indispensável apresentar a receita médica no dia do teste.
Acompanhante Sugerido: Sugerimos a presença de um acompanhante (familiar ou amigo). Para menores de idade, é obrigatório o acompanhamento dos responsáveis legais.
2. O Medicamento (Leuprolida)
Importante sobre a Ampola: A ampola do medicamento (Leuprolida) necessária para o teste deve ser adquirida previamente pelo paciente. O laboratório realizará a aplicação, mas não fornece o medicamento.
3. O Procedimento do Exame
O exame LH após Leuprolida requer que você permaneça no laboratório por um período estendido. Ele é realizado em duas etapas de coleta:
1ª Coleta (Basal): É realizada uma coleta de sangue inicial, antes da aplicação do medicamento.
Aplicação da Ampola: Após a 1ª coleta, o medicamento (trazido pelo paciente) será aplicado sob supervisão.
2ª Coleta (Pós-Medicação): Uma nova coleta de sangue será realizada exatamente 2 horas após a aplicação da medicação.
4. Horário de Chegada e Cautelas de Agendamento
Devido ao tempo de permanência necessário (cerca de 2,5 a 3 horas) para a realização das duas coletas, é crucial atentar-se ao horário de funcionamento:
Chegada Obrigatória: É necessário chegar ao laboratório 30 minutos antes do horário agendado.
Horário de Fechamento: É fundamental atentar-se ao horário de fechamento do laboratório, pois o tempo total de exame deve permitir a conclusão da 2ª coleta (após 2 horas da aplicação) e tempo hábil para o manejo de possíveis intercorrências.
Sábados e Meios Períodos: Aos sábados e em dias de funcionamento reduzido (como feriados facultativos), solicitamos que seu agendamento seja feito para os primeiros horários de abertura do laboratório, garantindo tempo para as 2 horas de espera.
5. Contraindicações e Cancelamento
Seu exame poderá ser cancelado no dia do agendamento se alguma destas condições for verificada:
Gestação e Amamentação: O teste é contraindicado para gestantes e mães que estejam amamentando.
Sintomas Gripais: Este exame não será realizado em pacientes que apresentem sintomas como: febre, tosse, coriza, espirros, dor de garganta, dentre outros.
Condições Clínicas: O exame poderá ser cancelado, a critério da equipe de saúde, dependendo das suas condições clínicas no dia.
Jejum não obrigatório
INTERPRETAÇÃO
Nas mulheres, o LH estimula a maturação final do folículo, a ruptura folicular e a ovulação. O LH humano é secretado pelas células gonadotróficas do lobo anterior da hipófise em resposta ao hormônio de liberação de gonadotrofina (GnRH) secretado pelo hipotálamo. Em um ciclo menstrual normal, o feedback negativo produzido pelo estradiol inibe a secreção de LH na fase folicular. À medida que o folículo se desenvolve (em resposta ao FSH), aumenta a produção de estradiol, determinando um aumento na GnRH e uma maior sensibilidade da hipófise ao GnRH. Um aumento de GnRH provoca uma produção maior de LH na fase pré-ovulatória (metade do ciclo) e a ovulação. Após este aumento, o LH é inibido durante a fase lútea por causa do feedback negativo da progesterona e do estradiol. Nas mulheres em idade fértil, as variações nas durações dos ciclos são causadas pelas variações na duração da fase folicular. Em mulheres na menopausa, os níveis de LH são elevados por causa da produção menor de estrógenos e progesterona ovarianos, que elimina o mecanismo de feedback negativo na hipófise. Nos homens o LH é frequentemente chamado de hormônio estimulante das células intersticiais e influencia a produção de testosterona pelas células de Leydig dos testículos.
Jejum não necessário
jejum de 8hrs
Não ingerir bebida alcoólica nas últimas 24 horas.
**Documentos necessários:
*Cópia do pedido médico;
*Recomenda-se que o pedido médico apresente um breve relatório/história clínica sobre a suspeita diagnóstica, pois isso é essencial para a análise e interpretação do exame (não obrigatório).
Jejum não necessário
Jejum desejavel de 4hrs
Comentários
A lipase é uma enzima produzida principalmente no pâncreas. Seus níveis encontram-se elevados na pancreatite, cirrose biliar primária, hemodiálise, colecistite, no uso de meperidina, morfina e na hemorragia intracraniana.
Pacientes sem pancreatite, com outras doenças gastrintestinais podem apresentar amilase elevada com lipase normal.
Elevações significativas são aquelas 3 vezes maiores que o limite superior normal.
A lipase permanece levada por vários dias.
- Jejum minimo de 8hrs
INTERPRETAÇÃO
A LDL oxidada é uma forma aterogênica da LDL, ou seja, está diretamente ligada a um conjunto de alterações nos níveis de gordura no sangue, podendo atuar como um biomarcador no desenvolvimento de doenças como síndrome metabólica, diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica e obesidade. O monitoramento da circulação de LDL oxidada e consequentemente seu aumento, pode contribuir para a distinção de pacientes aparentemente saudáveis para aqueles com alguma alteração cardiovascular.
Jejum não obrigatório
INTERPRETAÇÃO
A Lp(a) é uma lipoproteína idêntica em tamanho e composição a LDL (Low Density Lipoprotein), que migra na eletroforese entre as bandas VLDL e HDL. Essa contém uma Apolipoproteína específica: a Apo(a) fortemente ligada a uma molécula de Apo B100 por uma ponte dissulfeto. A Lp(a) faz parte das lipoproteínas altamente aterogênicas, ou seja, apresenta grande penetração na parede arterial, com resposta inflamatória, formação de células espumosas e radicais livres de oxigênio que levam a formação da placa de aterosclerose. Além disso, o seu componente estrutural similar ao plasminogênio, se liga competitivamente aos seus receptores, resultando em redução da fibrinólise e, portanto, maior risco trombogênico. Altos níveis estão associados ao aumento do risco para infarto do miocárdio e infarto cerebral.
Instruções
Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
A amostra deve ser enviada o mais breve possível ao laboratório.
Jejum não necessário.
Interpretação do exame
Uso: determinação de risco para o desenvolvimento de diabetes mellitus insulino dependente (tipo I), bem como sua predição e acompanhamento.
A descarboxilase do ácido glutâmico é uma enzima primariamente produzida pelas células das ilhotas pancreáticas. Pode ser encontrada sob duas formas: a GAD65 e a GAD67, sendo a forma de 65kD a predominante, embora ambas possam produzir resposta imune. A diabetes mellitus insulino dependente (DMID) é caracterizada inicialmente por infiltração linfocitária das ilhotas pancreáticas, com a presença de anticorpos circulantes dirigidos contra uma variedade de antígenos de ilhotas (ICA - islet cells autoantibodies), dentre eles GAD, insulina, ICA512, HSP56, GM2 e outros. A DMID ocorre geralmente após a destruição de 80-90% das ilhotas pancreáticas, especialmente células beta. Considerando que este processo é demorado e pode levar anos, a presença de altas concentrações de anti-GAD65 e outros ICA pode ser útil na determinação do risco diabético e tomada de decisões futuras. Especula-se que entre 65% e 75% dos pacientes apresentam positividade para anticorpos anti-GAD à época do diagnóstico. Níveis elevados destes anticorpos podem ser encontrados na síndrome "Stiffman", e eventualmente em outras doenças autoimunes endócrinas.
Jejum:
Mínimo de 8 horas.
Intervalo entre mamadas para lactentes.
Comentários
Listeria monocytogenes, é um bacilo gram-positivo que causa aborto, meningite neonatal ou puerperal, septicemia ou meningites em imunodeprimidos.
Os resultados das reações sorológicas devem ser interpretados com cautela, pois reações cruzadas são frequentes em decorrência de determinantes antigênicos comuns entre a L. monocytogenes e bacterias gram-positivas.
O teste de aglutinação apresenta sensibilidade de 32% nos quadros de meningoencefalite e/ou septicemia.
O resultado de uma amostra nem sempre é conclusivo, devendo-se sempre realizar duas coleta, com 15 dias de intervalo.
Uma elevação de quatro vezes nos títulos é sugestivo de infecção recente.
No caso de aborto, o isolamento em cultura do material curetado confirma o diagnóstico. Interpretação dos resultados:
Os antígenos de Listeria usados na reação são referentes às estirpes de Listeria do tipo 1 e 4b dos antígenos celulares O e antígenos flagelares H.
Os critérios de interpretação de resultados deve-se levar em consideração a possibilidade de reações cruzadas como a produção de anticorpos pelo paciente referente a outras bactérias gram-positivas, como estafilococos e estreptococos.
A soro-conversão na infecção por Listeria é representada por títulos iguais ou maiores que 1:320, ou por aumento de 4 ou mais vezes no soro.
No decurso da infecção, os anticorpos celulares anti-O são os primeiros a aparecer, seguidos 10 a 15 dias mais tarde dos anticorpos flagelares anti-H.
A presença isolada de anti-O pode indicar início de uma infecção ou uma reação cruzada.
A presença simultânea de anti-O e anti-H é significativa para uma infecção atual e a presença de apenas anti-H testemunha uma infecção antiga.
A presença de anti-O não seguida de anti-H pode indicar uma reação cruzada.
O ?padrão-ouro? para o diagnóstico é o encontro da bactéria em cultura de amostras de sítios estéreis mas, em alguns casos, a aglutinação é útil para o diagnóstico.
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
A hepatite autoimune (HAI) é doença necroinflamatória crônica do fígado, cujos agentes desencadeantes ainda não estão estabelecidos. A fisiopatogenia da doença é pouco conhecida, provavelmente, decorrente da interação entre predisposição genética e agente desencadeador externo (infecciosos, drogas ou toxinas). O antimicrossoma de fígado e rim tipo 1 (ALKM-1) é o marcador mais importante da HAI-2, presente em cerca de 90% dos casos. É também o marcador de cerca de 10% dos casos de HAI.
Jejum não necessario.
Interpretação
A Doença de Lyme é causada pela bactéria Borrelia Burgdorferi transmitida pela picada de carrapato do gênero Ixodes e, em especial, pela espécie Amblyomma cajennense. Sintomas típicos da doença são febre, cefaleia, fadiga e o eritema migratório que geralmente se inicia no local da picada do carrapato expandindo-se para outras partes do corpo. Se não tratado há disseminação da doença. O diagnóstico é baseado nos sintomas, no exame físico e na epidemiologia (possibilidade de contato com carrapatos). Os testes laboratoriais são úteis para o diagnóstico.
Instruções
É recomendável a abstinência de álcool 72 horas antes da coleta, pois o álcool, qualquer tipo ou quantidade, pode interferir no exame.
A abstinência alcoólica não é obrigatória.
O cliente pode optar pela realização do exame apesar do consumo de álcool, ou procurar orientação do seu médico.
Jejum
Mínimo igual ou superior a 12 horas com prazo máximo de 16 horas ou conforme orientação médica.
Coletas com jejum inferior a 9 horas, somente sob termo de anuência.
Atenção: para pedidos com glicemia, máximo é de 14 horas.
Comentários
Os lípides totais provem da absorção intestinal das gorduras e da síntese hepática e encontram-se no plasma sob a forma de complexos lipídicos e lipoprotéicos.
Elevações são encontradas nas hipertrigliricidemias, hipercolesterolemias e hiperfosfolipidemias.
Níveis baixos são encontrados na má absorção intestinal, abetalipoproteinemia e doença de Tangier.
Fonte do valor de referência: de Carvalho Anselmo MA, Burini RC, Angeleli AYO, et al.
Avaliação do estado nutricional de indivíduos adultos sadios de classe média.
Ingestão energética e proteica, antropometria, exames bioquímicos do sangue e testes de imunocompetência. Rev Saúde públ., S. Paulo 1992;26:46-53.
Instruções
Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
O volume necessário para realização do exame é de no mínimo 2,5 mL. A amostra deve ser enviada o mais breve possível ao laboratório.
Instruções
Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
A amostra deve ser enviada o mais breve possível ao laboratório.
Instruções
Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
Enviar imediatamente ao laboratório
Instruções:
A coleta ideal deve ser realizada 12 horas após a última dose do medicamento ou conforme orientação médica.
Se o medicamento for administrado duas vezes ao dia, a coleta deve ser feita imediatamente antes da próxima dose.
Este exame é usado somente para monitorização terapêutica do Lítio.
Para pacientes que não fazem uso de medicamento a base de Lítio, entrar em contato com o médico para confirmar se o exame a ser realizado seria o Lítio Endógeno ou realmente o Lítio proveniente de medicações.
Jejum não necessário.
M
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
A macroamilase indica a presença elevada da atividade sérica da amilase. Seu complexo pode ser formado por imunoglobulinas, polissacarídeos e amilases normais. Seu diagnóstico é estudado em casos de doenças hepáticas relacionadas aio consumo de álcool, hepatites ou ainda com a diabetes melitus.
Instruções: Ropouso de 30m antes da coleta
Jejum não necessário
Comentários
Prolactina é um hormônio proteico secretado pela hipófise anterior e placenta.
A prolactina pode modular o número de folículos em desenvolvimentos na fase folicular de cada ciclo menstrual.
Durante e após a gestação, em associação com outros hormônios, estimula desenvolvimento e produção de leite.
A secreção de prolactina é estimulada pelo sono, stress e o hormônio hipotalâmico TRH. A secreção de prolactina e diminuída pela dopamina e seus análogos, tais como, bromocriptina.
A hipersecreção de prolactina pode ser causada por tumores pituitários, chamados de prolactinomas, doença hipotalâmica, estimulação do tórax ou mama, hipotiroidismo, insuficiência renal, exercício, stress, alimentação e várias medicações (fenotiazina e metoclopramida, por exemplo).
A hiperprolactinemia inibe a secreção de gonadotropinas e pode produzir hipogonadismo em homens e mulheres com níveis baixos ou inapropriadamente baixos de LH e FSH.
Jejum não necessário
Comentários
O magnésio é um eletrólito envolvido em diversos processos bioquímicos do organismo, como cofator de reações enzimáticas, sendo vital para a produção de energia, contração muscular e função nervosa.
Mais da metade do magnésio é armazenado nos ossos e menos de 1% está no meio extracelular. Sua concentração no sangue é estreitamente regulada pela absorção gastrointestinal e pela excreção renal.
Sintomas clínicos surgem geralmente quando seus níveis são inferiores a 1,2 mg/dL ou superiores a 4,9 mg/dL. Entre as causas de Hipermagnesemia, pode-se citar:
Doença Renal Crônica, doença de Addison, hipotireoidismo, hiperparatireoidismo, excesso de aporte pelo uso de medicamentos com magnésio (exemplos: sulfato de magnésio no tratamento de eclâmpsia; magnésio em enemas, laxantes ou antiácidos), intoxicação por lítio, e lise tumoral. Hemólise pode elevar os resultados de forma espúria. Níveis baixos podem ser ocasionados por baixo aporte de magnésio, má absorção, hipopotassemia, hipervolemia, hiperaldosteronismo, hipertireoidismo, hipoparatireoidismo, perdas renais ou gastrointestinais e uso de digitálicos, diuréticos e cisplatina, entre outros. Cerca de 40% dos pacientes com hipocalemia apresentam hipomagnesemia concomitante.
Jejum não necessário
Interpretação do exame
Uso: avaliação de distúrbios hidro-eletrolíticos.
O magnésio é um importante íon ativador, participando da função de várias enzimas envolvidas nas reações de transferência de fosfato, exercendo efeitos fisiológicos no sistema nervoso (atua diretamente na junção mioneural).
Cerca de 50% do magnésio corpóreo total encontra-se no estado insolúvel no osso. Apenas 5% estão presentes como cátions extracelulares; os restantes 45% estão contidos nas células, como cátions intracelulares. A concentração plasmática normal é de 1,5 a 2,5 mEq/L, com cerca de um terço ligado à proteína e dois terços existindo como cátion livre. A excreção do íon magnésio ocorre via renal.
A presença de concentrações alteradas de magnésio no plasma provoca alterações associadas com o cálcio. A hipermagnesemia suprime a secreção do PTH, com conseqüente hipocalcemia. A depleção severa e prolongada de magnésio prejudica a secreção de PTH resultando em hipocalcemia. A hipomagnesemia também pode alterar a resposta ao PTH no órgão alvo.
Valores aumentados: terapia diurética, hiperaldosteronismo, hiperparatireoidismo, hipertireoidismo, síndrome de Bartter, hipercalcemia, transplante de rim.
Valores diminuídos: diarréia crônica, desvio do intestino delgado, abuso de laxantes, desnutrição, alcoolismo.
Interferentes: aminoglicosídeos +, anfotericina B +.
Amostra isolada: Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Preparo do paciente:
- Este exame não necessita de jejum.
- Informar os medicamentos em uso.
Coleta:
URINA 24H:
- Recomendável não realizar durante o período menstrual, em casos excepcionais utilizar o tampão vaginal.
- O frasco para coleta do material deve ser retirado no Laboratório. O paciente deve desprezar a primeira urina da manhã, anotar o horário em que ocorreu esta micção e a partir deste horário, coletar todas as urinas emitidas durante as próximas 24 horas no mesmo frasco (sem perder nenhum volume). A urina deve ser coletada em frasco sem conservante e mantida refrigerada durante a coleta (não congelar).
- Encaminhar a urina de 24 horas ao Laboratório no prazo máximo de 4 horas após o término da última coleta. O frasco deve ser identificado com nome, data e horário inicial da coleta.
Comentários:
Dosagem do magnésio na urina é utilizada para avaliação da sua perda urinária e do seu balanço. Níveis baixos na urina precedem a redução do magnésio sérico.
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
O dialdeído malônico é o produto final da peroxidação lipídica. Promove a ativação de citocinas pró-inflamatórias, como TNF-ß e a IL-8.
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
O manganês (Mn) é um metal encontrado na composição de diversos tipos de rochas, que é amplamente utilizado industrialmente, principalmente na produção de aço, mas também na galvanoplastia, produção de baterias, porcelanas, tintas, produtos farmacêuticos, entre outros.
É um elemento essencial ao ser humano, que pode obtê-lo através da dieta ou da inalação, como é o caso de trabalhadores expostos nas indústrias.
O manganês desempenha um papel importante no processo de formação de ossos e tecidos, no sistema reprodutivo e no metabolismo de carboidratos e lipídios. Porém, em níveis elevados, como aqueles encontrados nos ambientes laborais, torna-se neurotóxico, causando danos ao sistema nervoso central e pulmões.
- Jejum não necessário
Interpretação do exame
Uso: Exame que avalia possível toxicidade em trabalhadores de fabricação de ligas metálicas, soldadores, de indústria de cerâmica e de vernizes.
Sinônimos: Mn
Indicações: Avaliação de toxicidade pelo Mn. O exame pode ser realizado no sangue ou na urina, sendo esta última geralmente a utilizada para finalidade ocupacional.
Interpretação clínica: Níveis acima do Valor Biológico Máximo Permitido (IBMP) são indicativos da probabilidade de toxicidade. Na avaliação desta o trabalho, o ideal é que o indivíduo esteja em trabalho contínuo por 4 semanas. A deficiência de manganês são pouco comuns, uma vez que a alimentação habitual provê quantidades adequadas do elemento.
Valores aumentados: hepatite aguda, infarto do miocárdio.
Valores diminuídos: fenilcetonúria, malformação óssea (alguns pacientes). A deficiência de manganês não é uma ocorrência comum, pois as fontes alimentares prevêem uma provisão adequada deste elemento essencial.
Instruções:
Colher urina de início ou final de jornada de trabalho.
Não colher em local de trabalho.
Retirar o uniforme antes da coleta.
Não utilizar recipiente de vidro.
Não utilizar frasco de tampa colorida.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Jejum não necessário
Para todas as idades jejum mínimo necessário de 3 horas. O cliente deve informar os medicamentos em uso, especialmente hormônios tiroidianos e antiarrítmicos.
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
A membrana basal glomerular é a porção da lâmina basal do glomérulo que realiza a filtração através das fendas de filtração entre os podócitos, separando o sangue do interior do filtrado do exterior. É uma fusão da célula endotelial e das lâminas basais dos podócitos. Os anticorpos contra a membrana basal glomerular são Ac que reagem contra epítopos comuns à membrana basal alveolar (pulmão) e glomerular (rim). Estes Ac são depositados nas membranas basais, o que produz necrose glomerular com depósitos de fibrina. Autoanticorpos específicos contra membrana basal de glomérulo humano podem ser detectados nas seguintes condições: síndrome de Goodpasture, glomerulonefrites e em alguns pacientes com transplantes renais, sobretudo naqueles portadores de síndrome de Alport. Nas glomerulonefrites humanas, apenas uma percentagem muito pequena está associada à presença de anticorpos antimembrana basal, mas estes casos devem ser identificados, e monitorizados, pois indicam prognósticos mais sérios e necessidade de tratamento vigoroso e imediato. Um transplante renal realizado na presença de tais anticorpos ainda na circulação pode ter seu sucesso comprometido. Os títulos tendem a cair lentamente após controle da enfermidade.
Jejum não necessário
Instruções de coleta
Coletar sangue do final do último dia da jornada de trabalho ou após o período de exposição: Realizar coleta utilizando material e tubo de coleta recomendado para o exame , homogeneizar e acondicionar corretamente.
INTERPRETAÇÃO
O Mercúrio é um metal com alta toxicidade. Pode causar toxicidade sistêmica ou lesão de pele ou mucosas. Concentrações normais de mercúrio no sangue total, em indivíduos não expostos ocupacionalmente, são geralmente inferiores a 1mcg/dl. Indivíduos normais, que têm exposição ocupacional leve podem apresentar rotineiramente níveis acima de 1,5 mcg/dl. Da mesma forma, uma dieta rica em peixes, frutos do mar e outros alimentos contendo mercúrio é causa comum de mercúrio moderadamente elevado na ausência de sintomas clínicos. A determinação de mercúrio em sangue total é o melhor indicador da exposição ao mercúrio orgânico (metilmercúrio). Considera-se exposição significativa ao mercúrio orgânico níveis maiores que 5mcg/dl; no caso do mercúrio inorgânico considera-se valores maiores que 20 mcg/dl como indicativos de exposição significativa. Uma vez que menos de 10% do metilmercúrio é eliminado por excreção urinária, o teste urinário tem pouca sensibilidade para detecção do mercúrio orgânico, sendo utilizado como indicador do mercúrio inorgânico e elementar. Conforme a NR-7, o mercúrio urinário é o indicador biológico para exposição ao mercúrio inorgânico. Observa-se que manifestações clínicas de intoxicação não são comuns quando o mercúrio urinário encontra-se inferior a 500mcg/g creatinina. Mercúrio urinário pode ser usado para acompanhar terapia de quelação, que imobilizando o metal, aumenta a sua excreção urinária.
Não colher em local de trabalho.
Retirar o uniforme antes de iniciar a coleta.
Recomenda-se iniciar a monitorização após 12 meses de exposição.
Colher a urina antes da jornada de trabalho.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente. -
Comentários
O mercúrio é um metal de elevada toxicidade.
Penetra no organismo através de diferentes vias, podendo causar toxicidade sistêmica ou lesões locais em pele e mucosas, dependendo de sua forma de apresentação.
A absorção do mercúrio metálico ocorre principalmente pela inalação de vapores do mercúrio líquido.
Esta forma de intoxicação é frequente em garimpeiros que não utilizam equipamentos de proteção.
O mercúrio metálico se deposita principalmente nos rins e cérebro e sua excreção se dá, em sua maior parte, por via renal e intestinal.
A inalação do vapor de mercúrio pode provocar irritação das vias aéreas, com tosse, dispneia, dor pleurítica e bronquite. Pneumonite intersticial e edema agudo de pulmão podem ocorrer na exposição maciça.
Na intoxicação crônica, podem ser observados tremores, ataxia, insônia e alterações de personalidade, além de gengivite, estomatite e diarreia.
A dosagem de mercúrio em urina coletada antes da jornada de trabalho é o indicador biológico recomendado pela NR-7 para avaliação da exposição ocupacional ao mercúrio metálico.
Instruções
Não colher em local de trabalho.
Retirar o uniforme antes da coleta.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
O cliente deve manter sua rotina diária.
Recomenda-se iniciar a monitorização após 12 meses de exposição.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Jejum não necessário
Comentários
O mercúrio é um metal de elevada toxicidade. Penetra no organismo através de diferentes vias, podendo causar toxicidade sistêmica ou lesões locais em pele e mucosas, dependendo de sua forma de apresentação.
A absorção do Mercúrio Metálico ocorre principalmente pela inalação de vapores do mercúrio líquido. Esta forma de intoxicação é frequente em garimpeiros que não utilizam equipamentos de proteção.
O mercúrio metálico se deposita principalmente nos rins e cérebro e sua excreção se dá, em sua maior parte, por via renal e intestinal. A inalação do vapor de mercúrio pode provocar irritação das vias aéreas, com tosse, dispneia, dor pleurítica e bronquite.
Pneumonite intersticial e edema agudo de pulmão podem ocorrer na exposição maciça. Na intoxicação crônica, podem ser observados tremores, ataxia, insônia e alterações de personalidade, além de gengivite, estomatite e diarreia.
A dosagem de Mercúrio em urina coletada antes da jornada de trabalho é o indicador biológico recomendado pela NR-7 para avaliação da exposição ocupacional ao Mercúrio Metálico.
A legislação brasileira (NR-7) não determina a coleta de urina de 24 horas para avaliação de exposição ocupacional.
Jejum não necessário.
Instruções
Coletar o material ao final da jornada de trabalho.
Comentários
Metahemoglobina é a hemoglobina na qual o íon ferroso (Fe2+) da molécula heme foi oxidado a íon férrico (Fe3+). A metahemoglobina é incapaz de transportar o oxigênio, levando à cianose clínica. O aumento na concentração de metahemoglobina pode ser causado por vários fatores que têm como mecanismo básico o aumento das taxas de oxidação, ultrapassando a capacidade normal dos mecanismos redutores orgânicos.
Entre as causas mais comuns de metemoglobinemia adquirida, está a exposição ocupacional a anilina, cloroanilina, nitrobenzeno, nitrotoluidina, ortotoluidina e paratoluidina. Portanto, a metahemoglobina é um indicador de exposição a anilina, nitrobenzeno e outros indutores de meta-hemoglobina, mas não é específica, sendo sua elevação ocasionada também pelo uso de certos fármacos, por fatores genéticos, entre outros.
O sinal mais evidente de metemoglobinemia ao exame físico é a cianose intensa, que pode ser assintomática. Com o aumento no percentual de meta-hemoglobina, surgem os sinais e sintomas decorrentes da hipóxia, como cefaleia, tonteira, fraqueza, taquicardia, hipertensão arterial, dispneia, náusea, vômitos e dor abdominal. Em concentrações mais altas, pode haver agitação psicomotora, alucinações, convulsões, letargia, estupor e coma.
A dosagem de Meta-hemoglobina em amostra de sangue coletada ao final da jornada de trabalho é recomendada pela NR-7 para avaliação da exposição ocupacional a anilina, nitrobenzeno e outros indutores de Meta-hemoglobina.
Urina : Coletar 50,0 mL e enviar ao laboratório em até 1 hora.
Comentários:
O teste qualitativo é o método de triagem (rastreamento) para o diagnóstico laboratorial presuntivo das Mucopolissacaridoses (MPS), um grupo de erros inatos do metabolismo caracterizado pelo acúmulo lisossomal de GAGs parcialmente degradados (Dermatan, Heparan e Queratan sulfato).
Um resultado Positivo indica excreção significativamente aumentada de GAGs. Embora altamente sensível, é inespecífico e requer confirmação subsequente por análise quantitativa e/ou ensaio enzimático específico, pois pode ser influenciado por contaminantes ou outras patologias (ex.: síndrome nefrótica, outras nefropatias). Um resultado Negativo geralmente exclui MPS (salvo exceções como MPS IVB e MPS VI em fases iniciais).
O teste qualitativo serve como um screening inicial. O teste quantitativo é essencial para a confirmação e o seguimento longitudinal do paciente.
Urina : Coletar 50,0 mL e enviar ao laboratório em até 1 hora.
Comentários:
Utilizado para confirmação diagnóstica de MPS, avaliar a gravidade da excreção de GAGs e, principalmente, para monitoramento da resposta terapêutica em pacientes submetidos à Terapia de Reposição Enzimática (TRE).
Valores de excreção de GAGs elevados acima dos limites de referência específicos para a idade confirmam o diagnóstico de MPS. Valores persistentemente anormais requerem a dosagem de enzimas específicas (ex.: Alfa-L-iduronidase, iduronato sulfatase). O decréscimo nos níveis de GAGs é um marcador bioquímico primário de resposta positiva à TRE.
O teste qualitativo serve como um screening inicial. O teste quantitativo é essencial para a confirmação e o seguimento longitudinal do paciente.
Informações de preparo e coleta:
- Realizar a coleta de urina amostra isolada em Frasco Estéril (fornecido pelo laboratório)
- Para a realização da coleta, o cliente precisa estar há duas horas sem urinar.
- Idade mínima do paciente para realização do teste: 5 anos
- Em mulheres, o exame deve ser feito idealmente fora do período menstrual.
- Não fazer uso de contraste radiológico durante as 48 horas que antecedem o exame.
- Os antidepressivos triciclicos (amitriptilina, clomipramina, imipramina e nortriptilina), a levodopa e os betabloqueadores (atenolol, carvedilol, labetalol, metoprolol, propranolol e sotalol) podem elevar os niveis de metanefrinas.
- Dessa forma, esses medicamentos, se possível, devem ser descontinuados nos sete dias anteriores a coleta. A INTERRUPÇÃO DE QUALQUER UM DOS MEDICAMENTOS LISTADOS ACIMA SÓ DEVE OCORRER MEDIANTE AUTORIZAÇÃO DO SEU MÉDICO.
Interpretação do exame:
As metanefrinas e as normetanefrinas são, respectivamente, metabólitos da adrenalina e da noradrenalina, dois hormônios secretados nos tumores da medula adrenal. O método utilizado consegue dosar ambas as substâncias em conjunto, fornecendo o resultado de metanefrinas totais.
Este exame tem utilidade na triagem dos tumores adrenais medulares, tais como o feocromocitoma, mas também pode auxiliar o diagnóstico de neuroblastomas e ganglioneuromas.
Vale lembrar que os inibidores da monoaminoxidase e a retirada abrupta de drogas como álcool, benzodiazepínicos e clonidina também podem resultar em aumento das metanefrinas
- Jejum desejável de 4 horas
Comentários
Em indivíduos normais, os níveis plasmáticos de metanefrina e normetanefrina são baixos.
Níveis elevados são encontrados em pacientes portadores de feocromocitoma e paraganglioma. Por possuir uma sensibilidade elevada, esse teste é especialmente útil na exclusão dessas doenças quando seus resultados se encontram dentro da faixa da normalidade.
É sempre recomendável a confirmação de resultados positivos com um segundo teste de princípio distinto (metanefrinas e/ou catecolaminas urinárias em 24h).
Instruções
O paciente deverá permanecer 24 horas antes e durante a coleta sem ingerir alimentos como: café, chá, refrigerantes de cola e fumo, pois estes interferem no resultado.
Informar horário inicial e final da coleta, peso, medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da última dose.
Caso o cliente faça uso contínuo de algum dos medicamentos abaixo, deve entrar em contato com o médico assistente para avaliar a suspensão do mesmo. A suspensão, assim como o seu período fica exclusivamente a critério do médico.
Podem promover aumento das Metanefrinas:
alfa- bloqueadores (fentolamina, fenoxibenzamina e prazosin);
antidepressivos (amitriptilina, amoxapina, desipramina, imipramina e nortriptilina);
antihistamínicos (difenilhidramina, clorfeniramina e prometazina);
antipsicóticos (clorpromazina, clozapina, ferfenazina);
beta- bloqueadores (atenolol, labetolol, metoprolol, nadolol, findolol, propranolol,timolol);
antagonistas dos canais de cálcio (fenodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil);
drogas catecolamina-like (L-dopa, epinefrina, norepinefrina, dopamina, metildopa);
diuréticos (hidrocloroatiazida, furosemida);
inibidores da monoaminoxidase (fenelzine);
estimulantes (cafeína, nicotina, aminofilina, teofilina);
simpaticomiméticos (albuterol, anfetaminas, efedrina, isoproterenol, metaproterenol, pseudoefedrina e terbulina);
vasodilatadores (diazóxido, hidralazina, isossorbida, minoxidil, nitroglicerina e outrosnitratos e nitritos);
outros (cocaína, insulina, levodopa, metilfenidato, metoclopramida, morfina, naloxona, fentazocina, proclorperazina e TRH).
Podem promover diminuição das Metanefrinas:
anti-hipertensivos (captopril, clonidina, guanabenz, guanetidina, guanfacina, reserpina);
antipsicóticos (haloperidol);
agonista dopaminérgico (bromocriptina);
outros (dissulfiram, metirosina, octreotida).
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco com conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
A amostra deve ser acidificada e refrigerada desde o início da coleta.
O conservante a ser utilizado é o HCL.
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora a urina (não armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
MEDICAMENTOS PRESCRITOS SÓ DEVEM SER SUSPENSOS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO DO SEU MÉDICO.
Comentários:
A Metanefrina e a Normetanefrina são metabólitos da Epinefrina e Normetanefrina respectivamente. Têm importância clínica no diagnóstico do feocromocitoma, paragangliomas e neuroblastomas, sendo a determinação urinária das metanefrinas e sua razão com a creatinina muito sensíveis. Suas concentrações sofrem interferências de alguns alimentos e drogas, devendo a coleta ser realizada com o mínimo de estresse emocional e físico. Os tumores podem excretar catecolaminas de forma intermitente ou, episodicamente, dentro da faixa normal. Fonte do valor de referência: Perry CG, Sawka AM, Singh R, et al. The diagnostic efficacy of urinary fractionated metanephrines measured by tandem mass spectrometry in detection of pheocromocytoma. Clin Endocrinol 2007;66:703-708.
Coletar urina de pré jornada de trabalho em frasco de coleta de urina fornecido pelo laboratório.
Após a coleta manter o frasco bem fechado e refrigerado. Enviar a amostra refrigerada para o laboratório em até 1 hora
Interpretação do exame
É usado como indicador biológico da exposição ao próprio metanol, que é muito mais tóxico que o etanol e é convertido a formaldeído e ácido fórmico.
Indicação: avaliação da intoxicação por metanol (através de combustíveis, solventes, tintas, resinas, corantes, etc.).
Interpretação clínica: Valores acima do Índice Biológico Máximo Permitido (IBMP) indicma risco de intoxicação. Pode ser dosado no sangue ou na urina a critério médico, e sua excreção urinária apresenta boa correlação com a concentração no sangue.
Material
Diversos
Condições
Abscessos
Aspirado medular (heparina)
Aspirado transtraqueal
Escarro
Esperma
Fragmento de tecido (Biópsias)
Lavado brônquico
Leite
Líquidos corporais: pleural, ascítico ou peritoneal, sinovial, pericárdico, amniótico, biliar, líquor (Não coletamos esses materiais. Eles são recebidos já coletados, pois a coleta é um procedimento médico)
Medula óssea
Punção de linfonodos
Secreções de feridas
Urina
Instruções:
A coleta de medula óssea é um procedimento médico. Recebemos o material já coletado.
Os líquidos corporais (pleural, peritoneal ou ascítico, sinovial, pericárdico, amniótico, biliar), lavado, aspirado e biópsia não são colhidos pelo laboratório. Recebemos esses materiais já coletados.
A coleta de escarro deve ser feita em casa (não é colhida nas dependências do laboratório).
Não realizamos cultura da prótese mamária ou de outras amostras não biológicas tais como instrumentos / peças cirúrgicas.
Escarro:
Colher idealmente de 5 a 10 ml em 2 amostras colhidas em dias consecutivos, quando solicitado.
Colher preferencialmente em sala aberta e bem ventilada
Colher preferencialmente pela manhã, ao se levantar e antes do desjejum.
Lavar várias vezes a boca com água pura, gargarejando e bochechando abundantemente.
Qualquer secreção nasal ou salivar, deve ser eliminada. Fazer várias inspirações profundas e tossir várias vezes, procurando obter o material do fundo do peito.
Urina:
Realizar higiene íntima com água.
Em seguida, colher todo o volume de urina da primeira micção da manhã (mínimo de 40 ml) em frasco limpo de boca larga.
Importante que a urina seja acondicionada em um único frasco com capacidade para o volume coletado.
Quando solicitado mais de uma amostra, colher em dias consecutivos (sugere-se um mínimo de três e máximo de seis amostras).
Não aceitamos amostras de urina de 24 horas.
Esperma:
Realização da coleta: nas dependências do laboratório ou em casa.
Não realizamos coleta aos domingos e feriados.
Não necessita de abstenção /abstinência de ejaculação.
A forma de coleta do material é por masturbação, sem que haja perda do material, diretamente no frasco estéril, não utilizar preservativos ou coito interrompido.
Lavar as mãos e genitália antes da coleta.
Não utilizar qualquer tipo de lubrificante, nem mesmo saliva ou preservativos.
Condições
Descamação de lesões de pele
Pelos
Unhas.
Obs.: Descrever o local anatômico dos materiais coletados, ex: lesão da pele do braço, raspado de unha do pé esquerdo, pelo da barba.
Instruções
O paciente não deve estar em uso de antifúngicos de uso tópico ou oral no momento da coleta.
Após o uso destes medicamentos, deve-se aguardar, no mínimo, 15 dias para realização da coleta ou conforme orientação do médico.
Pomadas e cremes comuns (lavar e realizar a coleta no dia seguinte).
Esmalte (retirar e voltar após no mínimo 72 horas para a coleta).
Unha com limpeza em manicure e pedicure (aguardar 15 dias).
Não tomar banho no dia da coleta.
Não lavar o couro cabeludo ou região da barba no dia da coleta.
Sempre que possível, informar a suspeita médica para direcionar melhor a pesquisa.
Condições
Descamação de lesões de pele
Pelos
Unhas.
Obs.: Descrever o local anatômico dos materiais coletados, ex: lesão da pele do braço, raspado de unha do pé esquerdo, pelo da barba.
Instruções
O paciente não deve estar em uso de antifúngicos de uso tópico ou oral no momento da coleta.
Após o uso destes medicamentos, deve-se aguardar, no mínimo, 15 dias para realização da coleta ou conforme orientação do médico.
Pomadas e cremes comuns (lavar e realizar a coleta no dia seguinte).
Esmalte (retirar e voltar após no mínimo 72 horas para a coleta).
Unha com limpeza em manicure e pedicure (aguardar 15 dias).
Não tomar banho no dia da coleta.
Não lavar o couro cabeludo ou região da barba no dia da coleta.
Sempre que possível, informar a suspeita médica para direcionar melhor a pesquisa.
Condições
Descamação de lesões de pele
Pelos
Unhas.
Obs.: Descrever o local anatômico dos materiais coletados, ex: lesão da pele do braço, raspado de unha do pé esquerdo, pelo da barba.
Instruções
O paciente não deve estar em uso de antifúngicos de uso tópico ou oral no momento da coleta.
Após o uso destes medicamentos, deve-se aguardar, no mínimo, 15 dias para realização da coleta ou conforme orientação do médico.
Pomadas e cremes comuns (lavar e realizar a coleta no dia seguinte).
Esmalte (retirar e voltar após no mínimo 72 horas para a coleta).
Unha com limpeza em manicure e pedicure (aguardar 15 dias).
Não tomar banho no dia da coleta.
Não lavar o couro cabeludo ou região da barba no dia da coleta.
Sempre que possível, informar a suspeita médica para direcionar melhor a pesquisa.
Condições
Descamação de lesões de pele
Pelos
Unhas.
Obs.: Descrever o local anatômico dos materiais coletados, ex: lesão da pele do braço, raspado de unha do pé esquerdo, pelo da barba.
Instruções
O paciente não deve estar em uso de antifúngicos de uso tópico ou oral no momento da coleta.
Após o uso destes medicamentos, deve-se aguardar, no mínimo, 15 dias para realização da coleta ou conforme orientação do médico.
Pomadas e cremes comuns (lavar e realizar a coleta no dia seguinte).
Esmalte (retirar e voltar após no mínimo 72 horas para a coleta).
Unha com limpeza em manicure e pedicure (aguardar 15 dias).
Não tomar banho no dia da coleta.
Não lavar o couro cabeludo ou região da barba no dia da coleta.
Sempre que possível, informar a suspeita médica para direcionar melhor a pesquisa.
Material: Urina
Condições: Urina recente (jato médio).
Instruções:
Manter a rotina normal de ingestão de líquidos, evitando excessos.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher a primeira urina da manhã ou após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Jejum não necessário
Comentários
É o nome dado à detecção de pequenas quantidades de proteínas na urina (30 a 300 mg/24 horas) que tem importância no diagnóstico e na evolução da nefropatia diabética, por indicar lesão potencialmente reversível.
Também utilizada para detecção de albuminúria em pacientes com pré- eclâmpsia, hipertensão e lúpus eritematoso.
Em geral, prediz em 1 a 5 anos o aparecimento de proteinúria franca. Tratamento clínico rigoroso pode retardar oaparecimento e a progressão da microalbuminúria.
Excreção elevada pode ser encontrada em grávidas, após exercícios físicos, em quadros inflamatórios e infecciosos, na infecção urinária, na presença de hematúria e proteinúria postural benigna.
Pode ser realizado em amostra recente (corrigido pela creatinina) e em urinas coletados em 12 ou 24 horas. Variações individuais de até 30% podem ocorrer.
Na presença de proteinúria franca, valores de microalbuminúria podem ser falsamente baixos devido à ocorrência de "efeito gancho".
1. Preparação
" Você receberá um frasco especial para a coleta.
" Mantenha o frasco em um local fresco ou na geladeira durante todo o período da coleta.
2. Início da Coleta
" Escolha um horário para começar a coleta, por exemplo, às 07:30h.
" Nesse horário, você deve esvaziar a bexiga completamente no vaso sanitário. Esta primeira urina NÃO deve ser coletada.
" A partir de agora, todas as vezes que urinar, a urina deve ser coletada no frasco.
3. Durante as 24 Horas
" Colete toda a urina produzida em todas as micções (idos ao banheiro) ao longo do dia e da noite, sem pular nenhuma.
4. Fim da Coleta
" A coleta termina no mesmo horário em que começou, 24 horas depois. No nosso exemplo, seria às 07:30h da manhã do dia seguinte.
" No horário exato do término, você deve esvaziar a bexiga pela última vez e coletar essa urina no frasco.
Mesmo que não sinta vontade, tente fazer essa última micção.
" É crucial que essa urina final seja coletada para que o resultado do exame seja preciso.
5. Entrega
" Após a última coleta, feche bem o frasco.
" Leve o frasco imediatamente ao laboratório.
Resumo do exemplo:
" Dia 1, 07:30h da manhã: Urine no vaso sanitário.
" Das 07:30h do Dia 1 até 07:30h do Dia 2: Colete toda a urina
" Dia 2, 07:30h da manhã: Urine no frasco e encerre a coleta.
Lembre-se: a coleta correta garante um resultado confiável para o seu médico. Se tiver dúvidas, não hesite em perguntar
Comentários:
É o nome dado à detecção de pequenas quantidades de proteínas na urina (30 a 300 mg/24h) que tem importância no diagnóstico e na evolução da nefropatia diabética por indicar lesão potencialmente reversível.
Também utilizada para detecção de albuminúria em pacientes com pré-eclampsia, hipertensão e lúpus eritematoso.
Em geral, prediz em 1 a 5 anos o aparecimento de proteinúria franca. Tratamento clínico rigoroso pode retardar o aparecimento e a progressão da microalbuminúria. Excreção elevada pode ser encontrada em grávidas, após exercícios físicos, em quadros inflamatórios e infecciosos, na infecção urinária, na presença de hematúria e proteinúria postural benigna.
Pode ser realizado em amostra recente (corrigido pela creatinina) e em urinas coletadas em 12 ou 24 horas. Variações individuais de até 30% podem ocorrer. Na presença de proteinúria franca, valores de microalbuminúria podem ser falsamente baixos devido a ocorrência de "efeito gancho".
Instruções de preparo:
Jejum: Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
Dados: É obrigatório envio da cópia do pedido médico e questionário (disponível no laboratório) preenchido corretamente.
Outros: Solicitar ao laboratório o kit com antecedência.
Para informações e dúvidas a respeito da coleta entrar em contato no Whatsapp: 6533260066
Importante: as fezes devem ser coletadas sem contato com água ou urina.
Instruções de coleta:
Importante: a coleta deve ser realizada em fezes recém emitidas. Além disso, as fezes devem ser coletadas sem contato com água ou urina. Então, urinar e lavar bem as mãos antes de iniciar a coleta é fundamental.
1. Preencha de maneira legível a etiqueta com seu nome e data de nascimento. Em seguida, cole a etiqueta no tubo de coleta, no lado oposto ao código de barras;
2. Abra a embalagem do acessório plástico do vaso sanitário. Seguindo a seta indicativa, vista o acessório no assento do vaso sanitário com a marcação do furo para cima. Destaque a parte pontilhada para ter acesso ao interior do acessório, onde as fezes ficam retidas. Esse acessório retém as fezes de forma que não entrem em contato com o vaso sanitário e a água.
3. Sente-se no vaso sanitário, que está com o acessório que irá reter as suas fezes. Evacue e faça sua higiene normalmente.
Observação: ignorar as instruções de coleta descritas na embalagem do acessório plástico do vaso sanitário.
Antes de realizar os próximos passos, lave bem as mãos.
4. Abra a embalagem do swab (haste plástica estéril) pelo cabo e segure a extremidade do cabo, longe da cabeça do swab. Tome cuidado para não encostar a cabeça do swab em nenhuma superfície antes da coleta.
5. Colete as fezes utilizando o swab, da seguinte forma: introduza o swab nas fezes recém-emitidas, o suficiente para deixar o swab levemente sujo. O swab não deve ser utilizado como uma espátula. Não colete grande quantidade ou fragmentos de fezes.
6. Remova cuidadosamente o swab das fezes e imediatamente o insira no tubo coletor. Quebre o cabo do swab no ponto de quebra (utilize a parede do tubo para auxiliar na quebra).
ATENÇÃO:
A cabeça do swab deve permanecer no tubo.
É importante cuidar para não derramar a solução que está no tubo coletor. Essa solução garante a estabilidade da amostra, sem ela a sua amostra será rejeitada.
Se contaminar a parte externa do tubo com fezes, a sua amostra será rejeitada.
7. Feche bem o tubo e faça movimentos de inversão por um minuto.
8. Insira o tubo no saquinho plástico para transporte da amostra e mantenha em temperatura ambiente.
ATENÇÃO: não coloque na geladeira ou no congelador.
A amostra deve ser armazenada em temperatura ambiente e protegida da luz.
9. Descarte as fezes e o acessório plástico da seguinte forma: levante com cuidado o assento do vaso sanitário, puxando o acessório plástico para as fezes deslizarem para dentro do vaso sanitário. Remova o acessório do assento do vaso sanitário e descarte no lixo.
Finalizada a coleta! Lave bem as mãos.
Envie o material para o laboratório, mantendo-o em temperatura ambiente. Não coloque na geladeira nem no freezer.
Instruções de rejeição
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.
INTERPRETAÇÃO
O teste de microbioma intestinal Shotgun é um exame molecular que identifica bactérias, archaeas e fungos presentes nas fezes. Além disso, o teste também caracteriza o potencial funcional da microbiota intestinal contando com analise de bactérias produtoras de Histamina e bactérias produtoras de Beta-glucuronidase. Nesse exame é analisado o DNA total (Whole Genome Shotgun) através da metodologia de sequenciamento de DNA de alto desempenho. A importância da sua realização está correlacionada com a caracterização do perfil microbiano para possibilitar melhor compreensão do quadro clínico e fornecer um direcionamento de condutas personalizadas e assertivas.
Material: Sangue ou esperma
Jejum não necessário
Para a realização do exame, é obrigatório apresentar o pedido médico e os questionários fornecidos pelo laboratório, que devem estar preenchidos.
Interpretação do exame
A infertilidade masculina pode estar relacionada a causas nao genéticas e genéticas. Dentre estas, as microdeleções no cromossomo Y ocorrem em aproximadamente 7% dos casos. Este exame e capaz de detectar essas deleções que ocorrem no braço longo do cromossomo Y.
Material: Fezes
Condições: Fezes recente a fresco.
Instruções:
Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
Em casos de crianças utilizar coletor de urina, se necessário.
Evitar o uso de talco, laxantes, antiácidos, contraste oral ( utilizado em exames radiológicos) e supositórios nos 3 dias que antecedem ao exame e no dia da coleta.
Defecar em vasilhame limpo e seco.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Jejum: Não é necessário.
Encaminhe o material para o laboratório em, no máximo, 1 hora.
Comentários
Usado para o diagnóstico complementar das infecções causadas por protozoários do filo Microspora. Adultos jovens desenvolvem infecção subclínica, enquanto crianças podem desenvolver quadros agudos.
A infecção é mais importante em indivíduos imunocomprometidos, principalmente portadores de SIDA, onde estão associados diversos quadros: enteropatia, conjuntivite, sinusite, traqueobronquite, encefalite, nefrite intersticial, hepatite, osteomielite e miosite. O Enterocyton bieneusi é o principal causador da doença intestinal.
O esfregaço fecal corado com Chromotrope 2R não permite a identificação da espécie.
MATERIAL: PUNÇÃO DE MEDULA ÓSSEA: Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento médico. Recebemos e analisamos o material já coletado.
Dados: É obrigatório o envio do pedido médico e formulário (fornecido pelo laboratório) preenchido corretamente contendo hipótese diagnóstica e achados clínicos.
IMPORTANTE: este exame necessita das informações dos documentos para iniciar processamento técnico, o envio tardio dos documentos pode resultar em perda de estabilidade das amostras.
INTERPRETAÇÃO
O mielograma (ou análise do aspirado medular) é o exame utilizado para avaliar a composição citológica da medula óssea, local de produção das células do sangue.
Realizado através de punção óssea efetuada por médico especialista, com anestesia local ou, se necessário, sedação, este exame permite a análise detalhada da quantidade, morfologia e maturação das células hematopoiéticas que compõem o parênquima medular e a identificação de possíveis alterações nas mesmas.
A coleta pode ser realizada no osso esterno (região do tórax), crista ilíaca (bacia) ou tíbia (mais comum em crianças).
Este exame é essencial para diagnóstico e acompanhamento de diversas desordens hematológicas ou não, como leucemias, linfomas, neoplasias mieloproliferativas , neoplasias plasmocitárias, entre outras.
Material: sangue
Jejum mínimo de 12 horas
Comentários
São dosados 30 elementos:
Minerais essenciais: Fósforo (P), Cálcio (Ca), Magnésio (Mg), Sódio (Na), Potássio (K),Ferro (Fe), Manganês (Mn), Zinco (Zn), Cobre (Cu), Enxofre (S), Selenio (Se), Estrôncio(Sr), Boro (B), Germânio (Ge).
Elementos tóxicos: Chumbo (Pb), Berilio (Be), Mercúrio (Hg), Cádmio (Cd), Arsênio (As),Bário (Ba), Zircônio (Zr), Titânio (Ti), Telúrio (Te), Alumínio (Al).
Suplementares: Antimônio (Sb), Escândio (Sc), Ouro (Au), Prata (Ag), Bismuto (Bi) eEstanho (Sn).
O Silício não é avaliado, pois ocorre contaminação com a agulha no momento da punção.
Jejum não necessário
Comentários
A mioglobina é uma proteína citoplasmática da musculatura estriada cardíaca e esquelética.
Está envolvida no transporte do oxigênio dentro dos miócitos e funciona também como reservatório de oxigênio.
A determinação da mioglobina no soro é um fator importante no diagnóstico do enfarte agudo do miocárdio.
A concentração de mioglobina aumenta logo 2 horas após a ocorrência de sintomas, sendo, por isso, considerada um marcador muito precoce do enfarte do miocárdio.
Também podem ocorrer valores elevados de mioglobina após uso muscular excessivo (exercício severos, convulsões, traumas); hipertermia; infecções virais; sepses; distrofia muscular; miosites; uso de esteróides; intoxicações medicamentosas; isquemias; imobilização prolongada.
Material: Urina
Condições: Urina recente.
Jejum não necessário
Instruções:
O paciente não deve estar em uso de medicamento a base de Iodo ou de Vitamina C nos 3 dias anteriores à coleta. A interrupção do uso do medicamento somente poderá ser feita com o consentimento do médico, caso contrário apenas relatar o uso.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar: o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias. O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Comentários
A mioglobina facilita o movimento do oxigênio em direção as células da musculatura estriada. Após dano muscular, grandes quantidades de mioglobina são liberadas na circulação podendo levar a insuficiência renal. São causas de mioglobiúria: uso muscular excessivo (exercício severos, convulsões, traumas); hipertermia; infecções virais; sepses; distrofia muscular; miosites; uso de esteróides; intoxicações medicamentosas; isquemias; imobilização prolongada.
Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
Teste auxiliar no diagnóstico diferencial de doença hepática crônica e na caracterização de cirrose biliar primária, caso em que se mostra presente em 85% a 95% dos pacientes. Também aparece em 25% a 30% dos portadores de hepatite crônica ativa. Os anticorpos anti-mitocôndria, no entanto, raramente são observados em pacientes com obstrução biliar extra-hepática, hepatite induzida por drogas, hepatite viral, cirrose alcoólica ou câncer hepático. Apenas 1% das doenças auto-imunes pode apresentar positividade. Baixos títulos de anticorpos são observados na esclerodermia, na Síndrome de Sjörgen, artrite reumatóide e em outras doenças autoimunes.
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
O MOG (Myelin Oligodendrocyte Glycoprotein ou, em português, Glicoproteína da Mielina de Oligodendrócitos) é uma glicoproteína, expressa exclusivamente na membrana plasmática dos oligodendrócitos do SNC em amostras de pacientes irá auxiliar o diagnóstico de doenças desmielinizantes do sistema nervoso central. É um composto secundário da bainha de mielina, e por estar situada na sua superfície mais externa, torna-se alvo de autoanticorpos e células T autorreativas. Sua localização, também facilita seu reconhecimento como antígeno por células imunes.
A presença de MOG-IgG é observada em quadros clínicos, como NMOSD, neurite óptica idiopática recorrente ou bilateral, mielite isolada, encefalomielite desmielinizante aguda e na esclerose múltipla pediátrica. A diferenciação precoce da desmielinização associada a autoanticorpos MOG
ou aquaporina-4 (AQP-4) em pacientes com transtornos do espectro da neuromielite óptica (NMOSD) ou esclerose múltipla (EM) ajuda a decidir sobre medidas terapêuticas e tem um valor preditivo significativo.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Comentários
O vírus Epstein Barr (EBV) pertence à família Herspesviridae, infectando células epiteliais da nasofaringe e linfócitos B que espalham o vírus pelo organismo.
A infecção pelo vírus Epstein-Barr é extremamente comum.
Nos adolescentes e adultos jovens, a infecção primária é caracterizada pelo quadro de mononucleose infecciosa.
Cerca de 90 % dos infectados evoluem para infecção crônica e complicações podem estar associadas ao EBV.
A pesquisa de anticorpos heterofilos por aglutinação (monoteste) é positiva em cerca de 90% dos casos de mononucleose. Entretanto, esse teste pode ter falso-negativo, especialmente em crianças pequenas, e falso-positivo, sendo detectados em outras doenças infecciosas.
A pesquisa de anticorpos específicos contra antígenos específicos do EBV, agregam maior valor diagnóstico são os contra o capsídeo viral (VCA), com sensibilidade de 95% a 100% e especificidade de 86% a 100% nos episódios de mononucleose aguda.
Anticorpos anti-VCA IgM e IgG tornam-se rapidamente positivos em 1 a 2 semanas de infecção.
A presença de IgM anti-VCA usualmente indica infecção aguda pelo EBV. Entretanto, infecção aguda por outros herpes vírus, podem causar produção de IgM anti-VCA por células que apresentam infecção latente pelo EBV.
Falso-positivos de IgM anti-VCA também são citados em outras infecções recentes (toxoplasmose, adenovírus) e na presença de auto-anticorpos.
Nos quadros de reativação, a IgM anti-VCA pode ser negativa. Falso-negativos podem ocorrer devido à natureza transitória do IgM. O IgM anti-VCA persiste por 4 a 8 semanas. Anticorpos IgG anti-VCA surgem na fase aguda, tem pico em 2 a 4 semanas, persistindo por toda a vida.
- Amostra: Sêmen, obtido por masturbação após um período de abstinência sexual (geralmente de 2 a 5 dias).
- Antes da coleta, urinar e higienizar as mãos e o pênis usando água e sabão, distendendo todo o prepúcio.
- Enxaguar abundantemente com água e secar o pênis cuidadosamente com toalha limpa.
- Não colher em preservativos, não usar lubrificantes (inclusive saliva) e não colher através de coito interrompido (relação sexual interrompida).
- A forma de coleta do material é por masturbação, sem que haja perda do material.
- Colher o material diretamente no frasco estéril (fornecido pelo laboratório)
- A coleta deve ser feita preferencialmente no laboratório. Se a coleta for realizada em domicílio, o material deve ser entregue em até 30 minutos após a ejaculação, mantendo-o em temperatura corporal (evitar refrigeração ou calor excessivo).
- Não refrigerar a amostra e nem mantê-la sob o calor.
Comentário:
A Morfologia Estrita de Kruger (também conhecida como Classificação de Kruger) é um exame laboratorial detalhado, realizado dentro do Espermograma, que avalia a forma (morfologia) dos espermatozoides.
Seu principal objetivo é identificar o percentual de espermatozoides que possuem uma estrutura considerada normal e que, portanto, têm maior potencial de fertilização.
Este método é considerado mais rigoroso (estrito) do que as avaliações morfológicas convencionais e exige que o espermatozoide preencha critérios muito precisos para ser classificado como normal.
Urina Isolada: Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a micção, coletar o jato médio.
Urina neonatal: A coleta ideal é a realizada no laboratório com o coletor infantil. O saco coletor deve ser colocado após a adequada higienização, e se não ocorrer a micção em um prazo de 60 minutos, o saco coletor deverá ser trocado, até que ocorra espontânea micção.
INTERPRETAÇÃO
Teste de triagem urinária para mucopolissacarídeos são solicitados, como parte de uma bateria de rotina de testes realizados em todos os recém-nascidos ou em crianças que apresentam sintomas de retardo mental ou deficiência no crescimento. Mucopolissacarídeos ou glicosaminoglicanos formam um grande grupo de compostos localizados, principalmente, no tecido conjuntivo. Doenças hereditárias do metabolismo desses compostos impedem a completa metabolização da porção polissacáridea dos compostos, o que resulta em um acúmulo das porções do polissacarídeo incompletamente metabolizadas nos lisossomos das células do tecido conjuntivo e excreção aumentada na urina. Existem muitos tipos de mucopolissacaridoses, mas as mais conhecidas são a síndorme de Hurler (MPS tipo I), a síndrome de Hunter (MPS tipo II) e a síndrome de Sanfilippo (MPS tipo III). Existem mais três tipos de mucopolissacaridoses, menos frequentes: a síndrome de Morquio (MPS tipo IV), a síndrome de Maroteaux-Lamy (MPS tipo VI) e a síndrome de Sly (MPS tipo VII).
Jejum não necessário
Comentários
É uma glicoproteína que apresenta como sua principal constituinte a alfa-1-glicoproteína ácida (AAGP) que é uma proteína de fase aguda sintetizada nos hepatócitos. Uma vez que o ensaio para mucoproteína não apresenta boa reprodutibilidade, sofrendo influência da temperatura e do tempo de estocagem, sua determinação foi substituída com vantagens pela determinação da alfa-1-glicoproteína ácida.
Material: Sangue ou medula óssea. Não realizamos a coleta de medula óssea, pois trata-se de um procedimento médico.
Jejum não necessário
Obrigatório envio do questionário para exame Oncohematológico (fornecido pelo laboratório)
Jejum não necessário
Comentários
A concentração da homocisteína é influenciada por fatores genéticos, nutricionais e patológicos. Entre as causas hereditárias da hiper-homocisteinemia destaca-se a variante termolábil da metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR), responsável pela deficiente conversão da homocisteína em metionina.
Este teste é utilizado para detectar as mutações C677T (c.665C>T) e A1298C (c.1286A>C) no gene MTHFR, que em homozigose ou heterozigose composta, estão associadas à termolabilidade e atividade reduzida da MTHFR. Este estudo contribui para o esclarecimento da etiologia da hiper-homocisteinemia que constitui fator de risco isolado para doenças vasculares, incluindo a doença arterial coronariana, o tromboembolismo venoso e o acidente cerebral vascular.
-Jejum não obrigatório
INTERPRETAÇÃO
A hanseníase é uma doença infectocontagiosa, crônica, granulomatosa e de evolução lenta causada pelo Mycobacterium leprae. As manifestações clínicas da hanseníase são bastante variáveis e estão relacionadas com a imunogenicidade do bacilo e com o sistema imunológico do hospedeiro. A associação desses fatores é o responsável pelo alto potencial incapacitante da doença e esta é uma das principais razões para que ela seja de notificação compulsória e investigação obrigatória. O teste possibilita a detecção de anticorpos IgM específicos ao Mycobacterium leprae contra o componente sacarídico do glicolipídio fenólico-I (PGL-I) no soro, plasma ou no sangue humano.A presença de anticorpos sugere a presença de uma infecção multibacilar (MB) e, portanto, pode ser usada para discriminar pacientes multibacilares dos paucibacilares.
Material: ESCARRO. A coleta não é feita no laboratório. Recebemos o material já coletado.
Instruções
Colher em frasco estéril fornecido pelo laboratório.
Colher preferencialmente em sala aberta e bem ventilada.
Colher preferencialmente pela manhã, ao se levantar e antes do desjejum.
Lavar várias vezes a boca com água pura, gargarejando e bochechando abundantemente.
Qualquer secreção nasal ou salivar, deve ser eliminada. - Fazer várias inspirações profundas e tossir várias vezes, procurando obter o material do fundo do peito.
É recomendado pote estéril descartável de plástico transparente
A amostra deverá ser acondicionada em 2ºC e 8°C até seu envio para o laboratório.
Material: ESCARRO. O material não é coletado no laboratório. Recebemos o material já coletado
Colher em frasco estéril fornecido pelo laboratório.
Colher preferencialmente em sala aberta e bem ventilada.
Colher preferencialmente pela manhã, ao se levantar e antes do desjejum.
Lavar várias vezes a boca com água pura, gargarejando e bochechando abundantemente.
Qualquer secreção nasal ou salivar, deve ser eliminada.
Fazer várias inspirações profundas e tossir várias vezes, procurando obter o material do fundo do peito.
É recomendado pote estéril descartável de plástico transparente.
A amostra deverá ser acondicionada em 2ºC e 8°C até seu envio para o laboratório.
Jejum não necessário
Comentários
O Mycoplasma pneumoniae é responsável por 20% das pneumonias adquiridas na comunidade. A sorologia é útil para diagnóstico etiológico, necessitando, entretanto, da determinação de anticorpos em duas amostras diferentes: uma colhida na fase aguda e outra na fase de convalescença.
Um aumento significativo (quatro vezes) nos níveis de anticorpos é indicativo de infecção. Infecções prévias podem determinar títulos elevados, principalmente em maiores de 40 anos. Falso-positivos ocasionalmente são descritos em pacientes com outras pneumonias bacterianas. Imunodeprimidos podem apresentar sorologia negativa na presença de infecção.
A pesquisa de anticorpos contra o Mycoplasma pneumoniae apresenta maior sensibilidade que a pesquisa de crioaglutininas. - Fonte do valor de referência: Bula do kit Mycoplasma pneumoniae IgM- SERION ELISA classic.
Jejum não necessário
Comentários
Mycoplasma pneumoniae é responsável por 20% das pneumonias adquiridas na comunidade. A sorologia é útil para diagnóstico etiológico, necessitando, entretanto, da determinação de anticorpos em duas amostras diferentes: uma colhida na fase aguda e outra na fase de convalescença.
Um aumento significativo (quatro vezes) nos níveis de anticorpos é indicativo de infecção. Infecções prévias podem determinar títulos elevados, principalmente em maiores de 40 anos.
Falso-positivos ocasionalmente são descritos em pacientes com outras pneumonias bacterianas. Imunodeprimidos podem apresentar sorologia negativa na presença de infecção.
A pesquisa de anticorpos contra o Mycoplasma pneumoniae apresenta maior sensibilidade que a pesquisa de crioaglutininas.
Urina: Colher o primeiro jato de urina em frasco estéril e recomenda-se estar pelo menos 2h sem urinar.
Interpretação do exame
Mycoplasma hominis e Ureaplasma urealyticum causam infecções do trato genitourinário, por vezes de difícil diagnóstico. O diagnóstico das infecções urogenitais por Mycoplasma é difícil, uma vez que podem estar presentes como flora comensal no trato reprodutivo de indivíduos assintomáticos ou em pacientes com sintomas inespecíficos.
Indicação: Diagnóstico de infecções do trato gênito-urinário em ambos os sexos.
Interpretação clínica: A cultura para estes microrganismos e o antibiograma específico é importante, pois o uso indiscriminado de antibióticos leva ao aparecimento de cepas resistentes. A sensibilidade para U. urealyticum é acima de 90%, com especificidade próxima a 100%. A sensibilidade e especificidade para M. hominis estão acima de 90%.
Sugestão de leitura complementar:
Ferreira RA, Navarro PAAS. Técnicas de reprodução assistida. In: Ferriani RA, Navarro PAAS Eds. Protocolos de Condutas em Infertilidade Conjugal. 1ª ed. Conexão Brasil, São Paulo. 2004.
Kauffman CA. Mycoplasma infections. ACP Medicine 2009; 45:1-11.
Material: Esperma. Colher em frasco estéril.
Interpretação do exame
Mycoplasma hominis e Ureaplasma urealyticum causam infecções do trato genitourinário, por vezes de difícil diagnóstico. O diagnóstico das infecções urogenitais por Mycoplasma é difícil, uma vez que podem estar presentes como flora comensal no trato reprodutivo de indivíduos assintomáticos ou em pacientes com sintomas inespecíficos.
Indicação: Diagnóstico de infecções do trato gênito-urinário em ambos os sexos.
Interpretação clínica: A cultura para estes microrganismos e o antibiograma específico é importante, pois o uso indiscriminado de antibióticos leva ao aparecimento de cepas resistentes. A sensibilidade para U. urealyticum é acima de 90%, com especificidade próxima a 100%. A sensibilidade e especificidade para M. hominis estão acima de 90%.
Sugestão de leitura complementar:
Ferreira RA, Navarro PAAS. Técnicas de reprodução assistida. In: Ferriani RA, Navarro PAAS Eds. Protocolos de Condutas em Infertilidade Conjugal. 1ª ed. Conexão Brasil, São Paulo. 2004.
Kauffman CA. Mycoplasma infections. ACP Medicine 2009; 45:1-11.
Secreção: Não realizar higienização íntima
Urina: Não realizar higienização, coletar o primeiro jato de urina ( mínimo 2hrs sem urinar, mínimo 20 ml )
Interpretação do exame
Mycoplasma hominis e Ureaplasma urealyticum causam infecções do trato genitourinário, por vezes de difícil diagnóstico. O diagnóstico das infecções urogenitais por Mycoplasma é difícil, uma vez que podem estar presentes como flora comensal no trato reprodutivo de indivíduos assintomáticos ou em pacientes com sintomas inespecíficos.
Indicação: Diagnóstico de infecções do trato gênito-urinário em ambos os sexos.
Interpretação clínica: A cultura para estes microrganismos e o antibiograma específico é importante, pois o uso indiscriminado de antibióticos leva ao aparecimento de cepas resistentes. A sensibilidade para U. urealyticum é acima de 90%, com especificidade próxima a 100%. A sensibilidade e especificidade para M. hominis estão acima de 90%.
Sugestão de leitura complementar:
Ferreira RA, Navarro PAAS. Técnicas de reprodução assistida. In: Ferriani RA, Navarro PAAS Eds. Protocolos de Condutas em Infertilidade Conjugal. 1ª ed. Conexão Brasil, São Paulo. 2004.
Kauffman CA. Mycoplasma infections. ACP Medicine 2009; 45:1-11.
Secreção: Não realizar higienização íntima
Urina: Não realizar higienização, coletar o primeiro jato de urina ( mínimo 2hrs sem urinar, minimo 15 ml máximo 20 ml )
Interpretação do exame
Mycoplasma hominis e Ureaplasma urealyticum causam infecções do trato genitourinário, por vezes de difícil diagnóstico. O diagnóstico das infecções urogenitais por Mycoplasma é difícil, uma vez que podem estar presentes como flora comensal no trato reprodutivo de indivíduos assintomáticos ou em pacientes com sintomas inespecíficos.
Indicação: Diagnóstico de infecções do trato gênito-urinário em ambos os sexos.
Interpretação clínica: A cultura para estes microrganismos e o antibiograma específico é importante, pois o uso indiscriminado de antibióticos leva ao aparecimento de cepas resistentes. A sensibilidade para U. urealyticum é acima de 90%, com especificidade próxima a 100%. A sensibilidade e especificidade para M. hominis estão acima de 90%.
Sugestão de leitura complementar:
Ferreira RA, Navarro PAAS. Técnicas de reprodução assistida. In: Ferriani RA, Navarro PAAS Eds. Protocolos de Condutas em Infertilidade Conjugal. 1ª ed. Conexão Brasil, São Paulo. 2004.
Kauffman CA. Mycoplasma infections. ACP Medicine 2009; 45:1-11.
Jejum não necessário
Comentários
Anticorpos contra antígenos do músculo estriado são úteis para o diagnóstico da miastenia gravis (MG), especialmente em indivíduos com idade acima de 60 anos e resultado não reagente para anticorpo antiacetilcolina. Anticorpos antimúsculo esquelético são considerados marcadores sorológicos de timoma, especialmente nos casos de MG com início antes de 45 anos. São detectados em 30% dos pacientes adultos com MG, e em 80% dos casos associados ao timoma.
Para o diagnóstico da MG, são relevantes títulos superiores ou iguais a 1:800. Títulos menores que 1:800 devem ser valorizados de acordo com o contexto clínico, uma vez que podem ser detectados em outras condições como timoma não associado à MG, doenças endócrinas e reumáticas autoimunes, síndrome de Lambert-Eaton e carcinoma de pulmão de pequenas células.
Jejum não necessário
Comentários
A hepatite autoimune (HAI) é uma doença hepática de etiologia desconhecida, caracterizada pela presença de autoanticorpos, níveis elevados de imunoglobulina G, e infiltrado hepático de células plasmáticas.
Embora não sejam marcadores específicos da doença, os autoanticorpos são utilizados para a classificação da HAI em dois tipos: o tipo 1, mais comum, que afeta predominantemente adultos, e está associado com a presença de anticorpos anticélula (FAN), anticorpos antimúsculo liso e anticorpos anti-F actina; e o tipo 2, que afeta indivíduos jovens e crianças, apresenta evolução mais agressiva, e está associado com a presença de anticorpos anti-LKM1 e LC-1.
Anticorpos antimúsculo liso em título > 1:40 e > 1:80, no teste de imunofluorescência indireta em substrato estômago/fígado/rim de rato, recebem 1 e 2 pontos, respectivamente, nos critérios simplificados para o diagnóstico da HAI, de 2008. Estão presentes em 70% dos pacientes com HAI, geralmente em associação com FAN, ou isoladamente em 30% dos pacientes. Títulos altos (> 1:80) são mais específicos para HAI, enquanto títulos baixos podem ser detectados em outras doenças inflamatórias hepáticas como hepatites virais e esteatose hepática não gordurosa. Os títulos de anticorpo antimúsculo liso tendem a decrescer ou negativar com terapia imunossupressora bem-sucedida, especialmente em crianças.
N
Coletar o 2º jato da 1ª urina da manhã, no mínimo 10 mL
Instruções de coleta
Coletar a SEGUNDA amostra da manhã. Desprezar o primeiro jato de urina, e sem interromper a micção, coletar o segundo jato de urina. Encaminhar a amostra em até 1 hora após a coleta.
INTERPRETAÇÃO
O NTX é um marcador de reabsorção óssea pelos osteoclastos. Encontra-se elevado em crianças, pacientes com osteoporose, osteomalácia, em uso de corticoide ou portadores das Doença de Paget. Encontra-se diminuído em indivíduos com hipoparatireoidismo. O NTX libera porções de colágeno na circulação que são excretadas na urina e não apresenta variações com a dieta sendo o principal colágeno dos ossos, e uma queda superior a 30% na sua concentração basal indica bom resultado terapêutico.
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
Neurofilamentos de cadeias leves (NFL) são proteínas encontradas no sangue, que podem ser utilizadas para prever o surgimento de doenças degenerativas como Alzheimer, anos antes do início dos sintomas. Os NFL funcionam como um marcador inespecífico, que indica a perda de neurônios no cérebro. Sendo assim, quanto mais elevada sua concentração no sangue, maior o dano ao sistema nervoso central.
A concentração de NFL alterada pode estar relacionada à esclerose múltipla, doença de Parkinson, Alzheimer, entre muitas outras que causem danos cerebrais.
Jejum: Obrigatório de 8 horas.
Comentários
Os anticorpos anti-neutrófilos (ANCA) reagem com o citoplasma de neutrófilos e estão presentes em vasculites necrotizantes sistêmicas.
Estes anticorpos são detectados inicialmente pela técnica de imunofluorescência utilizando neutrófilos de doador normal.
Basicamente, podem ser identificados dois padrões de ANCA: C-ANCA: caracterizado pela presença de granulações final com acentuação central característica no citoplasma dos neutrófilos fixados pelo etanol.
O antígeno em 90% dos casos e a proteinase 3 (PR3). Esta fortemente associada a Granulomatose de Wegener (GW).
Os níveis de ANCA são úteis na monitorização da atividade da doença. E positivo em mais de 90% dos indivíduos com GW ativa e em apenas 30% dos pacientes com doença inativa. Apresenta especificidade de 80% a 100%. Raramente e encontrado em indivíduos normais e na ausência de vasculite.
Reações falso-positivas podem ser encontradas na presença de uma proteína presente na membrana celular conhecida como fator de permeabilidade bacteriana e raramente na vigência da mieloperoxidase. P-ANCA: apresenta-se como florescência nuclear com acentuação perinuclear.
O auto-anticorpo e dirigido contra a mieloperoxidase (MPO). Esta relacionado com Poliangeite microscópica, Glomerulonefrite crescente (pauci-imune), alveolite hemorrágica e síndrome de Churg- Strauss. Anticorpos contra outras enzimas citoplasmáticas podem produzir uma coloração similar.
Sendo assim, este padrão e também encontrado em mais de 80% dos pacientes com retocolite ulcerativa, em 70% dos casos de colangite esclerosante, em 10 a 40% dos pacientes com doença de Crohn, além de outras doenças hepatobiliares. Também pode estar presente na endocardite e fibrose cística com infecção bacteriana.
O uso de algumas drogas, como a hidralazina, pode aumentar os níveis de MPO,levando a um P-ANCA falso-positivo. A coloração nuclear ou perinuclear dos neutrófilos pode ocorrer na presença de anticorpos para o DNA, histona e outros constituintes nucleares.
Este achado pode ser indistinguível do padrão P-ANCA. Para diferenciar os dois padrões e necessária a realização da pesquisa de ANA/HEp2 e ANCA com neutrófilos fixados em formalina.
A fixação com formalina previne a redistribuição do antígeno para o espaço perinuclear, levando a uma coloração semelhante ao C-ANCA.
*Este exame só pode ser realizado a partir de 10 semanas e 0 dias de gestação.
*Este exame NÃO pode ser realizado nas seguintes situações:
1. Gestação gemelar múltipla (3 ou + fetos);
2. Gestação gemelar em que houve perda (óbito) de um dos fetos (gêmeo evanescente ou gêmeo desaparecido );
3. Mulheres que receberam transplante de medula;
4. Mulheres que receberam transfusão de sangue nos últimos 4 meses.
*Este exame só pode ser realizado a partir de 10 semanas e 0 dias de gestação.
*Este exame NÃO pode ser realizado nas seguintes situações:
1. Gestação gemelar múltipla (3 ou + fetos);
2. Gestação gemelar em que houve perda (óbito) de um dos fetos (gêmeo evanescente ou gêmeo desaparecido );
3. Mulheres que receberam transplante de medula;
4. Mulheres que receberam transfusão de sangue nos últimos 4 meses.
Jejum: imediatamente antes da próxima mamada.
Instruções
- A triagem neonatal deve ser coletada preferencialmente entre o 3° a 5° dia de vida, podendo ser realizada entre zero e 28 dias de vida.
- Recém-nascidos que receberam transfusão sanguínea antes da coleta da amostra para triagem neonatal devem repetir a coleta: . 10 dias após a transfusão para os testes de TSH, Fenilalanina (PKU), Tripsina imunoreativa, Biotinidase, 17 OH Progesterona, e para triagem com dosagem de aminoácidos e acilcarnitinas por espectrometria de massas em tandem; . 20 dias após a transfusão para análise de hemoglobinas.
Comentários: Esse perfil Novo Ampliado do Teste do Pezinho é composto por 12 exames e pode pesquisar até 59 doenças.
Jejum: imediatamente antes da próxima mamada.
Instruções
A triagem neonatal deve ser coletada preferencialmente entre o 3° a 5° dia de vida, podendo ser realizada entre zero e 28 dias de vida.
Recém-nascidos que receberam transfusão sanguínea antes da coleta da amostra para triagem neonatal devem repetir a coleta: . 10 dias após a transfusão para os testes de TSH, Fenilalanina (PKU), Tripsina imunoreativa, Biotinidase, 17 OH Progesterona, e para triagem com dosagem de aminoácidos e acilcarnitinas por espectrometria de massas em tandem; . 20 dias após a transfusão para análise de hemoglobinas.
Jejum: imediatamente antes da próxima mamada.
Instruções
A triagem neonatal deve ser coletada preferencialmente entre o 3° a 5° dia de vida, podendo ser realizada entre zero e 28 dias de vida.
Recém-nascidos que receberam transfusão sanguínea antes da coleta da amostra para triagem neonatal devem repetir a coleta: . 10 dias após a transfusão para os testes de TSH, Fenilalanina (PKU), Tripsina imunoreativa, Biotinidase, 17 OH Progesterona, e para triagem com dosagem de aminoácidos e acilcarnitinas por espectrometria de massas em tandem; . 20 dias após a transfusão para análise de hemoglobinas.
Jejum: imediatamente antes da próxima mamada
Instruções
A triagem neonatal deve ser coletada preferencialmente entre o 3° a 5° dia de vida, podendo ser realizada entre zero e 28 dias de vida.
Recém-nascidos que receberam transfusão sanguínea antes da coleta da amostra para triagem neonatal devem repetir a coleta: . 10 dias após a transfusão para os testes de TSH, Fenilalanina (PKU), Tripsina imunoreativa, Biotinidase, 17 OH Progesterona, e para triagem com dosagem de aminoácidos e acilcarnitinas por espectrometria de massas em tandem; . 20 dias após a transfusão para análise de hemoglobinas.
Jejum não necessário.
Comentários
O níquel é um elemento que ainda não possui dados sobre seu caráter essencial no homem, mas virtualmente desde sua descoberta houve evidências de sua toxicidade.
As principais fontes de emissão de níquel para a atmosfera são vulcões ou relacionados à extração e purificação do metal. No homem, as duas principais rotas de suprimento são por ingestão e por inalação.
No homem não está claro qual é a sua principal função, mas parece que ela participa do metabolismo do ácido propiônico.
Os efeitos tóxicos são múltiplos, destacando efeitos imunológicos (dermatite, reações anafiláticas ...), os efeitos tóxicos gerais (mais pelos compostos hidrossolúveis) e efeitos carcinogênicos (mais por não solúvel).
No homem, é difícil que ocorra um déficit, uma vez que as necessidades diárias são muito baixas. As intoxicações agudas por níquel são geralmente de origem ocupacional devido à inalação (com alterações respiratórias e neurológicas).
As intoxicações crônicas são causadas principalmente pela exposição crônica prolongada. A via de entrada geralmente é por inalação, gerando alterações pulmonares. Os marcadores mais utilizados para o controle de indivíduos expostos são a concentração de níquel no soro e na urina.
Em pessoas expostas a compostos de níquel solúveis em água, as concentrações de níquel no soro e na urina são proporcionais à exposição.
Em pessoas expostas a compostos menos solúveis, uma alta concentração indica uma alta exposição, mas a ausência de altas concentrações não isenta o risco.
Material: Urina
Jejum não necessário
Instruções
Não colher em local de trabalho.
Retirar o uniforme de trabalho antes da coleta.
A coleta pode ser no início ou final da jornada.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar: o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
A dosagem da ocitocina deve ser indicada pelo médico solicitante a partir da história clínica da paciente de acordo com os diferentes papéis desempenhados por esse hormônio. A ocitocina é produzida no hipotálamo e armazenada na neurohipófise (estruturas cerebrais) e tem entre as principais funções a promoção das contrações uterinas durante o trabalho de parto e o estímulo da atividade do útero logo após o parto, além de estimular a liberação de leite materno durante o período de amamentação. Esse hormônio também tem como função no organismo melhorar as relações sociais, auxilia no combater a depressão e ansiedade e aumentar o prazer no contato íntimo.
No homem, este hormônio é capaz de diminuir a agressividade, embora sua atuação seja muitas vezes bloqueada pela ação da testosterona, além de desempenhar um papel no movimento do esperma e na produção de testosterona pelos testículos.
As áreas cerebrais atividades para a produção e armazenamento da ocitocina também têm ligação com a produção e liberação de outros hormônios, como o TSH (hormônio que estimula o funcionamento da tireoide) e o FSH (hormônio que atua na regulação do ciclo menstrual).
Mais recentemente, descobriu-se que a ocitocina desempenha papel central no comportamento social humano e na cognição, e a desregulação da ocitocina pode contribuir para transtornos psiquiátricos.
Material: Urina. Não recebemos a amostra coletada em residência. A coleta é obrigatoriamente assistida no laboratório.
É obrigatório o preenchimento completo do "Questionário de Coleta Assistida" juntamente com o cliente.
No caso de paciente menor de 18 anos, é necessário a assinatura do menor e do responsável.
Comentários
Os opiáceos são uma classe de drogas composta por agentes prescritos e substâncias ilícitas. No teste de triagem realizado na urina, é pesquisada a substância morfina, metabólito da codeína e da heroína.
A codeína é extensamente metabolizada, sendo 10 a 15% da dose convertida a morfina e norcodeína.
A heroína é rapidamente metabolizada a 6-monoacetilmorfina (6-MAM), morfina e morfina-glucuronídeo. Fentanil e oxicodona usualmente não são detectados. Análises em urina apresentam como principais vantagens a facilidade de obtenção e maior janela de detecção quando comparada a amostras de sangue.
Vários fatores influenciam o tempo de detecção de uma substância: a farmacocinética da droga; a intensidade, frequência e duração do uso; via de administração; presença de metabólitos; pH e grau de diluição da urina; e variações interindividuais no metabolismo da substância.
O tempo de detecção de opiáceos na urina é de, em média, 1 a 3 dias, dependendo do tipo de droga consumida. Para interpretação dos resultados, a ingestão de produtos que contêm codeína, como antitussígenos e antidiarreicos deve ser excluída.
Antimicrobianos da classe das Quinolonas e Verapamil também podem ocasionar resultados reagentes nos testes de triagem. Estes são considerados preliminares, pois pode ocorrer reatividade cruzada com substâncias estruturalmente semelhantes. Resultados reagentes devem ser confirmados por método mais específico (Cromatografia Líquida ou Gasosa/ Espectrometria de Massas). Quando há suspeita de uso de heroína, é importante avaliar no teste confirmatório a presença de 6-MAM, já que este é um produto da heroína, mas não da codeína e morfina. No entanto, esse metabólito tem meia vida de apenas 36 minutos, sendo detectado na urina somente até 8 horas do uso.
Material: Urina recente (final de jornada).
Instruções
Colher ao final da jornada de trabalho.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Como a maior parte do metabólito é excretada nas 6 horas seguintes ao final da jornada de trabalho, recomenda-se, quando possível, a coleta da urina durante este período de 6 horas pós-exposição.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Jejum não necessário.
Interpretação do exame
A osmolalidade sérica é mantida através da ação do hormônio antidiurético no rim. Sua dosagem serve como avaliação da desidratação, do balanço ácidobásico, da função do hormônio antidiurético (ADH), de doença hepática e do coma hiperosmolar. Osmolalidade sérica elevada com sódio normal sugere possível hiperglicemia, uremia ou alcoolismo. Normalmente, sua relação com o sódio é de 0,43 a 0,50. O decréscimo nessa relação é observado na uremia e em outros estados associados ao aumento de substâncias osmoticamente ativas.
Indicações: Avaliação da desidratação, balanço hidrossalino, balanço ácidobásico função do ADH, estados hiperosmolares, intoxicação exógena por água.
Interpretação clínica: Osmolalidade plasmática elevada pode resultar de desidratação, hiperglicemia, hipernatremia, azotemia, ingestão de etanol, metanol e polietilenoglicol e terapia com manitol. Osmolalidade plasmática baixa pode ser devido a intoxicação hídrica, síndrome de secreção inapropriada do hormônio anti diurético (SIADH) no carcinoma de pulmão, diabetes insipidus, entre outros.
Sugestão de leitura complementar:
Loh JA, Verbalis JG. Disorders of water and salt metabolism associated with pituitary disease. Endocrinol Metab Clin N Am. 2008;37:213-34
Rabinstein AA, Bruder N. Management of hyponatremia and volume contraction. Neurocrit Care. 2011;15:354-60.
Material: Urina recente.
Jejum não necessário
Instruções
Colher, preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 04 horas após a última micção.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar: O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias. O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Comentários
A osmolalidade na urina é usada na avaliação da capacidade de concentração renal, distúrbios hidroeletrolíticos, SIADH, diabetes insipidus e amiloidose.
Material: Urina de 24 horas.
Jejum não necessário
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar desde o início da coleta.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Comentários
A osmolalidade na urina é usada na avaliação da capacidade de concentração renal, distúrbios hidroeletrolíticos, SIADH, diabetes insipidus e amiloidose.
Medicação: Pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (superior a 5 mg/dL), a coleta deve ser realizada até no mínimo 8 horas após a última administração.
Jejum: Aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
A osteocalcina é uma proteína dependente da Vitamina K. Constitui até 3% da proteína total do osso, sendo a proteína não colagênica mais abundante. Pensa-se que a osteocalcina atua na formação do tecido ósseo porque é produzida por osteoblastos, células necessárias neste processo. A osteocalcina também é diretamente influenciada pelos hormônios reguladores do cálcio (calcitonina, paratormônio, vitamina D) necessários na mineralização óssea normal. A osteocalcina tem sido extensivamente discutida como indicador prognóstico da progressão da doença óssea. Níveis elevados de osteocalcina podem ocorrer em diferentes doenças incluindo osteomalácia, doença de Paget, hipertireoidismo, hiperparatireoidismo primário e osteodistrofia renal. Além disso, níveis elevados de osteocalcina podem ocorrer na osteoporose pós menopausa devido ao aumento ou diminuição da formação óssea. Decréscimo nos níveis de osteocalcina tem sido referido no hiperparatireoidismo e durante a terapia de longa duração com corticosteróides.
Jejum não necessário
Jejum não necessário
Instruções
A coleta ideal deve ser realizada imediatamente antes da administração da próxima dose do medicamento ou conforme orientação do médico.
Caso o medicamento seja tomado apenas uma vez ao dia, a coleta deve ser feita pelo menos 12 horas após a medicação.
Não é recomendado o uso concomitante com inibidores da MAO.
Antes da administração de oxcarbazepina, os IMAOS devem ser descontinuados por no mínimo 2 semanas, conforme orientação médica. No entanto, a descontinuidade do medicamento somente poderá ser autorizada pelo medico do paciente.
P
MATERIAL: URINA FINAL DA JORNADA DE TRABALHO
Colher preferencialmente durante as últimas 4 horas da jornada de trabalho.
Informar se é urina início ou final de jornada, quando for exposição ocupacional.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
INTERPRETAÇÃO
O indicador biológico de exposição a anilina é chamado de p-aminofenol. A anilina é um líquido oleoso, incolor (que escurece rapidamente quando exposto a luz), com odor característico e ligeiramente volátil à temperatura ambiente. A anilina é pouco solúvel em água e bastante solúvel na maioria dos solventes orgânicos. Essa substância é usada na produção de uma grande variedade de produtos como espuma de poliuretano, produtos agrícolas, corantes sintéticos, antioxidantes, estabilizantes para a indústria de borrachas, herbicidas, vernizes e explosivos. Além disso, o p-aminofenol é um produto químico industrial amplamente utilizado e um metabólito de analgésicos, como o acetaminofeno (APAP).
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
Este teste realiza a análise dos patógenos Dengue, Zika e Chinkungunya.
A maior parte dos patógenos responsáveis por doenças infecciosas humanas tem origem zoonótica. A modificação dos ecossistemas pela ação humana, como o desmatamento, crescimento populacional urbano desordenado e as mudanças climáticas favorecem o aparecimento de doenças infecciosas nos centros urbanos. Nesse contexto algumas doenças transmitidas por mosquitos vetores, como Dengue, Zika e Chikungunya, vem ganhado destaque no Brasil. Os sintomas da infecção por estas arboviroses são muito semelhantes, por isso, o diagnóstico clínico não é suficiente para distinguir entre um e outro. O teste molecular traz uma resposta rápida e de alta precisão para a diferenciação das arboviroses.
Material: Sangue
Jejum não necessário
Genes Analisados
504 genes: AARS1, ABAT, ACTL6B, ACY1, ADAM22, ADAR, ADGRG1, ADGRV1, ADRA2B, ADSL, AIMP2, AKT3, ALDH5A1, ALDH7A1, ALG1, ALG12, ALG13, ALG2, ALG3, ALG6, ALG8, ALG9, AMACR, AMT, AP2M1, AP3B2, ARFGEF2, ARG1, ARHGEF15, ARHGEF9, ARID1B, ARSA, ARV1, ARX, ASAH1, ASNS, ASPA, ATAD1, ATP13A2, ATP1A1, ATP1A2, ATP1A3, ATP6AP2, ATP6V0A2, ATP6V1A, ATP7A, ATRX, BCKDK, BCS1L, BOLA3, BRAF, BRAT1, BSCL2, BTD, C12orf57, CACNA1A, CACNA1B, CACNA1D, CACNA1E, CACNA1H, CACNA2D2, CACNB4, CAD, CAMK2B, CARS2, CASK, CASR, CBL, CC2D2A, CCDC88A, CCDC88C, CDK8, CDKL5, CERS1, CHD2, CHRNA2, CHRNA4, CHRNB2, CIC, CLCN2, CLCN4, CLN3, CLN5, CLN6, CLN8, CLTC, CNNM2, CNPY3, CNTN2, CNTNAP2, COG5, COG7, COG8, COL18A1, COL4A1, COL4A2, COQ2, COQ9, COX10, COX15, CPA6, CPLX1, CRH, CSTB, CTNNB1, CTSD, CTSF, CUL4B, CYFIP2, CYP27A1, DCX, DDC, DDX3X, DEAF1, DENND5A, DEPDC5, DHCR7, DHDDS, DHFR, DIAPH1, DMXL2, DNAJC5, DNM1, DNM1L, DOCK7, DOLK, DPAGT1, DPM1, DPM2, DPYD, DYNC1H1, DYRK1A, ECHS1, EEF1A2, EFHC1, EHMT1, EIF2B1, EIF2B2, EIF2B3, EIF2B4, EIF2B5, EIF2S3, EMC1, EML1, EMX2, EPG5, EPM2A, EXT2, FAR1, FARS2, FASN, FBXO11, FGF12, FGFR3, FH, FKRP, FKTN, FLNA, FOLR1, FOXG1, FOXP1, FRRS1L, FUCA1, GABBR2, GABRA1, GABRA2, GABRA5, GABRB1, GABRB2, GABRB3, GABRD, GABRG2, GAL, GALC, GAMT, GATAD2B, GATM, GBA1, GCH1, GCSH, GFAP, GLB1, GLDC, GLI3, GLRA1, GLRB, GLUD1, GM2A, GNAO1, GNB1, GOSR2, GPAA1, GPHN, GRIA3, GRIA4, GRIN1, GRIN2A, GRIN2B, GRIN2D, GRN, GTPBP3, GUF1, HACE1, HCN1, HCN2, HDAC8, HECW2, HEXA, HEXB, HNRNPU, HRAS, IDH3A, IER3IP1, IFIH1, IQSEC2, IRF2BPL, ITPA, JMJD1C, KANSL1, KATNB1, KCNA1, KCNA2, KCNB1, KCNC1, KCND2, KCNH1, KCNH2, KCNH5, KCNJ10, KCNJ11, KCNK4, KCNMA1, KCNQ2, KCNQ3, KCNQ5, KCNT1, KCNT2, KCTD3, KCTD7, KDM5C, NEXMIF, KIF1A, KIF2A, KIF5A, KIFBP, KPNA7, KPTN, KRAS, LAMC3, LARGE1, LGI1, LIAS, LMNB2, MAGI2, MAP2K1, MAP2K2, MAPK10, MBD5, MDH2, MECP2, MED12, MED17, MEF2C, MFSD8, MICAL1, MLC1, MOCS1, MOCS2, MOCS3, MOGS, MPDU1, MTHFR, MTOR, NACC1, NAGA, NAGLU, NDE1, NDP, NDUFA1, NDUFA2, NDUFS1, NDUFS4, NDUFS7, NDUFS8, NDUFV1, NECAP1, NEDD4L, NF1, NGLY1, NHLRC1, NPC1, NPC2, NPRL2, NPRL3, NRXN1, NSD1, NSDHL, NTRK2, NUS1, OCLN, OPHN1, OTUD6B, PACS1, PACS2, PAFAH1B1, PAH, PAK3, PCDH12, PCDH19, PCLO, PDHA1, PDHX, PDSS2, PEX1, PEX10, PEX12, PEX13, PEX14, PEX16, PEX19, PEX2, PEX26, PEX3, PEX5, PEX6, PEX7, PHGDH, PIGA, PIGB, PIGC, PIGG, PIGN, PIGO, PIGP, PIGQ, PIGT, PIGV, PIGW, PIK3AP1, PLAA, PLCB1, PMM2, PNKD, PNKP, PNPO, PNPT1, POLG, POLG2, POMGNT1, POMT1, POMT2, PPP2CA, PPP2R1A, PPP2R5D, PPP3CA, PPT1, PQBP1, PRDM8, PRICKLE1, PRICKLE2, PRIMA1, PRMT7, PRODH, PLPBP, PRRT2, PSAP, PSAT1, PSMB8, PSPH, PTCH1, PTEN, PTPN23, PURA, QARS1, QDPR, RAB11A, RAB11B, RAB39B, RAB3GAP1, RAI1, RALA, RANBP2, RARS2, RBFOX1, RBFOX3, RELN, RFT1, RHOBTB2, RNASEH2A, RNASEH2B, RNASEH2C, RNF13, ROGDI, RORB, RTN4IP1, RTTN, RUSC2, RYR3, SAMHD1, SATB2, SCARB2, SCN10A, SCN1A, SCN1B, SCN2A, SCN3A, SCN5A, SCN8A, SCN9A, SCO2, SCP2, SDHA, SERPINI1, SETBP1, SETD2, SGCE, SGSH, SHH, SIK1, SIX3, SLC12A5, SLC13A5, SLC17A5, SLC19A3, SLC1A2, SLC25A12, SLC25A19, SLC25A22, SLC2A1, SLC35A1, SLC35A2, SLC35A3, SLC45A1, SLC6A1, SLC6A5, SLC6A8, SLC9A6, SMARCA2, SMC1A, SMS, SNAP25, SNIP1, SNX27, AFG2A, SPTAN1, SRPX2, ST3GAL3, ST3GAL5, STAG2, STIL, STRADA, STX1B, STXBP1, STXBP2, SUMF1, SUOX, SURF1, SYN1, SYNGAP1, SYNJ1, SZT2, TANGO2, TBC1D24, TBCD, TBCK, TBL1XR1, TCF4, TH, TK2, TMEM70, TNK2, TPK1, TPP1, TRAPPC6B, TREX1, TRIM8, TRIO, TSC1, TSC2, TSEN2, TSEN34, TSEN54, TSFM, TUBA1A, TUBA8, TUBB2A, TUBB2B, TUBB3, TUBG1, UBA5, UBE2A, UBE3A, UFC1, UNC80, VLDLR, WASF1, WDR45, WDR45B, WWOX, YWHAG, ZDHHC9, ZEB2, ZIC2, ZSWIM6.
Comentários
As epilepsias formam um grupo de síndromes neurológicas crônicas, decorrentes de alterações das funções cerebrais, associadas ou não a outras condições patogênicas. As síndromes epilépticas são divididas em sintomáticas, criptogênicas e idiopáticas. As síndromes epilépticas iniciadas na infância podem provocar sequelas neurológicas graves, dependendo de sua evolução clínica. Entre elas estão a epilepsia Rolândica, síndrome de Lennox-Gastaut, síndrome de West, síndrome de Rett, síndrome de Angelman e síndrome de Dravet. Fatores genéticos estão sabidamente envolvidos na etiologia de diferentes epilepsias, porém a identificação de genes causais tem ocorrido, em grande maioria, nas epilepsias monogênicas, que perfazem apenas 12% das síndromes epilépticas. Deve-se pensar em causas genéticas de epilepsia para os pacientes que apresentem encefalopatia epiléptica, tal como síndrome de West, síndrome de Otahara e síndrome de Dravet, além de outras formas de epilepsia grave, de início neonatal ou no lactente. Pacientes com epilepsia mioclônica progressiva, tal como as lipofuscinoses ceróides neuronais. Ou mesmo, pacientes com epilepsia e atraso do desenvolvimento, na presença de túberes corticais, angiomiolipomas renais e rabdomioma intracardíaco, manifestações frequentemente encontradas no complexo da esclerose tuberosa (genes TSC1 e TSC2). A definição da etiologia das epilepsias geneticamente determinadas permite a indicação de condutas clínicas para o tratamento ou manejo da condição, como por exemplo: Oferecer um tratamento mais apropriado para pacientes com a síndrome de Dravet por mutação em SCN1A, evitando o uso de medicamentos como lamotrigina e carbamazepina, indicação de carbamazepina para indivíduos com mutação em SCN8A e suplmenetação diária de piridoxina para pacientes com encefalopatia epiléptica associada ao gene ALDH7A1. Utilizar de forma mais racional exames complementares, evitando por exemplo a repetição de exames de imagem ou de estudos neurofisiológicos desnecessários. Planejar melhor o tratamento a longo prazo: pacientes com mutação em KCNQ2 podem ter crises de difícil controle nos primeiros meses de vida, que posteriormente se atenuam significativamente, de forma espontânea. Oferecer aconselhamento genético. É importante lembrar que muitas das encefalopatias epilépticas decorrem de mutações de novo (i.e., não foram herdadas dos genitores), com baixo risco de repetição na família. Por outro lado, epilepsias mioclônicas progressivas são quase todas de herança recessiva, com risco de repetição em futura prole do casal de 25%. Em casos de epilepsia com claro componente ambiental, tal como ocorre nas encefalopatias hipoxicoisquêmicas, a chance da investigação genética trazer algum benefício é reduzida. Ao contrário do que ocorre com a síndrome de Dravet, que tem uma alta probabilidade de ser geneticamente determinada, raramente se encontra alterações genéticas em casos de síndrome de Doose.
MÉTODO: Sequenciamento completo (NGS sequenciamento de nova geração) de todas as regiões codificantes e regiões flanqueadoras adjacentes aos éxons de 504 genes. Este ensaio permite a identificação de variantes de nucleotídeo único (SNVs), pequenas inserções e deleções (INDELS), bem como variações no número de cópias (CNVs) que compreendam três ou mais éxons dos genes estudados e NÃO inclui análise por MLPA.
Instruções de preparo
Jejum: O paciente deve informar ao coletador se houve alimentação em um período inferior há 2 horas, devido a possibilidade de regurgitar, porém o jejum não é obrigatório.
Medicação: Evitar o uso de sprays nasais ou outros medicamentos de uso local no dia da coleta.
INTERPRETAÇÃO
Este painel respiratório detecta o Vírus SARS-CoV-2, Vírus Sincicial Humano (HRSV), tipos A e B, Influenza A tipos H1N1 e H3N2 e Influenza B.
Material: Diversos:
REGIÃO ANAL
Coleta Região Anal PUGPCR:
Utilizar a escova/espátula que acompanha o kit para coleta;
Mantendo uma pressão suave, girar a escova/espátula cinco vezes no sentido horário;
Imediatamente após a coleta inserir a escova no kit de coleta;
Quebrar a haste da escova;
Fechar o frasco;
Agitar o coletor durante aproximadamente 30 segundos para homogeneizar a amostra, descartar a escova;
Fechar o frasco com firmeza para evitar vazamento.
REGIÃO ENDOCERVICALREGIÃO ENDOCERVICAL:
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque) ou colposcopia. Caso pretenda realizar colposcopia, fazer a coleta da citologia líquida antes da aplicação do ácido acético ou iodo; A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o resultado;
REGIÃO URETRAL
REGIÃO VAGINAL: Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada. Não efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia prévia; A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o resultado;
REGIÃO VULVAR: Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada. Não efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia prévia; A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o resultado;
Instruções
Este exame não é realizado sem pedido médico, pois o laudo é liberado em acordo com o que o médico solicitou.
Jejum
Amostra de sangue: não necessário jejum.
Amostra de saliva: Nos 30 minutos anteriores a coleta da saliva, não beber, comer, fumar, mascar chicletes, escovar os dentes ou inserir qualquer objeto na boca.
Comentários
Estima-se que 1,1 a 4,2% dos pacientes com diabetes diagnosticado antes dos 20 anos de idade tenha uma das formas monogênicas do diabetes mellitus como MODY, síndromes de resistência a insulina incluindo lipodistrofias, e diabetes mitocondrial.
MODY compreende diferentes formas clínicas da doença, que têm, em comum, um defeito primário na secreção de insulina, levando à hiperglicemia de início precoce, geralmente antes dos 25 anos. Está associado a anticorpos anticélula beta negativos, a valores detectáveis de peptídeo C e a uma história familiar positiva.
As síndromes graves de resistência à insulina são um grupo de síndromes raras caracterizadas por profunda resistência a esse hormônio.
As síndromes de lipodistrofia são condições heterogêneas herdadas ou adquiridas, extremamente raras, caracterizadas por perda seletiva de tecido adiposo subcutâneo e armazenamento lipídico ectópico. O acúmulo de gordura ocorre sobretudo no fígado e no músculo, causando resistência insulínica e suas complicações - diabetes mellitus, hipertrigliceridemia, acantose nigricante, hipertensão, síndrome dos ovários policísticos e a doença hepática esteatótica metabólica. Os dois subtipos mais prevalentes de lipodistrofia genética são a congênita generalizada e a parcial familiar.
Método: Sequenciamento completo (NGS - sequenciamento de nova geração) de todas as regiões codificantes e regiões flanqueadoras adjacentes aos éxons de 67 genes relacionados à diabetes monogênico . Este ensaio permite a identificação de variantes de nucleotídeo único (SNVs), pequenas inserções e deleções (INDELS), bem como variações no número de cópias (CNVs) que compreendam três ou mais exons dos genes estudados e NÃO inclui análise por MLPA. É realizada análise criteriosa em busca de variantes genéticas patogênicas e provavelmente patogênicas. Variantes benignas e provavelmente benignas não serão reportadas.
Instruções
Este exame é realizado somente com solicitação médica.
Jejum
Amostra de sangue: Não é necessário preparo.
Amostras de saliva ou swab: 30 minutos antes da coleta, não beber, comer, fumar, mascar chicletes, escovar os dentes ou inserir qualquer objeto na boca.
Comentários
Hipogonadismo hipogonadotrófico congênito (HHC) e síndrome de Kallmann (SK) são doenças genéticas raras e relacionadas, que impedem o desenvolvimento puberal normal, causam infertilidade em homens e mulheres e podem ser transmitidas à prole. HHC e SK são fenotipicamente e geneticamente doenças heterogêneas. A herança pode ser classicamente mendeliana, mas modos mais complexos de transmissão, como os oligogênicos também foram descritos. Este teste realiza sequenciamento completo (NGS - sequenciamento de próxima geração) de todas as regiões codificantes e regiões flanqueadoras adjacentes aos exons dos genes relacionados ao hipogonadismo.
Jejum não necessário
Necessário o envio da cópia da solicitação médica e o preenchimento do questionário fornecido pelo laboratório.
Genes Analisados
104 genes: ABCC9, ACADVL, ACTC1, ACTN2, AGL, ALMS1, ANK2, BAG3, BRAF, CACNA1C, CALR3, CAV3, CBL, CPT2, CRYAB, CSRP3, DES, DMD, DNAJC19, DOLK, DSC2, DSG2, DSP, DTNA, EMD, EYA4, FHL1, FHL2, FKRP, FKTN, FLNC, GAA, GATAD1, GLA, HCN4, HRAS, ILK, JPH2, JUP, KRAS, LAMA4, LAMP2, LDB3, LMNA, MAP2K1, MAP2K2, MED12, MIB1, MTO1, MYBPC3, MYH6, MYH7, MYL2, MYL3, MYLK2, MYOT, MYOZ2, MYPN, NEBL, NEXN, NF1, NKX2-5, NPPA, NRAS, PDLIM3, PKP2, PLN, PRDM16, PRKAG2, PSEN1, PSEN2, PTPN11, RAF1, RASA1, RBM20, RIT1, RPSA, RYR2, SCN5A, SDHA, SGCD, SHOC2, SLC22A5, SLC25A4, SOS1, SPRED1, SYNE1, SYNE2, TAFAZZIN, TCAP, TGFB3, TMEM43, TMEM70, TMPO, TNNC1, TNNI3, TNNT2, TPM1, TRIM63, TTN, TTR, TXNRD2, VCL, YWHAE. NÃO inclui análise por MLPA.
Comentários
As cardiomiopatias hipertróficas (CMH) são definidas pela presença de hipertrofia ventricular esquerda de causa não definida. Esta Hipertrofia Ventricular Esquerda ocorre em um ventrículo não dilatado na ausência de outra doença cardíaca ou sistêmica capaz de produzir a magnitude observada de aumento da espessura da parede do VE, como sobrecarga de pressão (por exemplo, hipertensão de longa duração ou estenose aórtica), por doenças de depósito ou infiltração (Por exemplo, doença de Fabry ou amiloidose) ou condições associadas a quadros sindrômicos.
As CMHs são geralmente causadas por variantes patogênicas em um dos genes analisados que codificam diferentes componentes do sarcômero. A mutação de um dos genes que codifica um componente do sarcômero é encontrada em aproximadamente 50% a 60% dos probandos (adultos e crianças) com histórico familiar de CMHs e aproximadamente 20 a 30% dos probandos sem história familiar de CMH [Gersh et al 2011]. Aproximadamente 6% dos indivíduos afetados têm variantes em mais do que um dos genes do sarcômero (variantes bialélicas em um gene ou em heterozigose em mais de um gene). Um número muito menor terá mais de uma variante patogênica [Ingles et al 2013]. Foram identificadas mais de 1500 variantes patogênicas individuais.
Cardiomiopatia dilatada idiopática apresenta base genética bem estabelecida, principalmente nos casos familiares (CDF). Variantes patogênicas em mais de 30 genes são responsáveis por aproximadamente 30 a 40% dos casos de CDF. Casos isolados também apresentam variantes patogênicas nesses genes. [Hershberger & Siegfried 2011, Hershberger et al 2013]. Aproximadamente 10 a 20% dos casos de CDF foram associados a variantes patogênicas em TTN. Estas variantes, entretanto, também são encontradas em 3% das populações utilizadas como referência. [Herman et al 2012].
Heterogenidade alélica é comum e poucas variantes patogênicas são encontradas em famílias diferentes. Outros genes reconhecidamente envolvidos com as CDFs são LMNA, EYA4, BAG3, em alguns casos apresentando variação no número de cópias.
Parentes em 1o grau de portadores de CDF devem ser avaliados por Ecocardiografia e Eletrocardiografia, sendo que 20 a 35% dos probandos desenvolverão a forma familiar (CDF). [Michels et al 1992, Baig et al 1998, Grünig et al 1998].
Este painel ainda abrange outros diagnósticos diferenciais, como erros inatos do metabolismo que cursam com cardiomiopatia hipertrófica (Doença de Fabry GLA, Doença de Pompe GAA, Doença de Danon LAMP2) e cardiomiopatias sindrômicas associadas a outras malformações (Espectro da Síndrome de Noonan e outras Rasopatias PTPN11, BRAF, NRAS, KRAS, HRAS, CBL, RAF1, MAP2K1, MAP2K2).
Método: Sequenciamento completo (NGS sequenciamento de nova geração) de todas as regiões codificantes e regiões flanqueadoras adjacentes aos exons de 104 genes relacionados a Cardiomiopatias Hereditárias. Análise criteriosa em busca de variantes genéticas patogênicas. Variantes benignas não serão reportadas.
Material: Fezes
INTERPRETAÇÃO
Este painel realiza a investigação de patógenos relacionados à gastroenterite infecciosa. As gastroenterites infecciosas afetam grande parte da população mundial, e constituem um problema de saúde pública, sendo de acordo com a OMS a principal causa de mortalidade de origem infecciosa. A maioria das diarréias infecciosas é tratável, sendo de grande importância o isolamento do agente infeccioso, para uma conduta médica adequada.
Este painel investiga os seguintes patógenos:Entamoeba histolytica, Cryptosporidium, Giardia lamblia, Cyclospora cayetanensis, Vibrio vulnificus, Vibrio parahaemolyticus, Vibrio cholerae, Campylobacter spp, Salmonella spp, Clostridium difficile, Yersinia enterc...
Jejum: Não é necessário jejum ou preparo especiais.
Dados: É obrigatório envio da cópia do pedido médico, questionário e termo de consentimento (fornecido pelo laboratório) preenchidos corretamente.
MÉTODO
SEQUENCIAMENTO DE NOVA GERAÇÃO (NGS) E CNV
GENES ANALISADOS
ABCA12, ABHD5, ALDH3A2, ALOX12B, ALOXE3, AP1S1, CDH1, CDH3, CLDN1, COG6, CSTA, CYP4F22, DLX3, EDA, EDAR, EDARADD, ELOVL4, ERCC2, FLG, GJA1, GJB2, GJB6, GRHL2, HOXC13, HR, IFT122, ITPR2, JUP, KDF1, KREMEN1, KRT1, KRT10, KRT14, KRT2, KRT74, KRT85, LIPN, MBTPS2, MSX1, NECTIN1, NECTIN4, NFKBIA, NIPAL4, NLRP1, PKP1, PNPLA1, POMP, PRKD1, SLC27A4, SMARCAD1, SNAP29, ST14, STS, TGM1, TP63, TWIST2, WNT10A, LORICRIN,
INTERPRETAÇÃO
O Painel de Ictiose e Displasia Ectodérmica sequencia os genes relacionados a Ictiose e Displasia Ectodérmica, incluindo a Síndrome de Sjögren-Larsson, que compreendem um grupo complexo de doenças em que ocorrem defeitos em pelo menos duas estruturas derivadas do ectoderma: cabelos, pelos, dentes, unhas e glândulas sudoríparas. Podem ainda ser associadas a anomalias de outros órgãos.
Não é necessário jejum ou preparo prévio.
Interpretação
As Demências Frontotemporais são um grupo de doenças caracterizadas por atrofia do córtex frontal e temporal. A idade de início geralmente é mais precoce que na doença de Alzheimer e varia entre 45 e 65 anos de idade, manifesta-se com alteração do comportamento, da personalidade e da linguagem.
ORIENTAÇÕES IMPORTANTES PARA PREPARO
*Para coleta sangue: não é necessário jejum ou preparo prévio;
*Para coleta saliva (swab-oral): pelo menos 1 hora antes de coletar a amostra o paciente não deve comer, beber, fumar, escovar os dentes, utilizar enxaguante bucal ou goma de mascar.
ATENDIMENTO
**Documentos obrigatórios:
*REQ05296 - Termo de consentimento para Sequenciamento de nova geração;
*Cópia do pedido médico;
*Altamente recomendado que o pedido médico apresente um breve relatório/ história clínica sobre a suspeita diagnóstica, pois isto é essencial para a análise e interpretação do exame;
Interpretação do exame
As Paraparesias Espásticas Hereditárias abrangem um grupo de doenças neurodegenerativas hereditárias. Manifestam-se por fraqueza muscular e espasticidade progressivas e insidiosas dos membros inferiores. O início dos sintomas pode ocorrer a qualquer idade devido a que a penetrância é incompleta, apresenta também elevada variabilidade inter e intrafamiliar.
Instruções de preparo:
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Dados: É obrigatório o envio do questionário (fornecido pelo laboratório) devidamente preenchido.
Material: sangue
INTERPRETAÇÃO:
A nutrigenética é o ramo da genética que estuda a relação entre os genes e a alimentação com o objetivo de melhorar o estado de saúde pela dieta.
Através da análise nutrigenética é possível planejar uma nutrição personalizada em função das necessidades de cada indivíduo. Conhecendo essas necessidades, é possível elaborar uma dieta específica que permita um aporte de nutrientes necessários para cada indivíduo e, desta forma obter um estado de saúde apropriado em função da sua genética. É importante a distinção entre os testes de nutrigenética e os de intolerância alimentar (hipersensibilidade alimentar), uma vez que ambos fornecem informações complementares para se obter uma dieta o mais adequada possível para cada paciente.
Os testes de intolerância avaliam a resposta do sistema imunológico frente a determinados alimentos (IgG), permitindo se evitar a ingestão aqueles alimentos que representam elevada reatividade do organismo. Já a análise nutrigenética está direcionada o conhecimento dos genes de cada indivíduo com a finalidade de determinar qual dieta é a mais apropriada para o melhorar estado de saúde e prevenir doenças no nível individual, uma vez que cada pessoa possui uma genética única com necessidades nutricionais individuais.
Uma dieta baseada na genética individual é 2 a 3 vezes mais efetiva do que uma dieta convencional.
O painel nutrigenético identifica 128 variantes genéticas (SNPs) em 95 genes relacionados com a nutrição, esporte, vícios (álcool e tabagismo), metabolismo, detoxificação e o envelhecimento.
Dentro dos resultados observam-se dados completos e de fácil compreensão que incorporam as seguintes informações:
- 128 variantes genéticas (SNPs);
-Tipo de dieta mais adequada baseada no seu DNA;
- Informação sobre a porcentagem de influência da genética e do ambiente;
- Recomendações de treinamento físico;
- Tabelas nutricionais com macronutrientes, minerais e vitaminas;
- Guia pessoal de nutrição, atividade física, metabolismo e estilo de vida.
O painel nutrigenético está indicado para:
- Pessoas que desejam adaptar a dieta em função da sua genética e conhecer suas necessidades nutricionais específicas de maneira personalizada;
- Pessoas que desejam gerenciar de forma proativa a sua saúde.
O propósito deste não é dar conselhos médicos para determinar um diagnóstico, tratamento, alívio ou prevenção de doenças. Portanto, se você apresenta um problema médico sério, não é recomendado fazer quaisquer alterações nutricionais antes de consultar o seu médico. Sob nenhuma circunstância deve mudar medicamentos ou cuidados médicos sem a permissão do seu médico
"É importante ressaltar que apesar da análise deste exame ser realizada seguindo protocolos ideais e passar por controles de qualidade exigidos, por se tratar de material genético, características intrínsecas do paciente ou relacionadas a qualidade do DNA devem ser consideradas. Desta forma, é plausível a possibilidade de haver a falta de informação de até duas variantes genéticas (SNP) no relatório final".
Esta informação encontra-se no termo de consentimento assinado encaminhado junto com o material.
Dúvidas por gentileza entrar em contato com a assessoria molecular.
Material: sangue
Jejum não necessário.
Questionário:
Enviar pedido médico e "Formulário de Solicitação de Teste Genético", fornecido pelo laboratório.
A ausência das informações clínicas pode acarretar em atrasos na liberação dos exames pois os nossos especialistas correlacionam os achados obtidos dos exames com as informações clínicas enviadas para a entrega do melhor resultado.
Genes Analisados
67 genes APC (inclui promotor), ATM, AXIN2, BAP1, BARD1, BMPR1A (inclui promotor), BRCA1, BRCA2, BRIP1, CDH1, CDK4, CDKN2A, CHEK2, DICER1, EPCAM, FH, FLCN, GREM1 (inclui promotor e enhancer), HOXB13, KIT, LZTR1, MAX, MEN1, MITF, MLH1 (inclui promotor), MRE11, MSH2, MSH3, MSH6, MUTYH, NBN, NF1, NF2, NTHL1, PALB2, PDGFRA, PIK3CA, PMS2, POLD1, POLE, POT1, PRKAR1A, PTCH1, PTCH2, PTEN (inclui promotor), RAD50, RAD51, RAD51C, RAD51D, RB1, RET, SDHA, SDHAF2, SDHB, SDHC, SDHD, SMAD4, SMARCB1, STK11, SUFU, TMEM127, TP53 (inclui promotor), TSC1, TSC2, VHL, WT1, XRCC2.
Comentários
Cerca de 5 a 10% dos cânceres estão relacionados a mutações genéticas herdadas. Mutações germinativas em genes de reparo, genes supressores tumorais e oncogenes caracterizam as síndromes de predisposição hereditária ao câncer. As síndromes de predisposição hereditária ao câncer são um grupo de doenças hereditárias caracterizadas pelo aumento de risco para o desenvolvimento de câncer ao longo da vida, algumas delas com início precoce, ainda na infância. A maioria delas apresenta herança autossômica dominante. O painel para síndromes de predisposição hereditárias ao câncer abrange a análise de genes associados a vários tipos de câncer, desde os mais comuns como câncer de mama, colorretal, ovário, pâncreas, próstata, até os mais raros como feocromocitoma, sarcomas, tumores neuroendócrinos, etc. A maioria dessas síndromes apresenta guidelines de manejo definidos e associação com câncer bem estabelecida. O diagnóstico das síndromes de predisposição hereditárias ao câncer tem como objetivo proporcionar aos pacientes e seus familiares estratégias de prevenção para o câncer e diagnóstico precoce através da realização de exames periódicos e intervenções redutoras de risco. Os genes incluídos nesse painel são analisados em paralelo por meio da tecnologia de sequenciamento NGS, com análise de variação em número de cópias (CNV) para detecção de deleções e duplicações. O painel para as principais síndromes de predisposição hereditárias ao câncer deve ser oferecido para determinados pacientes e os resultados analisados dentro de um processo de aconselhamento genético.
Método: Sequenciamento completo (NGS - sequenciamento de nova geração) de todas as regiões codificantes e regiões flanqueadoras adjacentes aos exons de genes acionáveis relacionados ao câncer hereditário. Este ensaio permite a identificação de variantes de nucleotídeo único (SNVs), pequenas inserções e deleções (INDELS), bem como variações no número de cópias (CNVs) que compreendam um ou mais exons dos genes estudados e não inclui análise por MLPA. É realizada análise criteriosa em busca de variantes genéticas patogênicas/provavelmente patogênicas. Variantes benignas/provavelmente benignas não serão reportadas.
Material: sangue
Jejum não necessário.
Questionário:
Enviar pedido médico e "Formulário de Solicitação de Teste Genético", fornecido pelo laboratório.
A ausência das informações clínicas pode acarretar em atrasos na liberação dos exames pois os nossos especialistas correlacionam os achados obtidos dos exames com as informações clínicas enviadas para a entrega do melhor resultado.
Genes Analisados
87 genes: ALK, APC (inclui promotor), ATM, AXIN2, BAP1, BARD1, BLM, BMPR1A (inclui promotor), BRCA1, BRCA2, BRIP1, BUB1B, CDC73, CDH1, CDK4, CDKN1B, CDKN2A, CEP57, CHEK2, CTNNA1, CYLD, DICER1, EGFR, EGLN1, EPCAM, EXT1, EXT2, FAN1, FH, FLCN, GALNT12, GREM1 (inclui promotor e enhancer), HOXB13, HRAS, KIF1B, KIT, LZTR1, MAX, MC1R, MEN1, MET, MITF, MLH1 (inclui promotor), MLH3, MSH2, MSH3, MSH6, MUTYH, NF1, NF2, NTHL1, PALB2, PDGFRA, PHOX2B, PIK3CA, PMS2, POLD1, POLE, POT1, PRKAR1A, PTCH1, PTCH2, PTEN (inclui promotor), RAD51C, RAD51D, RB1, RET, RHBDF2, RNF43, SDHA, SDHAF2, SDHB, SDHC, SDHD, SMAD4, SMARCA4, SMARCB1, SMARCE1, STK11, SUFU, TERT (inclui promotor), TMEM127, TP53 (inclui promotor), TSC1, TSC2, VHL, WT1.
Comentários
As síndromes de câncer hereditário são responsáveis por 5 a 10% de todos os diagnósticos de câncer. A presença de uma variante patogênica em determinados genes leva a um aumento do risco do desenvolvimento de vários tipos de câncer. O sequenciamento de nova geração tem a vantagem de analisar múltiplos genes de maneira simultânea. Os painéis de genes para câncer devem ser oferecidos para determinados pacientes e os resultados analisados dentro de um processo de aconselhamento genético. Este painel inclui genes de alta penetrância, com riscos relativos associados bem definidos, assim como genes de penetrância moderada, com associação causal mais fraca ou pouco estudada.
Método: Sequenciamento completo (NGS sequenciamento de nova geração) de todas as regiões codificantes e regiões flanqueadoras adjacentes aos exons de genes relacionados à Síndromes de Câncer Hereditário. Análise criteriosa em busca de variantes genéticas patogênicas/provavelmente patogênicas. Variantes benignas/provavelmente benignas não serão reportadas. O Teste inclui análise de Variações no número de cópias (CNV) por NGS.
MATERIAL: SWAB (NASOFARINGE E OROFARINGE)
INTERPRETAÇÃO
O Painel Respiratório 24 patógenos destina-se à análise de amostras de esfregaço de nasofaringe e orofaringe para a detecção dos seguintes patógenos pelo método de PCR multiplex seguido de hibridização reversa (dot blot):
Influenza A
Influenza A H1N1
Influenza A H3
Influenza B
Adenovírus
Bocavírus
Coronavírus 229E
Coronavírus NL63
Coronavírus HKU1
Coronavírus 0C43
Coronavírus SARS-CoV-2
Parainfluenza 1
Parainfluenza 2
Parainfluenza 3
Parainfluenza 4
Metapneumovírus A/B
Enterovírus
Rinovírus
Vírus Sincicial Respiratório A
Vírus Sincicial Respiratório B
Bordetella pertussis
Bordetella parapertussis
Mycoplasma pneumoniae
Jejum não necessário
O período mais indicado para a coleta do teste rápido é entre o 3º e o 7º dia após o início dos sintomas ou conforme orientação médica.
Um ou mais dos sintomas a seguir podem indicar a necessidade de se realizar o exame:
- Febre
- Tosse
- Dor de garganta
- Coriza ou congestão nasal
- Dificuldade para respirar
- Dor no corpo
- Dor de cabeça
- Fadiga
- Perda de olfato ou paladar (mais comum em casos de COVID-19)
- Diarreia ou vômito (especialmente em crianças, para VSR)
MATERIAIS:
RASPADO DE LESÃO:
Instruções de preparo
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada;
Caso pretenda realizar colposcopia, fazer a coleta da citologia líquida antes da aplicação do ácido acético ou iodo.
REGIÃO ANAL:
Instruções de preparo
Secreção anal, Swab anal, escovado anal, Swab retal, Reto Perianal, Raspado anal.
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não realizar duchas e lavagens internas, exames com toque ou colonoscopia.
REGIÃO ENDOCERVICAL:
Instruções de preparo
Raspado endocervical, conteúdo endocervical, secreção endocervical, escovado endocervical, escovado cervical, swab endocervical, raspado cervical, secreção cervical, colo do útero, colo, secreção cérvico-vaginal, útero, trato genital inferior.
Preparo Região Endocervical:
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque) ou colposcopia. Caso pretenda realizar colposcopia, fazer a coleta da citologia líquida antes da aplicação do ácido acético ou iodo.
REGIÃO URETRAL:
Instruções de preparo
Raspado uretral, canal uretral, secreção uretral, escovado uretral, swab uretral, exsudato prepucial e glandar, secreção prepucial e glandar, secreção de pênis, secreção peniana, swab de glande, secreção glandar e glande.
Preparo Região Uretral
Para a coleta uretral com escova, indica-se a utilização prévia, por 5 minutos, de solução líquida de lidocaína a 2% sem vasoconstritor;
Coletar após três horas da última micção;
É necessário abstinência sexual por 72 horas antes da coleta;
REGIÃO VAGINAL:
Instruções de preparo
Raspado vaginal, conteúdo vaginal, secreção vaginal, escovado vaginal, vagina, swab vaginal.
Preparo Região Vaginal:
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia prévia.
REGIÃO VULVAR:
Instruções de preparo
Secreção vulvar, escovado vulvar, vulva, raspado vulvar, swab vulvar.
Preparo Região vulvar:
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia prévia.
TRATO GENITAL INFERIOR:
Instruções de coleta
A região Trato Genital Inferior compreende as regiões colo, vagina e vulva;
Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Não efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia prévia.
INTERPRETAÇÃO
O câncer de colo de útero é a quarta causa mais comum de câncer em mulheres no mundo. Vacinação profilática, triagem e tratamento de lesões pré-cancerosas são estratégias eficazes para prevenção. Sabe-se que a infecção persistente pelo Papilomavírus humano (HPV) é responsável por lesões cervicais intraepiteliais, sendo que os tipos classificados como alto risco, especialmente os genótipos 16 e 18 são responsáveis por 70% dos casos de câncer. Os tipos de HPV de baixo risco estão associados a lesões benignas da mucosa e do epitélio escamoso (verrugas de pele). Este painel é capaz de detectar 29 genótipos de HPV e os classifica em dois grupos de acordo com o risco oncogênico. Sendo os de Alto Risco (16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 66, 68 e 69) e os Baixo Risco (6, 11, 40, 42, 43, 44, 55, 61, 62, 67, 70, 71, 72 e 81).
Material: Raspado de Lesão de Pele ou Mucosa (Boca, Nariz)
Preparo Local: Não utilizar pomadas, cremes ou pós no local da lesão por pelo menos 48 a 72 horas antes da coleta.
Comentários:
A Paracoccidioidomicose é uma infecção causada por fungos do complexo Paracoccidioides sp., sendo uma das principais micoses sistêmicas na América Latina, com forte incidência no Brasil. O fungo é encontrado no solo e a infecção geralmente ocorre pela inalação de esporos, afetando inicialmente os pulmões e podendo se espalhar para outros órgãos.
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
Os anticorpos contra Paracoccidioides brasiliensis são proteínas produzidas pelo sistema imunológico em resposta à infecção por esse fungo, que causa a paracoccidioidomicose, que é uma doença granulomatosa, crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, especialmente os pulmões e as mucosas. Paracoccidioides brasiliensis, presentes no ambiente, especialmente no solo e em vegetação em decomposição. Esses esporos entram nos pulmões, onde se transformam em leveduras e começam a causar a infecção.
MATERIAL: FEZES
ANTES DA COLETA
" Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
" Defecar em vasilhame limpo e seco.
" Usar laxantes somente quando houver orientação médica.
COLETA DA AMOSTRA
" Após a coleta, retirar uma pequena quantidade de fezes em diferentes partes do bolo fecal (início, meio e fim) e colocar em frasco próprio, sem líquido conservante, fornecido pelo laboratório ou adquirido em farmácia.
" Sempre que houver muco (catarro), pús ou sangue, colher esta porção para que seja analisada.
" O ideal é enviar aproximadamente a metade do frasco de fezes preenchido (frasco próprio).
" Encaminhar o material ao laboratório em até 2 horas após a coleta. Caso não seja possível, o material pode ser refrigerado por até 12 horas.
MATERIAL: FEZES
ANTES DA COLETA
" Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
" Defecar em vasilhame limpo e seco.
" Usar laxantes somente quando houver orientação médica.
COLETA DA AMOSTRA
" Após a coleta, retirar uma pequena quantidade de fezes em diferentes partes do bolo fecal (início, meio e fim) e colocar em frasco próprio, sem líquido conservante, fornecido pelo laboratório ou adquirido em farmácia.
" Sempre que houver muco (catarro), pús ou sangue, colher esta porção para que seja analisada.
" O ideal é enviar aproximadamente a metade do frasco de fezes preenchido (frasco próprio).
" Encaminhar o material ao laboratório em até 2 horas após a coleta. Caso não seja possível, o material pode ser refrigerado por até 12 horas.
MATERIAL: FEZES
ANTES DA COLETA
" Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
" Defecar em vasilhame limpo e seco.
" Usar laxantes somente quando houver orientação médica.
COLETA DA AMOSTRA
" Após a coleta, retirar uma pequena quantidade de fezes em diferentes partes do bolo fecal (início, meio e fim) e colocar em frasco próprio, sem líquido conservante, fornecido pelo laboratório ou adquirido em farmácia.
" Sempre que houver muco (catarro), pús ou sangue, colher esta porção para que seja analisada.
" O ideal é enviar aproximadamente a metade do frasco de fezes preenchido (frasco próprio).
" Encaminhar o material ao laboratório em até 2 horas após a coleta. Caso não seja possível, o material pode ser refrigerado por até 12 horas.
MATERIAL: FEZES
ANTES DA COLETA
" Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
" Defecar em vasilhame limpo e seco.
" Usar laxantes somente quando houver orientação médica.
COLETA DA AMOSTRA
" Após a coleta, retirar uma pequena quantidade de fezes em diferentes partes do bolo fecal (início, meio e fim) e colocar em frasco próprio, sem líquido conservante, fornecido pelo laboratório ou adquirido em farmácia.
" Sempre que houver muco (catarro), pús ou sangue, colher esta porção para que seja analisada.
" O ideal é enviar aproximadamente a metade do frasco de fezes preenchido (frasco próprio).
" Encaminhar o material ao laboratório em até 2 horas após a coleta. Caso não seja possível, o material pode ser refrigerado por até 12 horas.
Material: Fezes
- Esta coleta e realizada em domicílio;
- Entregar o frasco ao cliente contendo a seguinte instrução:
- Evacuar em recipiente limpo e seco;
- Com auxílio de uma pazinha;
- Transferir aproximadamente 5 g de fezes para o frasco contendo MIF;
- Esta coleta deverá ser feita em dias alternados ou conforme orientação médica;
- Agitar o frasco até dissolver bem as fezes;
- As fezes devem ficar totalmente cobertas pelo conservante;
- Não é necessário refrigerar;
O MIF conserva as fezes por 4 semanas
Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
O hormônio da paratireóide (PTH) regula a concentração plasmática de cálcio e fósforo. Seu efeito global é o de elevar os níveis plasmáticos de cálcio, enquanto diminui os níveis de fósforo. Existe PTH circulante em três formas moleculares distintas: a molécula de PTH intacta, que se origina nas paratireóides e duas formas circulantes menores: fragmentos N-terminais e fragmentos C-terminais. Atualmente, há dois radioimunoensaios disponíveis para detectar PTH intacto e os fragmentos N e C-terminais. Ambos os testes podem ser usados para confirmar o diagnóstico de hiperparatireoidismo ou hipoparatireoidismo. O ensaio de PTH C-terminal é mais útil no diagnóstico de perturbações crônicas no metabolismo de PTH, como o hiperparatireoidismo secundário e terciário; ele também diferencia melhor hiperparatireoidismo ectópico de primário. O ensaio para PTH intacto e o fragmento N-terminal refletem com mais precisão alterações agudas no metabolismo de PTH e, portanto, são úteis na monitoração da resposta do paciente à terapia de PTH.
Informações de preparo e coleta
- Jejum não necessário
Orientações de coleta:
1 - Coleta realizada por procedimento médico;
2 - Enviar material em Tubo falcon, tubo de transporte ou seringa com luer (não recebemos seringa com agulha encapada);
3 - Volume mínimo para realização do exame é de 1,0 ml;
4 - Sinalizar o local da punção no caso de vários locais (exemplo: lado direito, lado esquerdo, lobo superior, inferior). Quando o médico solicitar coleta de vários locais é importante o envio da cópia do pedido médico;
5 - Enviar o material sob refrigeração (2ºC a 8ºC).
Importante: o setor não receberá o líquido em frascos de fezes sem conservante ou outro frasco que não sejam os sinalizados acima. Outros tipos de frascos geram vazamento durante o transporte e podem gerar recoletas.
Interpretação do exame
Uso: diagnóstico diferencial das hipercalcemias, hiperparatireoidismo primário, hiperparatireoidismo secundário, hipoparatireoidismo e pseudohipoparatireoidismo.
Habitualmente, a avaliação do PTH é feita em conjunto com a dosagem de cálcio sérico (diagnóstico de hiperparatireoidismo primário), com paratormônio (PTH) elevado e cálcio sérico discretamente elevado. Porém, outras causam de hipercalcemias podem exibir PTH em níveis baixos.
No hipoparatireoidismo são encontrados valores diminuídos de cálcio sérico, em conjunto com PTH não detectável ou em concentrações muito baixas. Quando o PTH estiver aumentado, o diagnóstico provável é de pseudohipoparatireoidismo. Nas investigações etiológicas de litíase renal, a dosagem do PTH pode diagnosticar um hiperparatireoidismo.
É importante observar que muitos pacientes com insuficiência renal crônica (principalmente pacientes em hemodiálise), podem apresentar elevados níveis de PTH, sem um quadro clínico correspondente. A maioria destes pacientes não tem doença óssea que justifique valores elevados de PTH. É provável que estes pacientes tenham predominância de formas não biológicas ativas, que são medidas pelos ensaios de PTH intacto.
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
A infecção por parvovírus B19 em adultos, especialmente mulheres, pode causar artrite aguda que pode persistir durante algum tempo. A infecção pode levar à anemia letal em doentes imunocomprometidos e indivíduos com disfunções hemolíticas subjacentes tais como a anemia falciforme. A infecção pelo parvovírus B19 é normalmente adquirida através de contato direto com secreções respiratórias e ocorre normalmente em surtos localizados durante os meses de Inverno e Primavera. A maioria dos casos de infecção por parvovírus B19 durante a gravidez resultam em partos normais de fetos saudáveis, no entanto, a infecção durante a gravidez representa um risco de transmissão que pode resultar em hidropsia fetal ou morte intrauterina. Sugeriu-se que, por o parvovírus B19 se replicar predominantemente nos precursores dos eritrócitos, a infecção durante a gravidez pode levar à morte fetal por uma grave anemia fetal. Considera-se que esta anemia grave, onde os níveis de hemoglobina caem para valores inferiores a 2 g/dL, seja a causa principal de hidropsia fetal. Os sintomas associados com a infecção pelo parvovírus B19 apenas se tornam evidentes após a fase contagiosa ter terminado. Além disso, sabe-se que há um maior risco de transmissão em situações onde existe a probabilidade de contato próximo entre indivíduos, tais como em escolas, creches e hospitais. Consequentemente, é importante identificar o nível de anticorpos anti-parvovírus B19 em indivíduos que possam ter sido infectados ou correm o risco de infecção pelo parvovírus B19.
Jejum: Aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
A infecção por parvovírus B19 em adultos, especialmente mulheres, pode causar artrite aguda que pode persistir durante algum tempo. A infecção pode levar à anemia letal em doentes imunocomprometidos e indivíduos com disfunções hemolíticas subjacentes tais como a anemia falciforme. A infecção pelo parvovírus B19 é normalmente adquirida através de contato direto com secreções respiratórias e ocorre normalmente em surtos localizados durante os meses de Inverno e Primavera. A maioria dos casos de infecção por parvovírus B19 durante a gravidez resultam em partos normais de fetos saudáveis, no entanto, a infecção durante a gravidez representa um risco de transmissão que pode resultar em hidropsia fetal ou morte intrauterina. Sugeriu-se que, por o parvovírus B19 se replicar predominantemente nos precursores dos eritrócitos, a infecção durante a gravidez pode levar à morte fetal por uma grave anemia fetal. Considera-se que esta anemia grave, onde os níveis de hemoglobina caem para valores inferiores a 2 g/dL, seja a causa principal de hidropsia fetal. Os sintomas associados com a infecção pelo parvovírus B19 apenas se tornam evidentes após a fase contagiosa ter terminado. Além disso, sabe-se que há um maior risco de transmissão em situações onde existe a probabilidade de contato próximo entre indivíduos, tais como em escolas, creches e hospitais. Consequentemente, é importante identificar o nível de anticorpos anti-parvovírus B19 em indivíduos que possam ter sido infectados ou correm o risco de infecção pelo parvovírus B19.
Materiais: Swab de nasofaríngeo e orofaríngeo e Lavado brônquico
Interpretação do exame
O teste identifica o material genético (RNA) do novo Coronavirus (2019-nCoV), dos vírus da Influenza A e B e do vírus Sincicial respiratório por PCR em tempo real com a utilização de primers e sondas específicos.
Jejum desejável de 4hrs.
INTERPRETAÇÃO
Pepsinogênio é uma enzima inativa secretada pelas células pépticas das glândulas gástricas e pelas células mucosas. O pepsinogênio I é produzido pela mucosa oxíntica. Existem diversos tipos de pepsinogênio, que, apesar das discretas diferenças, realizam as mesmas funções. O pepsinogênio não possui atividade digestiva, entretanto, assim que entra em contato com ácido clorídrico é clivado para formar pepsina ativa. A pepsina atua como uma enzima proteolítica ativa em meio muito ácido (pH ideal entre 1,8 e 3,5), tornando-se inativa em pouco tempo em um pH acima de 5,0.
Jejum desejável de 4hrs.
INTERPRETAÇÃO
Pepsinogênio é uma enzima inativa secretada pelas células pépticas das glândulas gástricas e pelas células mucosas. O pepsinogênio II é produzido pela mucosa oxíntica, pela mucosa pilórica, e pelo duodeno. Existem diversos tipos de pepsinogênio, que, apesar das discretas diferenças, realizam as mesmas funções. O pepsinogênio não possui atividade digestiva, entretanto, assim que entra em contato com ácido clorídrico é clivado para formar pepsina ativa. A pepsina atua como uma enzima proteolítica ativa em meio muito ácido (pH ideal entre 1,8 e 3,5), tornando-se inativa em pouco tempo em um pH acima de 5,0.
Instruções de preparo
Jejum: Aconselhável de 4 horas.
Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. superior a 5 mg/dia) até no mínimo 8 horas após a última administração de biotina.
INTERPRETAÇÃO
O peptídeo C é utilizado para avaliar a produção de insulina pelo corpo (endógena), diferenciando-a da insulina injetada como medicamento (exógena), que não gera peptídeo C. Níveis altos de peptídeo C são encontrados na diabetes tipo 2, insulinomas, hipocalemia, gravidez, síndrome de Cushing e insuficiência renal. Níveis baixos estão associados a baixa produção de insulina. Isso pode ser observado na diabetes tipo 1 e insulinoterapia.
Jejum: Informamos que as nossas recomendações estão alinhadas com a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (Consenso 2025). De acordo com esta norma, a coleta do perfil lipídico sem jejum é a conduta preferencial para a avaliação rotineira do risco cardiovascular, por refletir com maior precisão o estado metabólico cotidiano do paciente.
Entretanto, o jejum de 12 horas ainda é exigido em situações específicas:
- Identificação de triglicérides acima de 440 mg/dL em coletas anteriores.
- Acompanhamento de pacientes com histórico de pancreatite por hipertrigliceridemia.
- Início de terapias medicamentosas que causem aumento severo de lípides.
- Por solicitação expressa do médico para uma avaliação metabólica dirigida.
1. Instruções de Preparo
Dieta: Mantenha sua dieta habitual nos cinco dias que antecedem o exame.
Álcool: Não consuma bebidas alcoólicas nas 72 horas anteriores à coleta.
Jejum: Caso o jejum tenha sido solicitado pelo seu médico, o período ideal é de 8 a 14 horas. Recomendamos que o tempo de jejum não ultrapasse 14 horas.
Interferências: Se houver necessidade de exames com preparo intestinal ou dietas específicas, realize a coleta de sangue antes de iniciar o preparo ou cinco dias após o procedimento.
Atividade Física: Evite exercícios físicos vigorosos nas 24 horas que antecedem a coleta. No dia anterior ao exame, recomenda-se que praticantes regulares mantenham apenas atividades de leve intensidade ou, se possível, suspendam a prática.
2. Comentários: O colesterol e os triglicérides (TG) são os lipídios de maior relevância fisiológica e clínica. Os triglicérides, formados por três ácidos graxos ligados a uma molécula de glicerol, representam uma das principais formas de reserva energética do organismo. Sua dosagem é realizada por técnica enzimática.O colesterol é o principal lipídio associado à doença vascular aterosclerótica. É precursor de hormônios esteroides, ácidos biliares e vitamina D, além de ser essencial para a fluidez das membranas celulares e ativação de enzimas. Seu metabolismo ocorre no fígado e o transporte sanguíneo é feito por lipoproteínas, que permitem a solubilização lipídica em meio aquoso.
Classificação das Lipoproteínas: As lipoproteínas são compostas por lipídios e proteínas denominadas apolipoproteínas:
VLDL: Rica em triglicérides.
LDL e HDL: Ricas em colesterol.
IDL e Lipoproteína (a): Frações intermediárias e variantes específicas (a LDL ligada à apo (a)).
Avaliação do Risco Cardiovascular: A dosagem de Colesterol Total (CT) é recomendada para rastreamento populacional, mas pode omitir riscos em casos específicos, como em mulheres (que tendem a ter HDL elevado) ou em pacientes com diabetes e síndrome metabólica (frequentemente com HDL baixo). Para uma avaliação precisa, é indispensável a análise conjunta do HDL e do LDL.
Colesterol Não-HDL: Calculado pela fórmula (CT - HDL), o colesterol não-HDL estima o total de partículas aterogênicas (VLDL + IDL + LDL) e correlaciona-se aos níveis de apo B. É um indicador de risco superior ao LDL em casos de diabetes, síndrome metabólica ou doença renal.
Valores de Referência e Metas TerapêuticasConforme o Consenso Brasileiro para Normatização da Determinação Laboratorial do Perfil Lipídico, os valores alvo dependem do risco cardiovascular estimado pelo médico:
Jejum de 12h: Recomendado apenas em situações especiais (TG > 440 mg/dL, pancreatite ou uso de fármacos que causam hipertrigliceridemia grave).
Hipercolesterolemia Familiar (HF): Suspeitar se CT igual ou maior que 310 mg/dL (adultos) ou igual ou maior que 230 mg/dL (2 a 19 anos), após excluir causas secundárias.
Metas para Pacientes Diabéticos (Diretriz SBD/SBEM/SBC): Sem fatores de risco: LDL < 100 mg/dL. Com fatores de risco ou aterosclerose subclínica: LDL < 70 mg/dL. Histórico de eventos (Infarto, AVC, Revascularização, Amputação): LDL < 50 mg/dL.
Material: sangue
Jejum: não necessário
Instruções
Exames via convênio:
É obrigatória a apresentação do pedido médico, da carteira de identidade oficial do(a) cliente e a apresentação de eventuais outros documentos exigidos pelo convênio.
Preparo do paciente:
- Jejum de 4 horas.
Material: Raspado corneano ou Fragmento de tecido corneano.
Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento exclusivamente realizado pelo médico.
A coleta é procedimento médico.
- As amostras coletadas devem ser transferidas para lâmina de vidro.
- Após a coleta, as lâminas devem ser fixadas com 1 gota de metanol, naturalmente secas e encaminhadas em porta-lâminas.
- São necessárias 2 lâminas.
Comentários:
Atualmente sabe-se que amebas de vida livre podem causar meningoencefalite, encefalite granulomatose e, desde 1973, Acanthamoeba tem sido relatada como causa de Ceratite grave. Esta é uma ameba de vida livre cujo nome deriva da forma espinhosa de seus pseudopodes. Pode ser uma das complicações potencialmente desastrosas do uso de lentes de contato de forma inadequada, necessitando tratamento precoce e agressivo. O mais comum destes patógenos é a Achantamoeba castellani. O Calcofluor White é uma coloração que poderá detectar cistos de Acanthamoeba não detectados pelo Gram e Giemsa.
Material: Material de aborto + Sangue
Jejum não necessário
Tempo de Jejum
Jejum não necessário
A presença de autoanticorpos anti-Ro52 é relatada em ampla variedade de doenças autoimunes sistêmicas, particularmente na síndrome de Sjögren, lúpus eritematoso sistêmico, miopatias inflamatórias idiopáticas, esclerose sistêmica, doença indiferenciada do tecido conjuntivo, artrite reumatoide, hepatite autoimune e colangite biliar primária. O anti-Ro52 é o autoanticorpo mais frequentemenA presença de autoanticorpos anti-Ro52 é relatada em ampla variedade de doenças autoimunes sistêmicas, particularmente na síndrome de Sjögren, lúpus eritematoso sistêmico, miopatias inflamatórias idiopáticas, esclerose sistêmica, doença indiferenciada do tecido conjuntivo, artrite reumatoide, hepatite autoimune e colangite biliar primária. O anti-Ro52 é o autoanticorpo mais frequentemente detectado na polimiosite, especialmente na síndrome anti-sintetase. Há associação a doença pulmonar intersticial e a formas mais agressivas da síndrome anti-tRNA sintetase. Estes anticorpos também foram associados a doenças não-autoimunes, especialmente doenças neoplásicas.te detectado na polimiosite, especialmente na síndrome anti-sintetase. Há associação a doença pulmonar intersticial e a formas mais agressivas da síndrome anti-tRNA sintetase. Estes anticorpos também foram associados a doenças não-autoimunes, especialmente doenças neoplásicas.
Material: Sangue + líquor
Instruções:
Não realizamos a coleta do material líquor, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
Comentários
O diagnóstico da esclerose múltipla é realizado com base na presença de manifestações clínicas características. A ressonância magnética, a pesquisa de bandas oligoclonais no líquor e o índice de IgG são exames complementares utilizados como suporte diagnóstico. A pesquisa de bandas oligoclonais no líquor pode ser feita por eletroforese de proteínas ou isoeletrofocalização em gel de agarose. Segundo o consenso para a recomendação da análise do líquor para o diagnóstico da esclerose múltipla, a isoeletrofocalização em gel de agarose seguida de imunodetecção da IgG por imunofixação é o padrão ouro para a detecção de bandas oligoclonais, devido a maior sensibilidade (a sensibilidade da eletroforese de proteínas é 63% e da isoeletofocalização é 95%). Para a pesquisa de bandas oligoclonais por isoeletrofocalização, é necessária a análise simultânea de amostras de líquor e soro. Bandas oligoclonais são definidas como a presença exclusiva de duas ou mais bandas de IgG no líquor, significando síntese intratecal de imunoglobulinas. Bandas oligoclonais não são específicas para esclerose múltipla, podendo ser observadas em outras doenças autoimunes, infecciosas e neoplásicas do sistema nervoso central. Cinco padrões clássicos são descritos no exame de pesquisa de bandas oligoclonais por isoletrofocalização: ausência de bandas no líquor e soro (Tipo 1, perfil normal, ausência de síntese intratecal de IgG); duas ou mais bandas no líquor e ausência de bandas no soro (Tipo 2, síntese intratecal de IgG); duas ou mais bandas exclusivas no líquor, associadas a bandas adicionais idênticas no líquor e soro (Tipo 3, síntese intratecal de IgG com inflamação sistêmica); duas ou mais bandas idênticas no líquor e soro (Tipo 4, inflamação sistêmica com transferência passiva para o sistema nervoso central, ausência de síntese intratecal de IgG); banda monoclonal no líquor e soro (Tipo 5, componente monoclonal IgG, ausência de síntese intratecal de IgG).
Material: sangue ou swab bucal
Instruções: Este exame não é utilizado para diagnóstico de Sindrome de Turner.
Jejum não necessário
Comentários
A Síndrome de Turner é uma das anormalidades genéticas mais comuns que acomete 1 em cada
2.000 nascidos vivos do sexo feminino. As manifestações clínicas mais freqüentes são baixa
estatura, disgenesia gonadal, malformação renal e anormalidades cardiovasculares. Esta
síndrome é caracterizada por monossomia do cromossomo X (45,X), presente em 50 a 60 % dos
casos, ao passo que o restante dos pacientes tem uma grande variabilidade de anomalias do
cromossomo X, incluindo vários mosaicismos. Dos pacientes estudados por citogenética, 6%
apresentam o cromossomo Y ou resíduos deste; sendo que em outros 3%, o cromossomo Y pode
ser detectado apenas por tecnicas moleculares. A presença deste cromossomo, ou parte dele,
tem uma forte associação com o risco (> 35%) de desenvolvimento do gonadoblastoma, que
corresponde a um tumor do ovário de células indiferenciadas.
Isto justifica a necessidade
de identificar os pacientes de risco a fim de estabelecer medidas médicas preventivas.
Usando a técnica de PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) e sondas específicas, é possível
identificar a presença do gene determinante do sexo no cromossomo Y - SRY, o gene da
proteína específica testicular - TSPY e outras sequências gênicas presentes no cromossoma
Y como DYZ1. A utilização concomitante destas três sondas aumenta a sensibilidade do
método e garante a detecção de baixos níveis de mosaicismo.
O estudo destes marcadores do cromossomo Y (SRY, TSPY, DYZ1) está indicado para todos os
pacientes com diagnóstico de Síndrome de Turner.
Jejum não necessário
Metarial: sangue
Interpretação do exame
A doença de Huntington é um distúrbio neurodegenerativo progressivo caracterizado por coreia, distonia, incoordenação, declínio cognitivo e dificuldades comportamentais. A idade média de início desta condição é entre os 35 e 44 anos. O diagnóstico baseia-se no histórico familiar, nos achados clínicos característicos e na detecção de expansão de 36 ou mais repetições de trinucleotídeos CAG no gene HTT. Este teste permite pesquisar a expansão neste gene.
Jejum não necessário
Material: Sangue
Interpretação do exame
Indivíduos portadores da mutação R506Q do Fator V de Leiden tem risco aumentado de tromboembolismo venoso.
Jejum: Intervalo máximo entre as refeições.
Material: Sangue
Instruções
A triagem neonatal deve ser coletada preferencialmente entre o 3° a 5° dia de vida, podendo ser realizada entre zero e 28 dias de vida.
Recém-nascidos que receberam transfusão sanguínea antes da coleta da amostra para triagem neonatal devem repetir a coleta: . 10 dias após a transfusão para os testes de TSH, Fenilalanina (PKU), Tripsina imunoreativa, Biotinidase, 17 OH Progesterona, e para triagem com dosagem de aminoácidos e acilcarnitinas por espectrometria de massas em tandem; . 20 dias após a transfusão para análise de hemoglobinas.
Comentários
Utilizado para triagem de hemoglobinopatias no Teste do pezinho. As hemoglobinopatias são um grupo de desordens genéticas caracterizadas pela produção anormal de cadeias de hemoglobina. Apresentam alta prevalência na população brasileira em virtude da miscigenação racial.
O recém-nascido normal apresenta HbA e hemoglobina fetal (HbF). A HbF predomina ao nascimento, com seus níveis decrescendo até atingir os níveis normais encontrados no adulto com 1 ano de idade. São conhecidas, aproximadamente, 400 hemoglobinas variantes. As anormalidades da síntese da hemoglobina são divididas em 3 grupos:
Produção de molécula anormal (ex.: drepanocitose);
redução na quantidade de proteína normal (ex.: talassemia)
Anormalidade de desenvolvimento (ex.: persistência de hemoglobina fetal). Resultados anormais devem ser confirmados após 4 meses de idade com eletroforese de hemoglobina em sangue total. Utilizado para triagem do hipotireoidismo congênito (HC) no Teste do Pezinho. A produção inadequada do hormônio da tireóide no HC tem várias causas: agenesia ou ectopia da tireóide, disturbios da hormonogenese, cretinismo endêmico e hipopituitarismo. Incidência no Brasil: 1:2980 a 1:8278 nascidos-vivos. O T4 neonatal deve ser sempre analisado em conjunto com o TSH neonatal. Valores baixos de T4 neonatal podem ocorrer em neonatos com baixa TBG, o que é frequente no sexo masculino (1 em 5.000 a 10.000 nascimentos), prematuridade, baixo peso e infecções intercorrentes. Neonatos com hipotireoidismo podem apresentar T4 neonatal normal devido ao aumento da TBG. A confirmação do HC deve ser realizada com as determinações do T4 livre e do TSH ultra sensível séricos. Em caso de resultado alterado na triagem neonatal seguir as recomendações descritas no laudo para realizar exames confirmatórios ou complementares ao diagnóstico.
Jejum não necessário
Interpretação do exame
Antígeno relacionado à doença de Behcet. Está presente em 50 a 77% dos pacientes com a doença.
Indicação: Associada aos parâmetros clínicos e outros exames laboratoriais, auxilia na identificação dos indivíduos com a doença.
Interpretação clínica: Em regiões de alta prevalência no oriente a detecção do antígeno está associada à presença de doença. No entanto, está presente também em indivíduos não acometidos, sendo, portanto este resultado analisado em função de parâmetros clínicos e outros exames laboratoriais.
Sugestão de leitura complementar:
Seyahi E, Yurdakul S. Behçet's Syndrome and Thrombosis. Medit J Hematol Infect Dis 2011; 3(1): 1-6.
Öz O, Bek VS, YÜcel M, Ula?, ÜH, Demirkaya S, Gökçil Z, Erdem H, Odaba?i Z. Acute Neuro-Behcet's Disease. J Neurol Sci 2010; 27 (2):229-32.
Para cultura de urina ou urocultura, vide cultura de urina - urocultura. Para cultura de esperma ou sêmen, vide espermocultura. Para cultura de fezes, vide coprocultura
Instruções:
Informar se o paciente está ou esteve recentemente em uso de antimicrobianos.
É aconselhável que se aguarde 07 dias após a utilização de antibióticos para a realização do exame ou conforme orientação do médico.
Lentes de Contato:
Nos casos de cultura de lente de contato a mesma não será devolvida após o processamento.
Importante: Não serão realizadas culturas em amostras de soro fisiológico ou em produtos utilizados para limpeza e armazenamento de lentes de contato. Remova as lentes e coloque em recipiente estéril. Entregue no laboratório imediatamente.
Escarro:
A coleta de escarro deve ser feita em casa.
Colher preferencialmente de manhã ao se levantar, antes da higiene oral e do desjejum.
Lavar várias vezes a boca com água pura, gargarejando e bochechando abundantemente.
Fazer várias vezes inspirações profundas e tossir várias vezes procurando obter o material do fundo do peito.
Recolher este material no frasco fornecido pelo laboratório, fechando-o logo após a coleta.
É muito importante que o escarro não seja confundido e misturado com saliva ou com secreções do nariz.
Enviar o mais rápido possível.
Coletas de secreção genital feminina interna (vagina, fundo de saco vaginal, colo uterino):
Pode-se urinar e tomar banho.
No período anterior à coleta, atenção para os critérios abaixo:
Não fazer uso de antissépticos ou medicações tópicas (aguardar 48 horas após o término)
Não manter relação sexual nas últimas 24 horas.
Não estar menstruada (aguardar 48 horas após o término).
Não usar ducha ginecológica ou iodo (em exames citológicos ou ginecológicos) no local (aguardar 24 horas).
Não realizamos coleta endocervical em grávidas e virgens.
As coletas endocervicais em gestantes só podem ser colhidas no consultório pelo médico.
Não tomar banho e não urinar quando a coleta for em genitália externa (secreção vulvar por exemplo) ou em caso de crianças.
Coletas uretrais:
Vir para a coleta preferencialmente pela manhã sem urinar, ou estar sem urinar há pelo menos 4 horas.
Coleta de secreção oral:
Não escovar os dentes preferencialmente (aguardar pelo menos 1 hora antes da coleta)
Não usar antisséptico bucal no dia da coleta
Jejum alimentar desejável de pelo menos duas horas (para se evitar vômito).
Secreção em ouvido:
Coleta deve ser realizada pelo médico. Enviar o material ao laboratório imediatamente.
Raspado de lesões de pele, unha, couro cabeludo:
Não utilizar pomadas e cremes comuns (aguardar 24 horas após o término).
Não utilizar esmalte (aguardar 3 dias após o término).
Não proceder a limpeza das unhas em manicure ou pedicure (aguardar 3 dias).
Não tomar banho no dia da coleta.
Não lavar o couro cabeludo e região da barba no dia da coleta.
Para região dos pés, orientar o paciente a lavar e secar os pés no dia anterior a coleta e ir ao laboratório com calçado fechado.
Sempre que possível, informar a suspeita médica para direcionar melhor a pesquisa.
Aspirado dos seios da face, traqueal e lavado brônquico:
Coleta realizada através de procedimento médico.
O aspirado traqueal obtido através da sonda de aspiração deve ser enviado a fresco.
Coletar em frasco estéril de preferência com sistema de sucção acoplado ao frasco e enviar o mais rápido possível.
Não enviar a amostra em stuart ou em cânulas.
Lesões de abscessos fechados ou nódulos:
Proceder à antissepsia com soro fisiológico estéril e puncionar a lesão com agulha e seringa (os abscessos devem ser coletados por médicos. Não são coletados no laboratório). Se não for obtido material suficiente, deve-se coletar o material após perfuração utilizando swab.
Lesões por queimadura: Coleta realizada por médicos ou equipe de enfermagem, deve-se realizar a coleta da biópsia de tecido profundo. A coleta não é realizada pelo laboratório. A coleta deve ser realizada após desbridamento e descontaminação com soro fisiológico estéril.
Fragmento ósseo:
Coleta realizada através de procedimento médico.
Enviar o fragmento em frasco estéril, refrigerado entre 2 e 8 ºC, o mais rápido possível.
Para evitar ressecamento, o médico pode adicionar uma pequena quantidade de solução salina (soro fisiológico) estéril logo após a coleta, para recobrir o osso.
Não colocar fragmentos dentro do Swab com Stuart ou Amies.
Fragmento de tecido (biópsias):
Coleta realizada através de procedimento médico.
Não utilizar conservante (formol)
Enviar em frasco estéril em temperatura ambiente. Para evitar ressecamento, o médico pode adicionar pequena quantidade de solução salina (soro fisiológico) estéril logo após a coleta.
Não colocar fragmentos de tecidos dentro do Swab com Stuart ou Amies.
Ponta de cateter:
Deve ser coletado segundo a padronização de Maki (5 cm da inserção no paciente) e enviado em frasco estéril.
O laboratório não realiza a coleta de líquidos corporais (pleural, ascítico/peritoneal, sinovial, pericárdico, amniótico, biliar e líquor), pois são obtidos por meio de procedimentos médicos. Estes materiais são recebidos já coletados para a execução dos exames. Após coletados, enviar imediatamente ao laboratório.
Material: sangue
Instruções
Para esse exame, preencher e anexar o Formulário de Solicitação de Teste genético (fornecido pelo laboratório)
É obrigatório enviar cópia do laudo do exame genético do familiar que apresenta a mutação; ou a indicação de qual mutação deve ser testada neste exame. Sem essa informação o exame não será executado.
Obrigatório enviar pedido médico.
Desejável enviar histórico clinico do paciente .
Jejum: Não necessário.
Comentários
O exame deve ser solicitado por um médico e investiga presença de mutação previamente detectada em familiares do cliente. Visto que o teste é direcionado a determinada variante patogênica, outras regiões genômicas não serão avaliadas.
Jejum não necessário
Interpretação do exame
A síndrome de X-frágil é caracterizada por retardo mental moderado a grave, características faciais incluindo face alongada, orelhas grandes e mandíbula proeminente; macroorquidismo nos homens e alterações comportamentais. Mostra um padrão de herança ligado ao cromossomo X, sendo que todos os homens com mutação apresentam as características clínicas, no entanto aproximadamente 30 a 40% das mulheres portadoras podem desenvolver problemas intelectuais.
Material: sangue ou urina
Jejum: não necessário
Instruções para a coleta de urina:
Realizar a higienização das mãos e da região genital.
Feminino: sempre da região genital para a região anal e nunca ao contrário, para evitar contaminação).
Masculino: Expor a glande, mantenha o prepúcio (pele), retraído e faça a higiene na região genital.
Desprezar o primeiro jato de urina no vaso e sem interromper a micção coletar a urina de jato médio.
Fechar bem o frasco.
INTERPRETAÇÃO
Chikungunya é uma arbovirose causada pelo Vírus Chikungunya (CHIKV), transmitida através da picada dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus infectados . A maioria das pessoas infectadas com a doença apresenta febre que pode ser acompanhada de dor nas articulações ou inchaço, dores na cabeça e no corpo, náuseas e erupção cutânea. Óbitos são incomuns, mas são mais prováveis em pacientes idosos ou pessoas com algum tipo de imunodepressão. Este teste realiza a detecção do Vírus Chikungunya por PCR em tempo real.
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
A Piruvato quinase (PK) é uma ezima atuante em uma das etapas finais da glicólise, que gera piruvato e ATP, que é fundamental para o metabolismo do eritrócito.
A deficiência de PK pode causar anemia hemolítica, hemólise crônica e icterícia.
Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
As plaquetas são fragmentos de células produzidas na medula óssea fundamentais para o processo de coagulação sanguínea. Sua análise baseia-se na avaliação quantitativa e morfológica das plaquetas. Exame útil na avaliação da hemostasia, monitoramento do tratamento de leucemias e púrpuras, acompanhamento de tromboses e trombocitopenias.
Jejum: não necessário
Comentários
A malária é uma doença infecciosa febril aguda, cujos agentes etiológicos são protozoários transmitidos por vetores. No Brasil, há três espécies associadas à malária em seres humanos: Plasmodium vivax, P. falciparum e P. malariae, sendo o mais prevalente o P. vivax, responsável por cerca de 90% dos casos. Os sinais e os sintomas provocados por Plasmodium não são específicos, assemelhando-se aos de outras doenças febris agudas, como dengue, chikungunya, Zika, febre amarela, leptospirose, febre tifoide, infecção urinária, gripe e outras. Essa ausência de especificidade dos sinais dificulta o diagnóstico clínico da doença e a tomada de decisão para o tratamento que deve ser sempre baseada na confirmação laboratorial. A pesquisa do plasmodium em sangue periférico é considerada padrão-ouro para o diagnóstico de malária. A demonstração do parasito, a diferenciação da espécie e a avaliação do nível de parasitemia são importantes para avaliar a gravidade e definir o tratamento que é específico para cada espécie. A pesquisa possui boa sensibilidade e especificidade, entretanto apresenta desvantagens a serem consideradas: durante a coloração pode haver perda de trofozoítas; resultados falso-negativos podem ocorrer em parasitemias escassas.
De forma alternativa pode-se utilizar os testes rápidos para identificação dos antígenos do plasmódio.
Jejum: não necessário
Exame destinado à avaliação humoral antes e após a administração de vacinas pneumocócicas.
Comentários
Este teste é utilizado para avaliar a capacidade de resposta humoral de um indivíduo aos diferentes antígenos polissacarídeos dos 23 sorotipos de pneumococos patogênicos contidos na vacina contra o Streptococcus pneumoniae não-conjugada. A avaliação sorológica deve ser feita em amostras pareadas, colhidas antes e depois de, ao menos, 30 dias da vacinação. O teste empregado pesquisa a concentração individual de anticorpos dirigidos contra os sorotipos 1, 2, 3, 4, 5, 8, 9 (9N), 12 (12F), 17 (17F), 14, 19 (19F), 20, 22 (22F), 23 (23F), 26 (6B), 34 (10A), 43 (11A), 51 (7F), 54 (15B), 56 (18C), 57 (19A), 68 (9V), 70 (33F) de S. pneumoniae. Os anticorpos são predominantemente da classe IgG2, mas o teste em pauta não determina a classe isotípica dos anticorpos.
- Considera-se uma resposta humoral adequada e protetora a a soroconversão (>1,3 µg/mL) ou a elevação de pelo menos duas vezes o nível basal de anticorpos contra pelo menos 50% dos sorotipos testados, após a vacinação. A ausência de resposta contra pelo menos a metade dos sorotipos testados pode caracterizar um quadro de deficiência de anticorpo específico (polissacáride) ou contribuir para definição do diagnóstico de imunodeficiência comum variável.
Jejum não necessário
Exame destinado à avaliação humoral antes e após a administração de vacinas pneumocócicas.
Comentários
O Streptococcus pneumoniae é um dos mais importantes agentes de infecções do trato respiratório inferior e o principal microrganismo responsável por pneumonias adquiridas na comunidade e também por meningites bacterianas.
Este teste é utilizado para avaliar a capacidade de resposta humoral de um indivíduo aos diferentes antígenos polissacarídeos dos diversos sorotipos de pneumococos contidos na vacina contra Streptococcus pneumoniae.
A avaliação sorológica deve ser feita em amostras pareadas colhidas antes e após 30 dias da vacinação.
Considera-se uma resposta humoral adequada e protetora em resposta a vacinação, quando é observada uma elevação de pelo menos 2 vezes na concentração de anticorpos contra, pelo menos, 50% dos sorotipos testados em relação à concentração basal.
Os anticorpos são predominantemente da classe IgG2 e a ausência de resposta contra um ou mais sorotipos pode caracterizar um quadro de imunodeficiência humoral específica, mais frequentemente associado à deficiência de IgA.
Sorotipos:
SOROTIPO 4:
SOROTIPO 6B:
SOROTIPO 9V:
SOROTIPO 14:
SOROTIPO 18C:
SOROTIPO 19F:
SOROTIPO 23F:
Jejum não necessário
Material: Urina de 24 horas
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco protegido da luz (âmbar) e com conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
O conservante a ser utilizado é o Bicarbonato.
A amostra deve ser refrigerada desde o início da coleta.
1. Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (Não armazenar no frasco da coleta).
Anotar o horário.
Este é o horário de início da coleta.
2. A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
3. Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
4. Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Além disso, não podem ser usados cremes e/ou óvulos vaginais nas 48 horas que antecedem a coleta de urina.
Para coleta domiciliar: o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
COLETOR : PROTEGIDO DA LUZ ( AMBAR)
CONSERVANTE : BICARBONATO
COLHER DE SEGUNDA A QUARTA
Material: Urina ISOLADA
Instruções
Utilizar frasco protegido da luz (âmbar).
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher a primeira urina da manhã ou após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco protegido da luz (âmbar).
COLETOR : PROTEGIDO DA LUZ ( AMBAR)
COLHER DE SEGUNDA A QUINTA FEIRA ATÉ 09HRS
Material: Urina de 24 horas
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco protegido da luz (âmbar) sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar desde o início da coleta.
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (Não armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
COLETOR : PROTEGIDO DA LUZ ( AMBAR)
SEM CONSERVANTE
COLHER DE SEGUNDA A QUARTA
Jejum não necessário
Comentários
O potássio é o principal cátion intracelular, com concentrações de cerca de 150 mEq/L, enquanto as concentrações séricas ficam em torno de 4 mEq/L.
Esta diferença é importante na manutenção do potencial elétrico da membrana celular e na excitação do tecido neuromuscular.
Seu balanço é mantido principalmente pela excreção renal e pequenas alterações na concentração sanguínea de potássio podem ter consequências importantes, inclusive cardíacas. Hipopotassemia ou hipocalemia pode ser causada por perdas gastrointestinais (vômitos, diarreia) ou renais, como na cetoacidose diabética; por desvio do potássio para o meio intracelular devido, por exemplo, ao uso de insulina, de agentes beta-adrenérgicos ou por infusão de bicarbonato; hiperaldosteronismo; ou baixo aporte.
São causas de hiperpotassemia: condições que cursam com excreção renal diminuída, como Insuficiência Renal Aguda e Doença de Addison; aporte aumentado de potássio; hipoaldosteronismo; uso de medicamentos como espironolactona, captopril e bloqueadores de receptores da angiotensina II; situações em que há liberação do potássio do meio intracelular, como rabdomiólise, exercício físico muito intenso, e trauma grave (esmagamento, queimadura); e doenças da glândula suprarrenal, como hiperplasia adrenal congênita.
São causas de resultados falsamente elevados (pseudo-hiperpotassemia): trombocitose intensa e dosagem em amostra de sangue com hemólise.
MATERIAL: URINA 24 HORAS
Instruções de coleta
Urina de 24 horas: Desprezar a primeira miccção da manhã, anotar o horário de início, a partir da próxima miccção, armazenar em frasco apropriado toda a urina até o mesmo horário em que foi deprezada a primeira urina, no dia seguinte, este será o horário do término da coleta. A amostra deverá ser armazenada tampada e refrigerada durante todo o intervalo da coleta. Enviar uma alíquota conforme condições solicitados e volume solicitados no exame e informar o volume da diurese no campo de cadastro, sempre que solicitado. Não acidificar a urina.
INTERPRETAÇÃO
A dosagem de potássio urinário é um teste de grande importância, pois avalia o mecanismo patofisiológico e colabora no diagnóstico da disfunção de potássio. Valores baixos sugerem baixa ingestão, perda gastrointestinal ou desvio transcelular. A hiperpotassiúria é encontrada no início da inanição, hiperaldosteronismo primário ou secundário, enfermidades renais, síndromes tubulares renais, acidose e alcalose metabólica.
Jeum não necessário
INTERPRETAÇÃO
A prata é um metal branco, brilhante, dúctil e maleável, que perde o brilho quando exposto ao ozônio (O3). É um bom condutor de eletricidade e um elemento estável quando exposto ao ar e à água. A argiria é causada pela exposição prolongada aos compostos de prata, que podem ser encontrados em alguns medicamentos, como soluções e colírios antigos que continham sais de prata, suplementos alimentares e trabalhos com exposição a minerais de prata. Este exame é útil na avaliação de possível intoxicação pelo elemento químico prata.
Material: sangue
Jejum não necessário.
Quem pode fazer?
O PrecivityAD2TM destina-se a pacientes com 55 anos ou mais, com sinais ou sintomas de comprometimento cognitivo leve ou demência, que estejam sendo avaliados para a doença de Alzheimer ou outras causas de declínio cognitivo.
O PrecivityAD2TM não é destinado a pacientes com menos de 55 anos. Também não é indicado como teste de triagem em pacientes sem sinais e sintomas de declínio cognitivo ou para avaliação seriada de alterações longitudinais.
Não é necessário suspensão de medicamentos em uso.
Comentários
A doença de Alzheimer é definida patologicamente pela presença de placas amilóides e emaranhados neurofibrilares no cérebro. Este teste mede a proporção dos peptídeos ABETA 42 e 40 (relação ABETA42/40) e a proporção dos peptídeos p-tau217 e np-tau217 (relação p-tau217) no plasma para calcular o escore de probabilidade amiloide 2 (APS2). O APS2 é usado para estimar a probabilidade - variando de zero a 100 - de que o paciente seja amiloide positivo em uma varredura de PET amilóide. O resultado APS2 correlaciona-se significativamente com a amiloidose cerebral. O desempenho clínico deste teste foi estabelecido em um estudo de 583 pacientes com comprometimento cognitivo leve ou demência. Neste estudo, o resultado do APS2 identificou corretamente o status de amiloide cerebral conforme determinado pela interpretação de leitura visual de amiloide PET (Centiloid superior a 25) em 88% dos pacientes em uma população com prevalência de 53% de amiloidose cerebral. A sensibilidade e a especificidade foram de 88% e 89%, respectivamente, e o VPP e o VPN foram de 90% e 87%, respectivamente. O APS2 não é um valor percentual de verossimilhança e não deve ser interpretado como tal.
Para a realização deste exame é obrigatório solicitação médica, detalhando o motivo.
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
A conversão do colesterol em pregnenolona mediada pela enzima citocromo P450scc (Cyp11a1) é a primeira etapa da biossíntese do hormônio esteroide (Cyp11a1).
Jejum não necessário.
Interpretação do exame
Uso: é indicado como auxiliar de diagnóstico em indivíduos com suspeita de sofrerem de insuficiência cardíaca congestiva e para detecção de formas ligeiras de disfunção cardíaca.
O teste auxilia também na avaliação da gravidade da insuficiência cardíaca congestiva nos doentes a quem esta patologia foi diagnosticada. O ensaio proBNP II aplica-se ainda na classificação do risco dos doentes com síndrome coronário agudo e insuficiência cardíaca congestiva, e também pode ser utilizado para o tratamento de doentes com disfunção ventricular esquerda.
Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
Tanto os homens como as mulheres produzem níveis baixos de progesterona, um hormônio esteroide do córtex suprarrenal. A progesterona é importante, não somente como hormônio, mas também como precursor dos estrogênios, dos androgênios e dos esteroides adrenocorticais. Nas mulheres, durante a fase folicular do ciclo menstrual, os níveis séricos permanecem baixos. Após a ovulação, ocorre um aumento significativo nos níveis séricos e produz-se progesterona em quantidades crescentes. Isso causa modificações no útero que o preparam para a implantação de um óvulo fecundado. Se ocorrer a implantação, começa a secreção de hCG (gonadotropina coriônica humana), que mantém o corpo lúteo e a sua secreção de progesterona. Por volta do fim do terceiro trimestre, a placenta se torna o principal secretor, e os níveis séricos continuam a aumentar. Se não ocorrer a implantação, os níveis de progesterona na circulação diminuem rapidamente, alcançando os níveis da fase folicular cerca de 4 dias antes do período menstrual seguinte.
Em geral, o aumento dos níveis de progesterona indica a presença de gravidez viável. Níveis baixos de progesterona necessitam de ecografia para confirmar a viabilidade de uma gravidez. A ovulação e a presença de um corpo lúteo ativo podem ser demonstradas com determinações em série da progesterona sérica. Uma disfunção da fase lútea pode ser diagnosticada após a ovulação quando a luteinização for inadequada e a secreção de progesterona reduzida.
Material: saliva
- Não colher logo após alimentação.
- Por um período de 30 minutos antes da coleta não será permitido qualquer tipo de alimentação ou bebida.
- Recomenda-se enxaguar a boca com água fria 5 minutos antes da coleta da amostra.
- O uso de 1 ou 2 gotas de limão estimula a salivação, facilitando a obtenção da amostra.
- A coleta não é recomendável em caso de lesões orais com sangramento ativo ou potencial.
- Evitar escovar os dentes pelo menos duas horas antes da coleta para evitar sangramento gengival.
Saliva in natura: colher 1,0 mL de saliva por aspiração, usando uma seringa descartável (sem agulha) nos casos de crianças ou pacientes incapacitados, ou simplesmente deixar a boca acumular saliva, eliminando-a no frasco de coleta.
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Outros: Aconselhável repouso de 30 minutos para pacientes que antes da coleta tiveram algum estímulo como: exercícios físicos, relações sexuais, hipoglicemia e estresse.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Repouso de 30 minutos no laboratório para quem fez exercício físico.
Jejum não necessário
Interpretação do exame
É mais um critério para detectar a probabilidade de alteração cromossômica no feto.
Deve ser realizado entre a 11ª e 14ª semanas de gestação.
Este exame não necessita de jejum.
Material: Urina amostra isolada
Coleta:
Urina Amostra isolada
- Não é recomendado realizar no período menstrual. Em casos excepcionais e nos de urgência, pode ser realizada a coleta de urina no período menstrual utilizando um tampão vaginal.
- Coletar preferencialmente a primeira urina da manhã ou qualquer outra micção com intervalo de no mínimo 2 horas sem urinar.
- Desprezar o 1º jato da urina no vaso sanitário e coletar o 2º jato da urina no pote estéril.
- Encaminhar a urina ao Laboratório no prazo máximo de 4 horas após o término da coleta.
Jejum não necessário
Material: Urina de 24 horas
URINA 24H:
- Recomendável não realizar durante o período menstrual, em casos excepcionais utilizar o tampão vaginal.
- O frasco para coleta do material deve ser retirado no Laboratório. O paciente deve desprezar a primeira urina da manhã, anotar o horário em que ocorreu esta micção e a partir deste horário, coletar todas as urinas emitidas durante as próximas 24 horas no mesmo frasco (sem perder nenhum volume). A urina deve ser coletada em frasco sem conservante e mantida refrigerada durante a coleta (não congelar).
- Encaminhar a urina de 24 horas ao Laboratório no prazo máximo de 4 horas após o término da última coleta. O frasco deve ser identificado com nome, data e horário inicial da coleta.
Jejum
Mínimo de 8 horas.
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
A proteína C é uma proteína anticoagulante natural. A deficiência hereditária de proteína C leva ao estado de hipercoagulabilidade com aumento do risco de trombose venosa. A deficiência tipo I é quantitativa. A deficiência tipo II resulta de distúrbio qualitativo da proteína C, mas freqüentemente com quantidades normais de proteína C. Assim existem ensaios antigênicos, que determinam a quantidade da proteína e ensaios funcionais. Uma vez que os ensaios funcionais identificam ambos os tipos de deficiência, os ensaios antigênicos só devem ser realizados se o ensaio funcional estiver diminuído, para que se defina precisamente o tipo da deficiência. Deficiências adquiridas são encontradas em casos de desordens hepáticas, terapia com anticoagulante oral, coagulação intravascular disseminada, deficiência de vitamina K, uso de anticoagulantes, doença hepática, nefropatia diabética, insuficiência renal crônica, fibrinólise, presença de anticoagulante lúpico e anticorpos anti-fosfolipideos. É desejável que o paciente não esteja usando anticoagulante oral por pelo menos duas semanas e heparina por 48 horas, sob orientações médicas. A proteína C é extremamente termossensível. Recém-nascido a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos que devem atingir o nível normal na infância ou adolescência.
Jejum não necessário
Comentários:
A Proteína C Reativa (PCR) é uma proteína de fase aguda produzida pelo fígado. Em indivíduos saudáveis, suas concentrações plasmáticas são muito baixas ou indetectáveis pelos métodos convencionais.
Processos inflamatórios agudos especialmente infecções bacterianas podem induzir aumentos rápidos e significativos (de até 1.000 vezes) nos níveis de PCR, com pico de elevação entre 36 e 50 horas após o estímulo inicial.
Utilidade Clínica A determinação da PCR é uma ferramenta essencial para:
Diagnóstico diferencial entre infecções bacterianas (geralmente com PCR elevada) e virais (geralmente com PCR baixa ou moderada);
Monitoramento da atividade de doenças inflamatórias sistêmicas autoimunes;
Avaliação prognóstica em quadros de pancreatite aguda e neoplasias.
Interpretação de Resultados
PCR > 10,0 mg/L: Considerada uma elevação clinicamente significativa, consistente com inflamação sistêmica.
10,0 a 40,0 mg/L: Geralmente associada a inflamações leves ou infecções virais.
40,0 a 200,0 mg/L: Associada a processos inflamatórios graves e infecções bacterianas. Em quadros de sepse, os valores frequentemente superam 100,0 mg/L.
Limitações e Observações Importantes
Janela Inicial: Como a PCR começa a se elevar apenas 4 a 6 horas após o estímulo, resultados normais podem ser observados no início imediato de processos infecciosos agudos.
Dissociação Clínico-Laboratorial: Algumas doenças autoimunes, como o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), a Retocolite Ulcerativa e a Esclerose Sistêmica, podem apresentar níveis normais ou apenas discretamente elevados de PCR (10,0 a 20,0 mg/L), mesmo durante fases de atividade da doença.
Jejum não necessário
Comentários
A proteína C-reativa ultrassensível é capaz de reclassificar indivíduos de risco cardiovascular intermediário para uma categoria superior, quando seus níveis são elevados.
Embora a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2017) não utilize fatores agravantes de risco para reclassificação do risco, a presença de PCR-us acima de 2 mg/L sugere a necessidade de intensificar o tratamento hipolipemiante.
Jejum não necessário
Material: sangue
INTERPRETAÇÃO
A proteína ligadora de retinol é uma proteína sintetizada no fígado que tem uma função no plasma que é o transporte de vitamina A (retinol), estando ligada à pré-albumina e ao retinol de maneira equimolar. Sua concentração sérica é medida principalmente para avaliar o estado nutricional do paciente, pois a meia-vida curta no plasma (menos de 12 horas) facilita essa avaliação. Sua concentração é diminuída em casos de proteinúria, dano hepatocelular e hiperparatireoidismo. Diminuições em sua concentração também estão associadas a casos de deficiências de zinco, uma vez que esse oligoelemento é necessário para a síntese dessa proteína. Aumentos em sua concentração ocorrem na insuficiência renal crônica.
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
O anticorpo anti-proteína P Ribossomal é considerado um marcador sorológico para Lúpus eritematoso sistêmico (LES), e por isto, são considerados marcadores altamente específicos da doença. Há evidências da associação da presença desse auto anticorpo com a atividade da doença e manifestações neuropsiquiátricas.
MATERIAL BIOLÓGICO: Urina (Amostra Isolada)
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1. SOBRE O EXAME E O NOSSO COMPROMISSO COM A SUA TRANSPARÊNCIA
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Este exame é uma análise imunocromatográfica de triagem primária (Point-of-Care) voltada para a
detecção de fragmentos da proteína precursora amiloide (APP) e do peptídeo beta-amiloide (Aß) na urina.
O teste se propõe a identificar e avaliar a presença dessas proteínas, que estão frequentemente
associadas a alterações metabólicas observadas em alguns quadros demenciais (como a Doença de Alzheimer).
Destina-se EXCLUSIVAMENTE ao rastreio e triagem complementar em indivíduos a partir de 45 anos,
NÃO REALIZANDO QUALQUER TIPO DE DIAGNÓSTICO.
Por transparência técnica e respeito ao rigor científico, informamos que:
" Trata-se de um teste recente no mercado, classificado como um exame de fronteira tecnológica.
" A pesquisa desses biomarcadores na urina ainda carece de maior consolidação e utilização na prática
médica do dia a dia, motivo pelo qual NÃO é um teste indicado ou recomendado pelas sociedades médicas
competentes (como ABN, SBGG e NIA-AA) nos protocolos oficiais de diretriz diagnóstica.
" Somente os ensaios clínicos e acompanhamentos longitudinais futuros poderão confirmar e definir com
clareza a real utilidade e o valor deste teste no rastreio populacional.
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2. O QUE VOCÊ PRECISA SABER ANTES DE REALIZAR O TESTE (LIMITAÇÕES IMPORTANTES)
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" Não avalia cognição nem prevê o futuro: O teste mede estritamente metabólitos presentes na urina.
Ele não mede sua memória ou capacidade mental, não calcula estimativas de risco futuro e NÃO
CONSTITUI DIAGNÓSTICO DEFINITIVO de Doença de Alzheimer ou de qualquer outra demência.
" Sensibilidade a fatores do dia a dia: Por ser uma análise altamente sensível, o resultado pode
apresentar reação (FALSOS POSITIVOS) em decorrência de alterações comuns na rotina ou no organismo, tais como:
- Fatores metabólicos e vasculares (hipertensão, diabetes, alteração na insulina ou colesterol).
- Hábitos e sistema nervoso (insônia crônica, estresse oxidativo, histórico de trauma ou AVC).
- Condições renais ou do trato urinário (infecção urinária recente, disfunção renal ou urina muito densa).
" Complementaridade Médica: Este exame não substitui as consultas especializadas nem os exames
tradicionais de diretriz médica. Seu resultado deve ser sempre avaliado pelo seu médico assistente.
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3. PREPARO E RECOMENDAÇÃO DE HIDRATAÇÃO PRÉVIA
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" RECOMENDAÇÃO DE ÁGUA: Recomenda-se ingerir entre 200 mL e 300 mL de água cerca de 30 a 60 minutos
antes da realização da coleta de urina.
" TIPO DE AMOSTRA: Recomenda-se preferencialmente a coleta da primeira urina da manhã.
Caso não seja possível, pode ser utilizada urina fresca coletada em recipiente limpo fornecido
pelo laboratório.
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4. PASSO A PASSO DA COLETA
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1. Higienize bem as mãos com água e sabão antes de iniciar o procedimento.
2. Utilize exclusivamente o frasco/coletor limpo e seco fornecido pelo Alvim Laboratório.
3. Descarte o primeiro jato de urina no vaso sanitário e recolha o jato intermediário no frasco.
4. Feche bem o recipiente para evitar vazamentos e contaminações externas.
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5. CONSERVAÇÃO E TEMPO DE ENTREGA DA AMOSTRA
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" TEMPO EM TEMPERATURA AMBIENTE: A amostra de urina fresca deve ser entregue e processada o mais
rápido possível após a coleta, não podendo permanecer em temperatura ambiente por mais de 2 horas.
" REFRIGERAÇÃO (Caso necessário transporte): Se a entrega não for imediata, a amostra pode ser mantida
sob refrigeração (entre 2 °C e 8 °C) por até 6 horas antes da análise.
" ATENÇÃO: Amostras congeladas e posteriormente descongeladas NÃO poderão ser utilizadas.
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6. AVISO IMPORTANTE SOBRE INFECÇÕES URINÁRIAS
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Caso esteja apresentando sintomas de infecção urinária (dor/ardência ao urinar, febre ou urina turva)
ou sangramento visível, comunique o seu médico antes de realizar a coleta. Infecções urinárias
podem interferir no exame. Caso haja o quadro infeccioso, recomendamos que a coleta seja realizada
após a resolução do quadro.
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
Diagnóstico diferencial das hipercalcemias. O PTHrP (PTH-proteína relacionada) é uma molécula semelhante à fração aminoterminal do PTH. É secretada por tecidos neoplásicos, como o carcinoma de células escamosas do pulmão, gerando um pseudo-hiperparatireoidismo, com hipercalcemia grave e níveis baixos ou indetectáveis de PTH.
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
A proteína S, é um anticoagulante natural dependente de vitamina K, presente no plasma e nos grânulos plaquetários, que, juntamente com a proteína C, inibe os fatores Va e VIIIa, dois pró-coagulantes essenciais.
A deficiência congênita de qualquer um dos anticoagulantes naturais causa desequilíbrio e predispõe à doença tromboembólica venosa.
A deficiência homozigótica de proteína S pode ocasionar púrpura neonatal fulminante, um tipo grave de coagulação intravascular disseminada. A diminuição adquirida.
A diminuição adquirida da proteína S pode ocorrer em pacientes com doença hepática ou coagulação intravascular disseminada e durante o tratamento com varfarina.
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
Os pacientes com deficiência de Proteína S apresentam risco aumentado para trombose, especialmente venosa. A Proteína S é uma proteína vitamina K dependente sintetizada pelo fígado. Ela atua como cofator da Proteína C, na via da coagulação. No plasma normal ela existe em duas formas: livre (cerca de 40%) e ligada a proteína ligadora de C4b (cerca de 60%). A forma livre á a única que expressa atividade biológica. A proteína ligadora de C4b é uma proteína de fase aguda e pode estar elevada na vigência de processos inflamatórios, causando uma diminuição da Proteína S livre. A deficiência de Proteína S pode ser congênita (a atividade da Proteína S e o nível de Proteína S livre encontram-se diminuídos, podendo o nível de proteína S total estar normal, subnormal ou diminuída), presente em cerca de 5% das trombofilias hereditárias ou adquirida (doenças hepáticas, deficiência de vitamina K, uso de anticoagulantes orais, uso de l-asparaginase, gestação, uso de contraceptivos orais, uso de estrógenos, processos inflamatórios agudos).
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
A proteína S é uma glicoproteína dependente de vitamina k, atua como cofator da proteína C ativada. A deficiência congênita heterozigótica da proteína S é classificada em 3 tipos:
- Tipo I: diminuição da concentração da atividade.
- Tipo II: concentração normal e atividade diminuída.
- Tipo III: concentração da proteína S total normal com proteína S livre e funcional reduzida.
A avaliação da proteína S livre é indicada nos casos de suspeita de deficiência congênita de proteína S, níveis diminuídos de proteína S podem ser encontrados em doenças hepáticas, doenças inflamatórias, tratamentos com o uso de anticoagulantes e estrógenos e na gravidez. Pacientes com o uso de anticoagulantes orais deve-se esperar pelo menos 30 dias após a interrupção do medicamento para dosar a proteína S. Recém nascidos a termo ou prematuros sadios, podem apresentar níveis diminuídos, que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias.
Medicação: Evitar o uso de medicamentos e de contraste oral (utilizado em exames radiológicos) ou conforme orientação médica.
Urina de 24 horas:
Desprezar a primeira micção da manhã, anotar o horário de início, a partir da próxima micção, armazenar em frasco apropriado toda a urina até o mesmo horário em que foi deprezada a primeira urina, no dia seguinte, este será o horário do término da coleta. A amostra deverá ser armazenada tampada e refrigerada durante todo o intervalo da coleta.
INTERPRETAÇÃO
A proteína de Bence Jones é uma imunoglobulina , composta por dímero de cadeia leves (Kappa ou Lambda) de baixo peso molecular , sintetizada por plasmócitos, com uma clássica carcaterísitica de solubilidade (coagulação entre 40° C a 60° C e a solubilização a 100 °C). É produzida em grande quantidade , excedendo a capacidade de metabolismo pelo rim, com consequente perda pela urina. A produção prolongada desta proteína leva a uma lesão tubular com insuficiência renal. O percentual de pacientes que apresentam proteína de Bence Jones na urina varia para cada patologia: 70% no mieloma múltiplo, 30% na macroglobulinemia de Waldenstrom, 20% nas doenças linfoproliferativas malignas e 10% nas gamopatias monoclonais benignas. A técnica eletroforética é o método de escolha para a identificação desta proteína, visto que, tomando como exemplo mieloma múltiplo, 70% a 80% dos casos podem ser identificados com a sua utilização, contra apenas 50% dos casos com utilização do método do aquecimento.
Jejum não necessário
Comentários
Dosagem utilizada na avaliação do estado nutricional e na investigação de edemas. Aumentos são encontrados na desidratação, doença hepática, neoplasias, mieloma, macroglobulinemia Waldenstron, hanseníase, leishmaniose, doenças granulomatosas, colagenoses, uso de corticóides, digitais, furosemida e contraceptivos orais. Valores baixos podem ocorrer na gravidez, cirrose, imobilização prolongada, insuficiência cardíaca, síndrome nefrótica, neoplasias, enteropatias perdedoras de proteínas, desnutrição, hipertireoidismo, queimaduras, doenças crônicas e no uso de carvedilol e laxativos. Hemólise pode causar aumentos espúrios.
Jejum não necessário
Interferentes
Dextrano
Comentários
Albumina é a proteína mais abundante no plasma. Sintetizada pelas células do parênquima hepático, tem meia vida de 15 a 19 dias. Sua função primária é manter a pressão coloidosmótica do plasma.
Níveis elevados podem ocorrer na desidratação aguda sem significado clínico.
Normalmente espera-se uma razão albumina/globulina maior ou igual a 1.
Resultados baixos ocorrem na cirrose, glomerulopatias, sarcoidose, doenças granulomatosas, colagenoses, infecções agudas, caquexia, queimaduras e doenças inflamatórias intestinais.
Instruções de coleta
- Amostra isolada:
Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio. Não utilizar conservante.
INTERPRETAÇÃO
Em condições fisiológicas normais, há uma pequena eliminação de proteína na urina, com predominância de albumina. A maioria de proteínas são moléculas grandes e não conseguem passar através dos glomérulos ou filtros renais, sendo anormal a presença na urina, consequentemente, permanecem no sangue. Contudo, as proteínas podem cruzar esta barreira em alguns casos, particularmente se há dano aos glomérulo. A eliminação em excesso pode ocorrer em glomerulonefrites, síndrome nefrótica, eclâmpsia, gravidez, infecção urinária, prostatite e uretrite, febre, congestão venosa, gamopatias monoclonais e atividade muscular.
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
A Zinco Protoporfirina é um indicador biológico decorrente da interferência do chumbo na síntese do heme e correlaciona-se bem com o chumbo sanguíneo. A zincoprotoporfirina (ZPP) pode permanecer elevada por anos nas intoxicações severas, em razão da inibição da síntese do heme pelo chumbo depositado e posteriormente liberado. A NR-7 estabelece valores de referência e IBMP para a ZPP na monitorização da exposição ao chumbo. A ZPP é o melhor indicador de exposição crônica que o chumbo sanguíneo por apresentar meia-vida mais longa (67 dias). Na exposição crônica, o pico de ZPP ocorre em 6 a 9 meses, enquanto o pico do chumbo sanguíneo ocorre em 3 a 6 meses. Após a eliminação da exposição, a ZPP pode permanecer acima dos valores de referência por até 2 anos. A ZPP tem menor especificidade, alterando-se em outras condições (anemia ferropriva, hemolítica e de doenças crônicas). Estudo em trabalhadores expostos mostrou que o achado de ZPP aumentada e o chumbo sanguíneo em faixa não tóxica pode predizer concentrações tóxicas de chumbo sanguíneo com seis meses de antecedência, podendo, assim, indicar toxicidade incipiente.
Jejum
Não é necessário.
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
A protrombina é a proteína precursora da trombina. A presença da variante G20210A no gene da protrombina (Fator II) está associada ao aumento das concentrações de protrombina plasmática e, consequentemente, o risco de desenvolver trombose venosa em até três vezes.
Jejum não necessário
Interpretação do exame
Uso: Prealbumina (PAB) é utilizado como um marcador precoce de déficit nutricional. PAB tem uma meia vida de 2 dias enquanto que a albumina tem uma meia vida de 20 dias.PAB tem se mostrado ser um marcador efetivo de condição nutricional nos RN prematuros, em câncer e pacientes cirúrgicos. Elevado níveis têm sido vistos nos pacientes tomando contraceptivos orais, corticosteroides.
Níveis baixos são encontrados nos processos inflamatórios, doenças malignas, desnutrição protéica. Níveis altos são vistos em doença do Hodgkin.
Jejum não necessário
Dosa os marcadores SFLT-1 & PLGF para identificar pré eclampsia 2o e 3o trimestres. NÃO precisa de US.
Não é necessário jejum.
Interpretação do exame
PCT (pró-calcitonina) é o pró-péptideo da calcitonina, hormonalmente inativo.
Indivíduos normais/saudáveis: a PCT é eliminada em níveis indetectáveis (< 0,1ng/mL).
Infecções graves por bactérias, fungos e parasitas, sepse: o título sérico da PCT pode ultrapassar os 500 ng/mL.
As células sanguíneas mononucleares são, entre outras, atualmente consideradas como local da síntese da pró-calcitonina em condições de resposta inflamatória sistêmica.
A PCT constitui um excelente parâmetro para:
- diagnóstico precoce de infecções bacterianas e micóticas generalizadas e de sepse;
- avaliar a gravidade e prognosticar o resultado de infecções sistêmicas, sepse e de insuficiência de múltiplos órgãos;
- monitorar o desenvolvimento de infecções em doentes de alto risco(após cirurgia ou transplante de órgão, em caso de imunossupressão ou em doentes politraumatizados);
- diagnóstico diferencial entre infecção sistêmica e doença inflamatória aguda;
- diagnóstico diferencial entre infecção bacteriana e viral.
Jejum:
Mínimo 12 horas ou conforme orientação médica.
Interpretação do exame
Útil na investigação de processos fisiopatológicos do pâncreas sadio ou afetado pelo diabetes, uma vez que pacientes com diabetes mellitus tipo II podem apresentar aumento da resposta de pró-insulina em relação à insulina.
Jejum não obrigatório
PREPARO ANTES DA COLETA:
Pacientes que tenham sido submetidos a exame de toque retal, praticado relações sexuais ou ejaculação há menos de 2 dias (48 horas), podem apresentar resultados alterados. Nessas condições, recomenda-se aguardar pelo menos 2 dias (48 horas) para a realização da coleta. Sob orientação médica, a coleta poderá ser realizada a qualquer momento.
Em caso de dúvida, consultar o médico.
No caso de pacientes do sexo feminino, não é necessário nenhum tipo de preparo.
Jejum não obrigatório
PREPARO ANTES DA COLETA
Pacientes que estejam em uso de suplementação de biotina, devem suspender o uso pelo menos 48 horas antes da coleta.
Pacientes que tenham sido submetidos a exame de toque retal, praticado relações sexuais ou ejaculação há menos de 2 dias (48 horas), devem aguardar 2 dias (48 horas) para realizar o exame.
Em caso de dúvida, consultar o médico.
Jejum não necessário
Interpretação do exame
As ataxias hereditárias autossômicas dominantes constituem um grupo de doenças neurodegenerativas que se manifestam clinicamente com atrofia cerebelar ou de tronco cerebelar, ataxia, síndrome piramidal e extrapiramidal, oftalmoplegia externa progressiva e alterações sensoriais. São causadas, em sua maioria, por mutações de expansões de trinucleotídeos CAG em diferentes genes.
Jejum desejavél 4hrs
Por causa da baixa estabilidade do material, pedimos que entre em contato com o laboratório antes, para que os procedimentos logísticos possam ser organizados antes de feriados ou fins de semana. Assim, não recomendamos realizar coletas às sextas-feiras, sábados ou na véspera de feriados.
Interpretação do exame
Este exame é um sequenciamento massivo e paralelo (NGS) que inclui o sequenciamento alvo específico de 30 genes associados a patogênese das neoplasias mieloides [Leucemia Mieloide Aguda (LMA), Síndrome Mielodisplásica (SMD), Leucemia Mielomonocítica Crônica (LMMC), Policitemia Vera (PV), Trombocitemia Essencial (TE), Mielofibrose (MF), Leucemia Mieloide Crônica atípica (aLMC); Leucemia Neutrofílica Crônica (LNC)]
ORIENTAÇÕES IMPORTANTES PARA PREPARO
*Para coleta sangue: não é necessário jejum ou preparo prévio;
*Para coleta saliva (swab-oral): pelo menos 1 hora antes de coletar a amostra o paciente não deve comer, beber, fumar, escovar os dentes, utilizar enxaguante bucal ou goma de mascar.
**Documentos obrigatórios:
*REQ05296 - Termo de consentimento para Sequenciamento de nova geração;
*Cópia do pedido médico;
*Altamente recomendado que o pedido médico apresente um breve relatório/ história clínica sobre a suspeita diagnóstica, pois isto é essencial para a análise e interpretação do exame;
Interpretação do exame
As ataxias constituem um grupo de doenças neurodegenerativas que se manifestam clinicamente com atrofia cerebelar ou de tronco cerebelar, ataxia cerebelar, síndrome piramidal, oftalmoplegia externa progressiva, sinais extrapiramidais, alterações sensoriais entre outros sintomas.
Informações de preparo e coleta:
ATENDIMENTO
**Documentos obrigatórios:
*REQ05300 - Termo de consentimento para teste de sequenciamento completo dos genes associados a maior suscetibilidade à cânceres hereditários (fornecido pelo laboratório)
*Cópia do pedido médico;
*Recomenda-se que o pedido médico apresente um breve relatório/história clínica sobre a suspeita diagnóstica, pois isso é essencial para a análise e interpretação do exame (não obrigatório).
ORIENTAÇÕES IMPORTANTES PARA PREPARO
*Para coleta sangue: não é necessário jejum ou preparo prévio;
*Para coleta saliva (swab-oral): pelo menos 1 hora antes de coletar a amostra o paciente não deve comer, beber, fumar, escovar os dentes, utilizar enxaguante bucal ou goma de mascar.
Interpretação do exame
Teste molecular realizado pela técnica de sequenciamento de nova geração (NGS) com análise de variações no número de cópias (pesquisa de deleções/duplicações), indicado para indivíduos com histórico pessoal ou familiar de câncer de mama e/ou ovário.
Jejum não necessário
Interpretação do exame
Exame útil no diagnóstico de infecção pelo parvovírus em indivíduos que não estão imunologicamente comprometidos.
Indicação: Diagnóstico de infecção pelo parvovírus B19 em pacientes imunologicamente aptos. Em pacientes imunocomprometidos a sorologia pode não ser confiável, devido à resposta imune mediada por anticorpos inadequada ou retardada. A avaliação inicial para possível infecção pelo parvovírus B19 inclui a sorologia (IgG e IgM) e o PCR no sangue. O exame da medula óssea geralmente é considerado quando a infecção é fortemente suspeita e as sorologias e o PCR no sangue são negativos. A hibridação in situ ou coloração imuno-histoquímica é ainda mais uma alternativa diagnóstica nesses casos.
Interpretação clínica: Os anticorpos IgM são detectados em torno de 15 dias após a contaminação e os IgG começam a positivar em cerca de 3 semanas. Em transplantados a IgM é positiva em 75% dos receptores quando há sinais clínicos da doença. A detecção de anticorpos IgG é sugestiva de infecção passada e é vista em menos de 10% dos receptores.
Sugestão de leitura complementar:
Corcioli F, Zakrzewska K, Rinieri A et al. Tissue persistence of parvovirus B19 genotypes in asymptomatic persons. J Med Virol 2008; 80: 2005-11.
Eid AJ, Posfay-BarbeKM, and the AST Infectious Diseases Community of Practice. Parvovirus B19 in Solid Organ Transplant Recipients. Am J Transpl (Special Issue: AST Infectious Diseases Guidelines 2ndEdition) 2009; 9 (s4): S147-S50.
Jejum não necessario.
INTERPRETAÇÃO
As ataxias cerebelares são um grupo de doenças caracterizadas por ataxia, disartria, dismetria e tremor de intenção. A ataxia espinocerebelar tipo 3 é causada por expansão de um trinucleotídeo (CAG) no gene ATXN3. Alelos patológicos geralmente têm entre 54 e 86 repetições.
Q
Jejum não necessário
Para a coleta de quetiapina (monitorização terapêutica de fármaco), o horário ideal segue o padrão de nível basal (vale), garantindo que o medicamento esteja em sua concentração mínima e estável no sangue.
Horário Ideal de Coleta
Intervalo: A coleta deve ser realizada 12 horas após a última dose.
Procedimento sugerido: Se o paciente toma a medicação à noite (por exemplo, às 20h), a coleta deve ser feita na manhã seguinte (às 8h), antes de tomar qualquer dose matinal.
INTERPRETAÇÃO
A Quetiapina é um medicamento utilizado no tratamento de esquizofrenia e transtorno afetivo bipolar, utilizada em monoterapia ou em cobinação com outros medicamentos.
R
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
A raiva é uma doença infecciosa letal, que acomete diversos mamíferos, entre eles, o homem.
A doença é transmitida através da saliva, pela mordida de animais infectados por vírus do gênero Lyssavirus, que acometem o sistema nervoso central e causam encefalite aguda, que normalmente, leva à morte.
Este exame é útil na avaliação vacinal de pessoas que, por força de suas atividades estejam expostos permanentemente ao risco de infecção pelo vírus rábico. É indicada também para profissionais que atuam no campo capturando, vacinando, identificando e classificando animais passíveis de albergar o vírus.
Jejum: Não é necessário.
Comentários
É uma medida indireta dos sítios de ligação da TBG não saturados da TBG pelos hormônios tiroidianos. T4 retenção não mede os níveis séricos de T4. O T4 marcado foi utilizado em preferência ao T3 por refletir melhor as anormalidades de ligação do T4 as proteínas.
A THBR avalia os sítios de ligação da TBG. Aumento na T4 captação pode ocorrer no hipertiroidismo, uso de drogas que deslocam o T4 da TBG (salicilato, fenitoína, etc.) e em concentrações reduzidas de TBG. Redução na T4 captação pode ocorrer no hipotiroidismo e nos casos em que ocorrem aumento da TBG. O THBR é utilizado conjuntamente com a dosagem do T4 total no cálculo do ITL (índice de tiroxina livre), para estimar a quantidade de T4 livre circulante. Recentemente, os ensaios de hormônios tireoidianos livres tornaram-se mais reprodutivos e diminuiu a necessidade do ensaio de THBR.
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
O receptor solúvel da transferina trata-se de um indicador do estado do ferro funcional, pois não sofre as influências sistêmicas a que estão sujeitos o ferro sérico e a ferritina, por exemplo. Sua síntese é regulada pelos níveis de ferro teciduais.
É considerado útil na avaliação de sideropenia principalmente na presença de inflamação ou infecção. Sua principal indicação é na diferenciação entre anemia ferropriva e anemia da inflamação, já que está elevado na primeira e normal na última. O sTfR celular é o responsável pela assimilação do ferro pelos tecidos mediante a fixação da transferrina.
Jejum aconselhável de 4 horas.
Outros: De acordo com a solicitação médica, caso queira realizar a dosagem de renina em posição supina, o paciente deve ficar 30 minutos no mínimo deitado e depois realizar a coleta. Informar ao laboratório.
INTERPRETAÇÃO
A Aldosterona é um corticóide mineral cuja síntese e liberação são controladas pelo sistema renina-angiotensina. A Aldosterona promove a reabsorção de sódio pelos túbulos distais do rim, resultando no controle do volume de sangue circulante. Uma alta produção e secreção de Aldosterona podem provocar hipertensão. A quantificação de Aldosterona juntamente com a determinação do nível de renina podem ser utilizados para diferenciar o aldosteronismo primário (Aldosterona elevada e renina baixa) do secundário (Aldosterona e renina elevados).
A renina é uma enzima proteolítica produzida quase exclusivamente pelos rins, no aparelho justaglomerular. É importante para os mecanismos de controle das trocas de sódio e transporte de água (básicos no complexo sistema de regulação do volume sanguíneo e da pressão arterial). A dosagem plasmática é importante no estudo da hipertensão arterial, diagnóstico de hiperaldosteronismo primário, secundário, diagnóstico dos tumores secretores de renina, avaliação de hipotensão arterial.
Instruções de preparo
Medicação: Medicamentos à base de ácido ascórbico, cefoxitina, cefalotina, frutose, glicose, levodopa, metildopa, nitrofurantoína e piruvato devem ser suspensos, a critério médico.
Instruções de coleta
Amostra isolada: Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
INTERPRETAÇÃO
A avaliação da relação cálcio/creatinina reduz as alterações causadas pela variabilidade intrapessoal para diferentes amostras e pelos fatores de diluição urinária, como a desidratação e o uso de diuréticos durante o acompanhamento dos pacientes. A concentração do cálcio total na urina reflete a absorção intestinal, a reabsorção óssea, a filtração e a reabsorção tubular renal. A medida do cálcio urinário é indicada no acompanhamento das terapias de reposição e na avaliação do metabolismo do cálcio nas doenças ósseas, na nefrolitíase, na hipercalciúria idiopática e nas doenças da paratireoide. O excesso de excreção de cálcio urinário é a causa mais comum de formação de cálculo renal. Outras causas significativas são: hiperoxalúria, hiperuricosúria, volume urinário baixo e hipocitratúria. Outras causas de hipercalciúria incluem o hipertireoidismo, a acidose tubular renal, a sarcoidose e outras doenças granulomatosas, a intoxicação por vitamina D, os excessos de glicocorticoides, a doença de Paget, a acidose tubular de Albright, várias síndromes paraneoplásicas, a imobilização prolongada, os estados hipofosfatêmicos induzidos, o mieloma múltiplo, o linfoma, a leucemia, os tumores metastásicos, especialmente ósseos, a doença de Addison e a síndrome leite-álcali. A hipercalciúria contribui para formação de cálculos renais e osteoporose. Hipocalciúria: deficiência de vitamina D, hipocalciúria familiar, hipoparatireoidismo, esteatorreia, pseudo-paratireoidismo, metástases de câncer de próstata, osteodistrofia renal, osteomalacia, pré-eclâmpsia e diuréticos tiazídicos.
Instruções de preparo
Exercícios: Evitar a realização de atividade fisica.
Instruções de coleta
Amostra isolada: Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
INTERPRETAÇÃO
A avaliação da relação proteína/creatinina reduz as alterações causadas pela variabilidade intrapessoal para diferentes amostras e pelos fatores de diluição urinária, como a desidratação e o uso de diuréticos durante o acompanhamento dos pacientes. A medida de proteínas totais na urina é importante para o diagnóstico e tratamento de doenças associadas ao funcionamento dos rins, coração e tireoide. Estas doenças são caracterizadas frequentemente por proteinúria, da qual se destacam quatro tipos principais: (a) permeabilidade glomerular acrescida (proteinúria glomerular) (b) reabsorção tubular deficiente (proteinúria tubular) (c) concentração acrescida de proteína de baixo peso molecular (proteinúria de sobrecarga ) (d) secreção anormal de proteína para o trato urinário (proteinúria pós-renal). Níveis acrescidos de proteína urinária podem surgir após exercícios intensos ou nas seguintes condições: gamopatias monoclonais, nefrite, nefropatia diabética ou infecções do trato urinário.
Jejum: Aconselhável de 4 horas.
Exercícios: Evitar a realização de atividade física.
Medicação: A suspensão de medicamentos interferentes deve ser orientada exclusivamente pelo médico. Não suspender por conta própria. Como sugestão para o profissional médico, os períodos a seguir são fornecidos: espironolactona, eplerenona, amilorida e triantereno, diuréticos perdedores de potássio e derivados de raiz de alcaçuz: 4 semanas; diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA, anti-inflamatórios não esteroides, laxantes e antagonistas do canal de cálcio: 2 semanas; bloqueadores do receptor tipo 1 da angiotensina II, inibidores da renina: 2 semanas.
Uso de contraceptivo oral ou Terapia de Reposição Hormonal pode diminuir a concentração da renina direta.
Condições clínicas que alteram a relação aldosterona/renina: distúrbios do potássio e sódio, insuficiência renal, gravidez, hipertensão renovascular e hipertensão maligna.
INTERPRETAÇÃO
A renina é uma enzima proteolítica produzida quase exclusivamente pelos rins, no aparelho justaglomerular. É importante para os mecanismos de controle das trocas de sódio e transporte de água (básicos no complexo sistema de regulação do volume sanguíneo e da pressão arterial). A dosagem plasmática é importante no estudo da hipertensão arterial, diagnóstico de hiperaldosteronismo primário, secundário, diagnóstico dos tumores secretores de renina, avaliação de hipotensão arterial.
Jejum: Desejável de 4 horas.
Jejum não obrigatório.
Comentários
Os reticulócitos tem diâmetro pouco maior que o da hemácia e não tem núcleo, sendo formado por citoplasma acidófilo, no qual pode-se ver um reticulado basófilo após coloração com azul de cresil brilhante.
Os reticulócitos estão presentes normalmente no sangue em pequeno percentual e correspondem a células recém-emitidas na circulação.
A contagem de reticulócitos é útil para avaliar atividade eritropoietica, sendo importante para o diagnostico diferencial das anemias e para acompanhar tratamento.
Valores aumentados são encontrados na hiperatividade da medula óssea reticulocitose), como por exemplo nas anemias hemolíticas.
Valores diminuídos são encontrados na hipoatividade da medula óssea (reticulocitopenia), como por exemplo na aplasia medular.
Jejum desejável de 4 horas
Para lactantes, colher imediatamente antes da próxima mamada.
Material: Fezes
Instruções
Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
Evitar o uso de antiácidos, laxantes e de contraste oral (utilizado em exames radiológicos) no mínimo 3 dias antes da coleta das fezes ou conforme orientação médica.
Defecar em vasilhame limpo e seco.
Retirar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal (início, meio e fim) e colocar em frasco fornecido pelo laboratório ou adquirido em farmácia, sem liquido conservante, de modo que complete pelo menos meio frasco.
Enviar ao laboratório em até 2 horas.
Material: fezes
Jejum não necessário
Instruções:
Evacuar diretamente no frasco coletor ou em um pinico;
As fezes não devem estar contaminadas com urina nem com água;
Em caso de crianças que usam fraldas, com auxílio da espátula retirar o material fecal da fralda, sem encostar a borda da espátula na fralda. Orientar o responsável pela criança para retirar de preferência o material contendo pús, muco ou sangue;
Encaminhar ao laboratório o mais rápido possível (no máximo 1 hora sem refrigeração).
Jejum recomendado de 4 horas, mas não obrigatório.
INTERPRETAÇÃO
A Rubéola é uma infecção viral, normalmente de caráter benigno, sendo habitualmente assintomática ou oligosintomática tanto em crianças quanto em adultos. A sintomatologia em geral é leve, caracterizada por febre, mal-estar geral, erupção cutânea com três a cinco dias de duração. A transmissão ocorre através das vias respiratórias (pelas gotículas de Flugue), urina, líquido amniótico e placenta. Logo após o contágio com o vírus, ocorrerá um período de incubação de duas a três semanas antes do aparecimento dos sintomas. Entretanto, ao acometer gestantes pode levar a risco teratogênico grave, com a presença de sequelas irreversíveis ou mesmo óbito do feto, na chamada Síndrome da Rubéola Congênita.
Na tentativa de erradicar a doença, programas de vacinação no Brasil e no mundo são implementados ressaltando a importância da imunização da Rubéola em crianças e jovens, principalmente do sexo feminino. A detecção correta de anticorpos IgM e IgG é um instrumento essencial para o diagnóstico e o monitoramento da infecção aguda e para o estabelecimento do estado imunitário na doente.
Jejum recomendado de 4 horas, mas não obrigatório.
INTERPRETAÇÃO
A Rubéola é uma infecção viral, normalmente de caráter benigno, sendo habitualmente assintomática ou oligosintomática tanto em crianças quanto em adultos. A sintomatologia em geral é leve, caracterizada por febre, mal-estar geral, erupção cutânea com três a cinco dias de duração. A transmissão ocorre através das vias respiratórias (pelas gotículas de Flugue), urina, líquido amniótico e placenta. Logo após o contágio com o vírus, ocorrerá um período de incubação de duas a três semanas antes do aparecimento dos sintomas. Entretanto, ao acometer gestantes pode levar a risco teratogênico grave, com a presença de sequelas irreversíveis ou mesmo óbito do feto, na chamada Síndrome da Rubéola Congênita.
Na tentativa de erradicar a doença, programas de vacinação no Brasil e no mundo são implementados ressaltando a importância da imunização da Rubéola em crianças e jovens, principalmente do sexo feminino. A detecção correta de anticorpos IgM e IgG é um instrumento essencial para o diagnóstico e o monitoramento da infecção aguda e para o estabelecimento do estado imunitário na doente.
Jejum não necessário
Comentários
Este exame pode confirmar se a IgM detectada no teste sorológico é indicativa de doença aguda ou não. Como algumas das metodologias utilizadas para a pesquisa de IgM apresentam grande sensibilidade, concentrações muito pequenas de anticorpos dessa classe podem ser encontradas por períodos maiores que 12 meses, após o início de uma infecção aguda ou depois da vacinação. Assim, a simples presença de IgM não traduz obrigatoriamente doença recente.
A determinação do percentual de avidez de IgG deve ser sugerida quando os índices de IgM obtidos pelas técnicas imunoenzimáticas ou de quimioluminescência ficam abaixo de 4. Porcentagens de avidez de IgG menores que 40% sugerem que a infecção é aguda ou recente e que tenha ocorrido nos últimos três meses. Valores superiores a 60% indicam que a doença não é aguda e teve seu início há mais de três meses, o que leva os anticorpos IgM presentes a serem classificados como residuais. Esta última situação, no caso de gestantes, configura pequeno ou nenhum risco para o feto. Já porcentagens de avidez de IgG maiores que 40% e menores que 60% não permitem definir o provável período em que a infecção ocorreu. Ainda, em indivíduos recentemente imunizados, o teste de avidez consegue também predizer quando ocorreu a vacinação.
A determinação da avidez de IgG só deveria ser solicitada diante de reação de IgM positiva, pois uma sorologia para rubéola com reação de IgM negativa define que a infecção é pregressa e que o indivíduo deve ser considerado imunizado.
S
Material: Fezes
Jejum não necessário
-É recomendado abstinência alcoólica três dias antes.
-Não colher durante o período menstrual ou quando houver hemorroidas sangrantes.
-Aguardar no mínimo 48 horas após o sangramento ter cessado.
-Medicamentos que podem causar sangramento gastrointestinal e devem ter o seu uso suspenso 3 dias antes da coleta (a suspensão da medicação deve ser autorizada pelo médico): aspirina, AAS, anti inflamatórios não esteroides, exemplo diclofenaco, anticoagulantes, colchicina, reserpina, vitamina C, iodo, sulfato ferroso, contraste radiológico.
-Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
-Em casos de crianças utilizar coletor de urina.
-Evitar o uso de laxantes, contraste oral e supositórios nos 3 dias que antecedem ao exame e no dia da coleta.
-Defecar em vasilhame limpo e seco.
-Encaminhar o material ao laboratório em até 2 horas após a coleta.
-Para coleta domiciliar o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
-O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
-Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Material: Fezes
Jejum não necessário
-É recomendado abstinência alcoólica três dias antes.
-Não colher durante o período menstrual ou quando houver hemorroidas sangrantes.
-Aguardar no mínimo 48 horas após o sangramento ter cessado.
-Medicamentos que podem causar sangramento gastrointestinal e devem ter o seu uso suspenso 3 dias antes da coleta (a suspensão da medicação deve ser autorizada pelo médico): aspirina, AAS, anti inflamatórios não esteroides, exemplo diclofenaco, anticoagulantes, colchicina, reserpina, vitamina C, iodo, sulfato ferroso, contraste radiológico.
-Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
-Em casos de crianças utilizar coletor de urina.
-Evitar o uso de laxantes, contraste oral e supositórios nos 3 dias que antecedem ao exame e no dia da coleta.
-Defecar em vasilhame limpo e seco.
-Encaminhar o material ao laboratório em até 2 horas após a coleta.
-Para coleta domiciliar o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
-O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
-Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Material: Fezes
Jejum não necessário
-É recomendado abstinência alcoólica três dias antes.
-Não colher durante o período menstrual ou quando houver hemorroidas sangrantes.
-Aguardar no mínimo 48 horas após o sangramento ter cessado.
-Medicamentos que podem causar sangramento gastrointestinal e devem ter o seu uso suspenso 3 dias antes da coleta (a suspensão da medicação deve ser autorizada pelo médico): aspirina, AAS, anti inflamatórios não esteroides, exemplo diclofenaco, anticoagulantes, colchicina, reserpina, vitamina C, iodo, sulfato ferroso, contraste radiológico.
-Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
-Em casos de crianças utilizar coletor de urina.
-Evitar o uso de laxantes, contraste oral e supositórios nos 3 dias que antecedem ao exame e no dia da coleta.
-Defecar em vasilhame limpo e seco.
-Encaminhar o material ao laboratório em até 2 horas após a coleta.
-Para coleta domiciliar o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
-O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
-Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Material: Fezes
Jejum não necessário
-É recomendado abstinência alcoólica três dias antes.
-Não colher durante o período menstrual ou quando houver hemorroidas sangrantes.
-Aguardar no mínimo 48 horas após o sangramento ter cessado.
-Medicamentos que podem causar sangramento gastrointestinal e devem ter o seu uso suspenso 3 dias antes da coleta (a suspensão da medicação deve ser autorizada pelo médico): aspirina, AAS, anti inflamatórios não esteroides, exemplo diclofenaco, anticoagulantes, colchicina, reserpina, vitamina C, iodo, sulfato ferroso, contraste radiológico.
-Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
-Em casos de crianças utilizar coletor de urina.
-Evitar o uso de laxantes, contraste oral e supositórios nos 3 dias que antecedem ao exame e no dia da coleta.
-Defecar em vasilhame limpo e seco.
-Encaminhar o material ao laboratório em até 2 horas após a coleta.
-Para coleta domiciliar o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
-O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
-Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Jejum não necessário
Interpretação do exame
Exame utilizado na confirmação de infecção aguda pelo vírus do sarampo, com dosagem de IgG e IgM.
Indicação: Diagnóstico de infecção aguda pelo vírus do sarampo; confirmação de soroconversão após vacinação, quando indicado.
Interpretação clínica: A IgM é bastante sensível quando realizada de 2 a 3 dias após o início da erupção cutânea. O IgG confirma a soroconversão após doença ou vacinação.
Jejum não necessário
Interpretação do exame
Exame utilizado na confirmação de infecção aguda pelo vírus do sarampo, com dosagem de IgG e IgM.
Indicação: Diagnóstico de infecção aguda pelo vírus do sarampo; confirmação de soroconversão após vacinação, quando indicado.
Interpretação clínica: A IgM é bastante sensível quando realizada de 2 a 3 dias após o início da erupção cutânea. O IgG confirma a soroconversão após doença ou vacinação.
Jejum não necessário
Material: sangue
Comentários
Os testes sorológicos para COVID-19 são testes para detecção de anticorpos das classes IgA, IgM, e IgG produzidos pelo organismo após a infecção pelo Coronavírus 19.
São exames que podem ser utilizados para auxílio diagnóstico da infecção pelo SARS-CoV-2, desde que suas restrições sejam conhecidas e os resultados interpretados corretamente.
Principais restrições:
Possibilidade de falso negativos, devido a janela imunológica de cerca de 7 a 10 dias após o início dos sintomas, podendo se estender até mais que 20 dias;
Possibilidade de falso positivos, devido a interferência por anticorpos heterofilos e reações cruzadas, em caso de infecção por outros vírus;
A performance do teste é variável de acordo com o teste utilizado, uma vez que não há padronização entre fabricantes em relação ao antígeno e à metodologia empregados. De uma forma geral, os testes ELISA e quimioluminescência apresentam desempenho superior aos testes imunocromatográficos (rápidos).
Avaliação de imunidade: ainda não há comprovação de que o surgimento de anticorpos IgG está associado com imunidade contra o SARS-CoV-2. Interpretação e orientações:
Resultado reagente: deve ser avaliado mediante a clínica a epidemiologia do paciente, levando em consideração a possibilidade de reação cruzada ou interferência em pacientes com infecção por outros vírus.
Resultado não-reagente: deve ser considerada a possibilidade de resultado falso-negativo por quantidade insuficiente de anticorpos e principalmente devido à janela imunológica.
É indicada a realização de RT-PCR para SARS-CoV-2, ou painel para detecção de múltiplos microrganismos em amostras respiratórias, ou repetição do teste sorológico em nova amostra, de acordo com a disponibilidade dos testes e julgamento médico.
Indicações:
Pacientes com quadros respiratórios graves e suspeita de COVID-19, com sete ou mais dias de sintomas, quando o resultado do exame de RT-PCR ainda não está disponível. Neste contexto, um resultado não-reagente não descarta a infecção.
Estudos epidemiológicos referentes ao percentual de pessoas expostas na população e que já desenvolveram anticorpos.
Segue abaixo sugestão de algoritmos diagnósticos para as duas primeiras indicações do exame.
Referências bibliográficas Métodos Laboratoriais para Diagnóstico da Infecção pelo SARS-CoV-2.
Recomendações da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (http://www.sbpc.org.br/wp-content/uploads/2020/04/MetodosLaboratoriaisDiagnosticoSARS-CoV-2.pdf).
Acessado em 09/04/2020. Guo L, et al. Profiling Early Humoral Response to Diagnose Novel Coronavirus Disease (COVID-19). Clin Infect Dis. 2020 Mar 21. pii: ciaa310. doi: 10.1093/cid/ciaa310. [Epub ahead of print] Nisreen M.A. Okba, et al.SARS-CoV-2 specific antibody responses in COVID-19 patients. medRxiv 2020.03.18.20038059; doi:
https://doi.org/10.1101/2020.03.18.20038059. Quan-xin Long, et al. Antibody responses to SARS-CoV-2 in COVID-19 patients: the perspective application of serological tests in clinical practice. medRxiv 2020.03.18.20038018; doi: https://doi.org/10.1101/2020.03.18.20038018.
- Jejum não obrigatório
Jejum desejável de 8 horas
Comentários
Estes anticorpos são contra a proteína DNA topoisomerase I. Ocorrem em 75% dos pacientes com esclerose sistêmica progressiva na sua forma difusa (ESP). Podem ser encontrados em pacientes com fenômeno de Raynaud, antes do surgimento das manifestações clínicas da esclerose sistêmica.
Instruções de preparo
Medicação: Carbamazepina, fenitoína e ácido valproico podem causar diminuição do selênio sérico. Corticóides, ácido ascórbico podem elevar as concentrações do analito. Para sua segurança, não interrompa o uso de medicamentos sem antes conversar com seu médico. Mudanças no tratamento podem impactar sua saúde.
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
O selênio é um oligoelemento essencial. Após sua absorção, é rapidamente incorporado às proteínas. Os níveis séricos refletem exposição recente. Níveis em sangue total são, aproximadamente, 42% superiores aos séricos. A dosagem sérica é significativa e muito útil para o diagnóstico de sua toxicidade e deficiência, entretanto, em pacientes assintomáticos, pode-se encontrar uma grande faixa de variação dos níveis. Essa dosagem é realizada para monitorar o estado nutricional de selênio em pacientes com nutrição parenteral de longa duração, submetidos à ressecção de intestino e portadores de doenças de Crohn; avaliação de cardiomiopatia de causa intermediária e monitorização de crianças com acidemia propiônica; diagnóstico agudo da toxicidade.
Material: sangue ou swab bucal (apenas para receptor de transplante de medula óssea com transplante prévio).
Jejum: não necessário
Instruções
Indicado em Transplantes de Células Tronco
Hematopoiéticas e em transplantes de órgãos sólidos quando necessário definição alélica. ,
As solicitações/pedido médico de tipagem HLA Classe II alta resolução será executada pela metodologia sequenciamento Sanger.
No caso de solicitações de tipagem HLA de Classe I e II alta resolução ou apenas Classe I alta resolução, os exames serão executados pela técnica de sequenciamento NGS (Next Sequencing Generation).
Comentários
As solicitações/pedido médico de tipagem HLA Classe II alta resolução será executada pela metodologia sequenciamento Sanger. No caso de solicitações de tipagem HLA de Classe I e II alta resolução ou apenas Classe I alta resolução, os exames serão executados pela técnica de sequenciamento NGS (Next Sequencing Generation).
Jejum obrigatório de 8 horas.
Seguir as instruções a seguir :
O paciente não deve ingerir, na véspera e no dia da coleta do exame, os seguintes alimentos: café, chá, chocolate, mate, refrigerante, abacate, abacaxi, ameixa, banana, berinjela, pickles, kiwi, manga, nozes, tomate, alimentos aromatizados com baunilha e bebidas alcoólicas.
Interpretação do exame
A importância da dosagem de serotonina consiste na detecção de seu aumento para diagnóstico de tumores neuroectodérmicos.
Indicação: Diagnóstico de tumor carcinoide.
Interpretação clínica: Está elevada nos tumores derivados de células cromafins, especialmente o tumor carcinoide. Podem levar a resultados falso-positivos: alimentos ricos em triptofano ou serotonina, tabagismo, medicações (lítio, IMAO, metildopa, morfina, reserpina). Podem ocasionar resultados falso-negativos: inibidores da receptação de serotonina.
Jejum não obrigatório.
Material: sangue
A coleta deverá ser realizada a partir da 8ª semana de gestação.
Informar a idade gestacional no momento da coleta e cadastrar essa informação no sistema.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Comentários
E uma proteína sintetizada no fígado que funciona como uma proteína de transporte para alguns hormônios sexuais.
A maioria dos hormônios gonadais circulantes são ligados a proteína. Testosterona, dihidrotetosterona e estrogênios são ligados a SHBG.
Consequentemente, não somente alterações na secreção desses hormônios mas também alterações na concentração do SHBG podem conduzir a variações nos níveis circulantes dos hormônios.
Encontra-se aumentada na estrogenioterapia, gestação, alcoolismo, hipogonadismo masculino, hipertireoidismo, síndrome da feminização testicular. Encontra-se diminuída no hirsutismo, virilização, obesidade extrema e terapia ou abuso de androgênios.
Jejum obrigatório de 8 horas.
Intervalo entre mamadas para lactentes.
Comentários
Os anticorpos anti-Sm possuem alta especificidade para o LES, porém com sensibilidade de apenas 25 a 30%, quando a técnica utilizada é a imunodifusão radial ou imunopreciptação.
Quando realizado por imunoensaio enzimático, reações falso-positivas podem ocorrer em 23% dos pacientes com AR, 25% dos com Esclerose Sistêmica (ES), 9% das polimiosites e 2% dos indivíduos normais.
Alguns estudos associam a sua presença com nefrite branda de curso benigno, outros o associam com envolvimento do sistema nervoso central e exacerbação clínica da doença.
Informações de preparo e coleta
ATENDIMENTO
**Documentos obrigatórios:
*REQ02085 - Questionário e Termo para CGH - Arrays; (Documentação disponibilizada pelo laboratório para preenchimento)
*Cópia do pedido médico;
*Obrigatório relatório médico/história clínica ou justificativa para realização do exame.
ORIENTAÇÕES IMPORTANTES PARA PREPARO
*Para coleta sangue: não é necessário jejum ou preparo prévio;
*Para coleta saliva (swab-oral): pelo menos 1 hora antes de coletar a amostra o paciente não deve comer, beber, fumar, escovar os dentes, utilizar enxaguante bucal ou goma de mascar.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher a primeira urina da manhã ou após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Coletar em frasco apropriado a urina do final do último dia da jornada de trabalho, ou após o período de exposição. Manter amostra refrigerada desde o momento da coleta.
Jejum: Aconselhável de 4 horas
INTERPRETAÇÃO
O IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 ou Somatomedina C) é um hormônio produzido principalmente pelo fígado, e estimulada pelo hormônio do crescimento humano (GH) e retardada pela má nutrição. O IGF-1 é utilizado no rastreio da deficiência e excesso de GH. Níveis baixos são encontrados em crianças com deficiência de GH com craniofaringioma e na síndrome de Laron. Embora níveis normais sugiram que não exista deficiência de GH, um valor baixo em uma criança com atraso no crescimento não constitui diagnóstico de hipopituitarismo. Níveis elevados estão associados na gravidez, em pacientes com acromegalia e em crianças com gigantismo. Contudo, deve-se ter cuidado ao interpretar os valores séricos do IGF-1 na puberdade, pois os níveis encontram-se normalmente aumentados, podendo estar 4 a 5 vezes superiores à concentração nos adultos. As taxas mais elevadas de produção ocorrem na puberdade e os níveis mais baixos ocorrem na infância e na velhice. O IGF-1 foi implicado como um possível agente neuroprotetor no combate aos efeitos adversos da esclerose lateral amiotrófica.
Este exame é realizado sem solicitação médica.
Amostra de swab: Nos 30 minutos anteriores a coleta da saliva, não beber, comer, escovar os dentes ou inserir qualquer objeto na boca (chupeta, mão, mordedor).
Swab:
Utilizar o kit para coleta de swab OCR-100.
Raspar o cotonete, disponível no kit, na parte interna da bochecha 10 vezes de cada lado, sem removê-lo da boca.
Segurando o tubo na posição vertical, com o líquido na base do mesmo, abra a tampa, insira o cotonete no tubo e rosqueie firmemente.
Com o tubo coletor fechado, agitá-lo vigorosamente invertendo-o por quinze vezes.
Material: Diversos
Condições:
Sangue total (EDTA).
Swab seco - absorve - 23007 (solicitar kit).
Jejum
Amostra de sangue: não necessário jejum.
Amostra de saliva: Nos 30 minutos anteriores à coleta da saliva, não beber, comer, fumar, mascar chicletes, escovar os dentes ou inserir qualquer objeto na boca.
Instruções
Este exame não necessita de pedido médico.
Teste genético para conhecer o DNA e predisposições genéticas que ajudam o cliente a melhorar a dieta, controlar o peso, otimizar o desempenho físico, cuidar da pele e até a escolher a medicação mais adequada.
O teste Sommos DNA Equilíbrio analisa mais de 100 variantes genéticas, trazendo informações personalizadas sobre os seus genes em cinco pilares:
Nutrição: Planeje sua dieta com base nos seus genes. Saiba como seu corpo processa os alimentos e absorve os nutrientes. Intolerância a glúten e lactose; Sensibilidade a proteína, açúcar, gorduras, carboidratos, cafeína, entre outros; Níveis de vitaminas A, C, D, E, complexo B. E muito mais.
Corpo: Potencialize seu treino e reduza riscos de lesões conhecendo suas vantagens atléticas. Metabolismo e controle de peso; Ganho de massa muscular; Desempenho esportivo. E muito mais.
Pele: Conheça como os seus genes contribuem para a melhoria da sua rotina de cuidados com a pele. Sensibilidade a luz solar; Predisposição à acne, celulite, varizes, estria e pé de galinha e degradação do colágeno.
Sono e estresse: Saiba como os seus genes interferem no seu sono e estresse e melhore o seu bem-estar. Comportamento sob pressão; Qualidade de sono; Risco de distúrbio do sono em resposta a cafeína; Resposta do corpo ao estresse. E muito mais.
Resposta a medicamentos: Conheça como os seus genes podem auxiliar você e ao seu médico, na escolha da medicação mais adequada para o seu uso. Como o corpo metaboliza medicamentos anti-inflamatórios, para gastrite, acidez do estômago e azia, como, Ibuprofeno, Omeprazol, Estatinas, entre outros.
Material: Diversos
Condições:
Sangue total (EDTA).
Swab seco - absorve - 23007 (solicitar kit).
Jejum
Amostra de sangue: não necessário jejum.
Amostra de saliva: Nos 30 minutos anteriores à coleta da saliva, não beber, comer, fumar, mascar chicletes, escovar os dentes ou inserir qualquer objeto na boca.
Instruções
Este exame não necessita de pedido médico.
Este teste é indicado apenas para indivíduos com 18 anos ou mais, não sendo permitido para menores de idade devido à necessidade de consentimento legal e à natureza das informações genéticas geradas.
Recomendado para mulheres acima de 18 anos que desejam um cuidado especializado com a sua saúde feminina, o teste mapeia o risco de doenças genéticas, permitindo que seja realizado um acompanhamento preventivo.
Teste genético que avalia a saúde da mulher. Analisa 56 genes dividido em dois blocos de investigação:
1º. Fertilidade e Risco de Câncer Hereditário - genes associados à fertilidade feminina e ao aumento de risco para desenvolver câncer de mama, ovário e útero.
2º. Fases da Mulher - marcadores genéticos que influenciam a saúde e o bem-estar da mulher em etapas da vida adulta, como na gravidez e na maturidade.
Material: Diversos
Condições:
Sangue total (EDTA).
3 Swab seco - absorve - 23007 (solicitar kit).
Jejum
Amostra de sangue: não necessário jejum.
Amostra de saliva: Nos 30 minutos anteriores à coleta da saliva, não beber, comer, fumar, mascar chicletes, escovar os dentes ou inserir qualquer objeto na boca.
Instruções
Este exame não necessita de pedido médico.
Teste de ancestralidade, através do mapeamento do material genético (DNA), visa buscar a origem e os ancestrais em 90 populações de referência ao redor do mundo. O teste disponibiliza a porcentagem de cada região do mundo que compõe o seu DNA, apresenta uma breve descrição da população encontrada e como as populações estão distribuídas nas regiões dos 22 cromossomos autossômicos.
Jejum desejavel de 04 horas.
INTERPRETAÇÃO
A proteína amilóide A no soro corresponde a uma família de apolipoproteínas que se ligam ao HDL. São produzidos principalmente pelo fígado e são proteínas de fase aguda. É um precursor circulante da proteína amilóide A, que é depositada no tipo AA amilóide. São elevados em doenças inflamatórias crônicas, como amiloidose, arteriosclerose e artrite reumatoide, e no soro de idosos.
- Jejum não obrigatório
Jejum obrigatório mínimo de 8 horas
Comentários
Os anti-SSA/Ro são anticorpos contra o antígeno Ro, que é uma proteína citoplasmática ligada ao RNA, cuja função é desconhecida. Está presente em cerca de 90% dos pacientes com Síndrome de Sjogren primária (SS), e 15% dos casos de SS associado à AR. No Lúpus eritematoso sistêmico (LES) é detectado em 40% dos casos, onde marca as seguintes formas clínicas: lúpus eritematoso neonatal; lúpus eritematoso subcutâneo; deficiência homozigótica de C2 e C4; LES com FAN falso negativo (o antígeno SSA/Ro pode ser lavado durante a fixação celular levando a resultados negativos na imunofluorescência); LES com pneumonite intersticial. Pode estar presente em ate 15% da população normal.
Jejum mínimo 8 horas.
Comentários
O antígeno SSB/La é uma proteína celular ligada a RNAs pequenos. A presença do anti-SSB/La está fortemente associada a SS, ocorrendo em cerca de dois terços dos pacientes com esta desordem e no LES, em 10% a 15%. Pacientes com LES e anticorpos anti-SSA/Ro e anti-SSB/La têm uma evolução mais leve da doença em comparação com aqueles sem o anti-SSB/La.
A técnica utilizada para a dosagem destes anticorpos é a imunopreciptação.
Condições:
Swab nasal.
Swab axilar.
Swab inguinal.
Instruções
Informar se está ou esteve recentemente em uso de antimicrobianos.
É aconselhável que se aguarde 07 dias após a utilização de antimicrobianos para a realização do exame ou conforme orientação do médico.
Comentários:
Os Staphylococcus aureus resistentes à Meticilina (MRSA) são bactérias multi-resistentes que podem ser responsáveis por infecções comunitárias ou hospitalares.
A identificação de indivíduos portadores desta bactéria é importante para a prevenção de infecções, principalmente no ambiente hospitalar.
Condições:
Swab vaginal.
Swab anal.
Swab retal.
Swab perianal.
Swab uretral.
Instruções
A coleta deste exame deve ser realizada pelo médico ou em uma de nossas lojas que realiza a coleta de secreções.
Não é realizada coleta cervical e/ou endocervical.
Nos casos de coletas de secreção vaginal ou anal, não pode urinar, defecar e tomar banho.
Não fazer uso de antissépticos, medicações tópicas e uso de antibiótico oral.
Caso o cliente já esteja fazendo o uso destes medicamentos, deve-se fazer a coleta 48 horas após o término do medicamento tópico e 7 dias no caso de antibiótico oral.
Manter abstinência de relação sexual nas últimas 24 horas anteriores a coleta.
No período anterior à coleta, não usar ducha ginecológica.
Swab vaginal:
Não utilizar o espéculo, coletar o swab vaginal introduzindo de 1 a 2 cm e inocular no meio de transporte.
Retire o cotonete do tubo, tenha cuidado para não encostar a ponta de algodão em nenhum local.
Afaste os grandes lábios vaginais, introduza a ponta de algodão dentro da vagina (cerca de 3 cm) fazendo suaves movimentos giratórios.
Cuidado para não introduzir o cotonete além dos 3 cm de profundidade.
Passe o algodão do cotonete nas paredes vaginais até absorver alguma secreção.
Coloque o cotonete novamente dentro do tubo com a ponta para baixo, verificando se a ponta do algodão está dentro do gel e feche o tubo.
Identifique o frasco.
Swab anal/retal:
Introduzir o swab levemente (em torno de 1 cm) no esfíncter anal e inocular em meio de transporte.
Retire o cotonete do tubo, tenha cuidado para não encostar a ponta de algodão em nenhum local.
Afaste as nádegas e introduza a ponta de algodão dentro do ânus (cerca de 1 cm), fazendo suaves movimentos giratórios.
Passe o algodão do cotonete nas paredes do ânus até absorver alguma secreção.
Coloque o cotonete novamente dentro do tubo com a ponta para baixo, verificando se a ponta do algodão está dentro do gel e feche o tubo.
Identifique o frasco.
Swab uretral:
Introduzir o swab levemente no orifício uretral e inocular em meio de transporte.
Identifique o frasco.
Não é necessario Jejúm.
INTERPRETAÇÃO
A estrongiloidíase é frequentemente assintomática e se apresenta com sintomas vagos, sendo suspeita principalmente em pacientes com eosinofilia. A detecção das larvas de estrongiloides possui baixa sensibilidade. A Sorologia para Strongyloides stercoralis, que apresenta em ensaios ELISA, permite identificar se houve contato com o S. stercoralis, mas não distingue infestações ativas ou pregressas.
Jejum
Mínimo de 8 horas.
Interpretação do exame
Uso: avaliação de infecções repetidas por bactérias; suspeita de imunodeficiências.
Em adultos normais, a IgG constitui 75% das imunoglobulinas. Dentro da classe de IgG, estão as concentrações das 4 subdivisões de classe: IgG1, 60-70%; IgG2, 14-20%; IgG3, 4-8%; e IgG4, 2-6%.
A IgG é a única classe de imunoglobulina que atravessa a barreira da placenta em humanos, sendo a responsável pela proteção do recém-nascido durante os primeiros meses de vida. As subdivisões de classe não são dotadas igualmente desta propriedade; a IgG2 é transferida mais lentamente que as outras. As subdivisões de classe fixam complemento na ordem seguinte de eficiência descendente: IgG3, IgG1, IgG2, e IgG4. A IgG4 não pode fixar complemento pelo caminho clássico, mas pode ser ativada no caminho alternado.
Existem evidências recentes de que muitas infecções podem ocorrer devido ao fracasso na produção das proporções normais das subdivisões de classe, particularmente a IgG2. A deficiência de IgG2 está relacionada com o aumento da susceptibilidade a infecções bacterianas, sendo freqüentemente associada com baixos níveis de IgG4 e deficiência seletiva de IgA. As concentrações séricas diminuídas de IgG2 ou IgG3 têm sido relacionadas a infecções recorrentes do trato respiratório. Alguns autores relataram a deficiência de IgG3 em adultos, associada a quadros de infecção pulmonar.
Informações de preparo e coleta
Coletar fezes recentes em frasco coletor.
Interpretação do exame
Uso: diagnóstico das deficiências enzimáticas (principalmente lactase), onde a má absorção dos diferentes açúcares determina o aparecimento de substâncias redutoras nas fezes, além da perda no pH das mesmas. Os açúcares não absorvidos são avaliados como substâncias redutoras.
Material: urina
Preparo do Paciente (Urina)
-Paciente deve preencher o documento REQ03595 - Questionário para investigação de erros inatos do metabolismo.
COLETA:
Assepsia masculina:
-Lavar as mãos com água e sabão;
-Fazer a limpeza da região genital com agua e sabão e enxugar utilizando gaze ou toalha limpa.
Assepsia feminina:
-Lavar as mãos com água e sabão;
-Fazer a higiene da região genital com agua e sabão (é importante que resíduos de pós, pomadas e cremes eventualmente utilizados sejam totalmente removidos);
-Enxugar utilizando gaze ou toalha limpa;
-Na medida do possível, deve-se evitar a coleta de urina durante o período menstrual.
Jejum: Não necessário
INTERPRETAÇÃO
As sulfoniluréias estimulam a liberação da insulina pelas células beta do pâncreas, reduzem os níveis sanguíneos do glucagon, aumentando a ligação da insulina com os tecidos-alvos e os receptores. As sulfoniluréias de segunda geração apresentam menos efeitos adversos, e, com meia-vida menor, facilitam a terapia a cada 24 horas.
Material: Sangue
Jejum não necessário
Comentários
A superóxido dismutase (SOD) é uma das principais enzimas antioxidantes em mamíferos, especializada na conversão do radical ânion superóxido em H2O2, convertido subsequentemente em produtos não tóxicos pela ação de outras enzimas, como catalase e glutationa peroxidase. As enzimas antioxidantes são a primeira linha de defesa das células contra espécies reativas de oxigênio. Existem três classes de superóxido dismutase (SOD): Fe-SOD, CuZn-SOD e Mn-SOD.
Informações de preparo e coleta
ATENDIMENTO
**Documentos obrigatórios:
*REQ05300 - Termo de consentimento para teste de sequenciamento completo dos genes associados a maior suscetibilidade à cânceres hereditários (Documentação disponibilizada pelo laboratório para preenchimento)
*Cópia do pedido médico;
*Altamente recomendado que o pedido médico apresente um breve relatório/ historia clinica sobre a suspeita diagnostica, pois isto é essencial para a análise e interpretação do exame.
ORIENTAÇÕES IMPORTANTES PARA PREPARO
*Para coleta sangue: não é necessário jejum ou preparo prévio;
*Para coleta saliva (swab-oral): pelo menos 1 hora antes de coletar a amostra o paciente não deve comer, beber, fumar, escovar os dentes, utilizar enxaguante bucal ou goma de mascar.
Material: sangue
Instruções
Este exame não é realizado sem pedido médico, pois o laudo é liberado em acordo com o que o médico solicitou.
Exames via convênio:
É obrigatória a apresentação do pedido médico, da carteira de identidade oficial do(a) cliente e a apresentação de eventuais outros documentos exigidos pelo convênio.
Jejum não necessário
Comentários
A Síndrome de Marfan é uma desordem sistêmica do tecido conjuntivo, autossômica dominante, com alto grau de variabilidade clínica.
As manifestações cardinais envolvem os sistemas ocular, esquelético e cardiovascular.
As variantes patogênicas no gene FBN1 associam-se a um amplo fenótipo, variando desde características isoladas da Síndrome de Marfan à apresentação neonatal de doença grave e rapidamente progressiva em sistemas de múltiplos órgãos.
A subluxação de cristalino é característica importante relacionada à doença.
A Síndrome de Marfan é causada, em sua maioria, por mutações no gene da fibrilina (FBN1), localizado no cromossomo 15.
No entanto, mutações nos genes dos receptores dos fatores de transformação do crescimento 1 e 2 (TGFBR1 e TGFBR2), localizados nos cromossomos 9 e 3, respectivamente, também foram identificadas em um subconjunto de pacientes com Síndrome de Marfan que não apresentavam mutação no gene FBN1 (Síndrome de Marfan Tipo 2).
O diagnóstico da Síndrome de Marfan é baseado na história familiar e na observação de achados clínicos.
O diagnóstico molecular envolve a análise da sequência de éxons e regiões intrônicas flanqueadoras seguido de análise de deleção/duplicação se uma variante patogênica não for identificada através do sequenciamento.
Método: Sequenciamento completo (NGS - sequenciamento de nova geração) de todas as regiões codificantes e regiões flanqueadoras adjacentes aos exons dos genes solicitados no pedido médico, que tenham cobertura suficiente (avaliada pela equipe de atendimento e técnica). O teste inclui análise de variações no número de cópias (CNV) por NGS que compreendam 3 ou mais exons adjacentes.
Jejum não necessário, pode coletar qualquer dia da semana.
jejum não necessário
Interferentes
Sais de benzalcônio (presentes em certos dispositivos de cateteres venosos).
Comentários
O sódio é o principal cátion extracelular. Sua concentração está estreitamente ligada a regulação da osmolaridade plasmática, do volume sanguíneo e da distribuição dos fluidos corporais. O sódio ingerido é absorvido no intestino e excretado principalmente pelos rins. A concentração de sódio no sangue é controlada por substâncias que regulam sua excreção urinária, como aldosterona e peptídeos natriuréticos, por hormônios que promovem a retenção de água, como o hormônio antidiurético (ADH), e pelo mecanismo da sede. A dosagem de sódio é útil na avaliação dos distúrbios hidroeletrolíticos. Entre as causas de hiponatremia, pode-se citar: perdas renais ou gastrointestinais de sódio, hipoaldosteronismo, Insuficiência Cardíaca Congestiva (hiponatremia dilucional), secreção inapropriada de ADH, e aporte excessivo de água. São causas de hipernatremia: excesso de aporte de sódio, perda de água livre (sudorese, vômitos, queimaduras, febre), diabetes insipidus, e baixo aporte de água.
Recipiente:
- URINA DE 24H: Frasco próprio para coleta de urina 24h (coleta).
- Tubo de transporte 4 mL (envio).
Coleta:
URINA 24H:
- Recomendável não realizar durante o período menstrual, em casos excepcionais utilizar o tampão vaginal.
- O frasco para coleta do material deve ser retirado no Laboratório. O paciente deve desprezar a primeira urina da manhã, anotar o horário em que ocorreu esta micção e a partir deste horário, coletar todas as urinas emitidas durante as próximas 24 horas no mesmo frasco (sem perder nenhum volume). A urina deve ser coletada em frasco sem conservante e mantida refrigerada durante a coleta (não congelar).
- Encaminhar a urina de 24 horas ao Laboratório no prazo máximo de 4 horas após o término da última coleta. O frasco deve ser identificado com nome, data e horário inicial da coleta.
Interpretação do exame
O sódio proveniente da dieta é eliminado pelos rins sendo excretado em quantidades diárias variáveis de 1 a 150mEq, dependendo da ingestão e do sódio corporal total. O sódio é livremente filtrado pelos glomérulos, sendo que cerca de 60% são reabsorvidos no túbulo proximal. Também ocorre reabsorção de sódio ao longo de outros segmentos dos néfrons. A dosagem do sódio urinário é importante para a avaliação das hiponatremias por perda renal (rins policísticos, acidose tubular proximal), nas oligúrias pré-renais e renais.
Indicações: Avaliação dos distúrbios hidroeletrolíticos e ácido básicos; diagnóstico diferencial entre oligúria pré-renal e renal
Interpretação clínica: Na oligúria pré-renal o sódio urinário inferior a 10 mEq/L e na renal é superior a 10 mEq/L. Níveis urinários aumentados são encontrados na insuficiência suprarrenal, nas nefrites perdedoras de sal, nas dietas com teor excessivo de sódio, na acidose tubular renal, no uso de diuréticos e na síndrome de secreção inapropriada do hormônio anti-diurético. Níveis urinários diminuidos podem existir na desidratação, na insuficiência cardíaca congestiva (ICC), nas hepatopatias, na síndrome nefrótica, em situações que levem à diminuição da taxa de filtração glomerular e em dietas pobres em sódio.
Sugestão de leitura complementar:
Adrogue H, Madias N. Primary care: hypernatremia. N Engl J Med 2003;342:1493-9
Rabinstein AA, Bruder N. Management of hyponatremia and volume contraction. Neurocrit Care. 2011;15:354-60
T
Jejum
Não é necessário.
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. superior a 5 mg/dia) até no mínimo 8 horas após a última administração de biotina.
INTERPRETAÇÃO
As concentrações de hormônios tireoidianos e o grau dos seus efeitos biológicos são controlados pelo eixo hipotálamo hipófise tireóide. O hormônio liberador de tirotropina (TRH ou TRF) é liberado pelo hipotálamo em resposta às concentrações de hormônios da tireoide livres na circulação. A resposta da glândula tireoide ao estímulo do TSH inclui a síntese, o armazenamento, a secreção e o metabolismo da T4 e da T3. Mais de 99% da concentração total de T3 e T4 está ligada pelas proteínas séricas, não estando disponível para provocar uma atividade biológica. É somente a fração livre que está disponível imediatamente para ligar o seu receptor e estimular uma resposta do órgão alvo ou dos tecidos alvo. Em indivíduos com eutireoidismo, somente uma pequena proporção da concentração total de T3 na circulação sistêmica provém da secreção direta da glândula tireoide propriamente dita. A importância clínica da determinação do T3 sérico total está no diagnóstico dos distúrbios da tireoide. Concentrações elevadas de T3 podem ser encontradas na doença de Graves e na maioria das demais causas clássicas do hipertireoidismo. Concentrações reduzidas ocorrem em hipotireoidismos primários, tais como a tireoidite de Hashimoto e o hipotireoidismo neonatal, ou o hipotireoidismo secundário devido a disfunções no nível hipotalâmico-hipofisário.
Jejum não necessário
Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em uso de biotina. Recomenda-se a suspensão do uso por, no mínimo, 72 horas antes da coleta da amostra.
INTERPRETAÇÃO
O T3 Reverso é produzido em pequena quantidade pela glândula tireóide, e em maior quantidade pela metabolização do T4 em um processo de inativação. Este hormônio se encontra em um nível elevado na síndrome de eutiroidismo, e no hipertireoidismo. Níveis baixos são observados em hipotireiodismo.
Jejum: Aconselhável jejum de 4 horas.
Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. Superior a 5 mg/dia) até no mínimo 8 horas após a última administração de biotina.
Jejum: Aconselhável jejum de 4 horas.
Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. Superior a 5 mg/dia) até no mínimo 8 horas após a última administração de biotina.
INTERPRETAÇÃO
O eixo hipotalâmico-pituitário-tireoidiano regula a síntese, a liberação e a ação do hormônio tireoidiano. O hormônio liberador de tirotropina (TRH), secretado pelo hipotálamo, estimula a síntese e a liberação de tirotropina ou hormônio estimulador da tireoide (TSH). Por sua vez, o TSH estimula a síntese, a acumulação, a secreção e o metabolismo da tiroxina (T4) e da tri-iodotironina (T3). O sangue contém T3 e T4 seja na forma livre, seja na forma ligada. Mais de 99% de T4 e de T3 circula no sangue ligado a proteínas de transporte, enquanto menos de 1% permanece livre; na maioria dos indivíduos, essa quantidade de hormônio não ligado ou livre está correlacionado com o estado funcional da tireoide. O T4 e o T3 livres regulam o crescimento e o desenvolvimento normais do organismo, mantendo a temperatura corpórea e estimulando a calorigênese. Além disso, o T4 livre e o T3 livre influenciam todos os aspectos do metabolismo dos carboidratos, bem como certas áreas do metabolismo dos lipídeos e das vitaminas. O desenvolvimento fetal e neonatal também necessita de hormônios tireoidianos. Níveis decisivamente altos de T4 livre apoiam os achados clínicos de diagnóstico clínico de hipertireoidismo, enquanto níveis muito baixos de T4 livre, juntamente com achados clínicos adequados, podem confirmar um diagnóstico de hipotireoidismo. Paralelamente a outros testes da tireoide e achados clínicos, a medição dos níveis de T4 livre pode definir os casos duvidosos nos diagnósticos de hipertireoidismo e hipotireoidismo.
Jejum: Aconselhável jejum de 4 horas.
Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. Superior a 5 mg/dia) até no mínimo 8 horas após a última administração de biotina.
INTERPRETAÇÃO
O eixo hipotálamo pituitária tireoide controla a síntese do, a libertação e a ação do hormônio tireoidiano. O hormônio liberador de tirotropina (TRH) secretada pelo hipotálamo estimula a síntese e a libertação de tirotropina ou do hormônio estimulante da tireoide (TSH). A TSH, por sua vez, estimula a síntese, o armazenamento, a secreção e o metabolismo da tiroxina (T4) e da tri-iodotironina (T3). As características essenciais da produção e do armazenamento do hormônio tireoidiano são: captação de iodo; iodação de resíduos de tirosina presentes na molécula da tireoglobulina; a ligação das monoiodotirosinas (MIT) com as diodotirosinas (DIT) para formar T4 e T3; armazenamento das tironinas como a tireoglobulina na glândula tireoide e a libertação dos hormônios tireoidianos na circulação. Uma vez libertadas na circulação, a maior parte de T4 e T3 ligam-se às proteínas transportadoras. Elas mantêm a temperatura do corpo, estimulam a calorigênese e afetam todos os aspectos do metabolismo dos carboidratos, assim como certas áreas do metabolismo dos lipídios e das vitaminas. O desenvolvimento fetal e neonatal também necessita dos hormônios da tireoide. A tiroxina é medida geralmente no soro humano como T4 total. Ela é utilizada como um teste de rastreamento da tireoide separadamente ou conjuntamente com outros testes da tireoide. A medição da T4 total fornece uma imagem fiável do estado da tireoide na ausência de anomalias de ligação. Contudo mudanças nas proteínas de ligação podem ocorrer, afetando o nível de T4 total, mas deixando inalterado o nível de hormônio livre. A importância clínica da determinação da T4 total consiste no diagnóstico e na confirmação de distúrbios da tireoide. Níveis elevados de T4 ocorrem na doença de Graves, na tireoidite subaguda, no nódulo tóxico ou no hipertireoidismo secundário (pituitário). Níveis reduzidos ocorrem em casos de hipotireoidismo primário, tais como a tireoidite de Hashimoto e o hipotireoidismo neonatal ou hipotireoidismo secundário devido a defeitos no nível hipotalâmico-hipofisário.
Jejum não necessário. Manter, obrigatoriamente, o horário habitual de tomada do medicamento, coletar a amostra até uma hora antes da hora habitual de tomar a medicação ou de acordo com a solicitação do médico. Caso o medicamento seja usado apenas uma vez ao dia, a coleta deve ser feita, pelo menos, 12 horas após a tomada. Em caso de suspeita de intoxicação, pode ser colhida a qualquer momento. Amostra deve ser refrigerada após a coleta.
Interpretação do exame
Monitoração de dose terapêutica e de toxicidade de medicação imunossupressora.
Indicação: Monitoração para ajuste da dose de tacrolimus.
Interpretação clínica: É rapidamente absorvido no trato gastro-intestinal, mas a biodisponibilidade oral é baixa, podendo variar entre os 5% e 93%, com média de 25%. O pico de concentração ocorre entre 1 a 2 horas após e a sua absorção é reduzida se tomado com a alimentação. A meia -vida do tacrolimus é de 8 a 9 horas. A excreção dos metabólitos é feita principalmente por via fecal ou biliar.
Jejum não necessário
Comentários
Permite avaliação da via intrínseca da coagulação, entretanto, apresenta pouca sensibilidade. Esta aumentado nas deficiências severas de qualquer um dos fatores da coagulação (exceto dos fatores XIII e VII), nos casos de deficiência de fibrinogênio, no uso de heparina em doses elevadas e na presença de anticoagulantes naturais.
Informamos que o Tempo de Coagulação (TC) é atualmente considerado um método de baixa utilidade clínica e está em desuso nos principais protocolos laboratoriais e hematológicos mundiais.
O Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada (TTPa) é o exame de escolha para avaliar a via intrínseca. Ele é automatizado, padronizado e capaz de detectar alterações que o TC não identifica.
Jejum não necessário
Comentários:
Teste útil para monitorização da anticoagulação com cumarínicos, no rastreamento de distúrbios do sistema de coagulação e na avaliação da função hepática.
O TP mede a atividade de diversos fatores de coagulação: I, II, V, VII e X. A síntese de protrombina e de fatores VII e X depende do suprimento adequado de vitamina K. A elevação do TP reflete uma alteração na via extrínseca da coagulação, por meio da deficiência de fator VII.
Quando o Ptta está prolongado juntamente com o TP há defeito na via comum da coagulação (fatores II, V e X) ou estão presentes inibidores como a heparina ou a antitrombina.
O TP é um teste de estágio único baseado no tempo necessário para formação de um coágulo de fibrina após adição de fator tecidual (tromboplastina tecidual), fosfolipídeo e cálcio ao plasma pobre em plaquetas descalcificado.
O RNI (relação normatizada internacional) é baseado na relação do valor do tempo de protrombina (TP) do paciente e a média dos valores normais de plasmas normais frescos, e representa a relação do TP se o teste tivesse sido realizado com a tromboplastina IRP (international reference preparation).
Esta padronização evita variações interlaboratoriais. O resultado do TP também depende de um mecanismo intacto da fibrina, para gerar o coágulo; no entanto, só haverá alteração do TP quando o fibrinogênio estiver abaixo de 100mg/dl. O uso de heparina só prolonga o TP quando os níveis séricos são muito altos.
Infusão contínua não prolonga o TP significativamente. Infusão intermitente em bolos endovenosos prolonga o TP logo após a administração; após 2h, o prolongamento é mínimo.
Na doença hepática o TP prolonga-se apenas quando há perda de 80% ou mais da capacidade de síntese hepática dos fatores de coagulação II, V, VII, IX e X, o que o torna um marcador pouco sensível de disfunção hepática. O prolongamento do TP associa-se à disfunção hepática grave.
Na hepatite viral, o TP é normal ou apenas levemente alterado. Para diferenciar o prolongamento do TP causado por doença hepática daquele causado por outras condições que afetam o metabolismo da vitamina K, administra-se vitamina K por 2-3 dias e mede-se novamente o TP.
Valores podem estar elevados na deficiência de vitamina K (anorexia, alimentação intravenosa prolongada, destruição de bactérias intestinais pelo uso de antimicrobianos, absorção intestinal prejudicada pelas síndromes de má absorção), coagulopatia de consumo (CIVD), hiperlipidemia grave, hipoprotrombinemia, anticoagulantes circulantes, hipofibrinogenemias graves, deficiência do fator V, deficiência do fator VII (hepatopatias, icterícias obstrutivas, uso de cumarínicos), deficiência de fator X, Deficiência de fator II, sangue com hematócrito elevado, uso de drogas que potencializam a resposta aos cumarínicos (acetaminofeno mais de 2g/dia, alopurinol, AAS mais de 1g/dia, cimetidina, clorpropamida, dextrotiroxina, estrógenos, clofibrato, sulfonamidas, colestiramina, glucagon, agentes hepatotóxicos, ibuprofeno, isoniazida, metildopa, metronidazol, fenitoína, quinidina, vitaminas do complexo B, hormônios da tireóide, cefalosporina, dentre outros).
Valores podem estar reduzidos no uso de drogas que diminuem a resposta aos cumarínicos (antiácidos, barbitúricos, corticosteroides, digitálicos, diuréticos, haloperidol, rifampicina, dentre outros).
O tubo com citrato de sódio para coagulação deve ser o primeiro tubo com anticoagulante a ser coletado, pois todos os demais anticoagulantes e aditivos alteram os testes da coagulação.
Jejum não necessário
Em crianças, o exame é realizado a partir dos 3 anos de idade.
Comentários: Este exame permite a avaliação da hemostasia primária (interação entre as plaquetas e a parede do vaso sanguíneo). No entanto, apresenta baixa sensibilidade e baixa reprodutibilidade, podendo estar normal mesmo em pacientes com distúrbios leves de coagulação ou função plaquetária.
Informações de preparo e coleta
Preparo do paciente:
- Jejum mínimo de 4 horas.
IMPORTANTE:
- Informar se há histórico de transfusão, sangramento ou trombose.
- Informar uso de medicamentos, principalmente anticoagulantes.
Interpretação do exame
O TT avalia o tempo de coagulação do plasma citratado na presença de trombina, permitindo testar a conversão de fibrinogênio a fibrina.
Indicação: Avaliação da conversão de fibrinogênio a fibrina, sendo utilizado para investigar defeitos na molécula do fibrinogênio.
Interpretação clínica: Está prolongado em : presença de heparina; concentrações elevadas de imunoglobulinas, como ocorre na macroglobulinemia de Waldenstrom, nas disfibrinogenemias e na hipofibrinogenemia. Está incoagulável na afibrinogenemia.
Jejum não necessário
Comentários
Teste usado no rastreamento de anormalidades envolvendo os fatores da via intrínseca (XII, XI, IX, VIII) e da via comum (X, V, protrombina, fibrinogênio) da coagulação. É útil na detecção de inibidores da coagulação e na monitorização de pacientes heparinizados (com heparina não fracionada).
Valores podem estar elevados nas deficiências de fatores I, II, V, VIII (hemofilia A), IX (hemofilia B), X, XI ou XII; na doença hepática, deficiência de vitamina K, tratamento com warfarina, síndrome nefrótica (deficiência dos fatores II, IX e XII) e amiloidose.
Também se eleva na presença de inibidores da coagulação (anticoagulante lúpico, tratamento ou contaminação com heparina e inibidores específicos da coagulação, na doença de Von Willebrand, disfibrinogenemias, disproteinemias e tratamento trombolítico.
Pode ser feito em qualquer idade a partir do nascimento, porém, após os 10 anos de idade, o beneficio do teste da bochechinha em pessoas saudáveis não será tão relevante.
Orientação : 30 minutos antes da coleta não ingerir nada (chupeta , mamadeira, água , brinquedo na boca)
Jejum obrigatório de 8 horas.
Medicação: Suspender a medicação inibidor DAO (recomendado no mínimo uma semana) - (Relaxantes musculares, tiopental, morfina, AINEs, verapamil, alprenolol, dihidralazina, propafenona, metoclopramida, antibióticos [cefuroxima, cefotiam, isoniazida, cloroquina], acetilcisteína, ambroxol, cimetidina e ciclofosfamida).
*Qualquer interrupção no uso de medicamentos só deve ocorrer com orientação do seu médico.*
Outros:Exame não realizado durante o período gestacional;
Exame não realizado em caso de choque anafilático.
INTERPRETAÇÃO
A Diamina Oxidase é uma enzima que degrada a histamina obtida dos alimentos, no epitélio intestinal, regulando sua passagem para a circulação sistêmica. Sua deficiência pode ser de origem genética, devido à desorgens inflamatórias ou degenerativas do instestino, e como resultado ocorre um excesso de histamina no sangue. Os sintomas mais frequentes nestes casos são enxaqueca, tontura, intestino irritável (constipação ou diarréia), náuseas e vômitos.
COLETA REALIZADA EM AMBIENTE HOSPITALAR. ATENÃO PARA AS ORIENTAÇÕES A SEGUIR:
Jejum mínimo de 8 horas
Para garantir a segurança e a precisão do seu exame, solicitamos a leitura atenta das normas abaixo:
1. Responsabilidade Médica e Hospitalar
Presença Médica: É obrigatória a presença de um médico assistente durante todo o período do teste.
Logística: A contratação do médico, do suporte hospitalar e a provisão da medicação necessária são de responsabilidade exclusiva do cliente/paciente.
2. Agendamento e Horários
Antecedência: O procedimento deve ser agendado com o laboratório com, no mínimo, 48 horas de antecedência.
Período: O teste é realizado exclusivamente no período da manhã.
Dias Especiais: Em dias de funcionamento com horário reduzido, o procedimento deve iniciar obrigatoriamente nos primeiros horários, preferencialmente às 06:30.
Duração: O tempo estimado de permanência no hospital é de 4 horas.
3. Restrições e Contraindicações
Perfil Pediátrico: Não realizamos o teste em crianças menores de 2 anos e/ou com peso inferior a 10 kg.
Condições Clínicas: O exame é contraindicado para pacientes com doença cardíaca, insuficiência renal ou que estejam em crise asmática aguda.
4. Recomendações e Cuidados Pós-Teste
Acompanhante: É indispensável a presença de um acompanhante (familiar ou amigo) durante todo o tempo.
Transporte: Devido ao risco de hipotensão (queda de pressão) ao levantar-se ou caminhar, recomendamos o uso de transporte particular ao final do teste.
Recuperação: O paciente poderá apresentar sonolência persistente ao longo do dia. É necessário manter repouso relativo e suspender atividades habituais, como ir à escola, viajar ou praticar exercícios físicos.
Preparo: Jejum não necessário.
Comentários: Este teste é utilizado para a detecção da Hemoglobina S (HbS). Um resultado positivo indica a presença desta hemoglobina anômala, seja em caráter heterozigoto (Traço Falciforme) ou homozigoto (Anemia Falciforme).
Limitações do Método:
Falsos-Positivos: Podem ocorrer em casos de policitemia (excesso de hemácias) e na presença de algumas hemoglobinas anormais raras (como Hb Bart's).
Falsos-Negativos: Podem ocorrer quando a concentração de HbS está abaixo do limite de detecção do teste (comum em recém-nascidos devido à alta concentração de Hemoglobina Fetal).
Nota Técnica - Substituição do Exame: Este exame é considerado um teste de triagem qualitativo. Devido à sua superioridade analítica, a Eletroforese de Hemoglobinas (por HPLC ou pH alcalino/ácido) é o método de escolha recomendado pelas entidades científicas. A eletroforese permite não apenas identificar a presença da HbS, mas também quantificá-la e diferenciar com precisão o Traço Falciforme da Doença Falciforme e de outras hemoglobinopatias associadas.
Jejum não necessário.
Interpretação do exame
Intolerância alimentar (hipersensibilidade alimentar) é uma reação imunológica para alimentos e aditivos alimentares. A resposta imune surge devido ao aumento de permeabilidade do intestino delgado, que permite componentes alimentares passar para a parede intestinal e para a corrente sanguínea. Essa permeabilidade (então chamada síndrome do intestino permeável) pode ser causada pela dieta hiperácida relacionada a flora intestinal, medicação, infecções, conservantes, álcool/nicotina, estresse e outros fatores.
O sistema imune identifica essas estruturas dos antígenos como estranho e começa a produzir anticorpos específicos da classe IgG (sensibilização). Essa resposta imune, que ocorre tipicamente depois de certo período de tempo (muitas horas a dias depois da ingestão do alimento), desencadeia
uma reação inflamatória, que pode se tornar crônica. Os sintomas mais frequentes são: diarreia, constipação, inchaço, náusea, dor de estômago, cólon irritável, enxaqueca, asma, distúrbio nas articulações, falta de concentração, distúrbio da pele e problemas de peso (sobrepeso/desnutrição).
Para aliviar os sintomas, uma dieta de eliminação (dieta de exclusão) por um período de tempo definido é geralmente recomendado. Os alimentos para os quais alta concentração de anticorpos IgG foram mensurados são excluídos da dieta do paciente. Melhorar a flora intestinal com medidas terapêuticas pode também ser levado em conta para reduzir ou prevenir a permeabilidade da parede intestinal para antígenos alimentares.
MATERIAL: SANGUE MATERNO + SANGUE E FTA DO SUPOSTO PAI
Jejum: Não há preparo (não necessita de jejum, nem preparo prévio).
Dados: obrigatório o envio das documentações de identificação dos participantes (RG) + formulário com as informações prenchidas e assinado.
Outros: Solicitar o kit com antecedência.
Exame realizado em pacientes com gestação superior a 7 semanas.
O teste não é adequado para a gravidez de múltiplos (com mais de 2 fetos), mulheres grávidas com doenças neoplásicas, pré-eclâmpsia e doenças imunológicas congênitas.
Detecção após exposição: Anfetaminas: de 3 horas até 2 dias.
Canabinoides: após exposição aguda de 1 até 3 dias Cocaína: de 4 horas até 4 dias Opiaceos: de 1 até 3 dias.
A coleta de urina para os exames de drogas de abuso deve ser obrigatoriamente assistida pela pessoa responsável pela coleta.
Termo obrigatório a ser preenchido na hora da coleta.
Drogas analisadas: Canabinoides - maconha,Cocaina,Anfetaminas,Benzodiazepinicos,Opioides - Opio.
Material: sangue capilar
Instruções
A triagem neonatal deve ser coletada preferencialmente entre o 3° a 5° dia de vida, podendo ser realizada entre zero e 28 dias de vida.
Recém-nascidos que receberam transfusão sanguínea antes da coleta da amostra para triagem neonatal devem repetir a coleta: . 10 dias após a transfusão para os testes de TSH, Fenilalanina (PKU), Tripsina imunoreativa, Biotinidase, 17 OH Progesterona, e para triagem com dosagem de aminoácidos e acilcarnitinas por espectrometria de massas em tandem; 20 dias após a transfusão para análise de hemoglobinas.
Triagem para Hipotireoidismo congênito:
Em recém-nascidos de muito baixo peso ao nascer, especialmente os prematuros, deve-se repetir a triagem de hipotireoidismo congênito (dosagem de TSH) algumas semanas depois para detectar aqueles recém-nascidos cuja imaturidade do eixo hipotálamo-hipófise-tireóide possa mascarar o hipotireoidismo congênito primário.
Recomendações: o recém-nascidos com 1000-1500g - coleta de uma segunda amostra duas semanas após o nascimento; o recém-nascidos com peso menor que 1000g.
Coleta de uma segunda amostra quatro semanas após o nascimento, independente da idade gestacional; o recém-nascidos prematuros com peso maior que 1500g, mas com menos de 32 semanas de idade gestacional
coleta de uma segunda amostra duas semanas após o nascimento.
A prematuridade está associada a uma diminuição dos níveis de tiroxina (T4), não devida à deficiência de TBG e acompanhada de níveis normais de TSH, assim sendo, quando a triagem do hipotireoidismo congênito é feita exclusivamente através da dosagem de T4, ocorre um aumento no número de resultados falsos positivos em prematuros.
No laboratório DLE, sempre realizamos dosagem de TSH para valores de T4 abaixo de 6 mg/dl, para minimizar o número de falsos positivos, mesmo quando não solicitados. ? Transfusão / nutrição parenteral total / terapia com corticosteróides ou dopamina: As condutas em relação aos prematuros que necessitam de transfusão são as mesmas dos recém-nascidos a termo e podem ser vistas no Protocolo de Transfusão Sanguínea.
Deve-se também colher uma amostra, mesmo que precoce (com menos de 48h), antes da instituição de nutrição parenteral total (NPT) ou da terapia com corticosteróides ou dopamina. Uma segunda amostra deverá ser obtida entre o 3º e o 7º dia de vida.
Uma vez que mesmo pequenas quantidades de NPT podem invalidar os resultados da triagem, especialmente gerando resultados falsos positivos para PKU. Recomenda-se para crianças que foram submetidas à NPT sem coleta prévia, a coleta de duas amostras: a primeira 3 ou mais dias após a mais recente NPT e a segunda 3 meses após a NPT final, sempre indicando no envelope de coleta "NPT".
Em relação às crianças que receberam dopamina ou corticosteróides, sem coleta prévia, deve-se colher uma primeira amostra no período regular, assinalando no envelope de coleta estas medidas terapêuticas, e uma segunda amostra deverá ser colhida após o término da terapia.
Material: sangue capilar.
Jejum: coletar antes da próxima mamada. Evitar coletar logo após a mamada.
Instruções
Este perfil equivale aos exames: Fenilalanina (PKU) quantitativo, TSH neonatal, Hemoglobinopatias, Aminoacidos cromatografia qualitativa, T4 neontal, 17 OH Progesterona neonatal, Tripsina neonatal, Biotinidase neonatal.
A triagem neonatal deve ser coletada preferencialmente entre o 3° a 5° dia de vida, podendo ser realizada entre zero e 28 dias de vida.
Recém-nascidos que receberam transfusão sanguínea antes da coleta da amostra para triagem neonatal devem repetir a coleta: . 10 dias após a transfusão para os testes de TSH, Fenilalanina (PKU), Tripsina imunoreativa, Biotinidase, 17 OH Progesterona, e para triagem com dosagem de aminoácidos e acilcarnitinas por espectrometria de massas em tandem; . 20 dias após a transfusão para análise de hemoglobinas.
Comentários
Esse perfil Ampliado do Teste do Pezinho é composto por 9 exames e pode pesquisar até 32 doenças.
Em caso de resultado alterado na triagem neonatal seguir as recomendações descritas no laudo para realizar exames confirmatórios ou complementares ao diagnóstico.
Matrial: sangue ou saliva
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
Detecção por PCR em Tempo Real dos polimorfismos rs4988235 e rs182549 localizados na região intrônica do gene MCM6, relacionados a intolerância a lactose. A digestão da lactose se dá pela enzima Lactase e o esperado é que com o tempo, ao mudar os hábitos alimentares, após o período de amamentação, ocorra a inativação natural desta enzima pelo produto do gene MCM6. Deste modo, a condição de intolerante ao leite é considerada padrão, o ser humano foi "programado" para deixar de digerir a lactose após os primeiros anos de vida. Porém, uma alta porcentagem da população sofre mutações no gene MCM6 fazendo com que este não seja capaz de inativar a enzima Lactase. Neste caso, as variações genéticas que ocorrem no gene MCM6 são benéficas e conferem ao indivíduo com alelos mutados, a vantagem de continuar digerindo bem o leite e seus derivados após o período de amamentação.
Jejum de pelo menos 8h ou a critério médico.
Comentários
Uma vez secretada, a testosterona e quase que inteiramente ligada as proteínas transportadoras. Assim, em homens e mulheres, a testosterona está presente na circulação periférica em três formas: Livre, não ligada (correspondente a forma molecular livre).
Fracamente ligada a albumina e a globulina ligadora do cortisol. Fortemente ligada as globulinas ligadoras dos hormônios sexuais (SHBG).
A testosterona livre é biologicamente ativa, e a testosterona fracamente ligada a albumina pode ser imediatamente ativada através de sua rápida dissociação da albumina. Entretanto, o pool da testosterona livre e a fracamente ligada é coletivamente chamada de testosterona "biologicamente disponível" ou " não ligada a SHBG".
Jejum de pelo menos 8h ou a critério médico.
Instruções
É liberado no laudo os exames que compõem o cálculo, testosterona total e SHBG.
Está ou esteve em uso de reposição hormonal a base de testosterona (oral, gel, intramuscular, implante hormonal)? Se sim, informar o nome e qual a posologia.
Informar uso de outros medicamentos ou vitaminas em uso se houver.
Se mulher: está em uso anticoncepcional?
Material: saliva
Instruções
Não colher logo após alimentação.
Por um período de 30 minutos antes da coleta não será permitido qualquer tipo de alimentação ou bebida.
Recomenda-se enxaguar a boca com água fria 5 minutos antes da coleta da amostra.
A coleta não é recomendável em caso de lesões orais com sangramento ativo ou potencial.
Evitar escovar os dentes pelo menos duas horas antes da coleta para evitar sangramento gengival.
Colher em frasco rosqueavel de boa vedação.
Saliva in natura: Nos casos de crianças ou pacientes incapacitados, colher 1,0 mL de saliva por aspiração, usando uma seringa descartável (sem agulha), ou simplesmente solicitar ao paciente que deixe a boca acumular saliva, eliminando-a no frasco de coleta de tampa larga.
Jejum de pelo menos 8h ou a critério médico.
Comentários
Testosterona é o andrógeno mais abundante secretado pelas células de Leydig, nos homens, e pelos ovários, nas mulheres. Testosterona é tanto um hormônio quanto um pró-hormônio que pode ser convertido em um outro potente androgênio (di-hidrotestosterona-DHT) e um hormônio estrogênio (estradiol). A conversão em DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase, enquanto a conversão em estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase. A secreção da testosterona é primariamente dependente da estimulação das células de Leydig pelo LH (hormônio luteinizante) que, por sua vez, depende da estimulação da hipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). A testosterona faz parte do mecanismo clássico de feedback do LH sérico. Testosterona tem uma variação diurna com picos séricos máximos entre 04:00-08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. A testosterona circula no plasma ligada a SHBG (65%) e albumina (30 a 32%). Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma está não forma livre (não ligada às proteínas de ligação). Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina), resistência androgênica, testotoxicose, hiperplasia adrenal congênita, síndrome dos ovários policísticos, tumores ovarianos e tumores adrenais. Sua concentração pode estar reduzida no atraso puberal (masculino), deficiência de gonadotropina, defeitos testiculares e doenças sistêmicas.
Nota:
O intervalo de medição do ensaio para soro é 7,00-1500,00 ng/dL.
Resultados que atingem a linearidade de 1500,00 ng/ml são diluídos 1:2 automaticamente.
Liberado resultados até 3000 ng/dL, conforme orientações do fabricante.
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais.
INTERPRETAÇÃO
A tiroglobulina é normalmente sintetizada nas células foliculares da glândula tireóide, sob a influência da tirotrofina, e representa o precursor da tiroxina e outras iodotironinas. O limite superior esperado de normalidade para a tiroglobulina circulante é de aproximadamente 40 a 60 ng/mL. Valores ligeiramente superiores são encontrados em recém-nascidos e durante o terceiro trimestre de gestação. Os níveis de tiroglobulina também tendem a ser elevados em regiões de bócio endêmico. As principais aplicações clínicas para a dosagem deste pró-hormônio derivam do fato de que o tecido da tireóide ativo parece ser a única fonte de tiroglobulina circulante. Da mesma forma, as determinações de tiroglobulina têm sido amplamente utilizadas para complementar digitalização de radioidodina e outras técnicas (tais como ultra-som ou coloração histoquímica) como auxílio na identificação de presença ou ausência de tecido de tireóide ativo, ou no aumento de tal tecido em relação a valores de referência basais estabelecidos individualmente. O diagnóstico diferencial de hipotireoidismo congênito é um exemplo bem estabelecido para o uso da dosagem de tiroglobulina. A dosagem de tiroglobulina também pode ser valiosa para auxiliar a distinção entre tiroidite subaguda e tirotoxicose causada por administração dissimulada de hormônios da tireóide. No caso deste último evento, níveis inferiores de tiroglobulina são esperados devido à supressão do hormônio da tireóide pela tirotrofina.
Jejum:Aconselhável jejum de 4 horas.
Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. Superior a 5 mg/dia) até no mínimo 8 horas após a última administração de biotina.
INTERPRETAÇÃO
Aproximadamente 10% dos indivíduos hígidos possuem anticorpos anti-tireoglobulina (TgAb) em níveis mensuráveis. Os TgAb podem ser detectados em 30% dos pacientes com doença de Graves e em 85% dos pacientes com tireoidite de Hashimoto. Todavia, nessas doenças encontram-se com mais frequência níveis elevados de autoanticorpos antitireoperoxidase (autoanticorpos anti-TPO) do que de TgAb. São necessários métodos sensíveis de teste de TgAb para identificar os soros de pacientes que contêm autoanticorpos antitireoglobulina que podem interferir com as medições de tireoglobulina sérica. Além do mais, os baixos níveis de anti-Tg também são encontrados em até 20% das pessoas assintomáticas, especialmente nos idosos e com mais frequência nas mulheres do que nos homens, embora a importância clínica desses auto-anticorpos não esteja clara.
Coleta realizada por procedimento médico. Não realizamos a coleta. Recebemos o material já coletado.
Interpretação do exame
Uso: avaliação e acompanhamento de carcinomas; monitoramento do tratamento de pacientes tireoidectomizados.
A tireoglobulina é uma glicoproteína produzida pelas células acinares tireoidianas, sendo o principal componente do colóide dos folículos tireoidianos.
Valores aumentados: tumor papilífero, tumor folicular, tireoidites autoimunes, doença de Graves.
Após tireoidectomia total, valores menores que 6 ng/mL são indicativos de ausência de tecido remanescente.
É importante fazer a determinação dos anticorpos anti tireoglobulina juntamente com a dosagem da Tireoglobulina . Caso sejam positivos , falseiam o resultado da Tireoglobulina sérica e este exame está contra indicado.
Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
A tireoperoxidase (TPO) é uma hemoglicloproteína associada às membranas, expressa somente nos tireócitos. Essa enzima catalisa a oxidação do iodeto nos resíduos de tirosina contidos na tireoglobulina para a síntese de T3 e T4, e é um dos mais importantes antígenos da glândula tireoide.A detecção de TPOAb é utilizada como um coadjuvante no diagnóstico dos distúrbios autoimunes da tireoide, e permite que o médico faça a distinção entre distúrbios autoimunes da tireoide e bócio ou hipotireoidismo não autoimunes. Os níveis mais elevados de TPOAb são observados em pacientes afetados pela tireoidite de Hashimoto. Nessa doença, a predominância de TPOAb em cerca de 90% dos casos confirma a origem autoimune da doença. Esses autoanticorpos também ocorrem frequentemente(60?80%dos casos) no decorrer da doença de Graves.
Material: sangue
Preparo do Paciente: Jejum de no mínimo 4 horas. Para lactantes, intervalo máximo entre as mamadas.
Jejum não obrigatório
Interpretação do exame
O Tolueno é uma substância neurotóxica. É um dos compostos presentes nos hidrocarbonetos aromáticos e pode chegar ao corpo humano através do sistema respiratório, já que é a principal via de exposição ao tolueno e quando inalado, é conduzido aos pulmões e difundido para a corrente sanguínea. Os riscos à saúde dependem da intensidade da exposição ao composto. Quando em menor grau, pode ocorrer apenas irritação dos olhos e garganta. Algumas pessoas apresentam irritações alérgicas quando em contato com a pele ou através da inalação. Já quando a exposição ao Tolueno é mais longa, o composto pode causar efeitos de intoxicação como cefaleia (dor de cabeça), confusão e tontura.
Jejum desejável 4hrs
Importante:
- Recomenda-se que a dosagem seja realizada em amostra coletada a partir do quarto dia de tratamento, quando atingido o equilíbrio da medicação.
- A dosagem basal deverá ser realizada de 30 minutos até 1 hora antes da medicação.
- Para avaliação da dosagem do menor nível da medicação( Vale) recomenda-se a coleta de 1 hora a 30 minutos antes da próxima dose.
- A coleta do sangue para a dosagem de pico deverá ser realizada de 2 até 4 horas após a última dose da medicação.
- Informar a data e o horário da última dose da medicação.
- Medicamentos como Hidroclorotiazida, Metiformina, Propranolol e Diltiazem aumentam os níveis séricos de Topiramato.
O exame é realizado somente com pedido médico.
Jejum por Faixa Etária:
Crianças menores de 2 anos: Jejum de 3 horas (ou o intervalo entre as mamadas/refeições).
Crianças de 2 a 5 anos: Jejum de 4 horas.
Crianças acima de 5 anos e Adultos: Jejum de 8 a 12 horas.
Preparo Prévio (O que fazer antes de ir ao laboratório):
Alimentação Habitual: Mantenha sua dieta normal nos 3 dias que antecedem o exame. Não tente "cortar o açúcar" ou fazer dietas restritivas (Low Carb) antes do teste, pois isso pode causar um resultado falso-positivo. Recomenda-se uma ingestão mínima de 150g de carboidratos por dia.
Atividade Física: Evite exercícios físicos vigorosos nas 24 horas anteriores ao exame.
Medicamentos: Informe ao laboratório ou ao seu médico sobre qualquer medicamento em uso (especialmente corticoides ou diuréticos).
Estado de Saúde: O exame não deve ser realizado se você estiver com febre, infecções agudas ou após cirurgias recentes, pois o estresse metabólico altera a glicemia.
O Jejum
O que pode: Apenas água é permitida durante o jejum.
O que não pode: Não consuma balas, chicletes, café ou chá (mesmo sem açúcar) e não fume.
Durante o Exame
Será colhida uma amostra de sangue em jejum.
Você deverá ingerir uma solução contendo 75g de glicose (um líquido bem doce) em até 5 minutos. Para crianças é calculada pelo peso (1,75g por kg de peso corporal).
Novas coletas serão feitas conforme o pedido médico. Pela nova diretriz, a coleta de 1 hora após a ingestão tornou-se fundamental, além da tradicional de 2 horas.
Repouso: Você deve permanecer em repouso no laboratório durante todo o teste. Não é permitido sair para caminhar ou se exercitar entre as coletas.
O exame é realizado somente com pedido médico.
Jejum por Faixa Etária:
Crianças menores de 2 anos: Jejum de 3 horas (ou o intervalo entre as mamadas/refeições).
Crianças de 2 a 5 anos: Jejum de 4 horas.
Crianças acima de 5 anos e Adultos: Jejum de 8 a 12 horas.
Preparo Prévio (O que fazer antes de ir ao laboratório):
Alimentação Habitual: Mantenha sua dieta normal nos 3 dias que antecedem o exame. Não tente "cortar o açúcar" ou fazer dietas restritivas (Low Carb) antes do teste, pois isso pode causar um resultado falso-positivo. Recomenda-se uma ingestão mínima de 150g de carboidratos por dia.
Atividade Física: Evite exercícios físicos vigorosos nas 24 horas anteriores ao exame.
Medicamentos: Informe ao laboratório ou ao seu médico sobre qualquer medicamento em uso (especialmente corticoides ou diuréticos).
Estado de Saúde: O exame não deve ser realizado se você estiver com febre, infecções agudas ou após cirurgias recentes, pois o estresse metabólico altera a glicemia.
O Jejum
O que pode: Apenas água é permitida durante o jejum.
O que não pode: Não consuma balas, chicletes, café ou chá (mesmo sem açúcar) e não fume.
Durante o Exame
Será colhida uma amostra de sangue em jejum.
Você deverá ingerir uma solução contendo 75g de glicose (um líquido bem doce) em até 5 minutos. Para crianças é calculada pelo peso (1,75g por kg de peso corporal).
Novas coletas serão feitas conforme o pedido médico. Pela nova diretriz, a coleta de 1 hora após a ingestão tornou-se fundamental, além da tradicional de 2 horas.
Repouso: Você deve permanecer em repouso no laboratório durante todo o teste. Não é permitido sair para caminhar ou se exercitar entre as coletas.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Interpretação do exame
Exame auxiliar no diagnóstico da toxocaríase, como complemento dos dados clínicos e epidemiológicos. Indicação: Diagnóstico de toxocaríase.
Interpretação clínica: o anticorpo IgM é positivo por curto período de tempo, aumentando após a 1ª semana da infestação, até o fim da 4ª ou 5ª semana e negativando a partir da 6ª semana. Anticorpos da classe IgG positivos mostram sensibilidade de 78% para formas viscerais e 73% para a forma ocular. No entanto, o resultado é interpretado à luz do quadro clínico, epidemiológico e laboratorial, havendo forte associação entre toxocaríase e eosinofilia.
Podem ocorrer reações falso-positivas em indivíduos com ascaridíase, esquistossomose e filariose.
Sugestão de leitura complementar:
Kim HS, Jin Y, Choi M, Kim J, Lee YH, Yoon CH, Hwang E, Kang H, Ahn S, Kim GJ, Hong ST. Significance of Serum Antibody Test for Toxocariasis in Healthy Healthcare Examinees with Eosinophilia in Seoul and Gyeongsangnam-do, Korea. J Korean Med Sci 2014; 29(12): 1618-25.
Rubinsky-Elefant G, Hirata CE, Yamamoto JH, Ferreira MU. Human toxocariasis: diagnosis, worldwide seroprevalences and clinical expression of the systemic and ocular forms. Ann Trop Med Parasitol 2010;104:3-23.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Interpretação do exame
Exame utilizado no diagnóstico da toxoplasmose adquirida e congênita, através da detecção de anticorpos das classes IgG, IgM e IgA.
Indicação: Diagnóstico da toxoplasmose congênita e adquirida.
Interpretação clínica: Na fase aguda anticorpos IgM tornam-se reativos em torno de 2 a 4 semanas após o aparecimento dos sintomas e diminuem progressivamente, desaparecendo após 3 a 9 meses; eventualmente podem permanecer elevados por até um ano. Na gestante é utilizada na consideração do risco de transmissão para o feto.
Associado ao IgM, a reatividade dos anticorpos da classe IgA na ausência ou baixos níveis de IgG é típica de toxoplasmose aguda. Geralmente normaliza dentro de 6 meses após o início da infecção. Está positivo na toxoplasmose congênita.
Os níveis de IgG aumentam gradualmente e atingem um máximo após 2 a 5 meses do início dos sintomas, geralmente permanecendo positivos por toda a vida. É utilizada para identificar o indivíduo imune; o aumento de quatro vezes em sorologia pareada pode significar reativação em pacientes imunocomprometidos.
O perfil sorológico dos pacientes com SIDA e neurotoxoplasmose é semelhante ao da população geral, com infecção inativa. Geralmente não se detecta IgM; os resultados de IgA podem não ser típicos; a IgG não é um marcador diagnóstico, porém sua ausência praticamente afasta o diagnóstico.
Sugestão de leitura complementar:
Elbez-Rubinstein A, Ajzenberg A, Dardé ML, Cohen R, Dumètre A, Year H, Gondon E, Janaud JC, Thulliez P. Congenital toxoplasmosis and reinfection during pregnancy: case report, strain characterization, experimental model of reinfection, and review. J Infect Dis 2009;199:280-5.
Joynson DHM, Guy EC. Laboratory diagnosis of toxoplasma infection. In: Joynson DHM, Wreghitt TG, editors. Toxoplasmosis: a Comprehensive Clinical Guide. Cambridge, UK: Cambridge University Press; 2001. pp. 296-318.
Jejum recomendado, mas não obrigatório.
INTERPRETAÇÃO
A Toxoplasmose é uma protozoose causada pelo Toxoplasma gondii, sendo transmitida pela ingestão de alimentos contaminados com oocistos, excretados em fezes de felinos, ou cistos, em carnes cruas ou mal cozidas. A doença é usualmente assintomática ou com manifestações sutis de febre e linfoadenopatias, mas em fetos ou pacientes imunodeprimidos pode provocar sérios problemas neurológicos e oculares. Na infecção congênita, a gravidade e a frequência da infecção fetal depende do período gestacional no qual ocorreu a contaminação, da virulência do parasito, carga parasitária, e desenvolvimento placentário. A presença de anticorpos IgG indica imunidade ou exposição prévia ao Toxoplasma gondii. A presença de anticorpos da classe IgM é útil no diagnóstico da toxoplasmose aguda ou recente. Para diferenciar entre infecções adquiridas recentes e infecções passadas, as amostras positivas para anticorpos IgG e IgM devem ser testadas para avidez de IgG. Um alto índice de avidez para anticorpos IgG é um forte indicador de que a infecção ocorreu há mais de 4 meses.
- Jejum desejável: mínimo de 4 horas ou à critério médico.
INTERPRETAÇÃO
A Toxoplasmose é uma protozoose causada pelo Toxoplasma gondii, sendo transmitida pela ingestão de alimentos contaminados com oocistos, excretados em fezes de felinos, ou cistos, em carnes cruas ou mal cozidas. A doença é usualmente assintomática ou com manifestações sutis de febre e linfoadenopatias, mas em fetos ou pacientes imunodeprimidos pode provocar sérios problemas neurológicos e oculares. Na infecção congênita, a gravidade e a frequência da infecção fetal depende do período gestacional no qual ocorreu a contaminação, da virulência do parasito, carga parasitária, e desenvolvimento placentário. A presença de anticorpos IgG indica imunidade ou exposição prévia ao Toxoplasma gondii. A presença de anticorpos da classe IgM é útil no diagnóstico da toxoplasmose aguda ou recente. Para diferenciar entre infecções adquiridas recentes e infecções passadas, as amostras positivas para anticorpos IgG e IgM devem ser testadas para avidez de IgG. Um alto índice de avidez para anticorpos IgG é um forte indicador de que a infecção ocorreu há mais de 4 meses.
Materiais:
Sangue total ( EDTA).
Sangue de cordão umbilical (EDTA),
Líquido amniótico.
Líquor.
Humor aquoso.
Humor vítreo.
Pode ser feito ainda em outros materiais biológicos, tais como lavado broncoalveolar, medula óssea e tecido fresco, porém o desempenho deste teste nestes materiais não foi tecnicamente verificado.
Instruções
Não realizamos a coleta dos materiais sangue de cordão umbilical (EDTA), líquido amniótico, líquor, Humor aquoso e vítreo, pois trata-se de um procedimento médico. Recebemos o material já coletado.
Comentários
Este teste serve para confirmar o diagnóstico de infecção aguda pelo Toxoplasma gondii, particularmente quando a sorologia é duvidosa, mas depende da presença do toxoplasma na amostra analisada. Sendo assim, é sempre indicada a coleta de material do tecido ou do local primário da infecção.
Método: Detecção do DNA de Toxoplasma gondii por método de PCR-Multplex em tempo real. Neste teste são coamplificados um segmento do genoma do T. gondii e um segmento de gene humano, usado como controle interno de todas as etapas do ensaio.
Jejum não obrigatório
Comentários
Este teste serve para confirmar o diagnóstico de infecção aguda pelo Toxoplasma gondii, particularmente quando a sorologia é duvidosa, mas depende da presença do toxoplasma na amostra analisada. Sendo assim, é sempre indicada a coleta de material do tecido ou do local primário da infecção.
Método: Detecção do DNA de Toxoplasma gondii por método de PCR-Multplex em tempo real. Neste teste são coamplificados um segmento do genoma do T. gondii e um segmento de gene humano, usado como controle interno de todas as etapas do ensaio.
Instruções de preparo
Jejum: Aconselhável de 4 horas.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
INTERPRETAÇÃO
A doença de Graves é uma forma autoimune de hipertireoidismo causada por autoanticorpos contra receptores do hormônio estimulante da tireoide (TSH, também conhecido como tireotropina) nas células da tireoide. O aumento desses anticorpos antirreceptores de tireotropina demonstrou sensibilidade e especificidade clínicas elevadas para a doença de Graves quando utilizado como meio auxiliar no diagnóstico diferencial e etiologia do hipertireoidismo. Esses anticorpos podem ser classificados como estimulantes, inibidores ou neutros, sendo que os anticorpos do tipo estimulante não estão sujeitos ao feedback negativo típico de níveis elevados do hormônio da tireoide. Isso resulta em estímulo constante da tireoide, levando aos sintomas tireotóxicos típicos do hipertireoidismo de Graves. A medição de TRAb foi considerada útil no diagnóstico diferencial da tireotoxicose gestacional x ocorrência ou recorrência no primeiro trimestre da doença de Graves. As diretrizes atuais incluem a medição de TRAb durante a gestação. A medição de TRAb é útil para o diagnóstico em casos de suspeita da doença de Graves em pacientes com testes normais para a função da tireoide e que apresentam sintomas extratireoidianos, tais como exoftalmia endócrina, mixedema pré-tibial e acropaquia tireoidiana. As medições de TRAb são indicadas para monitorar a resposta ao tratamento com drogas antitireoidianas e a previsão de recidiva. TRAb é um ensaio para detectar anticorpos antirreceptores de TSH, utilizando o anticorpo monoclonal M22 estimulante da tireoide humana.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Comentários
A Transaminase Oxalacética (TGO) ou Aspartato Aminotransferase (AST) é utilizada juntamente com a Transaminase Pirúvica (TGP) na avaliação de doenças hepáticas.
As causas mais comuns de elevação das transaminases são lesão hepática relacionada ao consumo de álcool, hepatites virais, hepatite autoimune, esteatose hepática, esteato-hepatite não-alcoólica, hemocromatose, doença de Wilson, deficiência de alfa1-antitripsina e doença celíaca. Na hepatite alcoólica, os valores de TGO são, em geral, inferiores a 250 U/L, sendo, entretanto, superiores às elevações da TGP.
As dosagens de transaminases não permitem avaliar com precisão o grau de extensão do dano hepático.
Em doenças agudas, as enzimas podem estar muito alteradas, atingindo 20 a 100 vezes o limite superior do intervalo de referência, sem significar necessariamente um prognóstico ruim.
Por outro lado, hepatopatias crônicas cursam por períodos de anos com alterações clínicas e laboratoriais discretas até a falência do órgão, como é visto na cirrose.
Valores elevados de TGO e TGP também podem ser ocasionados pelo uso de medicamentos, produtos fitoterápicos e drogas ilícitas. Os medicamentos que mais comumente elevam as enzimas hepáticas são: antiinflamatórios não esteroides, antibióticos, anticonvulsivantes, hipolipemiantes, hipoglicemiantes, antihipertensivos e tuberculostáticos. Geralmente, o quadro é leve e autolimitado, com resolução após a retirada do medicamento hepatotóxico. A meia-vida da TGO é de 17 horas.
Deve-se ressaltar também o envolvimento hepático em infecções por outros vírus como Epstein-Barr vírus, Citomegalovírus, Herpes Simples vírus, Parvovírus, Adenovírus e Influenza.
Embora sejam denominadas enzimas hepáticas, TGO e TGP também são encontradas em uma variedade de outros tecidos, como miocárdio, musculatura estriada esquelética, rins, pâncreas e em hemácias. Assim, resultados alterados também podem ser observados em outras condições clínicas, como anemias hemolíticas, infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca e doenças musculoesqueléticas.
Elevações transitórias podem ocorrer devido a atividade física intensa antes da coleta e a hemólise da amostra pode provocar aumentos espúrios.
Jejum: aconselhável jejum de pelo menos 4 horas após as principais refeições para adultos. Para bebês e crianças menores, coletar antes da próxima mamada.
Comentários
A Transaminase Pirúvica (TGP) ou Alanina Aminotransferase (ALT) é uma enzima localizada principalmente no fígado.
Ela é comumente utilizada para avaliação de lesão hepatocelular e mostra-se mais sensível que a Transaminase Oxalacética (TGO) na detecção de injúria do hepatócito. As causas mais comuns de elevação das transaminases são lesão hepática relacionada ao consumo de álcool, hepatites virais, hepatite autoimune, esteatose hepática, esteato-hepatite não-alcoólica, hemocromatose, doença de Wilson, deficiência de alfa1-antitripsina e doença celíaca. Níveis de TGP são superiores a TGO nas hepatites e esteatose não-alcoólicas.
As dosagens de transaminases não permitem avaliar com precisão o grau de extensão do dano hepático.
Em doenças agudas, as enzimas podem estar muito alteradas, atingindo 20 a 100 vezes o limite superior do intervalo de referência, sem significar necessariamente um prognóstico ruim.
Por outro lado, hepatopatias crônicas cursam por períodos de anos com alterações clínicas e laboratoriais discretas até a falência do órgão, como é visto na cirrose.
Valores elevados de TGP e TGO também podem ser ocasionados pelo uso de medicamentos, produtos fitoterápicos e drogas ilícitas.
Os medicamentos que mais comumente elevam as enzimas hepáticas são: antiinflamatórios não esteroides, antibióticos, anticonvulsivantes, hipolipemiantes, hipoglicemiantes, antihipertensivos e tuberculostáticos. Geralmente, o quadro é leve e autolimitado, com resolução após a retirada do medicamento hepatotóxico.
A meia-vida da TGP é de 47 horas. Deve-se ressaltar também o envolvimento hepático em infecções por outros vírus como Epstein-Barr vírus, Citomegalovírus, Herpes Simples vírus, Parvovírus, Adenovírus e Influenza.
Embora sejam denominadas enzimas hepáticas, TGO e TGP também são encontradas em uma variedade de outros tecidos, como miocárdio, musculatura estriada esquelética, rins, pâncreas e em hemácias.
Assim, resultados alterados também podem ser observados em outras condições clínicas, como anemias hemolíticas, infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca e doenças musculoesqueléticas.
Elevações transitórias podem ocorrer devido a atividade física intensa antes da coleta e a hemólise da amostra pode provocar aumentos espúrios.
Jejum desejável 4hrs.
INTERPRETAÇÃO
A transcobalamina é uma proteína que apresenta a função de transporte de Vitamina B12. Ela contem a fração biologicamente ativa da colabamina, visto que promove a sua entrada em todas as estruturas celulares do organismo. Níveis baixos de Holo-transcobalamina são observados em casos de dano hepático ou renal, má-absorção, depleção de reservas ou deficiência congênita. Sua falta resulta em anemia severa na infância. Devido à ser a única fração acessível às células, sua dosagem caracteriza um marcador precoce de deficiência tecidual de vitamina B12.
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
A transferrina tem como função transportar o ferro no sangue até os depósitos de ferro no fígado, baço e medula óssea, assim como aos órgãos consumidores de ferro, sobretudo aos tecidos hematopoiéticos. A síntese da transferrina no fígado é influenciada pelo metabolismo férrico: em estados deficitários de ferro, a síntese aumenta, e consequentemente também a concentração sérica, ao passo que é diminuída em estados de sobrecarga de ferro. A determinação de transferrina no soro permite assim diagnosticar um défice de ferro latente ou manifesto, mas também uma sobrecarga. Transferrina é uma proteína negativa da fase aguda, isto é, a sua concentração sérica mostra-se diminuída nas doenças inflamatórias e malignas.
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
Utilizado no diagnóstico da enteropatia sensível ao glúten da doença celíaca. A doença celíaca é uma condição crônica, cujas características principais incluem a inflamação e o esmagamento característico da mucosa intestinal, resultando numa síndrome de má absorção conhecida como uma enteropatia sensível ao glúten. Recentemente, têm sido sugeridos testes sorológicos para anticorpos de anti-gliadina, anti-endomisial e anti-tTG para examinar os doentes com enteropatia sensível ao glúten, assim como para controlar a conformidade dietética.
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
Utilizado no diagnóstico da enteropatia sensível ao glúten da doença celíaca. A doença celíaca é uma condição crônica, cujas características principais incluem a inflamação e o esmagamento característico da mucosa intestinal, resultando numa síndrome de má absorção conhecida como uma enteropatia sensível ao glúten. Recentemente, têm sido sugeridos testes sorológicos para anticorpos de anti-gliadina, anti-endomisial e anti-tTG para examinar os doentes com enteropatia sensível ao glúten, assim como para controlar a conformidade dietética.
Material: líquor
Instruções:
O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro, devido à possibilidade de contaminação do material durante a punção.
Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento médico.
Recebemos o material já coletado.
O volume necessário para realização do exame é de no mínimo 0,5 mL. A amostra deve ser enviada imediatamente ao laboratório.
Comentários
A sífilis é uma infecção de caráter sistêmico causada pela bactéria Treponema pallidum (T. pallidum) e transmitida predominantemente por via sexual e vertical. Poucos dias após a infecção o T. pallidum migra para o sistema nervoso, desencadeando a neurossífilis, que pode ocorrer em qualquer estágio do curso natural da doença não tratada.
Para a definição do diagnóstico de neurossífilis, é necessário correlacionar dados clínicos, alterações no líquido cefalorraquidiano (LCR), como pleocitose e aumento de proteínas, e detecção de anticorpos não treponêmicos. Não há nenhum teste diagnóstico cujo resultado isolado seja capaz de definir um caso de neurossífilis. Embora não exista um teste padrão-ouro, o exame de VDRL é o mais recomendado, cuja sensibilidade varia de 50% a 70%. Enquanto a reatividade de testes não treponêmicos no LCR estabelece o diagnóstico de neurossífilis, um teste não reagente não exclui. Até o momento, não há evidências científicas suficientes para apoiar a tomada de decisão clínica com base no resultado de testes treponêmicos realizados no LCR. Um teste treponêmico reagente no LCR não confirma o diagnóstico de neurossífilis, mas quando o resultado é não reagente, o diagnóstico de neurossífilis é improvável.
- Jejum não obrigatório.
Comentários
A sífilis é uma infecção de caráter sistêmico causada pela bactéria Treponema pallidum (T. pallidum) e transmitida predominantemente por via sexual e vertical. Ao longo da evolução natural da doença, ocorrem períodos de atividade, com características clínicas, imunológicas e histopatológicas distintas, intercalados com períodos de latência, durante os quais não se observa a presença de sinais ou sintomas.
Para a definição do diagnóstico de sífilis, é necessário correlacionar os dados clínicos, os resultados de testes diagnósticos, o histórico de infecções passadas e a investigação de exposição recente. Os testes imunológicos detectam anticorpos e são os mais utilizados na prática clínica para auxiliar na investigação da sífilis. Existem dois tipos de testes, os treponêmicos e os não treponêmicos.
O Ministério da Saúde, por meio da portaria Portaria nº 2.012 de 19 de outubro de 2016, preconiza que a confirmação do diagnóstico de sífilis deva ser realizada utilizando-se os testes treponêmicos e não treponêmicos combinados em fluxograma para aumentar o valor preditivo positivo.
O VDRL (do inglês Venereal Disease Research Laboratory) é um teste não treponêmico que detecta anticorpos IgM e IgG anticardiolipina não específicos para T. pallidum utilizando a metodologia de floculação. Apresenta resultados semiquantitativos, pois, nos casos de resultados reagentes, realiza-se a diluição da amostra para titulação desses anticorpos e emissão do resultado. É utilizado para auxiliar no diagnóstico, para o monitoramento da resposta ao tratamento e para o controle de cura. Essa variação também pode ocorrer em função da subjetividade da leitura do teste, que dependem do olhar do profissional que realiza Reações de falso-positivo para VDRL podem acontecer em situações de estímulo imunológico como em infecções (HIV, hepatites virais, varicela, malária, hanseníase), vacinações, gravidez, doenças autoimunes, uso de drogas injetáveis e idade avançada. Uma amostra testada utilizando testes de fabricantes ou plataformas distintas poderá apresentar variação de título em mais ou menos uma diluição no resultado final, sem que isso signifique erro.
Os testes treponêmicos detectam anticorpos específicos contra componentes celulares do treponema, utilizando metodologias como a quimioluminescência e a imunofluorescência indireta (conhecido como FTA-ABs). Para o diagnóstico de sífilis, somente é recomendado o uso de testes treponêmicos que detectam anticorpos totais (IgG e IgM), pois a utilização de testes que detectam isoladamente anticorpos IgM (ex.: FTA-Abs IgM) não é útil como marcador de infecção recente, visto que podem ser detectados tanto em estágios recentes quanto tardios da doença. Os testes treponêmicos são os primeiros a apresentarem resultado reagente após a infecção, em média a partir de dez dias do aparecimento da lesão primária da sífilis (cancro duro). Por serem os primeiros testes imunológicos a se tornarem reagentes, os testes treponêmicos são os mais indicados para iniciar a investigação de sífilis. Apesar de úteis para o diagnóstico, eles não devem ser utilizados no monitoramento do tratamento nem diagnóstico de reinfecção, visto que em 85% dos casos permaneceram positivos durante toda a vida (cicatriz sorológica), independente de tratamento.
Referência bibliográfica:
Brasil. Ministério da Saúde. Manual técnico para o diagnóstico da sífilis, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sifilis/publicacoes/manual-tecnico-para-o-diagnostico-da-sifilis.pdf/view
Jejum não necessário.
Comentários
A sífilis é uma infecção de caráter sistêmico causada pela bactéria Treponema pallidum (T. pallidum) e transmitida predominantemente por via sexual e vertical. Ao longo da evolução natural da doença, ocorrem períodos de atividade, com características clínicas, imunológicas e histopatológicas distintas, intercalados com períodos de latência, durante os quais não se observa a presença de sinais ou sintomas.
Para a definição do diagnóstico de sífilis, é necessário correlacionar os dados clínicos, os resultados de testes diagnósticos, o histórico de infecções passadas e a investigação de exposição recente. Os testes imunológicos detectam anticorpos e são os mais utilizados na prática clínica para auxiliar na investigação da sífilis. Existem dois tipos de testes, os treponêmicos e os não treponêmicos.
O Ministério da Saúde, por meio da portaria Portaria nº 2.012 de 19 de outubro de 2016, preconiza que a confirmação do diagnóstico de sífilis deva ser realizada utilizando-se os testes treponêmicos e não treponêmicos combinados em fluxograma para aumentar o valor preditivo positivo.
O VDRL (do inglês Venereal Disease Research Laboratory) é um teste não treponêmico que detecta anticorpos IgM e IgG anticardiolipina não específicos para T. pallidum utilizando a metodologia de floculação. Apresenta resultados semiquantitativos, pois, nos casos de resultados reagentes, realiza-se a diluição da amostra para titulação desses anticorpos e emissão do resultado. É utilizado para auxiliar no diagnóstico, para o monitoramento da resposta ao tratamento e para o controle de cura. Essa variação também pode ocorrer em função da subjetividade da leitura do teste, que dependem do olhar do profissional que realiza Reações de falso-positivo para VDRL podem acontecer em situações de estímulo imunológico como em infecções (HIV, hepatites virais, varicela, malária, hanseníase), vacinações, gravidez, doenças autoimunes, uso de drogas injetáveis e idade avançada. Uma amostra testada utilizando testes de fabricantes ou plataformas distintas poderá apresentar variação de título em mais ou menos uma diluição no resultado final, sem que isso signifique erro.
Os testes treponêmicos detectam anticorpos específicos contra componentes celulares do treponema, utilizando metodologias como a quimioluminescência e a imunofluorescência indireta (conhecido como FTA-ABs). Para o diagnóstico de sífilis, somente é recomendado o uso de testes treponêmicos que detectam anticorpos totais (IgG e IgM), pois a utilização de testes que detectam isoladamente anticorpos IgM (ex.: FTA-Abs IgM) não é útil como marcador de infecção recente, visto que podem ser detectados tanto em estágios recentes quanto tardios da doença. Os testes treponêmicos são os primeiros a apresentarem resultado reagente após a infecção, em média a partir de dez dias do aparecimento da lesão primária da sífilis (cancro duro). Por serem os primeiros testes imunológicos a se tornarem reagentes, os testes treponêmicos são os mais indicados para iniciar a investigação de sífilis. Apesar de úteis para o diagnóstico, eles não devem ser utilizados no monitoramento do tratamento nem diagnóstico de reinfecção, visto que em 85% dos casos permaneceram positivos durante toda a vida (cicatriz sorológica), independente de tratamento.
Referência bibliográfica:
Brasil. Ministério da Saúde. Manual técnico para o diagnóstico da sífilis, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sifilis/publicacoes/manual-tecnico-para-o-diagnostico-da-sifilis.pdf/view
- Jejum desejável: mínimo de 4 horas ou à critério médico.
INTERPRETAÇÃO
Os erros inatos do metabolismo (EIM) são um grande grupo de distúrbios genéticos causados por deficiências enzimáticas, que podem resultar em interrupções metabólicas de síntese, degradação, armazenamento ou transporte de moléculas no organismo. Este teste é útil, pois diagnosticar, rapidamente, determinados tipos de EIM é essencial para impedir o agravamento e a irreversibilidade dos sintomas, podendo representar a vida do paciente em alguns casos.
30 ML DE URINA
Sangue e Urina
Jejum não necessário
Instruções
É recomendável a abstinência de álcool 72 horas antes da coleta, pois o álcool, qualquer tipo ou quantidade, pode interferir no exame.
A abstinência alcoólica não é obrigatória.
O cliente pode optar pela realização do exame apesar do consumo de álcool, ou procurar orientação do seu médico.
Jejum
Jejum não obrigatório, de acordo com o Consenso Brasileiro para a Normatização da Determinação Laboratorial do Perfil Lipídico".
Atenção: Para pedidos com glicemia, o jejum máximo é de 14 horas.
O jejum de 12h permanece indicado apenas em casos específicos (Triglicerídeos > 440 mg/dL no exame anterior ou acompanhamento de pancreatite).
Interferentes
Em pacientes em uso de N-acetilcisteína (NAC) ou Metamizol (Dipirona), a punção venosa deve ser realizada antes de sua administração devido à possibilidade de ocorrerem resultados falsamente reduzidos.
Comentários
Os triglicérides (TG) são formados a partir de três ácidos graxos ligados a uma molécula de glicerol e constituem uma das formas de armazenamento energético mais importantes no organismo.
O colesterol e os triglicérides estão entre os lípides biologicamente mais relevantes do ponto de vista fisiológico e clínico, sendo utilizados na avaliação do risco cardiovascular.
A dosagem de TG é realizada por técnica enzimática. Níveis elevados podem ser observados no hipotireoidismo; diabetes; síndrome nefrótica; gravidez; ingestão excessiva de álcool; e uso de medicamentos, como estrogênios, contraceptivos orais, prednisona, entre outros.
Níveis baixos podem estar relacionados a má-absorção, desnutrição e hipertireoidismo.
No Consenso Brasileiro para a Normatização da Determinação Laboratorial do Perfil Lipídico, foram definidos valores de referência para amostras coletadas com jejum e sem jejum prévio.
Em situações especiais, como dosagem de TG acima de 440 mg/dL, recuperação de pancreatite por hipertrigliceridemia ou início de tratamento com drogas que causam hipertrigliceridemia grave, recomenda-se a dosagem de TG após jejum de 12h.
A triagem neonatal deve ser coletada preferencialmente entre o 3° a 5° dia de vida, podendo ser realizada entre zero e 28 dias de vida.
Recém-nascidos que receberam transfusão sanguínea antes da coleta da amostra para triagem neonatal devem repetir a coleta:
10 dias após a transfusão para os testes de TSH, Fenilalanina (PKU), Tripsina imunoreativa, Biotinidase, 17 OH Progesterona, e para triagem com dosagem de aminoácidos e acilcarnitinas por espectrometria de massas em tandem;
20 dias após a transfusão para análise de hemoglobinas.
Jejum: Intervalo máximo entre as mamadas.
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INTERPRETAÇÃO
A triptase é uma enzima encontrada nos mastócitos, células do sistema imunológico fundamentais nas reações alérgicas. Concentrações cronicamente altas da enzima foram associadas à mastocitose, um distúrbio raro marcado pelo acúmulo de mastócitos na pele ou no corpo. O doseamento da triptase no soro permite identificar reações anafiláticas recentes ou outras reações devidas à ativação dos mastócitos. Como se desenvolve As reações anafiláticas resultam da ativação de células, os mastócitos, após exposição a alérgenos. A degranulação dos mastócitos conduz à libertação de histamina e triptase. A histamina tem uma semi-vida muito curta no soro, pelo que dificilmente é detectada; pelo contrário, a triptase dura 60 a 90 minutos em circulação, podendo ser dosada.
- Jejum desejável: mínimo de 4 horas ou à critério médico.
INTERPRETAÇÃO
O Triptofano é um aminoácido essencial usado como suplemento dietético e no tratamento do estresse , hiperatividade (em crianças), depressão e de distúrbios do sono. O triptofano não é produzido pelo organismo, sendo incorporado ao corpo humano por meio da alimentação através da ingesta de proteínas. Por ser o único único precursor da serotonina, sua redução abrupta culmina em queda abrupta também dos níveis de serotonina, que funciona como neurotransmissor nas células do sistema nervoso entre outras funções. Este aminoácido é prontamente absorvido do trato gastrintestinal. O triptofano é extensivamente ligado à albumina sérica. É metabolizado a hidroxtriptofano para serotonina e outros metabolitos, incluindo derivados de kinurenina, e excretado pela urina. A piridoxina e acido ascórbico parecem estar ligados neste metabolismo.
O triptofano é um precursor da serotonina. Devido à depleção de serotonina no SNC é considerado ser ligado à depressão, sendo usado no tratamento da mesma.
- Jejum não obrigatório.
Interpretação do exame
As troponinas são constituídas por três diferentes proteínas (C, T e I) que estão presentes nos músculos esqueléticos e cardíaco, sendo importantes para o processo contrátil. A troponina I apresenta código genético e seqüência de aminoácidos específica, o que possibilita a sua identificação isolada, sendo útil no diagnóstico de infarto do miocárdio. No miocárdio, encontra-se fortemente ligada ao aparelho contrátil, cujos níveis plasmáticos, em condições normais, são extremamente baixos. A troponina I cardíaca, com peso molecular de 22,5 Kda e as suas duas isoformas de músculo esquelético possuem uma considerável homologia de sequência de aminoácidos, mas a cTnl contem uma sequência adicional de terminal-N altamente especifica para o miocárdio. A troponina I, ao contrário da troponina T, não se eleva em pacientes com insuficiência renal. Esse marcador tem sido apontado como o marcador de lesão miocárdica mais próximo do ideal, com valor prognóstico tanto no infarto como na angina instável. Microinfartos que cursam com os demais marcadores bioquímicos normais, podem apresentar níveis elevados de troponina. Para a Organização Mundial de Saúde, para o diagnóstico de IAM é necessária a presença de dois critérios, entre: precordialgia com duração igual ou superior a 30 minutos, alterações eletrocardiográficas compatíveis e alteração dos marcadores bioquímicos. E a troponina I é superior a qualquer outro marcador.
Indicações: Marcador bioquímico do infarto do miocárdio com alta sensibilidade e especificidade, útil tanto no diagnóstico como no acompanhamento da evolução, além de ser um marcador prognóstico.
Interpretação clínica: Após a ocorrência de dano cardíaco, a Troponina I é liberada no sangue de 4 a 6 horas após o início da dor. O padrão de liberação de Troponina I é similar à CK-MB, porém, enquanto os níveis de CK-MB retornam ao normal após 72 horas, a Troponina I permanece elevada por 6-10 dias, fornecendo assim uma janela maior para a detecção de dano cardíaco. Valores normais de Troponina excluem lesão miocárdica em pacientes com CK elevada. Apresenta sensibilidade de 33% nas primeiras duas horas, 50% entre 2 e 4 horas, 75% entre 4 e 8 horas, aproximando-se de 100% em oito horas após o início do quadro e até 6 dias. Sua especificidade aproxima-se de 100%. Comparando-se com a CK-MB, observa-se uma concordância de 85%. Avaliações seriadas de Troponina I são úteis no diagnóstico do infarto agudo do miocárdio (IAM), recomendando-se controles a cada 6 a 8 horas nas primeiras 48 horas após o início do quadro. No diagnóstico de IAM em pós-operatórios, quando os níveis de CK-MB podem estar elevados devido à lesão muscular a Troponina I é o único marcador cardíaco que não se altera nas lesões da musculatura cardíaca, sendo a mais específica para o diagnóstico: eleva-se entre 4 e 6 horas após o início do quadro, com pico após 10 a 24 horas, permanecendo elevada por 4 a 7 dias. Apresenta sensibilidade superior a 98% (no pico) e especificidade de 95%. A Troponina também pode estar elevada, em menores níveis, na angina instável, no trauma cardíaco, no transplante cardíaco, em cirurgias de revascularização miocárdica, insuficiência cardíaca e miocardite.
Sugestão de leitura complementar:
Antman, EM, Hand, M, Armstrong, PW, et al. 2007 focused update of the ACC/AHA 2004 Guidelines for the Management of Patients With ST-Elevation Myocardial Infarction: a report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines (Writing Group to Review New Evidence and Update the ACC/AHA 2004 Guidelines for the Management of Patients With ST-Elevation Myocardial Infarction). J Am Coll Cardiol. 2008;51:210-47
Wilkins JT, Lloyd-Jones DM. Are novel serum biomarkers informative?
Med Clin North Am 2012; 96(1): 1-11
- Jejum não obrigatório.
Interpretação do exame
As troponinas são constituídas por três diferentes proteínas (C, T e I) que estão presentes nos músculos esqueléticos e cardíaco, sendo importantes para o processo contrátil. A troponina I apresenta código genético e seqüência de aminoácidos específica, o que possibilita a sua identificação isolada, sendo útil no diagnóstico de infarto do miocárdio. No miocárdio, encontra-se fortemente ligada ao aparelho contrátil, cujos níveis plasmáticos, em condições normais, são extremamente baixos. A troponina I cardíaca, com peso molecular de 22,5 Kda e as suas duas isoformas de músculo esquelético possuem uma considerável homologia de sequência de aminoácidos, mas a cTnl contem uma sequência adicional de terminal-N altamente especifica para o miocárdio. A troponina I, ao contrário da troponina T, não se eleva em pacientes com insuficiência renal. Esse marcador tem sido apontado como o marcador de lesão miocárdica mais próximo do ideal, com valor prognóstico tanto no infarto como na angina instável. Microinfartos que cursam com os demais marcadores bioquímicos normais, podem apresentar níveis elevados de troponina. Para a Organização Mundial de Saúde, para o diagnóstico de IAM é necessária a presença de dois critérios, entre: precordialgia com duração igual ou superior a 30 minutos, alterações eletrocardiográficas compatíveis e alteração dos marcadores bioquímicos. E a troponina I é superior a qualquer outro marcador.
Indicações: Marcador bioquímico do infarto do miocárdio com alta sensibilidade e especificidade, útil tanto no diagnóstico como no acompanhamento da evolução, além de ser um marcador prognóstico.
Interpretação clínica: Após a ocorrência de dano cardíaco, a Troponina I é liberada no sangue de 4 a 6 horas após o início da dor. O padrão de liberação de Troponina I é similar à CK-MB, porém, enquanto os níveis de CK-MB retornam ao normal após 72 horas, a Troponina I permanece elevada por 6-10 dias, fornecendo assim uma janela maior para a detecção de dano cardíaco. Valores normais de Troponina excluem lesão miocárdica em pacientes com CK elevada. Apresenta sensibilidade de 33% nas primeiras duas horas, 50% entre 2 e 4 horas, 75% entre 4 e 8 horas, aproximando-se de 100% em oito horas após o início do quadro e até 6 dias. Sua especificidade aproxima-se de 100%. Comparando-se com a CK-MB, observa-se uma concordância de 85%. Avaliações seriadas de Troponina I são úteis no diagnóstico do infarto agudo do miocárdio (IAM), recomendando-se controles a cada 6 a 8 horas nas primeiras 48 horas após o início do quadro. No diagnóstico de IAM em pós-operatórios, quando os níveis de CK-MB podem estar elevados devido à lesão muscular a Troponina I é o único marcador cardíaco que não se altera nas lesões da musculatura cardíaca, sendo a mais específica para o diagnóstico: eleva-se entre 4 e 6 horas após o início do quadro, com pico após 10 a 24 horas, permanecendo elevada por 4 a 7 dias. Apresenta sensibilidade superior a 98% (no pico) e especificidade de 95%. A Troponina também pode estar elevada, em menores níveis, na angina instável, no trauma cardíaco, no transplante cardíaco, em cirurgias de revascularização miocárdica, insuficiência cardíaca e miocardite.
Sugestão de leitura complementar:
Antman, EM, Hand, M, Armstrong, PW, et al. 2007 focused update of the ACC/AHA 2004 Guidelines for the Management of Patients With ST-Elevation Myocardial Infarction: a report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines (Writing Group to Review New Evidence and Update the ACC/AHA 2004 Guidelines for the Management of Patients With ST-Elevation Myocardial Infarction). J Am Coll Cardiol. 2008;51:210-47
Wilkins JT, Lloyd-Jones DM. Are novel serum biomarkers informative?
Med Clin North Am 2012; 96(1): 1-11
Jejum
Mínimo de 8 horas.
Intervalo entre mamadas para lactentes.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
INTERPRETAÇÃO
O TSH liberado a partir da glândula pituitária anterior, é o principal regulador da função da tireoide, estimulando a síntese e a libertação de hormônios da tiroide tiroxina (T4) e tri-iodotironina (T3). T3 e T4 regulam os processos bioquímicos que são essenciais para um metabolismo normal. A síntese e a secreção de TSH são estimuladas pelo hormônio liberador de tirotropina (TRH), que é produzido pelo hipotálamo em resposta aos níveis baixos de T3 e T4 em circulação. Em contraste, níveis elevados de T3 e T4 suprimem a produção de TSH. Coletivamente, este sistema de feedback negativo é identificado como o eixo hipotálamo-pituitária-tireoide. Qualquer alteração na função deste eixo pode influenciar os níveis de TSH, T4 e T3 em circulação. A principal utilização clínica da medição de TSH é a avaliação do estado da tireoide. A TSH é medida em conjunto com hormônios ou anticorpos da tiroide para: 1) detectar ou excluir hipotireoidismo ou hipertireoidismo; 2) monitorar
o tratamento de substituição de T4 no hipotireoidismo ou o tratamento antitireoide no hipertireoidismo; 3) monitorar a supressão de TSH em pacientes com câncer da tireoide em terapia com tiroxina e 4) avaliar a resposta ao teste de estímulo com TRH.
Jejum não obrigatório
Interpretação do exame
A doença de Graves é uma patologia autoimune na qual encontramos anticorpos estimuladores da Tireoide (TSI). A sua apresentação clínica, com Bócio e Tireotoxicose, guarda uma relação direta com os níveis de TSI séricos, os quais são capazes de gerar AMPc no interior da célula Tireoidiana após a sua ligação ao receptor de TSH. Diferente do Trab (anticorpo do receptor de TSH), que identifica tanto anticorpos bloqueadores como estimuladores, o bioensaio de TSI identifica especificamente anticorpos estimuladores. A dosagem quantitativa do TSI possui alta sensibilidade e especificidade para o Hipertireoidismo de Graves. Estudos clínicos demostram que a dosagem de TSI contribuiu para o acompanhamento de pacientes após o tratamento do Hipertireoidismo de Graves, tendo um alto valor preditivo negativo no momento da interrupção da medicação anti-tireoidiana.
Jejum não necessário
- Jejum não obrigatório.
U
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Comentários
A ureia é o principal metabólito nitrogenado derivado da degradação de proteínas. Ela é livremente filtrada pelos glomérulos, mas é parcialmente reabsorvida por um processo de difusão passiva, dependente do fluxo urinário.
A intensidade da reabsorção tubular varia de acordo com o estado volêmico do paciente: aumenta quando há depleção do volume extracelular e diminui na vigência de expansão do volume. Assim, a função renal, o estado de hidratação e a dieta (ingestão proteica) são os principais determinantes da concentração sérica de ureia, que também é influenciada por outros fatores como presença de sangramento gastrointestinal; uso de medicamentos, como os corticosteroides; e por determinadas condições clínicas em que sua produção está reduzida, como cirrose hepática e desnutrição.
Jejum não necessário
Instruções
A coleta do material para este exame deve ser realizada após a seção de hemodiálise, conforme solicitação do médico assistente.
Comentários
É a principal fonte de excreção do nitrogênio. Produto de metabolismo hepático das proteínas, é excretada nos rins.
Desta forma, a ureia é diretamente relacionada a função metabólica hepática e excretória renal. Sua concentração pode variar com a dieta, hidratação e função renal.
Material: Urina de 24 horas.
Instruções:
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Refrigerar desde o início da coleta.
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora a urina (não armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
Comentários
É a principal fonte de excreção do nitrogênio. Produto do metabolismo hepático das proteínas, e excretada nos rins. Desta forma, a ureia é diretamente relacionada a função metabólica hepática e excretória renal.
Sua concentração pode variar com a dieta, hidratação e função renal.
Material: urina recente
Paciente em uso de antibiótico ou período mestrual aguardar 5 dias após para coletar urina.
Primeira urina da manhã ou uma retenção de 2hrs
Feminino: 1 lave as mãos. 2 Afaste os grandes lábios. 3 lave a região vaginal ou limpe com gase. 4 Enxugue de frente para trás com papel toalha. 5 Comece a uirina no vaso urinário. 6 Sem interromper a micção pegue o copo descartável e colete aproximandamente dois dedos de urina. 7 Despreze o restante de urina no vaso sanitário. 8 Coloque no tubo até a marca indicada e leve até o laboratório. ( Coletou tem até uma hora para trazer ao laboratório sem refrigerar)
Maculino: 1 lave as mãos. 2 Exponha a glande(cabeça) e mantenha o precúpio (pele) retraído. 3 lave o penis com água e sabão e enxague em abumdância. 4 Enxugue de frente para trás com papel toalha. 5 Comece a uirina no vaso urinário. 6 Sem interromper a micção pegue o copo descartável e colete aproximandamente dois dedos de urina. 7 Despreze o restante de urina no vaso sanitário. 8 Coloque no tubo até a marca indicada e leve até o laboratório. ( Coletou tem até uma hora para trazer ao laboratório sem refrigerar)
Infantil:
1.Lave a área genital da criança ou bebê com água e sabão neutro.
Meninas: limpar da frente para trás.
Meninos: limpar o pênis (sem forçar o prepúcio).
Enxágue Abundantemente: Certifique-se de que não sobrou nenhum resíduo de sabão.
Seque a área com uma toalha limpa ou gaze estéril. A pele precisa estar completamente seca para o adesivo fixar.
Deixar secar por alguns minutos ao ar antes de colocar o coletor
2.Retirar o adesivo do coletor.
3.Posicionamento (Meninas): Afaste os grandes lábios e fixe a abertura do coletor sobre a vulva, de modo que o
canal da urina (uretra) fique bem centralizado dentro da abertura do saco. Pressione o adesivo suavemente na pele
para garantir a vedação.
4.Posicionamento (Meninos): Coloque o pênis (e, se possível, parte do saco escrotal) para dentro da abertura do
coletor e fixe o adesivo na pele ao redor da genitália.
Ajuste: Coloque a parte excedente do saco para trás, em contato com o bumbum ou a coxa da criança, evitando que
ele dobre ou amasse.
Tempo Limite: Não deixe o coletor por mais de 30 minutos a 1 hora. O adesivo pode irritar a pele e a urina parada
contamina a amostra.
Se Não Urinar: Se a criança não urinar no tempo limite (30 minutos a 1 hora), remova o coletor, descarte-o, faça
novamente toda a higiene íntima e aplique um novo coletor estéril.
5.Remoção e Envio
Retire o Coletor: Assim que a criança urinar, retire o coletor cuidadosamente da pele para evitar vazamentos.
Não transfira a urina do saco para o frasco.
Coloque o saco dentro do frasco coletor.
Certifique-se de que o frasco esteja bem tampado.
Leve a amostra ao laboratório o mais rápido possível (o ideal é em até 30 minutos a 1 hora) e não a refrigere.
Material: rina amostra recente
Utilizar frasco protegido da luz .
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher a primeira urina da manhã ou após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco protegido da luz .
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Jejum não necessário
Comentários
A solubilidade é um fator determinante do comportamento das porfirinas. A uroporfirina é a porfirina mais solúvel em água, sendo encontrada na urina e em menores concentrações nas fezes e sangue. Encontra-se elevada nos pacientes com Porfiria Cutânea Tardia, Porfiria Eritropoiética Congênita, insuficiência renal crônica e neoplasias.
Material: Urina de 24 horas
Instruções
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco protegido da luz (âmbar) e com conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
O conservante a ser utilizado é o Bicarbonato.
A amostra deve ser refrigerada desde o início da coleta.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual. Além disso, não podem ser usados cremes e/ou óvulos vaginais nas 48 horas que antecedem a coleta de urina.
Orientações para coleta:
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
COLETOR : PROTEGIDO DA LUZ (AMBAR)
CONSERVANTE : BICARBONATO
COLHER DE SEGUNDA A QUINTA (dia da entrega no laboratório)
Jejum não necessário
Comentários
A solubilidade é um fator determinante do comportamento das porfirinas. A uroporfirina é a porfirina mais solúvel em água, sendo encontrada na urina e em menores concentrações nas fezes e sangue. Encontra-se elevada nos pacientes com Porfiria Cutânea Tardia, Porfiria Eritropoiética Congênita, insuficiência renal crônica e neoplasias.
INTERPRETAÇÃO
A ureia é o principal metabólito nitrogenado derivado da degradação de proteínas pelo organismo. Apesar de ser filtrada livremente pelo glomérulo e não ser reabsorvida nem secretada ativamente, a ureia é um fraco preditor da Taxa de Filtração Glomerular, pois 40%-70% retornam para o plasma por um processo de difusão passiva, que é dependente do fluxo urinário. Outros fatores podem mudar significativamente os valores plasmáticos da ureia sem terem relação com a função renal, destacando-se a dieta e a taxa de produção hepática.
V
Material: Sangue total/EDTA
Material: Liquor
INTERPRETAÇÃO
O vírus Varicela zoster (VZV) é o agente etiológico da Varicela (catapora) e do Herpes zoster. São vírus capazes de permanecer em estado latente no organismo após a infecção inicial e podem ser reativados em situações de imunossupressão.
Quando ocorre reativação, o vírus migra para a pele, causando uma erupção cutânea dolorosa que pode seguir o trajeto de um dermátomo. Após a resolução do quadro, alguns indivíduos podem continuar apresentando dor. Além disso, a reativação do VZV pode levar a um largo espectro de manifestações clínicas atípicas, desde dor radicular autolimitada a acometimento do sistema nervoso central com fraqueza.
As manifestações clínicas incluem dor e parestesia incialmente, com posterior erupção vesicular. Durante a doença aguda, 90% dos pacientes apresentam dor, 20% descrevem depressão e 12% tem sintomas influenza-like. .
Pacientes imunocomprometidos podem apresentar a evolução desfavorável com infecção disseminada, pneumonite, hepatite e encefalite.
Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Interpretação do exame
Exame que detecta anticorpos contra o vírus Varicela zoster, causador da varicela e do zoster.
Indicação: Diagnóstico de infecção aguda pelo V. zoster, geralmente em casos de zoster; avaliação de imunidade contra o V. zoster.
Interpretação clínica: A reatividade de anticorpos da classe IgM sugere infecção recente, assim como o aumento de IgG entre duas amostras pareadas, coletadas com intervalo de dez dias. Podem ocorrer falso-positivos em 5 a 10% dos casos. Estão presentes em mais de 90% dos indivíduos com Esclerose Múltipla (EM). Naqueles nos quais se pretenda medicar com fingolimod os soronegativos devem ser vacinados para varicela antes do tratamento.
Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Interpretação do exame
Exame que detecta anticorpos contra o vírus Varicela zoster, causador da varicela e do zoster.
Indicação: Diagnóstico de infecção aguda pelo V. zoster, geralmente em casos de zoster; avaliação de imunidade contra o V. zoster.
Interpretação clínica: A reatividade de anticorpos da classe IgM sugere infecção recente, assim como o aumento de IgG entre duas amostras pareadas, coletadas com intervalo de dez dias. Podem ocorrer falso-positivos em 5 a 10% dos casos. Estão presentes em mais de 90% dos indivíduos com Esclerose Múltipla (EM). Naqueles nos quais se pretenda medicar com fingolimod os soronegativos devem ser vacinados para varicela antes do tratamento.
Jejum: Jejum mínimo de 12 horas.
Instruções
Informar medicamento em uso.
Evitar stress físico no dia da coleta.
É recomendado repouso pelo menos UMA HORA antes da coleta.
Jejum mínimo desejável de 4 horas
Intervalo máximo entre mamadas para lactentes.
Comentários
A sífilis é uma infecção de caráter sistêmico causada pela bactéria Treponema pallidum (T. pallidum) e transmitida predominantemente por via sexual e vertical. Ao longo da evolução natural da doença, ocorrem períodos de atividade, com características clínicas, imunológicas e histopatológicas distintas, intercalados com períodos de latência, durante os quais não se observa a presença de sinais ou sintomas.
Para a definição do diagnóstico de sífilis, é necessário correlacionar os dados clínicos, os resultados de testes diagnósticos, o histórico de infecções passadas e a investigação de exposição recente. Os testes imunológicos detectam anticorpos e são os mais utilizados na prática clínica para auxiliar na investigação da sífilis. Existem dois tipos de testes, os treponêmicos e os não treponêmicos.
O Ministério da Saúde, por meio da portaria Portaria nº 2.012 de 19 de outubro de 2016, preconiza que a confirmação do diagnóstico de sífilis deva ser realizada utilizando-se os testes treponêmicos e não treponêmicos combinados em fluxograma para aumentar o valor preditivo positivo.
O VDRL (do inglês Venereal Disease Research Laboratory) é um teste não treponêmico que detecta anticorpos IgM e IgG anticardiolipina não específicos para T. pallidum utilizando a metodologia de floculação. Apresenta resultados semiquantitativos, pois, nos casos de resultados reagentes, realiza-se a diluição da amostra para titulação desses anticorpos e emissão do resultado. É utilizado para auxiliar no diagnóstico, para o monitoramento da resposta ao tratamento e para o controle de cura. Essa variação também pode ocorrer em função da subjetividade da leitura do teste, que dependem do olhar do profissional que realiza Reações de falso-positivo para VDRL podem acontecer em situações de estímulo imunológico como em infecções (HIV, hepatites virais, varicela, malária, hanseníase), vacinações, gravidez, doenças autoimunes, uso de drogas injetáveis e idade avançada. Uma amostra testada utilizando testes de fabricantes ou plataformas distintas poderá apresentar variação de título em mais ou menos uma diluição no resultado final, sem que isso signifique erro.
Os testes treponêmicos detectam anticorpos específicos contra componentes celulares do treponema, utilizando metodologias como a quimioluminescência e a imunofluorescência indireta (conhecido como FTA-ABs). Para o diagnóstico de sífilis, somente é recomendado o uso de testes treponêmicos que detectam anticorpos totais (IgG e IgM), pois a utilização de testes que detectam isoladamente anticorpos IgM (ex.: FTA-Abs IgM) não é útil como marcador de infecção recente, visto que podem ser detectados tanto em estágios recentes quanto tardios da doença. Os testes treponêmicos são os primeiros a apresentarem resultado reagente após a infecção, em média a partir de dez dias do aparecimento da lesão primária da sífilis (cancro duro). Por serem os primeiros testes imunológicos a se tornarem reagentes, os testes treponêmicos são os mais indicados para iniciar a investigação de sífilis. Apesar de úteis para o diagnóstico, eles não devem ser utilizados no monitoramento do tratamento nem diagnóstico de reinfecção, visto que em 85% dos casos permaneceram positivos durante toda a vida (cicatriz sorológica), independente de tratamento.
Referência bibliográfica:
Brasil. Ministério da Saúde. Manual técnico para o diagnóstico da sífilis, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sifilis/publicacoes/manual-tecnico-para-o-diagnostico-da-sifilis.pdf/view
- Material: líquor. Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento médico. Recebemos e analisamos o material já coletado.
- Jejum não obrigatório.
Comentários
A sífilis é uma infecção de caráter sistêmico causada pela bactéria Treponema pallidum (T. pallidum) e transmitida predominantemente por via sexual e vertical. Poucos dias após a infecção o T. pallidum migra para o sistema nervoso, desencadeando a neurossífilis, que pode ocorrer em qualquer estágio do curso natural da doença não tratada.
Para a definição do diagnóstico de neurossífilis, é necessário correlacionar dados clínicos, alterações no líquido cefalorraquidiano (LCR), como pleocitose e aumento de proteínas, e detecção de anticorpos não treponêmicos. Não há nenhum teste diagnóstico cujo resultado isolado seja capaz de definir um caso de neurossífilis. Embora não exista um teste padrão-ouro, o exame de VDRL é o mais recomendado, cuja sensibilidade varia de 50% a 70%. Enquanto a reatividade de testes não treponêmicos no LCR estabelece o diagnóstico de neurossífilis, um teste não reagente não exclui. Até o momento, não há evidências científicas suficientes para apoiar a tomada de decisão clínica com base no resultado de testes treponêmicos realizados no LCR. Um teste treponêmico reagente no LCR não confirma o diagnóstico de neurossífilis, mas quando o resultado é não reagente, o diagnóstico de neurossífilis é improvável.
- Jejum não obrigatório.
- Pode ser colhido durante a semana até as 15:30hrs, e no sábado até ás 08:30hrs.
Comentários
Teste útil para monitorização de doenças inflamatórias e/ou malignas. Critério diagnóstico laboratorial para polimialgia reumática e arterite temporal. O valor do tempo de sedimentação aumenta em todos os casos em que há um aumento de proteínas de fase aguda, em particular o fibrinogênio (que é considerado responsável por 70% do fenômeno da sedimentação) e imunoglobulinas (que aumentam no caso de doenças oncológicas/ hematológicas e infecções agudas). O teste mede a distância percorrida pelos glóbulos vermelhos no plasma autólogo durante um certo período de tempo. A análise é totalmente automatizada (mistura e leitura) e os resultados fornecem excelente correlação com o método de referência Westergren de uma hora. O resultado é valorizado apenas quando elevado. Embora considerado como um exame de rastreamento, o teste não é sensível nem específico para esse propósito. Qualquer condição que eleve o fibrinogênio (gestação, diabetes, insuficiência renal em estágio terminal, doença cardíaca, doença do colágeno ou malignidade) pode elevar o VHS. A presença de crioaglutininas pode levar a resultados falso-positivos. Valores extremamente elevados, acima de 100mm/h, podem estar relacionados a: arterite temporal, mieloma múltiplo, macroglobulinemia primária, hiperfibrinogenemia, poliarterite nodosa, polimialgia reumática, neoplasias e doenças renais com azotemia. Valores podem estar elevados na idade avançada, sexo feminino, gestação (a partir do terceiro mês) e pós-parto. Nos pós-operatórios em geral (pode ficar até 1 mês elevada). Na anemia, macrocitose, hemorragia aguda, hipo/hipertireoidismo, hipoalbuminemia e nos casos de fibrinogênio elevado (doenças infecciosas, inflamatórias e malignidades). Valores podem estar reduzidos na leucocitose extrema, policitemia, anormalidades da membrana eritrocitária (microcitose, esferocitose, acantocitose), na insuficiência cardíaca congestiva, caquexia, doses elevadas de corticosteroides, anormalidades proteicas (hipofibrinogenemia, hipogamaglobulinemia, estados de hiperviscosidade).
- A coleta ideal deve ser realizada imediatamente antes da administração da próxima dose do medicamento ou conforme orientação médica.
- Jejum mínimo de 8 horas.
Interpretação do exame:
Exame utilizado na monitoração de medicamento coadjuvante do tratamento de pacientes com epilepsia.
Indicações: Monitoração dos níveis terapêuticos de vigabatrina
Interpretação clínica: A medicação é rapidamente absorvida pelo trato gastrintestinal e diminui com a alimentação; no entanto esta não interfere na sua biodisponibilidade. O pico de concentração ocorre nas primeiras duas horas após a administração. É eliminada do plasma com meia-vida terminal de 5 a 8 horas.
Jejum não obrigatório.
Material: Swab de nasofaringe.
É ideal que a coleta seja feita entre o 1º e o 5º dia após o início dos sintomas, período de maior carga viral.
O uso de soro fisiológico nasal deve ser evitado nas 2 horas que antecedem a coleta para não diluir a amostra.
Comentários:
O Vírus Sincicial Respiratório é um dos principais agentes causadores de infecções agudas no trato respiratório, sendo o maior responsável por casos de bronquiolite e pneumonia em bebês e crianças pequenas, além de representar riscos para idosos e imunossuprimidos.
O VSR é altamente contagioso e a transmissão ocorre pelo contato direto com secreções respiratórias ou superfícies contaminadas.
Sintomas Comuns:
Coriza e congestão nasal.
Tosse persistente (seca ou com chiado).
Febre baixa a moderada.
Dificuldade para respirar (em casos graves, nota-se o esforço das costelas ao respirar).
Letargia e recusa alimentar (em bebês).
Atenção: O vírus tem sazonalidade definida, com maior incidência nos meses de outono e inverno no Brasil.
Preparo:
- Para adultos o sangue deve ser coletado pela manhã obedecendo o jejum de 8 à 12 horas pela manhã.
- Para crianças o sangue deve ser coletado antes da próxima refeição ou mamada.
Instruções
Evitar o uso de bebida alcoólica por pelo menos 24 horas antes do teste.
Interferentes
Aumentando:
Alcóol (uso moderado)
Contraceptivos orais.
Diminuindo:
Alopurinol
Colestiramina
Alcóol (uso crônico)
Óleos minerais
Neomicina.
Comentários
A expressão vitamina A refere-se aos retinóides que tem atividade biológica do retinol. A Vitamina A encontrada em produtos de origem animal, é lipossolúvel e tem duas formas: o retinol (Vitamina A1) e a 3-dehidro-retinol (Vitamina A2). Concentrações em crianças são menores que em adultos. Níveis baixos são encontrados na deficiência dietética da vitamina, insuficiência pancreática exócrina, má absorção intestinal, parasitoses, sindrome nefrótica, infecções e etilismo. Níveis elevados podem ser encontrados na hipervitaminose A, etilismo, uso de estrogênios e anticoncepcionais. - Fonte do valor de referência: Bertelsmann Stiftung (Hrsg.): Mineralstoffe, Spurenelemente und Vitamine- Klinische Aspekte und chemische Analyse, Verlag Bertelsmann Stiftung, Gütersloh, 1997.
Jejum necessário de no mínimo 8 horas
Interferentes
O uso de altas doses de vitamina C pode levar a níveis falsamente altos de vitamina B1.
O uso da carbamazepina pode reduzir os níveis falsamente baixos de vitamina B1.
Comentários
Vitamina integrante do complexo B, a Tiamina tem um papel-chave no funcionamento do sistema nervoso e na produção de energia.
As principais fontes de Tiamina são cereais, grãos, carnes (especialmente de porco), vegetais e laticínios.
A absorção da Tiamina ocorre no duodeno proximal e jejuno na presença de meio ácido. É metabolizada no fígado e a excreção é renal. Se ingerida em excesso e a capacidade de absorção for ultrapassada, a liberação da vitamina B1 é feita pelas fezes.
Deficiência de tiamina ocorre comumente em idosos e em indivíduos com doenças gastrointestinais, durante tratamento para câncer, ou em uso prolongado de diuréticos.
Encontra-se também reduzida em pacientes alcoólatras, portadores de infecções crônicas e diabetes.
Em casos de ingesta inadequada a deficiência pode ocorrer em até 21 dias.
A deficiência grave resulta em falência cardíaca (beribéri) ou manifestações neurológicas (encefalopatia de Wernicke). Insuficiência subclínica pode afetar o desempenho intelectual e a sensação inespecífica de bem-estar.
A tiamina difosfato é a forma fisiologicamente ativa da tiamina, sendo predominante nos eritrócitos.
Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Interferentes
Alguns medicamentos inclusive anticoncepcional oral, vitaminas (comprimidos ou injetáveis).
Pacientes vegetarianos estrito (não ingerem produtos animais: carne, peixes, leite e ovos).
Pacientes que realizaram cirurgia intestinal ou de estômago.
Doença inflamatória intestinal (Doença de Chron ou Retocolite).
Gravidez ou amamentação.
Comentários
A Vitamina B12 tem papel importante na hematopoiese, na função neural, no metabolismo do ácido fólico e na síntese adequada de DNA.
Apresenta-se diminuída na produção deficiente de fator intrínseco, determinada pela atrofia da mucosa gástrica, resultando em anemia perniciosa; nas síndromes de má absorção por ressecção do intestino delgado, doença celíaca, espru tropical e cirurgia bariátrica; no alcoolismo; na deficiência de ferro e folato; no uso de medicamentos que podem levar a diminuição da absorção, como metotrexato, pirimetamina, trimetoprim, fenitoína, barbitúricos, contraceptivos orais, colchicina, metformina, entre outros; e nas dietas vegetarianas estritas.
Condições associadas a níveis aumentados de vitamina B12 incluem o tratamento de reposição, leucemia granulocítica crônica, doença renal crônica, insuficiência cardíaca congestiva, diabetes, obesidade, doença pulmonar obstrutiva crônica e hepatopatias.
Preparo:
- Adultos: necessário jejum de 8 horas a 12 horas.
- Crianças: necessário um jejum mínimo de 3 horas ou o sangue deve ser coletado antes da próxima refeição ou mamada.
- O sangue deve ser coletado pela manhã em jejum e antes de qualquer medicação.
- A necessidade se suspender a suplementação vitamínica será de acordo com a orientação do médico assistente.
Comentários
A riboflavina, comumente conhecida como vitamina B2, é o precursor de todas as flavinas biologicamente importantes, notadamente flavina mononucleotídeo (FMN) e flavina adenina dinucleotídeo (FAD). A riboflavina e seus derivados agem como cofatores em várias enzimas redox.
Fontes alimentares de coenzimas da vitamina B2 são coração, fígado e rim. Vegetais também são uma boa fonte. Sua deficiência é caracterizada por dor de garganta, hiperemia, edema da faringe e membranas mucosas, queilose, estomatite angular, glossite, dermatite seborreica e anemia normocítica e normocrômica. Não há toxicidade reportada com níveis elevados de riboflavina.
Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
INTERPRETAÇÃO
A vitamina B3 é uma substância essencial para o processo metabólico, pois transforma os alimentos ingeridos em energia, para que aos nutrientes sejam utilizados corretamente, além de auxiliar na produção de hormônios esteróides. A deficiência dessa vitamina provoca diarréia, falta de apetite, fadiga, insônia, irritabilidade, depressão e problemas de pele. A vitamina B3 também auxilia na diminuição do colesterol sanguíneo, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares, sendo sua suplementação uma alternativa para quem sofre com colesterol alto.
Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Interpretação do exame
O ácido pantotênico é uma amida composta pelo ácido D-pantóico e o aminoácido beta-alanina, essencial na síntese da coenzima A , encontrada em carnes e vegetais como legumes, cereais, ovos e leite.
Indicação: Avaliação do estado nutricional em relação à vitamina B5
Interpretação clínica: Resultados abaixo do valor de referência indicam deficiência.
Sugestão de leitura complementar:
Webster MJ. Physiological and performance responses to supplementation with thiamin and pantothenic acid derivatives. Eur J Appl Physiol Occup Physiol 1998;77:486-91.
Instruções de preparo
À critério do médico fazer a suspensão de suplementos vitamínicos nas 24 horas que antecedem a coleta de sangue para o exame.
Jejum de 8 horas.
INTERPRETAÇÃO
A vitamina B6 é o termo empregado para designar compostos hidrossolúveis que incluem a Piridoxina, a Piridoxal e Piridoxamina, que apresentam qualitativamente a mesma atividade biológica, agindo como coenzima no metabolismo de proteínas, carboidratos, lipídeos e na síntese do heme. Dentre suas diversas funções, participa na interconversão de aminoácidos, na síntese de neurotransmissores, no metabolismo das proteínas, do ácido fólico e das vitaminas B2 e B12, na regulação da ação de hormônios esteróides, na liberação de glicose a partir do glicogênio, na trans sulfuração da homocisteína a cisteína, na respiração celular.
A vitamina B6 é encontrada predominantemente em alimentos vegetais e derivados de origem animal, como carnes, grãos integrais, vegetais, nozes, etc.
É absorvida no intestino delgado, mas diferentemente das outras do complexo não é totalmente excretada pelos rins, ficando retida, principalmente, nos músculos.
Sua deficiência é rara, no entanto, alguns medicamentos como a isoniazida, diminuem as concentrações plasmáticas da Vitamina B6. Pessoas com quadro de alcoolismo e gestantes com eclampsia ou pré-eclampsia podem apresentar deficiência de Vitamina B6.
Preparo VITAC:
Jejum: Recomenda-se o jejum de no mínimo 6 horas.
À critério do médico fazer a suspensão de suplementos vitamínicos nas 24 horas que antecedem a coleta de sangue para o exame.
INTERPRETAÇÃO
A vitamina C é essencial para a defesa do organismo, ajuda no combate às infecções e auxilia na formação dos tecidos, pois participa da constituição da parede celular de todas as células do corpo, como ossos, dentes e cartilagens. Também é muito importante no combate às hemorragias e no fortalecimento do sistema imunológico, pois auxilia na absorção do ferro. O ácido ascórbico está envolvido com o processo de maturação do colágeno, com a síntese de esteróides e com o catabolismo da tirosina. A deficiência de vitamina C causa o escorbuto, que ocasiona sangramento subperiosteal, gengival e subcutâneo, em decorrência da fragilidade do colágeno. Essa condição, no entanto, é atualmente bastante rara em decorrência da ampla oferta de alimentos contendo vitamina C. Ocasionalmente, porém, o escorbuto pode ser observado em indivíduos com hábitos alimentares muito inadequados, ou associado ao alcoolismo e à insuficiência renal. Valores aumentados: nefrolitíase (oxalato de cálcio), uricosúria, aumento da absorção de ferro. Valores diminuídos: escorbuto, anemia hipocrômica, deficiência de folato, anemias, gravidez, alcoolismo, hipertireoidismo, doença reumática, câncer. Interferentes: aspirina , corticotropina , estrógenos , anticoncepcionais.
Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Atenção: Os exames Vitamina D 25-Hidróxi e Vitamina D 1,25-Di-Hidróxi são testes laboratoriais distintos, com metodologias e finalidades clínicas diferentes. Certifique-se de que o pedido médico especifica qual destes deve ser analisado.
Interpretação do exame
A 1,25 (OH)2D tem concentração no sangue 1.000 vezes menor do que o seu precursor, a 25 hidroxi vitamina D (25OHD) e meia vida curta, não sendo indicada na avaliação de suficiência de vitamina D. Seu principal uso é na avaliação de hipercalcemia não dependente de paratormônio (PTH), podendo, por exemplo, estar elevada na sarcoidose por aumento da conversão de 25OHD pelo tecido granulomatoso, por outras doenças granulomatosas, assim como ser produzida em doenças malignas hematológicas por certos tumores. Nos casos de raquitismos genéticos, encontra-se muito elevada na resistência à 1,25 (OH)2D3; já no raquitismo por deficiência da enzima 1-?-hidroxilase pode estar diminuída, dependendo do nível da deficiência.
Indicações: Avaliação das doenças decorrentes de alteração de síntese ou da sensibilidade periférica à 1,25 (OH)2D3.
Interpretação clínica: No raquitismo por deficiência de 1 alfa hidroxilase a concentração da 1,25 (OH)2D pode estar desde diminuída, se o defeito for severo. Se o defeito for parcial a elevação da 25 OHD3 pode compensar a deficiência enzimática e o nível da 1,25 (OH)2D3 pode estar dentro dos valores de referência. Ao contrário, pacientes com resistência periférica à vitamina D, causada por mutações no receptor de vitamina D, tem concentração muito elevada de 1,25 (OH)2D e respondem mal ao tratamento com calcitriol. As concentrações na hipercalcemia não dependente de PTH são variáveis, mas geralmente acima dos valores de referência e cursam com PTH suprimido.
Uso: Auxiliar no diagnóstico de hiperparatiroidismo primário, hipoparatiroidismo, pseudoparatiroidismo,
Sugestão de leitura complementar:
Brooks MH, Bell NH, Love L, Stern PH, Orfei E, Queener SF, Hamstra AJ, DeLuca HF. Vitamin-D-dependent rickets type II. Resistance of target organs to 1,25-dihydroxyvitamin D. N Engl J Med 1978; 298(18):996-9.
Lorenzo JCERL. Rickets. In: Williams Textbook of Endocrinology, 11th ed. Saunders, 2009
Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Atenção: Os exames Vitamina D 25-Hidróxi e Vitamina D 1,25-Di-Hidróxi são testes laboratoriais distintos, com metodologias e finalidades clínicas diferentes. Certifique-se de que o pedido médico especifica qual destes deve ser analisado.
INTERPRETAÇÃO
A vitamina D é um hormônio esteroide lipossolúvel produzido na pele através da ação da luz solar ou obtido a partir de fontes alimentares. Uma deficiência crônica grave de vitamina D em lactantes e crianças provoca a deformação dos ossos, habitualmente denominada raquitismo, nos adultos, pode provocar fraqueza muscular proximal, dores ósseas e osteomalacia. Uma deficiência de vitamina D menos grave pode provocar hiperparatireoidismo secundário, aumento do metabolismo ósseo e perda óssea progressiva, aumentando o risco de osteoporose. A vitamina D existe em duas formas primárias: vitamina D3 (colecalciferol), produzida a partir da conversão de 7-desidrocolesterol na epiderme e na derme dos humanos com a exposição à luz solar, e vitamina D2 (ergocalciferol), adquirida na alimentação, principalmente nos peixes gordos, nos cogumelos, na gema de ovo e nos alimentos com suplemento de vitamina D. A vitamina D proveniente da pele ou da alimentação é biologicamente inativa. Ela entra na circulação e é transportada para o fígado, onde sofre hidroxilação, produzindo 25(OH) vitamina D. A 25(OH) vitamina D é ulteriormente metabolizada nos rins para a sua forma biologicamente ativa. A 25(OH) vitamina D sérica é o principal metabolito de vitamina D em circulação no corpo e reflete a absorção de vitamina D a partir da síntese cutânea e da alimentação. Por isso, a concentração sérica de 25(OH) vitamina D é considerada a medida clínica padrão do estado de vitamina D. Uma vez que a 25(OH) vitamina D sérica será uma mistura das formas D2 e D3.
Jejum de 4 horas ou mais.
À critério do médico, fazer a suspensão de anti-convulsivantes, etanol, colestiramina, óleos minerais e contraceptivos orais.
INTERPRETAÇÃO
Este exame é útil no diagnóstico de deficiência de vitamina E, ou tocoferol. A vitamina E contribui para a manutenção das membranas celulares e dos sistemas vascular e nervoso. Seu mecanismo de ação não é completamente conhecido. Sabe-se, porém, que os tocoferóis funcionam como antioxidantes e protegem a integridade das biomembranas. Tanto a deficiência de vitamina A quanto a de vitamina E, decorrem de má nutrição ou má absorção intestinal, podendo causar: Fraqueza muscular (astenia), perda de massa muscular (catabolismo), movimentos anormais dos olhos, problemas de visão (retinopatia), falta de coordenação motora (ataxia), imunidade debilitada, problemas de marcha, anemia. Em crianças, a carência de tocoferol pode causar neuropatias motoras e sensitivas, que são reversíveis. A suplementação com elevadas doses de vitamina E pode significativamente prejudicar a absorção de vitamina D e vitamina K. Alguns alimentos ricos em vitamina E são principalmente os de origem vegetal ricos em gordura, como as sementes de girassol, as avelãs e castanhas. Porém, alguns alimentos de origem animal, como salmão, bacalhau e ovo cozido também são ricos nesta vitamina. Níveis baixos podem ser determinados por má absorção (pancreatite, fibrose cística, atresia de vias biliares, ressecção intestinal), prematuridade, etilismo, cirrose, uso de anticonvulsivante, colestiramina, óleos minerais e contraceptivos orais.
Bebida alcoólica: Não ingerir qualquer bebida alcoólica 24 horas antes da coleta do material.
Jejum: Crianças até 6 anos de idade: Jejum obrigatório de 4 horas
Crianças a partir de 7 anos e adultos: Jejum obrigatório de 8 horas
Medicação: Informar o uso de medicamentos.
INTERPRETAÇÃO
A vitamina K, também conhecida como filoquinona, é um vitamina lipossolúvel, associada ao processo de coagulação e também com o metabolismo ósseo. Sua absorção depende da emulsificação das gorduras no trato digestivo, e portanto, portadores de patologias gastrointestinais ou hepáticas podem ter baixa absorção deste composto, e consequentemente, apresentar quadros de hemorragia e osteoporose. Sua dosagem é indicada para investigar a deficiência deste nutriente, e a necessidade, ou não, de suplementação.
Jejum não necessário
Comentários
Trata-se de arbovirose, de distribuição geográfica fundamentalmente amazônica. Tem quadro clínico bastante variável, desde uma febre inespecífica até um quadro artrítico muito grave, com febre elevada, artralgia, mialgia, cefaléia e tonturas. Ela entra no diagnóstico diferencial de quadros febris agudos, dengue, chikungunya, zika. O diagnóstico laboratorial envolve técnicas moleculares (RT-PCR) que é aplicado na 1ª semana da doença. A partir da segunda semana, opta-se pela sorologia, inicialmente IgM e , seguir, IgG.
Jejum não necessário
A escolha entre a pesquisa de anticorpos (Sorologia) ou a detecção do vírus (PCR) depende do tempo de início dos sintomas:
Fase Aguda (1º ao 5º dia): O exame mais indicado é o PCR (Biologia Molecular), que detecta o material genético do vírus no sangue.
Fase Pós-Aguda (A partir do 6º dia): Indica-se a Sorologia (IgM e IgG), pois é quando o sistema imunológico começa a produzir anticorpos detectáveis.
Comentários:
A Febre Oropouche é uma doença viral causada pelo vírus Oropouche (OROV). Ela é transmitida aos seres humanos principalmente pela picada de um mosquito minúsculo (um maruim ou "mosquito-pólvora") chamado Culicoides paraensis. Embora seja comum na região amazônica, surtos recentes têm sido registrados em diversas regiões do Brasil.
Sintomas Principais
Os sintomas costumam aparecer entre 3 a 8 dias após a picada e são muito parecidos com os da Dengue e da Zika:
Febre alta de início súbito.
Dor de cabeça intensa (frequentemente atrás dos olhos).
Dores musculares (mialgia) e dores nas articulações.
Calafrios, tontura e náuseas.
Sensibilidade à luz (fotofobia).
O Fenômeno da Recorrência
Um diferencial importante da Febre Oropouche é que ela pode apresentar um quadro de recrudescência: em até 60% dos casos, os sintomas podem retornar 1 ou 2 semanas após a melhora inicial, o que torna o diagnóstico sorológico ainda mais essencial para o monitoramento do paciente.
Transmissão
Diferente da Dengue, o ciclo de transmissão envolve principalmente o maruim em ambientes urbanos e silvestres. Não há registro de transmissão direta de pessoa para pessoa, exceto em casos raros de transmissão vertical (da mãe para o feto durante a gestação).
W
Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Comentários
O teste de Waaler Rose que consiste da aglutinação de hemácias de carneiro foi por anos o método para pesquisa do fator reumatóide (FR). Entretanto, apresenta desvantagens devido à subjetividade de sua leitura e baixa reprodutividade, sendo substituído por métodos mais modernos para detecção do Fator Reumatóide.
Jejum não obrigatório.
Interpretação do exame
Uso: auxílio no diagnóstico da febre tifóide.
Para a reação de Widal, o sangue deve ser coletado 7 a 14 dias após o início da infecção.
Na primeira semana, em geral, é evidenciada a presença de reações positivas com antígeno "O" (com títulos iguais ou superiores a 1/80), confirmando a presença de infecção ativa. As reações com o antígeno "H" aparecem mais tardiamente, com títulos superiores ao antígeno "O". Para a pesquisa de Salmonella paratyphi A e B, títulos maiores que 1/80 são sugestivos da doença.
É importante realizar a avaliação através de outros métodos: hemocultura ou coprocultura.
Y
Material: Fezes recentes.
Instruções
As fezes devem ser, preferencialmente, colhidas antes da administração de antimicrobianos.
Colha a amostra de fezes diretamente no frasco estéril. Procure incluir partes que apresentem muco, pus ou sangue e entregue o material ao laboratório o mais rápido possível.
Não coletar as fezes em meios de conservação (ex: MIF) ou outros aditivos químicos que interferem na viabilidade da análise.
Comentários
A Yersínia enterocolítica é transmitida por água, leite e alimentos. Inúmeros animais são reservatórios: cães, carneiros, porcos e gatos. A transfusão de sangue pode também transmitir a doença.
Manifesta-se com febre, diarreia, linfadenite mesentérica, dor abdominal, ileíte terminal, e ocasionalmente disenteria. Pode ainda evoluir com artrite e abscesso hepático.
A cultura de fezes em meios específicos confirma a suspeita diagnóstica, sendo a sensibilidade da cultura maior quando a amostra é coletada nos primeiros dias da doença.
Z
Jejum não obrigatório.
Fase aguda: dentro dos primeiros 8 dias de doença.
Fase convalescente: entre 10 a 14 dias após a coleta da amostra em fase aguda.
Interpretação do exame
O Zika vírus (ZIKV) é um vírus da família Flaviviridae, o mesmo da dengue e da febre amarela, transmitido através de mosquitos, como o Aedes aegypti. O vírus Zika é responsável pelo desenvolvimento de uma doença febril, a febre Zika, que apresenta sinais e sintomas similares aos da dengue, porém mais brandos. Dentre os principais sintomas destacamos: febre, cefaléia, mialgia, dor articular (principalmente das pequenas articulações como dedos das mãos e dos pés), conjuntivite, dor nos olhos, fotofobia, coceira na pele e rash. Informações sobre as alterações laboratoriais associadas com a infecção pelo Zika vírus são escassas, e incluem leucopenia, trombocitopenia e ligeira elevação da LDH, gama gGT e de marcadores de atividade inflamatória como Proteína C Reativa, fibrinogênio e ferritina. Destacamos que a febre Zika é uma infecção benigna, que costuma durar de 2 a 7 dias e não provoca complicações hemorrágicas como a dengue.
Indicações:
Avaliação de pacientes com quadro clínico sugestivo de febre Zika, sobretudo em indivíduos residentes em áreas onde casos já foram notificados, como na região nordeste do país.
Interpretação clínica:
O diagnóstico laboratorial específico de Zika baseia-se, principalmente, na detecção de RNA viral a partir de espécimes clínicos. O período virêmico não foi estabelecido, mas se acredita que seja curto, sendo recomendado que o exame seja realizado até o 4º dia do início dos sintomas.
Jejum não obrigatório.
Fase aguda: dentro dos primeiros 8 dias de doença.
Fase convalescente: entre 10 a 14 dias após a coleta da amostra em fase aguda.
Interpretação do exame
O Zika vírus (ZIKV) é um vírus da família Flaviviridae, o mesmo da dengue e da febre amarela, transmitido através de mosquitos, como o Aedes aegypti. O vírus Zika é responsável pelo desenvolvimento de uma doença febril, a febre Zika, que apresenta sinais e sintomas similares aos da dengue, porém mais brandos. Dentre os principais sintomas destacamos: febre, cefaléia, mialgia, dor articular (principalmente das pequenas articulações como dedos das mãos e dos pés), conjuntivite, dor nos olhos, fotofobia, coceira na pele e rash. Informações sobre as alterações laboratoriais associadas com a infecção pelo Zika vírus são escassas, e incluem leucopenia, trombocitopenia e ligeira elevação da LDH, gama gGT e de marcadores de atividade inflamatória como Proteína C Reativa, fibrinogênio e ferritina. Destacamos que a febre Zika é uma infecção benigna, que costuma durar de 2 a 7 dias e não provoca complicações hemorrágicas como a dengue.
Indicações:
Avaliação de pacientes com quadro clínico sugestivo de febre Zika, sobretudo em indivíduos residentes em áreas onde casos já foram notificados, como na região nordeste do país.
Interpretação clínica:
O diagnóstico laboratorial específico de Zika baseia-se, principalmente, na detecção de RNA viral a partir de espécimes clínicos. O período virêmico não foi estabelecido, mas se acredita que seja curto, sendo recomendado que o exame seja realizado até o 4º dia do início dos sintomas.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
Colher na primeira hora da manhã antes do horário de trabalho.
Interpretação do exame
O zinco é um elemento essencial e faz parte de diversas proteínas e enzimas. A sua deficiência se manifesta em seres humanos, após alguns anos de depleção, como resultado da ingestão constante de dietas deficitárias desse elemento que poderão causar transtornos na cicatrização de feridas, funções imunológicas, divisão e crescimento celular, desenvolvimento fetal , retarda o crescimento, desenvolvimento sexual, dermatites e alopecia.
A análise de Zn-Eritrocitário é para ajudar na avaliação do estado nutricional pregresso (carência) com relação a depleção e seus efeitos a curto, médio e longo prazo. Além dessa avaliação bioquímica, o diagnóstico deverá ser complementado com dados dietéticos e antropométricos. Excesso de zinco não é de grande preocupação clínica. O hábito de tomar megavitaminas (contendo grandes doses de zinco) não produz problemas de toxicidade direta. O excesso de zinco absorvido na dieta e por medicamentos é excretado na urina.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
INTERPRETAÇÃO
O zinco sérico é um oligoelemento essencial, amplamente encontrado na natureza e o segundo metal mais abundante no organismo, após o ferro. A principal aplicação industrial é na galvanização de aço e outros metais. A dosagem deste metal não é um indicador patológico de intoxicação ou deficiência desse metal. Inclusive podem se apresentar em níveis séricos normais mesmo em quadros de intoxicação. Porém a deficiência de zinco no organismo pode estar associada a má absorção devido a algumas patologias instaladas no paciente.
Instruções
No caso de avaliação ocupacional, a amostra de urina deve ser colhida após a jornada de trabalho e depois de dois dias seguidos de exposição, pelo menos.
Para mulheres, o ideal é não fazer o exame durante a menstruação.
Não colher após ejaculação (intervalo mínimo para coleta após ejaculação: 24 horas).
Colher uma amostra de urina de jato médio em frasco cristal de tampa branca.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Frasco transparente com tampa branca,
INTERPRETAÇÃO
A dosagem de zinco na urina é útil na avaliação da toxicidade e da deficiência de zinco, em conjunto com os níveis séricos e eritrocitários. Valores aumentados ocorrem em períodos pós-operatórios, uso de nutrição parenteral, aumento do catabolismo, cirrose hepática, hepatite viral, alcoolismo, neoplasias. Valores diminuídos são encontrados em casos de deficiência de zinco.
Material: fezes recentes
Jejum não obrigatório
Instruções de coleta
Evitar a utilização de laxantes ou supositórios. Coletar amostras de fezes em frasco limpo e sem conservantes. Coletar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal. Encaminhar imediatamente ao laboratório.
INTERPRETAÇÃO
A zonulina é uma proteína que pode ser utilizada como um biomarcador associado à permeabilidade intestinal. Ela é sintetizada nas células intestinais e hepáticas e regula de forma reversível a permeabilidade intestinal. Uma das toxinas bacterianas associadas à cólera, chamada toxina zonula occludens, abre rápida e reversivelmente as junções apertadas entre as células intestinais, causando temporariamente um intestino permeável. Altos níveis de zonulina têm sido associados com o aumento da permeabilidade intestinal, uma vez que a zonulina induz a quebra das junções entre as células epiteliais do intestino. Várias doenças auto-imunes, inflamatórias e neoplásicas têm sido associadas a níveis elevados de zonulina ou evidência de aumento da permeabilidade intestinal. Estes incluem doença celíaca, diabetes tipo 1 e doença hepática gordurosa não alcoólica juvenil. Além disso, evidências estão se acumulando para apoiar uma associação com esclerose múltipla, artrite reumatóide, asma e doença inflamatória intestinal.
Material: SANGUE
Jejum não obrigatório
INTERPRETAÇÃO
A zonulina é uma proteína que regula a permeabilidade das junções entre as células da mucosa intestinal, chamadas junções estreitas, essa função é essencial para manter o equilíbrio entre permitir a passagem de nutrientes e impedir a entrada de substâncias potencialmente prejudiciais, como patógenos e toxinas.
Á
Material: Urina
Instruções
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Jejum não necessário
Comentários
O dissulfeto de carbono é um solvente empregado na indústria para a obtenção de diversos materiais, como a borracha e seus derivados, papel celofane, adesivos autocolantes e fibra rayon. A principal via de absorção na exposição ocupacional é a pulmonar. Também pode ser absorvido pela pele íntegra e, em casos de ingestão acidental, pelo trato gastrointestinal. Exposições prolongadas ao solvente em baixas concentrações provocam efeitos neurológicos e efeitos cardiovasculares, com aumento da incidência de doença isquêmica do coração. O quadro neurológico pode se apresentar como polineuropatia periférica, mielopatia, alterações cognitivo-comportamentais, ataxia cerebelar, tremor e parkinsonismo. Setenta a 80% do dissulfeto de carbono sofre biotransformação no organismo e origina subprodutos que são excretados pela urina. O ácido 2-tio-tiazolidina-4-carboxílico (TTCA) é um desses produtos de biotransformação e sua dosagem na urina é o indicador biológico recomendado pela NR-7 para avaliação da exposição ocupacional ao sulfeto de carbono.
Material: Urina de 24 horas
Instruções
Permanecer 24 horas antes e durante a coleta da amostra sem ingerir os seguintes alimentos:
Abacate
Abacaxi
Ameixa
Banana
Berinjela
Pickles
Nozes
Tomate.
Caso faça uso contínuo de algum dos medicamentos abaixo, ENTRAR EM CONTATO COM O MÉDICO assistente para avaliar a suspensão do mesmo:
Medicamentos que interferem nos níveis de Ácido 5-hidroxiindolacético:
Acetaminofen,
Ácido Acético,
Ácido Dehidroxifenilacetico,
Ácido Gentisico,
Ácido Homogentisico,
Fenotiazinas,
Formaldeído,
Imipramina,
Isoniazida,
Inibidores da Mao,
L-Dopa, (Levodopa)
Metil Dopa,
Morfina,
Naproxifeno,
Salicilatos,
Xaropes para tosse com gliceril guacolato.
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco âmbar e sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
A amostra deve ser refrigerada desde o início da coleta.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Orientações para coleta:
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
Material: Urina de 24 horas
Coletar urina de 24 horas em frasco fornecido exclusivamente pelo laboratório.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Orientações para coleta:
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Interpretação do exame
O ácido cítrico previne a formação de cálculos renais uma vez que forma complexos solúveis com o cálcio, diminuindo o cálcio livre. Hipocitratúria é encontrada em 20-40% dos pacientes formadores de cálculos, seja como distúrbio isolado ou em combinação com outras anormalidades metabólicas. A hipocitratúria pode ser idiopática ou secundária a doença sistêmica como acidose tubular renal, doença diarréica crônica, acidose metabólica, hipocalemia e hipomagnesemia.
Indicações: Investigação etiológica da nefrolitíase
Interpretação clínica: Valores diminuídos favorecem a formação de cálculos renais.
Obs: como ácido cítrico aumenta com a osteólise, devido à liberação óssea, a sua dosagem no sangue já foi utilizada no passado na avaliação do metabolismo ósseo. Atualmente, com a dosagem de marcadores específicos caiu em desuso.
Sugestão de leitura complementar:
Penido MGMG1, Diniz JSS, Guimarães MM e col. Excreção urinária de cálcio, ácido úrico e citrato em crianças e adolescentes sadios. Pediatr 2002;78(2):153-60.
Nicar MJ, Skurla C, Sakhaee K, Pak CYC. Low urinary citrate excretion in nephrolithiasis. Urology 1983; 21:8-14.
Material: Urina recente
Urina amostra isolada de qualquer micção com intervalo de 2 horas ou a critério do medico assistente.
O 1º jato de urina deve ser desprezado, coletar o 2º jato.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Interpretação do exame:
O ácido cítrico previne a formação de cálculos renais uma vez que forma complexos solúveis com o cálcio, diminuindo o cálcio livre. Hipocitratúria é encontrada em 20-40% dos pacientes formadores de cálculos, seja como distúrbio isolado ou em combinação com outras anormalidades metabólicas. A hipocitratúria pode ser idiopática ou secundária a doença sistêmica como acidose tubular renal, doença diarréica crônica, acidose metabólica, hipocalemia e hipomagnesemia.
Indicações: Investigação etiológica da nefrolitíase
Interpretação clínica: Valores diminuídos favorecem a formação de cálculos renais.
Obs: como ácido cítrico aumenta com a osteólise, devido à liberação óssea, a sua dosagem no sangue já foi utilizada no passado na avaliação do metabolismo ósseo. Atualmente, com a dosagem de marcadores específicos caiu em desuso.
Sugestão de leitura complementar:
Penido MGMG1, Diniz JSS, Guimarães MM e col. Excreção urinária de cálcio, ácido úrico e citrato em crianças e adolescentes sadios. Pediatr 2002;78(2):153-60.
Informar se a urina é de início ou final de jornada.
O horário de coleta não é crítico desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo sem afastamento maior que 4 dias
Mulheres não podem fazer uso de creme e/ou óvulo vaginal nas 48 horas que antecedem o exame e, idealmente, devem colher a amostra fora do período da menstruação
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher o jato médio da urina com retenção de 4 horas entre as micções.
Lavar as mãos com água e sabão
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para os exames realizados via domicilio
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas unidades ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas unidades
COLETOR PROTEGIDO DA LUZ
Interferentes
Barbitúricos, Clordiazepóxido, Cloroquina, Clorpropamida, Diazepam, Ergotamina, Estrógenos, Etanol, Hidantoinatos, Sulfamídicos.
O uso recente de dipirona pode interferir nos níveis de creatinina dosada pelo método Enzimático.
Comentários
A norma brasileira adota o ALA-U como um dos indicadores biológicos para a vigilância de trabalhadores expostos ao Chumbo. A ação nociva do Chumbo no organismo é precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteração na síntese do heme, causada pela inibição de algumas enzimas envolvidas na síntese da hemoglobina. O metal se liga à enzima ácido aminolevulínico desidratase (ALA-D), causando o acúmulo do Ácido delta-aminolevulínico (ALA) no sangue e na urina. Deste modo, a determinação da concentração do Ácido delta- aminolevulínico urinário (ALA-U) tem sido proposta para o monitoramento da exposição ocupacional ao Chumbo, paralelamente aos níveis do metal no sangue (Pb-S).
Fonte do Valor de Referência
NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
PCMSO (Quadro 1) - Portaria SEPRT nº 6.734, de 09 de março de 2020.
Material: Urina recente
Jejum não é necessário.
Instruções:
Colher urina ao final do último dia da jornada de trabalho da semana.
Evitar a primeira jornada de trabalho da semana.
Colher o jato médio da urina com retenção de 4 horas entre as micções.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar: o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas unidades ou adquirido em farmácias, o material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas unidades
Comentários
O Estireno é um hidrocarboneto aromático monocíclico utilizado principalmente em indústrias de polímeros em que plástico, borrachas sintéticas e resinas são produzidas.
O Estireno provoca irritação na pele e em mucosas, apresenta neurotoxicidade central e periférica, além de ser hepatotóxico e carcinogênico.
O Estireno liberado de polímeros e resinas pode provocar contaminação do ar ambiente e exposição por inalação.
Uma vez absorvido, o Estireno é metabolizado até a formação de Ácido Mandélico e, então, Ácido Fenilglioxílico.
De acordo com a última atualização da NR-7, a exposição a Estireno deve ser avaliada pela soma dos Ácidos Mandélico e Fenilglioxílico na urina.
Jejum não necessário.
INTERPRETAÇÃO
A dosagem dos anticorpos anti-ácido fosfatídico está relacionada ao diagnóstico de Síndrome Antifosfolípido em mulheres com abortos de repetição.
Jejum não necessário
Medicamentos: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. superior a 5 mg/dia) até no mínimo 8 horas após a última administração de biotina.
INTERPRETAÇÃO
O ácido fólico é uma vitamina hidrossolúvel do complexo B, também chamado de vitamina B9, que tem função na maturação das hemácias e atua no processo de síntese das purinas e pirimidinas, componentes dos ácidos nucleicos. Níveis baixos de ácido fólico nas hemácias, ocorrem em pacientes com anemia, desnutrição, síndrome de má-absorção intestinal, doença celíaca, doença maligna, doença hepática, anorexia nervosa; grávidas e alcooólatras.
Essa deficiência pode estar relacionada à carência de vitamina B9 ou B12, que é necessária para a penetração tissular do folato.
Valores elevados de folato sérico e hemático são encontrados em pacientes com hipertireoidismo.
A concentração de ácido fólico intraeritocitário é calculada com base no valor do hematócrito.
Não é possível realizar este exame em amostras com hematócrito superior a 55.
Instruções de preparo
Preparo: Não tomar suplementos de ácido fólico nem consumir alimentos fortificados com ácido fólico 72 horas antes da coleta.
*Obrigatório o envio do pedido médico e autorização do paciente em carta do próprio punho para a realização do exame, em casos de crianças, autorização do responsável (informar nome completo e número do CPF).
INTERPRETAÇÃO
Do ponto de vista estritamente clínico, o teste FRAT avalia a presença de biomarcadores associados à Deficiência Cerebral de Folato (CFD). Especificamente, o teste quantifica dois tipos de autoanticorpos contra o Receptor de Folato Alfa (FR?):
Autoanticorpos Bloqueadores: ligam-se diretamente ao sítio de união do receptor, impedindo fisicamente que o folato se acople.
Autoanticorpos de Ligação (Binding): ligam-se a outras partes do receptor, desencadeando uma resposta inflamatória mediada pelo complemento, que degrada a função do receptor.
Ambos os autoanticorpos levam à hipofolatemia cerebral funcional, independentemente de os níveis de folato periférico estarem normais.
Um resultado positivo para qualquer um dos autoanticorpos avaliados no teste FRAT justifica o uso de leucovorina em vez de ácido fólico. A leucovorina tem uma constante de afinidade significativamente maior pelo Transportador de Folato Reduzido (RFC). Em doses farmacológicas, o RFC funciona como uma via alternativa (bypass), permitindo que o folato alcance o sistema nervoso central apesar do bloqueio do receptor alfa. As evidências disponíveis (estudos do Dr. Frye et al.) sugerem que a identificação precoce desses autoanticorpos e o início do tratamento com leucovorina correlacionam-se com melhorias significativas na comunicação receptiva e expressiva.
Material: urina recente
Coletar urina de pré jornada de trabalho em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo fornecido pelo laboratório.
Interpretação do exame
Absorvido principalmente por via pulmonar, o tolueno é biotransformado no fígado, formando ácido hipúrico, benzoilglicuronatos e, em menor proporção, outras substâncias. Pode ser originário do ácido benzóico proveniente de alguns alimentos.
Sugestão de leitura complementar:
Gonzalez KC, SagebinI FR, Oliveira PG, Glock L, ThiesenI FV. Estudo retrospectivo dos níveis de ácido hipúrico urinário em exames de toxicologia ocupacional. Ciênc. saúde coletiva 2010; 15( Suppl 1 ): 1637-41.
Roberts LG, Bevans AC, Schreiner CA. Developmental and reproductive toxicity evaluation of toluene vapor in the rat. I Reproductive toxicity. Reprod Toxicol 2003;17:649-58.
Material: Urina recente (amostra isolada)
Preparo do Paciente:
Jejum: Não é necessário jejum para este exame.
Medicamentos: Informe à nossa equipe quais medicamentos você está utilizando.
Questionário: É necessário o preenchimento do documento REQ03595 - Questionário para Investigação de Erros Inatos do Metabolismo no momento do atendimento.
Uso de Contraste: Caso tenha realizado exames com contraste (oral ou endovenoso), aguarde 72 horas para realizar a coleta da urina.
Período Menstrual: O ideal é aguardar o término do período menstrual para realizar o exame. Em casos de urgência, siga as orientações de coleta abaixo.
Instruções para a Coleta:
Higiene: Realize a higiene da região íntima com água e sabão neutro antes de coletar.
Momento da Coleta: Preferencialmente, colete a primeira urina da manhã. Caso não seja possível, pode ser qualquer outra micção, desde que você esteja há pelo menos 2 horas sem urinar.
Técnica (Jato Médio): Comece a urinar no vaso sanitário (desprezando o 1º jato) e, sem interromper o fluxo, colete o restante da urina diretamente no frasco estéril fornecido pelo laboratório.
Atenção ao Período Menstrual:
Se a coleta for urgente durante a menstruação, recomenda-se o uso de absorvente interno (tampão) para evitar a contaminação da amostra com sangue.
IMPORTANTE: O uso de absorvente interno não é recomendado para mulheres virgens. Nestes casos, a coleta deve ser evitada durante a menstruação.
Interpretação do exame
O ácido homogentísico acumula-se no sangue, urina e outros tecidos conjuntivos na alcaptonúria, doença que ocorre por deficiência da enzima ácido homogentísico-oxidase.
Indicação: O teste é útil no diagnóstico da alcaptonúria.
Interpretação clínica: Está aumentado na alcaptonúria
Interferentes: aumentando - ácido aminosalicílico, levodopa, fenotiazinas, salicilatos, ácido ascórbico, L-dopa
Sugestão de leitura complementar:
Forslind K, Wollhein FA, Akesson B, Rydholm U. Alkaptonuria and ochronosis in three siblings: ascorbic acid treatment monitored by urinary HGA excretion. Clin Exp Rheumatol 1988; 6: 289-92.
Gonçalves FPA, Ribeiro FR, Filardi CS, Brasil Filho R. Artropatia ocronótica. Acta Ortoped Bras 2006; 14(1): 40-1.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- Evitar exercício físico antes da coleta do exame.
- Caso tenha feito algum exercício físico antes da coleta, recomenda-se repouso de 30 minutos
Exame realizado no material líquor.
Não realizamos a coleta do material, pois trata-se de um procedimento médico, recebemos o material já coletado.
O volume necessário para realização do exame é de no mínimo 0,8 mL.
A amostra deve ser enviada o mais breve possível ao laboratório, prazo máximo de 2 horas após a coleta.
Recomendado que seja feito o contato prévio com o laboratório para o recebimento do material, devido a sua baixa estabilidade.
Jejum não é necessário.
Material: urina recente
Colher amostra de urina ao final do último dia de jornada de trabalho da semana.
Evitar a primeira jornada de trabalho da semana.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas unidades ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas unidades.
NOTAS:
- Limite de detecção (sensibilidade analítica): 2,46 mg/L.
- *IBMP (Índice Biológico Máximo Permitido): é o valor máximo do
indicador biológico para o qual se supõe que a maioria das pessoas
ocupacionalmente expostas não corre risco de dano à saúde. A
ultrapassagem deste valor significa exposição excessiva.
- De acordo com a última atualização da NR-7, a exposição a Estireno e
a exposição a Etilbenzeno devem ser avaliadas pela soma dos ácidos
mandélico e fenilglioxílico na urina.
Material: urina recente
Coletar urina do final do último dia da jornada de trabalho, ou após o período de exposição.
Jejum não necessário
Interpretação do exame:
É o indicador biológico da exposição ocupacional ao xileno, utilizado na indústria como solvente para tintas e lacas, solvente em indústrias de couro e borracha, agente de limpeza e desengordurante e na indústria química, plástica e de fibras sintéticas. Pode ser absorvido por via pulmonar e cutânea e é biotransformado no fígado, formando os ácidos meta e para-metil-hipúrico. Do xileno absorvido cerca de 95% são excretados como ácido metil-hipúrico.
Indicações: Avaliação da toxicidade pelo xileno
Interpretação clínica: Níveis acima do índice biológico máximo permitido (IBMP) chamam a atenção para a possibilidade de intoxicação pelo xileno
Sugestão de leitura complementar:
Hippuric and Methylhippuric Acids in urine. Disponível em http://www.cdc.gov/niosh/docs/2003-154/pdfs/8301.pdf, consulte em 17 de dezembro de 2014.
Silva AL, Silveira JN, Jacinto M, Amorim LCA, Alvarez-Leite EM. Determinação simultânea dos ácidos hipúrico e metil-hipúrico urinários por métodos cromatográficos: comparação entre cromatografia líquida de alta eficiência e cromatografia gasosa capilar. Rev Bras Cienc Farmacol 2002; 38 (2): 198-204.
Material: urina recente
Coletar a amostra em coletor de urina limpo e sem aditivo
Interpretação do exame
É o indicador biológico da exposição ocupacional ao xileno, utilizado na indústria como solvente para tintas e lacas, solvente em indústrias de couro e borracha, agente de limpeza e desengordurante e na indústria química, plástica e de fibras sintéticas. Pode ser absorvido por via pulmonar e cutânea e é biotransformado no fígado, formando os ácidos meta e para-metil-hipúrico. Do xileno absorvido cerca de 95% são excretados como ácido metil-hipúrico.
Indicações: Avaliação da toxicidade pelo xileno
Interpretação clínica: Níveis acima do índice biológico máximo permitido (IBMP) chamam a atenção para a possibilidade de intoxicação pelo xileno
Sugestão de leitura complementar:
Hippuric and Methylhippuric Acids in urine. Disponível em http://www.cdc.gov/niosh/docs/2003-154/pdfs/8301.pdf, consulte em 17 de dezembro de 2014.
Silva AL, Silveira JN, Jacinto M, Amorim LCA, Alvarez-Leite EM. Determinação simultânea dos ácidos hipúrico e metil-hipúrico urinários por métodos cromatográficos: comparação entre cromatografia líquida de alta eficiência e cromatografia gasosa capilar. Rev Bras Cienc Farmacol 2002; 38 (2): 198-204.
Material: Urina
É recomendado que apenas a segunda amostra de urina após o jejum noturno seja utilizada para a dosagem.
A amostra deve ser encaminhada ao laboratório imediatamente após a coleta devido ao curto prazo de conservação refrigerada.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Comentários:
Determinação de ácido metilmalônico é uma importante ferramenta para o diagnóstico de acidemia metilmalônica e também para diagnóstico da deficiência de vitamina B12.
- Jejum desejável: mínimo de 4 horas ou à critério médico.
Interpretação do exame
A carência de vitamina B12, seja adquirida ou por erro inato de seu metabolismo assim como a deficiência da enzima metilmalonil CoA mutase resultam em diminuição da degradação do ácido metilmalônico e consequentemente levam à acidemia metilmalônica. É considerado um marcador mais sensível de deficiência de B12 do que a própria dosagem da cobalamina, refletindo melhor as concentrações intracelulares dessa vitamina, por ser mais estável e abundante. Além do ácido metilmalônico, a homocisteína também está elevada no sangue, e ambos voltam aos níveis normais após algumas semanas de tratamento. Os níveis plasmáticos desses metabólitos devem ser interpretados com cautela em pacientes com insuficiência renal crónica, devido à tendência de acúmulo, e na presença de acidúria metilmalônica.
Indicações: Suspeita de deficiência da metilmalonil-CoA mutase e na carência de vitamina B12, adquirida ou consequente a erro inato de seu metabolismo.
Interpretação clínica: Aumento dos níveis séricos ocorre em estados de carência de vitamina B12, seja esta adquirida ou consequente a erro inato de seu metabolismo. É, provavelmente, uma indicação mais definitiva de deficiênica inicial de vitamina B12 do que a própria determinação dos níveis de cobalamina, principalmente quando a concentração de cobalamina está nos níveis inferiores de referência, mas ainda normal.
Sugestão de leitura complementar:
Lakso HA. Quantification of methylmalonic acid in human plasma with hydrophilic interaction liquid chromatography separation and mass spectrometric detection. Clin Chem 2008; 54(12): 2028-35
Paniz C, Grotto D, Schmitt GC, Valentini J, Schott KL, Pomblum VJ, Garcia SC. Fisiopatologia da deficiência de vitamina B12 e seu diagnóstico laboratorial. J Bras Patol Med Lab 2005; 41( 5): 323-34
Informar medicamentos em uso.
Jejum não necessário.
Coletar urina 24 horas.
- Preferencialmente não realizar no período menstrual. Em casos excepcionais e nos de urgência, pode ser realizada a coleta de urina menstruada utilizando-se um tampão vaginal. O tampão vaginal não é recomendado para mulheres VIRGENS.
- Dois (2) dias antes do início da coleta e no terceiro dia, quando a coleta da urina será iniciada, o paciente deverá abster-se de qualquer substância que contenha vitamina C, como: Abacaxi, Acerola, Tomate, Espinafre, Gelatina, Laranja, Limão, Morango.
- Algumas medicações que contenham Vitamina C podem alterar o resultado do exame. Evite o uso desses medicamentos durante o período de dieta e coleta de material.
***Medicamentos prescritos só devem ser suspensos a critério do médico assistente.***
- No dia em que iniciar a coleta do material, ao levantar-se, paciente deve assinalar o horário (exemplo 7:00). Desprezar o conteúdo da primeira micção, esvaziando a bexiga. A partir deste momento, coletar integralmente o produto de cada micção no frasco fornecido pelo laboratório.
- Manter o (s) frasco (s) em local fresco, protegido de luz direta e longe do alcance de crianças e animais.
- A coleta será finalizada no dia seguinte, no mesmo horário em que se iniciou no dia anterior (exemplo 7:00). Nesta hora o paciente deverá colher todo o volume da micção, e colocá-lo no frasco de coleta.
- Todo volume urinário colhido nas 24 horas, deverá ser encaminhado ao Laboratório no prazo de 2 horas após a coleta.
- Não perca nenhuma micção. Caso isso ocorra, despreze todo o conteúdo do frasco e inicie o procedimento novamente. Não entenda como uma continuidade, mas um novo período de 24 horas.
Interpretação do exame
Exame que faz parte da rotina de investigação de cálculos urinários de repetição, útil na avaliação das alterações que cursam com hiperabsorção, excreção ou alterações do metabolismo do ácido oxálico. Existem dois tipos de oxalúria endógena primária: o tipo I é uma doença autossômica recessiva com aumento da produção de oxalato devido a defeito do metabolismo do glicooxalato que leva a oxalose sistêmica e insuficiência renal; o tipo II caracteriza-se por aumento da excreção de ácido oxálico e glicérico, raramente evoluindo para insuficiência renal.
Indicações: Avaliação de alterações da absorção, metabolismo e excreção do oxalato.
Interpretação clínica: Hiperoxalúria ocorre em casos de mal absorção, como nos casos de cirurgias de retirada do intestino delgado. Existe associação entre aumento de excreção urinária de oxalato e formação de cálculos renais, porém, devido às alterações frequentes dos níveis de oxalato urinário dependentes da dieta e uso de medicamentos ( vitamina C em especial ) torna-se um método pouco específico para estabelecer este diagnóstico, sendo solicitado após terem excluídas perdas minerais geradoras de cálculos, como hipercalciúria.
Sugestão de leitura complementar:
Curhan GC. Epidemiology of stone disease. Urol Clin North Am. 2007;34:287-93
Massey LK, Liebman M, Kynast-Gales SA. Ascorbate increases human oxaluria and kidney stone risk. J Nutr. 2005;135:1673-7.
Coletar urina de pré jornada de trabalho em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo e fornecido pelo laboratório.
Manter a amostra refrigerada para o envio ao laboratório.
Interpretação do exame
É o indicador biológico mais sensível à baixa exposição ao benzeno.
Indicação: Indicador biológico de exposição ao benzeno. Usado em substituição ao fenol urinário pra detecção de baixa exposição.
Interpretação clínica: Níveis acima do Índice Biológico Máximo Permitido (IBMP) apresentam boa correlação com os níveis do solvente no ar.
OBS: O consumo de alimentos com ácido sórbico e o fumo aumentam a excreção de ácido trans, transmucônico.
Sugestão de leitura complementar:
MartinsI I, Siqueira MEPB. Trans,trans-muconic acid in urine samples collected in three periods from benzene handling workers in a Brazilian refinery. Rev Bras Cienc Farm 2004; 40( 2 ): 197-201.
Sirirat Chanvaivit. Exposure assessment of benzene in Thai workers, DNA-repair capacity and influence of genetic polymorphisms. Mut Research Fund Mol Mechan Mutag 2007; 626(1-2):79-87.
Jejum não obrigatório.
Recomenda-se coletar material no início da última jornada de trabalho da semana.
O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório.
Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias. O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar.
Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas unidades.
Comentários
Da linha de clorados, o Brasil consome basicamente Tricloroetileno, Cloreto de Metileno e Tetracloroetileno, em aplicações diversas, da extração de princípios ativos de antibióticos, intermediário químico, a lavagem a seco de tecidos, passando pelo desengraxamento de superfícies metálicas e plásticas.
Em decorrência do uso industrial, tanto o tricloroetileno como o tetracloroetileno encontram-se amplamente distribuídos no meio ambiente, e são detectados na água da chuva, em águas superficiais e subterrâneas e em alimentos, possíveis fontes de exposição para a população geral.
As principais vias de introdução no organismo pela exposição ocupacional são a pulmonar e a dérmica.
Após sua rápida absorção, esses toxicantes são distribuídos para o fígado, rins, Sistema cardiovascular, Sistema Nervoso central e tecido adiposo.
Tricloroetano, tricloroetileno e tetracloroetileno apresentam o ácido Tricloroacético (TCA) como produto de biotransformação comum.
Na última atualização da NR-7, o ácido tricloroacético em urina coletada ao final do último dia de jornada da semana é um dos indicadores biológicos recomendados para avaliação de exposição excessiva a 1,1,1-Tricloroetano e a tricloroetileno, mas não está mais entre os indicadores recomendados para avaliação da exposição ao tetracloroetileno, como na versão anterior da Norma (NR-7, 2018).
- Jejum não obrigatório.
- A coleta deve ser realizada antes da próxima dose do medicamento.
- A dose do medicamento deve ser estável por pelo menos dois dias e não deve ter havido falha na tomada do mesmo.
- Em suspeita de intoxicação, pelo menos seis horas após a última dose.
Interpretação do exame
Os níveis séricos de ácido valpróico devem ser mantidos na faixa de referência indicada. Concentrações superiores às concentrações tóxicas podem causar toxicidade direta ou indireta em vários órgãos, notadamente fígado, medula óssea e tecido cerebral.
Interferentes: recomenda-se tomada do medicamento e coleta da amostra realizadas de modo constante, dada à característica circadiana das concentrações de ácido valpróico. A exposição a qualquer agente metabolizado do álcool ou hepatotóxico pode interferir nos níveis séricos da droga, especialmente álcool. Processos patológicos que envolvam o fígado também podem interferir nos valores.
Indicação: Monitoração de níveis terapêuticos de ácido valpróico (valproato), utilizado no tratamento de epilepsias.
Sugestão de leitura complementar:
Antunes MV, Nagel V, Linden R, Werlang HO, Hermes D. Determinação de ácido valpróico em soro por cromatografia líquida de alta eficiência com detector de arranjo de diodos (CLAE-DAD), após derivatização com brometo de fenacila. Quim Nova 2009; 32(5), 1227-30.
Resolução RDC nº 67, de 08 de outubro de 2007 (Anexo VIII). Disponível em http://portal.crfsp.org.br/juridico-sp-42924454/legislacao/1009-resolucao-rdc-no-67-de-08-de-outubro-de-2007-anexo-viii.html, consulta em 03 de janeiro de 2015.
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
O paciente deverá permanecer 24 horas antes e durante a coleta sem ingerir os alimentos como café, chá, refrigerante de cola e fumo, pois estes podem interferir no resultado.
Utilizar o frasco sem conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
A amostra deve ser refrigerada desde o início da coleta.
Informar horário inicial e final da coleta, peso, medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da última dose.
Caso o cliente faça uso contínuo de algum dos medicamentos abaixo, deve entrar em contato com o médico assistente para avaliar a suspensão do mesmo.
***A suspensão, assim como o seu período, fica exclusivamente a critério do médico.***
Podem promover aumento do Ácido Vanilmandélico:
=> alfa- bloqueadores (fentolamina, fenoxibenzamina e prazosin);
=> antidepressivos (amitriptilina, amoxapina, desipramina, imipramina e nortriptilina);
=> antihistamínicos (difenilhidramina, clorfeniramina e prometazina);
=> antipsicóticos (clorpromazina, clozapina, ferfenazina);
=> beta- bloqueadores (atenolol, labetolol, metoprolol, nadolol, findolol, propranolol, timolol);
=> antagonistas dos canais de cálcio (fenodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil);
=> drogas catecolamina-like (L-dopa, epinefrina, norepinefrina, dopamina, metildopa);
=> diuréticos (hidrocloroatiazida, furosemida);
=> inibidores da monoaminoxidase (fenelzine);
=> estimulantes (cafeína, nicotina, aminofilina, teofilina);
=> simpaticomiméticos (albuterol, anfetaminas, efedrina, isoproterenol, metaproterenol, pseudoefedrina e terbulina);
=> vasodilatadores (diazóxido, hidralazina, isossorbida, minoxidil, nitroglicerina e outrosnitratos e nitritos);
=> outros (cocaína, insulina, levodopa, metilfenidato, metoclopramida, morfina, naloxona, fentazocina, proclorperazina e TRH).
Podem promover diminuição do Ácido Vanilmandélico:
=> anti-hipertensivos (captopril, clonidina, guanabenz, guanetidina, guanfacina, reserpina);
=> antipsicóticos (haloperidol);
=> agonista dopaminérgico (bromocriptina);
=> outros (dissulfiram, metirosina, octreotida).
Instruções durante a coleta:
1. Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora esta urina (NÃO armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
2. A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
3. Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
4. Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Atenção:
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar alguma urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
PARA COLETA DOMICILIAR:
O frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas unidades ou adquirido em farmácias.
O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas unidades.
O agendamento deverá ser realizado no ultimo horário antes da entrega do material na loja ou com possibilidade de reservar horário de deslocamento com taxa.
- Jejum não obrigatório. Mas é recomendável aguardar pelo menos 4 horas após as principais refeições.
- Informações sobre o exame:
O Ácido Úrico é o produto de degradação final do metabolismo das purinas (componentes presentes em muitos alimentos e produzidos pelo próprio corpo). Sua dosagem sérica é essencial para avaliar como o organismo está processando e eliminando esta substância, sendo um indicador importante da saúde metabólica e renal.
- Valores Elevados (Hiperuricemia):
Níveis elevados de ácido úrico no sangue podem ocorrer devido a uma combinação de aumento na produção ou diminuição na excreção da substância. Fatores que podem elevar seus níveis incluem:
Fatores Dietéticos e de Estilo de Vida:
Dieta rica em purinas (ex: consumo excessivo de carnes vermelhas, frutos do mar, bebidas alcoólicas).
Atividade física intensa (pode aumentar temporariamente os níveis).
Consumo de álcool (etilismo).
Fatores Relacionados ao Metabolismo e Excreção:
Função renal comprometida (reduzindo a capacidade de eliminação).
Aumento da degradação celular (associado a certas condições metabólicas ou tratamentos).
Uso de Medicamentos/Tratamentos:
Tratamentos que causam lise celular (Quimioterapia e Radioterapia).
Drogas específicas: Diuréticos, beta-bloqueadores, didanosina, ciclosporina, e doses baixas de salicilatos.
- Valores Reduzidos (Hipouricemia):
A redução dos níveis séricos de ácido úrico é menos comum e geralmente está associada a:
Alterações Renais: Problemas nos túbulos renais que aumentam a eliminação.
Fatores Dietéticos: Dieta pobre em purinas.
Medicamentos: Uso de Alopurinol e doses altas de salicilatos.
NOTA IMPORTANTE: As informações clínicas aqui fornecidas têm caráter educativo e geral. A finalidade do seu exame de Ácido Úrico e a interpretação dos resultados cabem exclusivamente ao seu médico, que avaliará o contexto completo da sua saúde e histórico.
USO DE CONSERVANTE: BICARBONATO (fornecido pelo laboratório)
O exame é realizado na amostra de urina 24h.
Utilizar o frasco com conservante fornecido pelo laboratório para coleta de urina 24h.
Ao acordar esvaziar a bexiga, jogando fora a urina (não armazenar no frasco da coleta). Anotar o horário. Este é o horário de início da coleta.
A partir desse momento coletar todo o volume de todas as urinas e armazenar no frasco próprio até completar 24 horas.
Às 24 horas se completam no horário que esvaziou a bexiga no dia anterior, e não no horário que começou a coletar a urina.
Ao término da coleta de urina, comparecer ao laboratório para a entrega da mesma.
Não perder nenhum volume de urina durante a coleta.
Se esquecer de coletar qualquer urina, interrompa a coleta, despreze o material e reinicie o procedimento.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
Manter sua rotina diária.
Mulheres: não realizar a coleta no período menstrual.
Comentários
O ácido úrico é o produto final do metabolismo das purinas. Cerca de 70% é eliminado pelos rins.
São causas de diminuição da sua excreção urinária: diabetes insipidus nefrogênico, acidose metabólica ou respiratória, uso de álcool, intoxicação por chumbo, uso de diuréticos e outros medicamentos, como salicilatos em baixas doses, pirazinamida e etambutol.
Dieta rica em purinas e doenças como leucemias e policitemia vera são causas de elevação do ácido úrico urinário. Sua excreção também aumenta em situações em que há redução do volume urinário com expansão do volume extracelular, como na Secreção Inapropriada de ADH (SIADH), e em decorrência do uso de agentes uricosúricos, como probenecida, losartan, salicilatos e ácido ascórbico em altas doses, manitol e meios de contraste.
A dosagem de ácido úrico na urina de 24 horas é útil na avaliação de pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção de urato aumentada.
Jejum: mínimo de 12 horas.
INTERPRETAÇÃO
Este exame pode ser utilizado como avaliação da função hepática, antes da formação dos sinais clínicos de doença avançada e a na fase inicial da depuração hepática endógena . Pode também ser tido como um indicador da melhora histológica hepática em pacientes com hepatite crônica C, que estão respondendo ao tratamento com Interferon, além de marcador de colestase intra-hepática na gravidez.
- Jejum necessário de 12 horas.
- Para crianças, ficam estabelecidos os seguintes intervalos de jejum:
- Menores de 1 ano: Intervalo entre as mamadas (jejum de 3 horas);
- Crianças de 1 a 4 anos: 6 horas de jejum;
- Crianças a partir de 5 anos: Igual critério para adultos.
INTERPRETAÇÃO
Os ácidos orgânicos compõem um grupo de substâncias de propriedades ácidas que possuem átomos de carbono em sua fórmula. Os ácidos orgânicos, de um modo geral, são largamente aplicados a dietas animais, como bovinos, suínos e aves de corte
Instruções
Colher, preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 04 horas após a última micção. - Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio. - Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
Para coleta domiciliar: o frasco para a realização desse exame deve ser retirado pelo cliente ou responsável em uma de nossas lojas ou adquirido em farmácias. O material deverá ser entregue ao colhedor no momento do atendimento domiciliar. Se não for possível, o cliente ou responsável deverá entregar o material posteriormente, em uma de nossas lojas.
Jejum: Não é necessário.
Í
Jejum de pelo menos 8h ou a critério médico.
Ó
Jejum não necessário
INTERPRETAÇÃO
O óxido nítrico (NO) é um radical livre, gasoso, inorgânico e incolor, considerado um dos mais importantes mediadores de processos intra e extracelulares. É participante do relaxamento e proteção vascular. Além disto, é um mediador citotóxico de células imunes efetoras ativadas, com capacidade para eliminar patógenos e células tumorais. No entanto o NO é potencialmente tóxico, principalmente em situações de estresse oxidativo, geração de intermediários do oxigênio e deficiência do sistema antioxidante.
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